Projeto pretende exportar mel produzido no Sertão a partir de 2019

(Foto: Teresa Maia/Diário de Pernambuco)

O mel produzido no Sertão pernambucano está ganhando o mundo. Com apoio do Sebrae, a Agência de de Desenvolvimento de Pernambuco (AD Diper) começou a desenvolver um projeto piloto chamado de Favo Cheio, cujo objetivo é transferir tecnologias simples para a criação e manejo de abelhas.

38 apicultores de quatro municípios do Sertão – Araripina, Exu, Moreilândia e Parnamirim – estão recebendo orientações sobre produção, gerenciamento e organização da cadeia produtiva do mel. Mesmo em andamento, o projeto já colhe seus frutos.

Segundo dados da Confederação Brasileira de Apicultura, a média nacional de produção de mel em um apiário é de 12 quilos por colmeia por ano. Em oito meses do projeto, o grupo de apicultores ultrapassou a média, chegando a 24 quilos por colmeia.

“Temos técnicos que estão nos acompanhando e mostrando o melhor manejo do alimento para as abelhas e também estamos produzindo alimento orgânico, que contribui para que o enxame seja mais produtivo”, afirma o apicultor Edmilson Alves de Sousa.

A estimativa da AD Diper e do Sebrae é exportar o produto já em 2019. Enquanto finaliza o projeto piloto as duas instituições já caminham para uma segunda etapa, que é o registro da Casa de Mel de Moreilândia, um dos principais municípios produtores de mel do estado.

Diário de Pernambuco

Condutores denunciam entulho invadindo pista do Distrito Industrial; órgãos se manifestam sobre limpeza

Quem transita pelo Distrito Industrial de Petrolina se depara com uma cena comum no local. O lixo despejado em alguns terrenos está invadindo a pista e tem provocado crítica dos condutores de veículos.

Em contato com a Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (AD Diper), nossa equipe foi informada que a responsabilidade para resolver tais problemas é da Prefeitura de Petrolina.

De acordo com a AD Diper, a Agência está respaldada na Lei Federal nº 6.766, de 19 de dezembro de 1979, que diz em seu artigo 22 que, “desde a data de registro do loteamento, passam a integrar o domínio do Município as vias e praças, os espaços livres e as áreas destinadas a edifícios públicos e outros equipamentos urbanos, constantes do projeto e do memorial descritivo”.

Prefeitura afirma que responsabilidade é do Estado

A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Sustentabilidade (SEDURBS), por outro lado, afirmou através da Assessoria de Comunicação que a lei citada pela AD Diper trata do loteamento, mas a área do Distrito é comercial e a competência da manutenção cabe à Agência.

De acordo com a SEDURBS, a AD Diper e o Governo de Pernambuco serão notificados para que a limpeza do Distrito Industrial seja feita.