Serra Talhada: Prefeitura decreta luto oficial de três dias após morte de ex-prefeito

(Foto: Reprodução)

Prefeito de Serra Talhada entre 2001 e 2005, Genivaldo Pereira Leite faleceu na manhã dessa quinta-feira (1º), no município de Arcoverde. O ex-prefeito realizava hemodiálise, para tratar um quadro crônico de insuficiência renal e morreu em decorrência da doença.

O atual prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, decretou luto oficial de três dias e lamentou a morte do ex-gestor. “Geni foi um apaixonado por Serra Talhada e um cidadão digno do nosso respeito e admiração, com quem mantive uma relação cordial e amistosa durante toda a nossa convivência. Aos familiares de Geni Pereira, desejamos forças para superar esse momento de grande dor e profunda tristeza. Que Deus conforte o coração de todos vocês”, comentou Duque.

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Fernando Bezerra e Armando Monteiro despontam como nomes para representar oposição em Pernambuco

(Foto: Divulgação)

O grupo de oposição ao governador de Pernambuco realizou um ato nesse fim de semana em Petrolina e os senadores Fernando Bezerra Coelho e Armando Monteiro mais uma vez colocaram seus nomes à disposição para fazer frente a Paulo Câmara nas eleições de outubro.

O ato realizado na manhã do sábado (27) foi marcado por críticas à Câmara. Em sua fala, Armando Monteiro acusou o atual governador de ter feito falsas promessas na campanha de 2014 e se diz pronto para ajudar o grupo. “[Vou] colocar os interesses do conjunto acima das ambições pessoais, por mais legítimas que possam ser. Me submeterei a essa decisão” frisou.

Já Fernando Bezerra não poupou críticas ao PT e PSB. “Uma das frentes [PT] vai ver que explicar por que colocou o Brasil na maior recessão econômica da história e a outra [PSB] está no poder, vai ter que se justificar porque não honrou os compromissos”.

O encontro em Petrolina contou com a presença do ministro da Educação, Mendonça Filho (DEM), do ministro de Minas e Energias, Fernando Filho, do deputado federal Bruno Araújo (PSDB), da prefeita de Caruaru, Raquel Lyra (PSDB) e do Prefeito de Petrolina, Miguel Coelho.

“Armando é candidato”, afirma deputado Sílvio Costa

O deputado revelou confiança na renovação da aliança com o ex-presidente Lula e o PT no estado.

Durante encontro de lideranças políticas realizado pelo senador Armando Monteiro Neto (PTB), no município de Surubim, no Agreste de Pernambuco, o pré-candidato ao senado, o deputado federal Sílvio Costa (Avante) afirmou que Armando será candidato ao governo do estado.

Em seu pronunciamento, Sílvio Costa ressaltou a liderança política de Armando Monteiro – que se colocou à disposição de uma convocação das oposições para o governo estadual – e revelou sua confiança na condução do senador à frente do governo estadual.

“O senador Armando foi ministro da Indústria e Comércio, é reconhecido em todo o Brasil por esse trabalho e lutou contra o impeachment da presidente Dilma. Tenho grande admiração pelo presidente Lula e vou lutar, até o último segundo, para que o PT vote em Armando em 2018. O PT diz que não vota em golpista e o partido golpista no Brasil é o PSB”, destacou Sílvio.

O deputado revelou, ainda, confiança na renovação da aliança com o ex-presidente Lula e o PT, nacional e em Pernambuco, para as eleições do próximo ano. “Acredito que Lula e o PT estarão com Armando e que iremos construir um novo caminho para o Estado”, concluiu sob entusiasmo das lideranças presentes.

Fernando Filho pode ser vice de Armando Monteiro nas eleições de 2018

Nos bastidores, já se diz que Fernando Bezerra, indicaria o seu filho, Fernando Coelho Filho, para vice de Armando. (Foto: Arquivo)

Com destaque no grupo de oposição do governador Paulo Câmara (PSB), o senador Armando Monteiro Neto (PTB) aparece como uma opção para a disputa pelo o Governo de Pernambuco, em 2018. Para vice de Armando, o nome indicado seria o do ministro Fernando Filho.

Segundo informações, mesmo com a decisão do PMDB de ter candidato próprio, o mais provável é que o partido componha a chapa majoritária do conjunto oposicionista indicando o candidato a vice-governador. Nos bastidores, já se diz que o senador Fernando Bezerra, que deve assumir as rédeas do PMDB, indicaria o seu filho, o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, para vice de Armando.

