Dois delegados passam a presidir inquérito policial do caso Beatriz após saída de Polyanna Neri

O caso vai fazer cinco anos sem solução. (Foto: Blog Waldiney Passos)

Após a delegada Polyanna Neri comunicar seu afastamento do Caso Beatriz, a Polícia Civil de Pernambuco informou ao nosso blog que a tramitação do inquérito policial segue com a composição de uma força tarefa, integrada por quatro delegados designados para o caso.

Os delegados Isabella Cabral Fonseca Pessoa e João Leonardo Freire Cavalcanti foram designados para presidir o inquérito e dar seguimento às investigações, que seguem “sob o manto do segredo de justiça que não autoriza quaisquer divulgações”.

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Grupo ‘Somos Todos Beatriz’ está promovendo bingo solidário em prol das investigações

O bingo sorteia 10 caixas de cerveja long neck e um carneiro.

O grupo ‘Somos Todos Beatriz’, que luta para que o caso da garota Beatriz, brutalmente assassinada dentro do Colégio Maria Auxiliadora, está promovendo um bingo solidário para ajudar nas investigações do caso, que, após mais de quatro anos, ainda não foi solucionado.

As cartelas custam apenas R$ 10,00 e podem ser adquiridas clicando aqui. O evento acontecerá no dia 05 de abril, às 14h, no Centro Social de Maniçoba, em Juazeiro (BA). Ao todo, seis atrações devem se apresentar: Matheus do Acordeom, Gervilson Duarte, Elias Filho, Jefferson Leal, Rodrigo d’Avila e Cledia Nunes, e Laura Lima.

Outra forma de ajudar a família a seguir com as investigações particulares é através de uma “vaquinha” virtual, que foi lançada por Lucinha Mota, mãe da garota, em outubro do ano passado, e que pode ser acessada clicando aqui. A ideia da família é arrecadar R$ 75 mil. “Esse tipo de trabalho é muito custoso, envolve muita gente e equipamentos, coisas que nunca imaginei”, ressaltou Sandro Romilton, pai de Beatriz, em entrevista ao Blog Waldiney Passos.

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“O Colégio Maria Auxiliadora é um obstáculo na investigação”, diz mãe de Beatriz

Nessa terça-feira (10) fez quatro anos do caso. (Foto: Blog Waldiney Passos)

Durante a manifestação dos quatro anos da morte da garota Beatriz, os pais da menina falaram sobre diversas falhas no processo de investigação e apuração do caso. Dentre elas, eles lembraram da omissão do Colégio Maria Auxiliadora, palco do crime que chocou o país.

De acordo com Lucinha Mota, mãe de Beatriz, a escola tem sido um obstáculo na investigação. “Eu tenho mágoa porque a direção do colégio sabia do risco que todos estavam passando naquele dia. Hoje a gente vê que o Auxiliadora, de alguma forma, está tentando atrapalhar as investigações. É a única pessoa que eu vejo hoje como pessoa atrapalhando as investigações”, disse.

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“São quatro anos de dor, de muita saudade”, diz Lucinha Mota durante manifesto

Manifestação aconteceu na Praça Dom Malan, na Igreja Catedral de Petrolina.

No final da tarde dessa terça-feira (10), a família de Beatriz, juntamente com apoiadores do grupo “Somos Todos Beatiz”, realizaram uma manifestação para relembrar os quatro anos da morte da garota, que foi brutalmente assassinada dentro do Colégio Maria Auxiliadora.

Foi realizada uma exposição com fotos dos sete anos de Beatriz e dos quatro anos de luta, após a sua morte. Segundo Lucinha Mota, mãe de Beatriz, a exposição serviu para explicar para as pessoas toda a trajetória desses quatros anos.

Ainda de acordo com Lucinha, no entendimento da família, que realiza um trabalho paralelo de investigação, a impressão é de que o caso já foi solucionado. “A impressão que eu tenho é que, logo nos primeiros dias do crime, a polícia conseguiu identificar os assassinos de Beatriz e, não sei o porquê, não sei quem está financiando tudo isso para tentar colocar uma pedra no caso”, disse.

