Polícia do Pará identifica suspeitos de provocar queimadas na Amazônia

(Foto: Internet)

A Polícia Civil do Pará identificou três suspeitos de provocar queimadas em área de floresta nativa no sudeste do estado. Nesta quinta-feira (29), policiais cumpriram mandados de busca e apreensão na casa dos suspeitos. Dois são irmãos e proprietários da fazenda Ouro Verde, em São Félix do Xingu, e o terceiro é gerente da propriedade. A fazenda fica localizada dentro da Área de Proteção Ambiental Triunfo do Xingu.

Segundo a polícia, foi encontrado no local um grupo de trabalhadores em condições análogas à escravidão. Durante a operação, que está ainda em andamento, um dos suspeitos foi preso em flagrante com um revólver calibre 38, sem porte legal, durante cumprimento de busca e apreensão, na sede da fazenda em São Félix do Xingu.

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Ministro do Meio Ambiente tem mal súbito e é internado em Brasília

Salles passa bem, de acordo com Hospital (Foto: Reprodução/TV Globo)

Ricardo Salles, ministro do Meio Ambiente foi internado às pressas na noite de ontem (27), após ter um mal súbito. A informação só foi confirmada na manhã de hoje pelo G1 e segundo o Hospital das Forças Armadas (HFA), de Brasília (DF), Salles passa bem.

O boletim médico divulgado pelo Ministério da Defesa apontou que o ministro deu entrada na Unidade de Emergência do hospital “com quadro de mal estar”, mas sem sintomas. O boletim médico indica que o quadro de Salles “evoluiu durante o período noturno sem intercorrências clínicas. Atualmente segue com quadro clínico estável”

Salles, que vem sendo pressionado devido ao tema Amazônia nas últimas semanas, teria um evento na manhã de hoje, porém não poderá comparecer e a agenda foi cancelada.

Bolsonaro diz que incêndios não podem gerar sanções ao Brasil

(Foto: Agência Brasil)

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) disse na noite da última sexta-feira (23) em pronunciamento em rede nacional de rádio e televisão, que os incêndios florestais na Amazônia não podem ser pretexto para que nações estrangeiras lancem sanções contra o Brasil.

“Incêndios florestais existem em todo o mundo. E isso não pode ser pretexto para sanções internacionais. O Brasil continuará sendo amigo de todos, e responsável pela proteção da sua floresta amazônica”, afirmou.

Bolsonaro disse ainda estar “ciente” das queimadas e que o governo não está “satisfeito” com o que está assistindo, e que por isso vai atuar “fortemente”. “Tenho profundo amor e respeito pela Amazônia. A proteção da floresta é nosso dever”, afirmou.

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Cinco países do G7 se mostram preocupados com a Amazônia

(Foto: Internet)

Cinco países integrantes do Grupo dos Sete, Alemanha, Canadá, Reino Unido, Estados Unidos e França, estão preocupados com as queimadas que acontecem na maior floresta tropical do planeta neste momento; e que colocou os estados do Acre e Amazonas em situação de emergência ambiental.

Para Angela Merkel, chanceler da Alemanha, os incêndios na Amazônia se transformaram em uma “situação urgente” e que deve ser discutida durante a cúpula do G7 este final de semana. A declaração foi dada nesta sexta-feira (23) por seu porta-voz, Steffen Seibert, com o objetivo de mostrar apoio ao presidente da França, Emmanuel Macron, que na última quinta-feira (22), através do Twitter, chamou as queimadas  de “crise internacional”.

Em resposta a Macron, o presidente brasileiro acusou o francês de ter “uma mentalidade colonialista” e de querer “instrumentalizar” o tema “para ganhos políticos pessoais”.

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Governo estuda enviar Exército para combater queimadas na Amazônia

Incêndio tem atingido grande parte da amazônia.

O presidente Jair Bolsonaro disse, nesta sexta-feira (23), que estuda enviar o Exército para combater as queimadas na Amazônia por meio de uma operação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO). Segundo ele, a decisão será tomada ainda nesta manhã. “É uma tendência [determinar uma GLO. A tendência é essa, a gente fecha agora de manhã”, disse, ao deixar o Palácio da Alvorada.

De acordo com Bolsonaro, nessa quinta-feira (22), houve uma reunião para tratar do assunto. “O que tiver ao nosso alcance nós faremos. O problema é recurso”, ressaltou.