Com informações do blog do Magno

Candidato apoiado pelo senador Armando Monteiro vence eleição em Belo Jardim

Hélio dos Terrenos (segundo da esquerda para a direita, na foto) comemora vitória ao lado de Armando Monteiro (PTB) e Silvio Costa Filho (PRB). Crédito: Samuel Andrade

O trabalho de “cabo eleitoral” do senador Armando Monteiro Neto (PTB), na eleição suplementar de Belo Jardim, no Agreste do Estado, surtiu efeito. O empresário Hélio dos Terrenos (PTB) ficou em primeiro lugar, deixando para trás o candidato apoiado pelo governador Paulo Câmara, Luiz Carlos (PSB) e o candidato Gilvandro Estrela (PV), apoiado pelo ministro da Educação Mendonça Filho (DEM).

Hélio dos Terrenos teve 18.984 votos, (46,05% dos votos válidos), enquanto que  Luiz Carlos ficou em segundo lugar e recebeu 13.800 votos (33,47% do votos válidos). Em terceiro lugar ficou Gilvandro Estrela, com 8.442 votos (20,48% dos votos válidos). A eleição suplementar em Belo Jardim foi realizada após o ex-prefeito da cidade, João Mendonça (PSB) ter sido impugnado pela Justiça Eleitoral por improbidade administrativa. O candidato Luiz Carlos recebeu o apoio de João Mendonça.

Na eleição em outubro de 2016, Hélio teve 14.015 votos contra 16.077 de João Mendonça, que assumiu o segundo mandato por força de uma liminar do ministro do Tribunal Superior Eleitoral(TSE), ministro Gilmar Mendes. O socialista, no entanto, teve seu mandato cassado, em maio deste ano, pelo pleno do TSE. Com a cassação, os eleitores tiveram que votar as urnas para escolher o novo prefeito.

A vitória de Hélio dos Terrenos representa, na prática, o fortalecimento do projeto político do senador Armando Monteiro Neto (PTB) para 2018. O senador atuou como principal cabo eleitoral do petebista e vem se movimentando para sedimentar seu projeto de concorrer ao governo do estado no próximo ano. Na eleição suplementar de Ipojuca, o senador apoiou a prefeita eleita Célia Sales (PTB). A petebista teve 31.010 votos (55,20% dos votos válidos) derrotando o candidato do governador Paulo Câmara, o ex-prefeito Carlos Santana (PSDB), que recebeu 23.925 votos (42,58% dos votos válidos). Em terceiro lugar ficou Olavo Aguiar com 1.247 votos (2,22% dos votos válidos).

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Pernambuco terá Campos contra Campos em 2018

O senador Armando Monteiro poderá ter no seu palanque Antonio Campos e Marília Arraes

O PSB adotou como tática não valorizar a saída do advogado Antônio Campos dos quadros do partido e a filiação dele a uma das legendas que fazem oposição ao governo de Paulo Câmara. Pode ser uma estratégia equivocada, pois não está em jogo nessa travessia a quantidade de votos que Antônio Campos eventualmente possa ter como candidato a deputado federal. E sim a carga simbólica que ele representa como neto de Miguel Arraes e irmão de Eduardo Campos, ambos ex-governadores. Ao deixar o governo, portanto, para engrossar as fileiras da oposição, o advogado contribui para o fortalecimento da candidatura do senador Armando Monteiro ao governo estadual, o que não é pouca coisa. Será um “Campos” no palanque de Paulo Câmara (João, chefe de gabinete do governador) e outro (Antônio) no palanque do senador, que poderá ter ainda um parente de Miguel Arraes (Marília, vereadora recifense) pedindo votos para ele.

Operação Fair Play
Se, por um lado, a filiação de Antônio Campos ao “Podemos” fortalecerá a candidatura de Armando Monteiro (PTB) a governador, por outro neutralizará a exploração que aliados do senador vinham fazendo da “Operação Fair Play”, que investigou a compra do avião que se acidentou com Eduardo Campos em agosto de 2014.

Contaminação :
O ministro Bruno Araújo (Cidades) encarou com tranquilidade o resultado da pesquisa do Datafolha que atribui ao governo Temer apenas 7% de aprovação. Lembra que aqui mesmo em Pernambuco há ex-ministros dos governos Lula/Dilma (Humberto Costa e Fernando Bezerra Coelho) que não se contaminaram com o desgaste de ambos.

