Durante o dia: jovem de 19 anos é atacada nas proximidades da Univasf em Petrolina por homem em um carro

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Foto: ilutração

Na tarde desta quinta-feira (16), uma jovem de 19 anos foi parada por um homem, de aparentemente 28 anos, em um carro verde, nas proximidades da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), para “pedir informações”. Entretanto, ele a agarrou a garota pelo braço e tentou forçá-la a entrar dentro do veículo.

Segundo informações da vítima, ela estava a caminho do shopping da cidade, quando foi abordada por um homem branco, de cabelo bem cortado e usa que aparelho, que parou o carro, baixou o vidro como quem queria pedir informações.

“Ele mandou eu ir para o lado do passageiro, para não correr o risco de algum carro me atropelar. Aí ele me deu boa tarde, perguntou meu nome, minha idade e disse que já tinha impressão de me conhecer ” contou a vítima.

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Novo vídeo traz mais provas de estupro coletivo no Rio

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As últimas investigações não indicam o número inicialmente divulgado – 30 os envolvidos. A polícia acredita que esse número era uma referência a uma letra de funk famosa na região.

A jovem de 16 anos que foi vítima de estupro coletivo na semana retrasada, em uma comunidade no Rio, e ficou cerca de 30 horas em poder de seus estupradores. Este intervalo foi revelado pela Polícia com base na análise de um novo vídeo do celular de Raí de Souza, preso da última segunda por ter participado do crime. As duas oportunidade em que a vítima foi violentada teriam sido, portanto, em dias diferentes.

As informações foram reveladas pela Fantástico, da Rede Globo, na noite de domingo (5). Inicialmente, Souza havia dito à polícia que tinha destruído seu aparelho celular – mas na última sexta, investigadores localizaram o aparelho, em que nele, foi encontrado um vídeo em que a garota foi claramente abusada.

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Uma em cada 5 mulheres de até 18 anos já foi vítima de violência

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Mulheres violentadas tendem a usar mais os serviços de saúde do que aquelas que não são abusadas, ainda que elas raramente indiquem que são vítimas. Foto: arquivo

Uma em cada cinco mulheres com menos de 18 anos no mundo já foi vítima de estupro ou abuso sexual. Os dados integram um raio X produzido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para alertar sobre o fenômeno da violência como um problema de saúde. O relatório traça a estimativa com base em estudos feitos entre 2011 e 2015 e compila informações de 133 países.
Segundo o informe da entidade das Nações Unidas, que na semana passada aprovou um plano para combater a violência contra a mulher até 2030, os governos precisam agir. “Mulheres violentadas tendem a usar mais os serviços de saúde do que aquelas que não são abusadas, ainda que elas raramente indiquem que são vítimas”, diz o informe. “Com muita frequência, instituições de saúde são lentas em reconhecer e lidar com essa violência.”
A entidade aponta que uma em cada três mulheres já “experimentou violência física e/ou sexual por parte de seus parceiros”. Além disso, 7% das mulheres foram alvo de violência sexual por desconhecidos e 50% delas se envolveram em uma disputa física com seus companheiros.
Para os especialistas da OMS, os dados revelam o caráter rotineiro da violência contra a mulher. “Trata-se de algo muito comum e muito mais regular do que imaginamos”, diz Berit Kieselbach, uma das responsáveis pelo plano de enfrentamento da entidade. Ela diz ainda que o fenômeno da violência contra a mulher não é novo. “O que é novo é a capacidade de começar a coletar dados sobre o tema”, explica. Berit lembra que dezenas de países não têm sistemas para identificar causas de mortes nem para medir a violência.
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Rede social expõe assédio sexual praticado por professores

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Em pouco mais de uma semana, alunas de escolas e universidades de todo o país enviaram para uma página do Facebook mais de 750 relatos de agressão moral e sexual que sofreram de seus professores. Dos depoimentos recebidos, mais de 500 foram publicados,  ultrapassando 16 mil “curtidas” na rede social em apenas sete dias.

A página Meu Professor Abusador foi criada no dia 9 de fevereiro por quatro jovens mulheres de Porto Alegre, que concluíram recentemente o Ensino Médio, depois que uma delas descobriu um caso de assédio na escola que frequentou.

Os relatos publicados em Meu Professor Abusador precisam seguir algumas regras. O nome do agressor não pode ser revelado, mas algumas características que o tornem identificável são autorizadas. O nome da instituição de ensino em que o fato aconteceu também é permitido. A autora tem o anonimato garantido pelas moderadoras.

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