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Caso Beatriz: há quatro anos sem solução, grupo realiza manifestação em busca de justiça

O caso completa quatro anos nesta terça-feira (10). (Foto: Blog Waldiney Passos)

Nesta terça-feira (10) faz quatro anos que a garota Beatriz Mota foi brutalmente assassinada dentro do Colégio Maria Auxiliadora. Ainda sem resposta, o caso é coberto por fatos intrigantes, que dificultam o desfecho do crime que chocou todo o país.

Em busca de justiça, o grupo Somos Todos Beatriz, juntamente com a família da garota, realiza, nesta terça, uma nova manifestação, a partir das 17h, na Praça Dom Malan, em frente ao Colégio Maria Auxiliadora. Os protestos acontecem com uma mostra de fotos pessoais de Beatriz e da trajetória de luta do grupo que clama por justiça.

“A família da Beatriz Angélica Mota e o grupo Somos Todos Beatriz convidam toda população do Vale do São Francisco para participar de mais um manifesto por justiça. 4 anos sem Beatriz. Venha fazer parte dessa luta por justiça’, diz o convite para a manifestação.

Relembre o caso

Beatriz Mota tinha 7 anos quando foi brutalmente assassinada. Seu corpo foi encontrado em 10 de dezembro de 2015, com marcas de mais de quarenta facadas.

A garota sumiu durante festa na instituição de ensino em que estudava, o Colégio Nossa Senhora Maria Auxiliadora, em Petrolina.

Comissão de Direitos Humanos e Minoria da Câmara Federal repudia demora na elucidação do caso Beatriz

Caso já vai completar quatro anos sem solução. (Foto: Blog Waldiney Passos)

A Comissão de Direitos Humanos e Minoria da Câmara Federal emitiu uma nota no final da tarde dessa quinta-feira (31) repudiando a demora elucidação do crime que vitimou a garota Beatriz, de sete anos, em Petrolina (PE).

O crime ocorreu em 10 de dezembro de 2015, durante uma solenidade de formatura do Colégio Nossa Senhora Maria Auxiliadora. As investigações, a despeito do transcurso de aproximadamente quatro anos, encontram-se ainda na fase de inquérito policial, sem que se tenha conhecimento de que os prováveis autores tenham sido identificados.

Segundo a nota, o governado de Pernambuco, Paulo Câmara, afirmou que iria “acompanhar de perto o caso. Entretanto, conforme relato dos pais da criança, eles não tiveram mais retorno a respeito da investigação”.

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Advogado de suspeito de apagar imagens do caso Beatriz vai à Câmara nesta terça falar sobre seu cliente

Alisson Henrique de Carvalho Cunha é acusado de apagar as imagens no caso Beatriz — Foto: Polícia Civil/Divulgação

O advogado Wank Medrado, que defende Alisson Henrique, suspeito de ter apagado imagens do Colégio Maria Auxiliadora sobre o caso Beatriz, vai participar, nesta terça-feira (08), da sessão ordinária na Câmara de Vereadores de Petrolina para falar sobre seu cliente e o caso que chocou todo o país.

Alisson prestava serviços de informática para o Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, um dos mais tradicionais de Petrolina. Em dezembro de 2018, ele foi acusado de ter apagado as imagens de segurança que poderiam ajudar nas investigações.

Recentemente o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) revogou o pedido de prisão contra Alisson. Segundo Wank Medrado, o TJ entendeu que as investigações não conseguiram chegar a nenhum resultado. “Passados nove meses, não houve qualquer avanço na investigação e prisão não deveria perdurar”, comentou.

O crime

Beatriz Angélica, de 7 anos, foi brutalmente assassinada em dezembro de 2015 durante um evento escolar festivo no Colégio Maria Auxiliadora. A garota foi encontrada morta com 42 perfurações no corpo. Próximo de fazer quatro anos do crime, ninguém foi preso até o momento.

Governador Paulo Câmara afirma que vai se reunir com pais de Beatriz na próxima semana

Governador Paulo Câmara durante evento em Petrolina. (Foto: Blog Waldiney Passos)

Em evento, nesta quarta-feira (21), em Petrolina (PE), o governador de Pernambuco Paulo Câmara voltou a falar sobre o caso Beatriz. O gestor estadual foi questionado sobre o que o estado tem feito e pode fazer para que o crime seja solucionado.