Batalhão : O ministro Raul Jungmann (Defesa) marcou um tento considerável ao deslocar militares de um Batalhão de Engenharia do Exército para fazerem a limpeza e o alargamento do canal do Fragoso (Olinda). Isso, aliás, deveria ser rotina do Exército: tirar seus homens dos quarteis para atuarem nesse tipo de obra. É melhor do que deixá-los lá sem atribuição alguma.

Coro : Ricardo Ferraço (ES) tornou-se o 1º senador do PSDB a defender o rompimento do partido com o governo Temer, como já fazem na Câmara os pernambucanos Betinho Gomes e Daniel Coelho.

Contradição : Lula, para alegria dos petistas, é o candidato mais forte, hoje, à sucessão de Temer (30% das intenções de voto, segundo o Datafolha), e ao mesmo tempo o mais vulnerável, pois 46% dos eleitores dizem que não votariam nele de jeito nenhum.

Tropas : O TRE vai indeferir o pedido feito pela coligação “Unidos por Belo Jardim” para que sejam requisitadas tropas federais para o município, onde haverá eleição para prefeito no próximo domingo. É tradição na Justiça Eleitoral só requisitar reforço policial se a PM não tiver condições de oferecer segurança à população, o que não é o caso.

Com informações da Folha de Pernambuco.

Armando Monteiro lembrado para presidente

O senador pernambucano Armando Monteiro Neto (PTB) teve seu nome também especulado, ontem (23), pela mídia nacional, como uma alternativa numa eleição indireta para presidente da República, caso ocorra a vacância no cargo numa eventual renúncia do presidente Temer.

Ex-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI) por oito anos, ministro da Indústria Comércio (MDIC) no Governo Dilma Rousseff e hoje líder do PTB no Senado, Armando é um nome com ampla interlocução com o setor industrial e goza de respeitabilidade no Congresso, além de trânsito político no Congresso.

Segundo avaliação de colunistas nacionais, o maior impedimento de Armando seria o fato de ter sido ministro de Dilma.

Caso deixe o PSB Fernando Filho deve se aproximar ainda mais de Armando Monteiro e viabilizar candidatura a vice-governador

Diante dos últimos acontecimentos e o que já vem sendo cogitado nos bastidores da política em Pernambuco, o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, deixou o Ministro de Minas e Energia, Fernando Bezerra Coelho Filho, em uma situação bastante privilegiada. Muito antes dos mais recentes escândalos de Brasília envolvendo o nome Michel Temer, aliados do senador Armando Monteiro (PTB), pré-candidato ao governo de Pernambuco em 2018, falavam que o nome ideal para compor chapa com o petebista seria o de Fernando Filho.

Com a noticia de que o presidente do PSB teria aconselhado o ministro a sair do partido, isso o deixa mais confortável para uma eventual decisão de se aproximar do senador petebista. Segundo os defensores da pré-candidatura de Armando, o mesmo teria que buscar alianças com lideranças de peso no interior do estado. Nesse caso entraria em sena o peso político do senador Fernando Bezerra Coelho, pai do ministro e que não disputaria a próxima eleição uma vez que tem mandato até 2022. Se afastarem o ministro Fernando Filho do PSB, automaticamente vão aproximar todo o grupo político de FBC da futura campanha de Armando Monteiro.

Armando Monteiro deseja ser governador de Pernambuco

(Foto: Internet)

O senador e ex-ministro Armando Monteiro (PTB) manifestou o desejo de se candidatar ao governo do estado. “Eu gostaria de ser governador de Pernambuco. Eu tenho consciência de que esse projeto que está em curso está se esgotando, os 12 anos do PSB, porque não é mais um projeto que inspire. Não aponta para o futuro, não oferece uma liderança, não oferece um rumo a Pernambuco”.

Durante entrevista programa Resenha Política da TV JC, o senador afirmou que o seu maior compromisso é juntar forças para construir um projeto alternativo. “Estamos discutindo com essas forças independentes, com Bruno Araújo (PSDB), com Mendonça Filho (DEM). Em nome desse projeto nós iremos fazer uma construção, se possível, de um palanque único. Se não pudermos construir, que a gente possa convergir para uma agenda para Pernambuco. Mas eu gostaria muito de construir com essas forças que se opõem ao PSB um palanque único em Pernambuco”.

