Eleitor tem até quinta-feira (27) para justificar ausência no 2° turno

(Foto: Internet)

O prazo para justificar a ausência no segundo turno das eleições gerais de 2018, dia 28 de outubro, termina nesta quinta-feira (27). Os eleitores que não votaram no segundo turno precisam regularizar a situação, sob pena de impedimento de fazer matrícula em universidades, tirar o passaporte, tomar posse em cargo público e receber o salário, no caso dos servidores.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o não comparecimento injustificado no dia da eleição é irregularidade punível com multa. Pela Constituição, os brasileiros com idade entre 18 anos e 70 anos são obrigados a votar. Após três ausências consecutivas não justificadas, o título de eleitor é cancelado.

Não precisam justificar a ausência os eleitores cujo voto é facultativo (analfabetos, os com 16 anos, e os maiores de 70 anos), além dos portadores de deficiência física ou mental que torne impossível ou demasiadamente oneroso o cumprimento das obrigações eleitorais. A justificativa pode ser feita diretamente nos cartórios eleitorais ou pela internet.

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Preparação das urnas para 2º turno já começou em Pernambuco

O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) começou, nesa quarta-feira (17), o processo de reprogramação das urnas para as Eleições do 2º turno, que acontecem no próximo dia 28. Diversas instituições e veículos de imprensa foram convidados para a solenidade, que é pública e totalmente transparente.

O procedimento consiste em adaptar as informações das urnas ao 2º turno, de maneira que fiquem apenas os dados dos eleitores e dos dois candidatos a presidente da República (partido, coligação, foto e número). Vale lembrar que em Pernambuco só haverá 2º turno para escolha do presidente da República.

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Pesquisa: Bolsonaro tem 54% dos votos válidos; Haddad, 46%

A primeira pesquisa feita no segundo turno das eleições presidenciais indica vitória de Jair Bolsonaro (PSL). O levantamento, feito pelo instituto Ideia Big Data, em parceria com a revista Veja, aponta 54% das intenções de voto contra 46% de Fernando Haddad (PT).

A pesquisa, de acordo com a revista, ouviu 2.036 eleitores nas cinco regiões do País entre segunda-feira e quarta-feira. A margem de erro é de 2,67% pontos percentuais, o que dá uma vantagem de Bolsonaro acima da margem de erro.

Bolsonaro levou a melhor no primeiro turno das eleições, conseguindo 49,2 milhões de votos – 46,03% do total. Já Haddad recebeu 31,3 milhões de votos, o equivalente a 29,28% dos votos totais.

O Datafolha também divulga às 19h desta quarta (10) a primeira pesquisa do segundo turno das eleições presidenciais. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral.

Mais de 30 milhões de eleitores de 57 municípios vão às urnas no domingo

Eleições-2016Neste domingo, mais de 30 milhões eleitores de 57 municípios, inclusive 18 capitais, voltam às urnas para escolher os prefeitos em segundo turno. São Paulo é o estado com mais prefeituras em disputa: treze. Em seguida vêm o Rio de Janeiro, com seis, e Rio Grande do Sul, Pernambuco e Espírito Santo, com quatro cada. Nas capitais, a disputa que mais se repete no segundo turno é entre PMDB e PSDB, que se enfrentam em Porto Alegre, Maceió e Cuiabá. O PSDB é o partido com o maior número de candidatos, 19, seguido pelo PMDB, com 16. O PSB tem nove, o PDT oito e o PSD e PT têm sete candidatos cada um. Dez candidatos tentam a reeleição. E o PSDB, de acordo com o cientista político David Fleischer, foi o partido que mais se destacou até agora, principalmente com a vitória no primeiro turno do tucano João Doria em São Paulo. Já o destaque negativo, segundo ele, foi o PT, que perdeu em mais de 60% dos municípios que governava, caindo de terceiro para o décimo lugar em número de prefeituras.

O resultado final das eleições, para David Fleischer, deve ter consequências na eleição para a Câmara em 2018.

“Nós temos mais ou menos uma regra nas eleições municipais de que o partido que elege mais prefeitos, dois anos depois, vai eleger mais deputados, e vice-versa. O partido que elege menos prefeitos vai eleger menos deputados dois anos depois”.

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