Em resposta, Paulo Câmara afirmou que o caso tem sido priorizado e que a demora na resolução tem preocupado a todos. “Estamos marcados para a próxima semana uma conversa com todas as partes para atualização das questões e tomar as próximas providências que precisam, porque não vamos descansar até que seja solucionado”.

De acordo com o pai de Beatriz, Sandro Romilton, a reunião deve acontecer na próxima segunda-feira (26). Ainda segundo Sandro, somente após o encontro com Paulo Câmara é que serão dados os próximos passos no caso.

O governador está em Petrolina para o lançamento da segunda rodada do “Seminário Todos por Pernambuco”. O evento acontece sempre no primeiro ano da gestão estadual, com o objetivo de ouvir as propostas da população

Segundo Lucinha, mãe de Beatriz, fuga de Alisson “representa confissão de culpa”

Imagem divulgada pela Polícia Civil de Pernambuco mostra momento no qual Alisson entra na sala de monitoramento. (Imagem: Divulgação/ PC)

Após o prazo para Alisson Henrique de Carvalho Cunha, de 40 anos, se entregar à polícia expirar e ele ser considerado foragido, a mãe da garota Beatriz, Lucinha Mota, afirmou que essa fuga é a confissão dele de ter participado do crime de alguma forma.

“Se ele apagou as imagens, então, no mínimo, participou ou fez a mando de alguém. Ele é só a ponta do novelo para elucidar o caso, essa fuga é a confissão dele”, disse.

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Quatro equipes da PC estão em diligências para encontrar e prender Alisson, que é suspeito de ter adulterado imagens de câmeras de segurança que ajudariam a solucionar o crime. De acordo com a delegada do caso, as buscas não estão limitadas à cidade de Petrolina.

A prisão preventiva de Alisson foi decretada na quarta-feira (12) pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE). Na manhã dessa sexta-feira (14), a Polícia Civil divulgou um telefone – (81) 9.8650-1229 – para que as pessoas entrem em contato caso tenham informações sobre o paradeiro do suspeito.

De acordo com o advogado de defesa do acusado, Wank Medrado, seu cliente não se entregará. “Ele não vai se entregar porque teme pela sua integridade física. Se ele se entregar, será morto”, disse. Wank afirmou ainda que na próxima semana fará um pronunciamento importante sobre o caso.

Para os pais de Beatriz, somente a polícia pode garantir a integridade física de Alisson. “Ele já deveria ter se entregado, só a polícia pode preservar a integridade dele. Acho que ele está sendo mal orientado pelos advogados”, disse Lucinha.

Procura por Alisson

Familiares e amigos estão espalhados por todo o Vale do São Francisco em busca do suspeito. Grupos também estão realizando buscas e apelos em cidades da Bahia, onde, segundo a família da menina, o suspeito teria família.

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Caso Beatriz: Após três anos, primeiro grande passo é dado

(Foto: Blog Waldiney Passos)

Dois dias após completar três anos, o caso Beatriz deu seu primeiro grande passo em busca da elucidação do crime que chocou a população de Petrolina (PE), Juazeiro (BA) e região em dezembro de 2015.

A decisão do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJ-PE), nesta quarta-feira (12), que decretou a prisão do primeiro suspeito a ter envolvimento com o crime, Alisson Henrique de Carvalho, ex-funcionário do Colégio Maria Auxiliadora, dá um norte ao caso que por muito tempo esteve na escuridão. Alisson é suspeito de ter apagado imagens das câmeras de segurança do dia do crime.

Pais de Beatriz.

Além disso, a decisão reforça as palavras de Lúcia Mota, mãe de Beatriz, que questionou, em entrevista a este blog, o “porquê de o Colégio atrapalhar as investigações”, e coloca o Colégio Nossa Senhora Maria Auxiliadora em situação delicada, já que a escola sempre negou ter atrapalhado investigações.

Para Lucinha, a prisão de Alisson é o “fio do novelo”. “Ele vai ter que se explicar o porquê que ele fez isso. Essa é a ponta do novelo para solucionar o caso, é o norte da investigação. Daí que a gente pode realmente começar a solucionar o caso de minha filha”.