O senador fez críticas à forma como o governador Paulo Câmara está lidando com a criminalidade em Pernambuco. “Ele se distancia para não contaminar a sua imagem. O governador tem que tomar a linha de frente nessa questão”. Em uma possível candidatura, Armando afirmou que entre outras medidas investiria nos serviços de inteligência.
“Hoje se combate a questão de segurança não com automóveis e armamento, mas sobretudo com sistemas inteligentes de prevenção, de monitoramento, de georeferenciamento. O que eu faria primeiro seria ir para a linha de frente, para assumir, para coordenar, para mobilizar a sociedade”, contou.

Com informações do JC

Depois de FBC na liderança do PSB, Armando Monteiro é o novo líder do PTB no Senado

Armando substitui o colega Elmano Ferrer (PI)

O senador Armando Monteiro assume, nesta quarta-feira (1º), a liderança do PTB no Senado.

A indicação do pernambucano para liderança do partido foi estimulada por companheiros de bancada e por integrantes do chamado Bloco Moderador.

Além dos petebistas, o colegiado é formado pelas legendas PR, PSC, PRB e PTC.

Armando assume a função no Senado para o biênio 2017-2018 e terá papel importante nas discussões e negociações da pauta de projetos da Casa para votações de propostas que impactam diretamente a vida dos brasileiros.

Além do líder pernambucano, os senadores Thieres Pinto (RR) e Zeze Perrella (MG) formam a bancada do PTB na Casa Alta.

“Fui estimulado pelos companheiros do PTB e também do bloco que compomos, o Bloco Moderador, a assumir a liderança do partido. Aceitei como uma convocação, sobretudo nessa fase em que vive o País, com uma agenda legislativa carregada de temas importantes, que exigem a dedicação de todos os senadores”, afirma Armando Monteiro.

Com informações do Blog do Jamildo.

Senador Armando Monteiro critica atual gestão do governo de Pernambuco e fala sobre descaso com programa Pacto Pela Vida

(Foto: Internet)

“Na raiz dos problemas de hoje estão ausência de gestão e de comprometimento do governo estadual com as metas”, disse o Senador. (Foto: Internet)

O Senador Armando Monteiro Neto (PTB-PE) criticou a atual gestão do Governo de Pernambuco, liderada pelo governador Paulo Câmara, e afirmou que os principais motivos para o crescimento da violência no Estado de Pernambuco são “ausência de gestão e de comprometimento do governo estadual”.

Segundo o Senador, o programa ‘Pacto Pela Vida’ virou tão somente “propaganda do governo” e o seu idealizador, o sociólogo José Luiz Ratton, já afirmou que o programa “morreu”.

Para Armando Monteiro não há justificativa plausível para explicar a atual situação da segurança pública no estado de Pernambuco, já que, mesmo sendo um problema nacional, estados como Alagoas e Ceará conseguiram diminuir suas taxas de homicídio em 21% e 9%, respectivamente.

Confira:

Em 2015, a cada duas horas um pernambucano foi assassinado: foram quase 3.900 mortes violentas no ano, o que representou um crescimento de 12% em relação ao ano anterior. Aumentaram também, de forma significativa, os assaltos a ônibus, roubos de carro e explosões de caixas eletrônicos. E este ano a escalada de violência continua.

Se é verdade que a segurança pública é um problema em todo o país, também é fato há diferenças importantes entre regiões e mesmo entre Estados. No Nordeste, por exemplo, Alagoas reduziu em 21% a taxa de homicídios, e o Ceará registrou queda de 9% – ao contrário do que aconteceu em Pernambuco.

O que acontece em nosso Estado? Por que o Pacto pela Vida, que foi referência nacional ao reduzir o número de assassinatos em 30% entre 2007 e 2013, agora sofre tal retrocesso?

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Prefeito e vice eleitos de Lagoa Grande se reúnem com ministro das cidades e senador Armando Monteiro em Brasília

(Foto: arquivo pessoal)

Uma equipe de transição com o governo local está acompanhando todas as situações de licitações, projetos, empenhos, contas, pessoal e repasses. (Foto: arquivo pessoal)

Durante ida a Brasília (DF), o prefeito eleito de Lagoa Grande (PE), Vilmar Cappellaro (PMDB) se reuniu com o ministro das Cidades, Bruno Araújo e com o senador Armando Monteiro (PSDB). Os políticos demonstraram conhecer bem as necessidades e demandas da cidade e manifestaram apoio ao projeto do novo gestor.