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Ambientalistas comemoram decisão do governo sobre Reserva Nacional do Cobre

(Foto: Internet)

A ONG ambientalista WWF comemorou nesta sexta-feira, a decisão do governo de paralisar todos os procedimentos sobre atividades de mineração na Reserva Nacional do Cobre e Associados, Renca. O anúncio foi feito na noite de ontem pelo Ministério de Minas e Energia.

Jaime Gesisky, especialista em Políticas Públicas do WWF-Brasil, afirmou que a Amazônia é um patrimônio nacional e cabe ao Estado protegê-la e não simplesmente entregá-la à iniciativa privada. E alerta que a nova decisão não significa será revogado o decreto que extinguiu a Renca.

O senador Randolfe Rodrigues, da Rede Sustentabilidade, comentou que a decisão é uma tática do governo para reduzir a mobilização e a reação negativa que a medida provocou.

Na nota publicada nesta quinta, o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, afirma que em respeito às legítimas manifestações da sociedade o Ministério dará início a um amplo debate público sobre as alternativas para a proteção da região. Uma conclusão será apresentada depois de 120 dias.

Desde o último dia 23, quando foi publicado o decreto extinguindo a reserva mineral, que fica entre os estados de Pará e Amapá, a decisão tem causado desgaste para o governo. Uma portaria ministerial com os detalhes sobre a consulta pública deve ser publicada até a próxima segunda-feira.

Fonte Agência Brasil

Temer revoga decreto sobre reserva na Amazônia

(Foto: Internet)

O governo federal revogou o decreto que extinguia a Reserva Nacional do Cobre e associados (Renca), na região da Amazônia, editado na semana passada e publicado nesta segunda-feira (28), em edição extra do Diário Oficial, um novo texto explicitando a proibição da exploração mineral nas áreas de unidades de conservação, reservas ambientais estaduais e indígenas dentro da antiga Renca.

Segundo o ministro do Meio Ambiente, José Sarney Filho (PV), o governo sentiu a necessidade de “clarificar” o decreto anterior para garantir que a proibição não havia sido revogada.

O titular de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho (PSB), admitiu que a mudança é “fruto do desdobramento que teve a repercussão” do decreto anterior. Ele também disse querer esclarecer as informações de que investidores internacionais tiveram conhecimento prévio do tema, afirmando que essa intenção do governo era pública desde novembro do ano passado.

Governo anuncia novo decreto sobre exploração da Amazônia

A área tem potencial para exploração de ouro e outros minerais, entre os quais ferro, manganês e tântalo. (Foto: Reprodução)

Nesta segunda-feira (28) o governo anunciou a edição de um decreto com as regras para a exploração mineração na extinta Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca). Esse decreto será revogado, mas a extinção da reserva está mantida.

Segundo o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho (PSB), a medida anunciada nesta segunda deixará as regras para exploração na região mais claras e preservará as reservas ambientais e indígenas.

“Por decisão do governo, sairá brevemente um novo decreto, colocando ponto a ponto como deverá ser [a exploração] a partir de agora – após a extinção da reserva mineral, preservando as questões ambientais e indígenas, sejam reservas estaduais ou federais – e poder acompanhar mais de perto a atividade na região”, informou Coelho Filho.

A área tem potencial para exploração de ouro e outros minerais, entre os quais ferro, manganês e tântalo. O local, entre os estados do Amapá e do Pará, foi criado em 1984 e tem mais de 4 milhões de hectares. Com a nova medida, ficará proibida, por exemplo, a licença para exploração para quem tiver atuado na exploração mineral ilegal na reserva antes do decreto.

Com informações do G1

Gisele Bündchen grava programa sobre desmatamento na Amazônia

A segunda temporada do programa vai ao ar mundialmente no final do ano/Foto:Portal Glamurama

A segunda temporada do programa vai ao ar mundialmente no final do ano/Foto:Portal Glamurama

Depois de fotografar para uma campanha publicitária em São Paulo, no início da semana, Gisele Bündchen viajou para Alta Floresta, no Norte do Mato Grosso, onde navegou pelo rio Cristalino. A top ataca de correspondente e grava a segunda temporada de  “Years of Living Dangerously”, documentário do canal Nat Geo, na parte da Amazônia do Mato Grosso, seguindo floresta acima, em direção ao Amazonas.

Conforme, publicou em seu Instagram nesta quinta-feira, Gisele está “investigando o desmatamento e as mudanças climáticas no meu lindo país”. A segunda temporada do programa vai ao ar mundialmente no final do ano. Pelo que se sabe, Gisele está determinada em ser para a natureza o que Angelina Jolie representa para as crianças menos favorecidas ao redor do mundo.

Com informações do Portal Glamurama