 “Lagoa Grande é uma cidade com um grande potencial para o desenvolvimento, tem uma importância enorme em nosso estado e vamos trabalhar juntos. Vilmar pode contar com meu apoio. Estarei do seu lado para ajudar no que estiver ao meu alcance” garantiu o ministro Araújo.

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Impeachment no Senado: discurso final de Armando Monteiro (PTB-PE)

(Foto: Internet)

“A denúncia está indisfarçavelmente embalada por motivações de natureza política”, disse. (Foto: Internet)

O senador Armando Monteiro (PTB-PE) afirmou que Dilma foi presidente legitimamente eleita e que “não podem restar incertezas e dúvidas sobre as interpretações jurídicas que moldam este processo”.

“A denúncia está indisfarçavelmente embalada por motivações de natureza política”, disse. “Não tenho dúvida de que a crise política afetou de forma grave o desempenho da economia e agravou o quadro recessivo”, afirmou. Segundo ele, porém, houve superávit primário no primeiro quadriênio do governo Dilma.

Fonte G1

De olho em 2018, Armando Monteiro promete voltar a percorrer Pernambuco

As eleições municipais devem ter um papel central na estratégia de Armando para 2018. O grupo do senador tem pré-candidatos em Petrolina (Adalberto Cavalcanti, PTB), em Jaboatão dos Guararapes (Joel da Harpa, PTN) e no Recife (Silvio Costa Filho, PRB)/Foto:Agência Brasil

As eleições municipais devem ter um papel central na estratégia de Armando para 2018. O grupo do senador tem pré-candidatos em Petrolina (Adalberto Cavalcanti, PTB), em Jaboatão dos Guararapes (Joel da Harpa, PTN) e no Recife (Silvio Costa Filho, PRB)/Foto:Agência Brasil

Quando perdeu as eleições de 2014 para o governador Paulo Câmara (PSB), o senador Armando Monteiro Neto (PTB) prometeu liderar a oposição em Pernambuco. Como ministro do Desenvolvimento e Comércio Exterior, o petebista se dedicou pouco à política local. Um ano e meio depois, levado de volta ao Senado pelo processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), Armando finalmente promete percorrer o Estado, animando aliados que já falam em uma possível candidatura ao governo em 2018.

“Vou voltar a percorrer todas as regiões de Pernambuco. E quero estar muito presente junto aos companheiros que vão disputar as eleições municipais”, diz Armando, que volta ao Senado nesta segunda-feira (8). O PTB tem 71 pré-candidatos a prefeito. Com partidos sob influência do senador, como o PRB e o PTN, a conta chega a 80. Ainda é menos da metade dos municípios.

Do ministério, Armando vinha dando aval às movimentações, mas sem mergulhar no dia a dia das candidaturas, contam aliados. Enquanto coordenava a agenda de exportações do Brasil em mais de 30 viagens internacionais, correligionários locais trocaram o PTB pela base do PSB.

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Armando Monteiro se ofereceu para retornar ao Senado e votar contra o impeachment

Monteiro expressa o desejo de votar contra o impeachment de Dilma

Armando Monteiro Neto (PTB/PE),  ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), está disposto a sair do Ministério para retornar ao Senado e assim poder votar contra  o impeachment da presidente Dilma Rousseff no plenário daquela Casa. A provável saída do ministro será discutida em reunião nesta terça (3) com seu suplente no Senado, Douglas Cintra (PTB), para a  retomada do mandato parlamentar.

Ao ser questionados por jornalista o petebista foi taxativo “Se a presidente Dilma Rousseff me liberar, terei disposição para votar no Senado e afirmar essa solidariedade ao governo e a presidente”.

O ministro também criticou a eventual transferência da área de comércio exterior, atualmente sob o comando do MDIC, para o Ministério das Relações Exteriores.

Para o atual ministro do MDIC, Armando Monteiro Neto, “não se deve confundir essas duas ações”. “A experiência internacional demonstra que países que têm maior protagonismo do comércio exterior separam a diplomacia do comércio. É assim que os Estados Unidos, a China e a grande parte dos países do bloco europeu trabalham”, afirmou.

Com informações G1

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