Segundo Sandro Romilton, pai de Beatriz, durante a manifestação em frente ao TJ-PE, nesta quarta, as imagens foram apagadas 20 dias depois do crime, após a polícia pedir para que as imagens das câmeras fossem entregues. “Quem deu essa ordem para que esse funcionário voltasse à cena do crime?”, questionou.

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Caso Beatriz: Colégio Maria Auxiliadora nega ter atrapalhado investigações

Até a decisão do TJ-PE o que a polícia tinha de material para dar seguimento à elucidação do crime era um retrato falado do suspeito de ter assassinado Beatriz e algumas imagens de câmeras de segurança do lado externo da escola que mostram uma movimentação estranha de um indivíduo, considerado um dos suspeitos de ter cometido o crime.

Relembre o caso

Beatriz Mota tinha 7 anos quando foi brutalmente assassinada. Seu corpo foi encontrado em 10 de dezembro de 2015, com marcas de mais de quarenta facadas.

A garota sumiu durante festa na instituição de ensino em que estudava, o Colégio Nossa Senhora Maria Auxiliadora, em Petrolina.

Caso Beatriz: Colégio Maria Auxiliadora nega ter atrapalhado investigações

Nessa segunda-feira (10) o caso completou três anos. (Foto: Blog Waldiney Passos)

Após as declarações da mãe de Beatriz, Lucinha Mota, nessa segunda-feira (10), em entrevista ao nosso blog, questionando o porquê de o Colégio Maria Auxiliadora estar “atrapalhando as investigações”, a escola se pronunciou por meio de nota afirmando que “é de total interesse da instituição que o crime seja brevemente elucidado”.

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Lucinha afirmou ainda que tudo “está registrado em câmeras, os funcionários se juntaram e fizeram toda essa armação” e questionou porque a escola não ajudou a polícia. O colégio disse estar sempre solícito às demandas da polícia.

Confira a nota do colégio na íntegra

Conforme já nos posicionamos em outras oportunidades, o Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, se compadece com a dor de todos os familiares de Beatriz Mota, no entanto, discorda veementemente das recentes acusações.

Em momento algum o colégio deu fuga ao assassino, como também não atrapalhou as investigações, pelo contrário, a todo o momento esteve solícito a todas as demandas da Policia Civil do Estado de Pernambuco.

Registra-se que é de total interesse da instituição que o crime seja brevemente elucidado, apurando-se a verdade real, principalmente pela dor que a família está passando, bem como também pela dor da família Salesiana, uma vez que a criança era filha de nossa Congregação”.

Caso Beatriz: Família realizará protesto em Recife na próxima quarta-feira

Dia 10 faz três anos que o crime aconteceu. (Foto: Jean Brito)

Em entrevista à Rádio Jornal, na tarde dessa quinta-feira (06), Lúcia Mota, mãe da garota Beatriz, afirmou que na próxima quarta-feira (12) será realizada uma manifestação em frente ao Tribunal de Justiça de Pernambuco, em Recife, às 8h. Dia 10 faz três anos que o crime aconteceu.

“Eu convido a todas as mães, que perderam seus filhos, que perderam um amigo, um parente, que compareça, dia 12 de dezembro, em frente ao tribunal de justiça, em Recife. Porque nós estaremos lá, protestando, e de lá seguiremos até o Palácio Campo das Princesas, para protestarmos, porque nós queremos justiça”, disse.

Lucinha falou ainda sobre a constante alternância de delegados no caso. “Esperamos que o Estado de Pernambuco dê a ela [delegada Polyana] todas as condições necessárias para que ela possa concluir o caso. É o mínimo que o Estado, que o governador Paulo Câmara pode fazer. Essa será uma cobrança. Nós queremos a permanência de Polyana. Eu não aceito mais uma mudança de delegado”.

Exumação

Segundo Lucinha, o corpo de Beatriz será exumado e transferido para Petrolina. “Nós não sabemos ainda a data, por causa dos trâmites legais, mas assim que a gente tiver, nós vamos informar a todos”, afirmou.

Lucinha Mota é confirmada como candidata a deputada estadual pelo PSOL

Antes de discursar, o público presente respeitou um minuto de silêncio em homenagem a Beatriz.

Nesse sábado (04), o PSOL confirmou a candidatura de Lucinha Mota, mãe da garota Beatriz, para deputada estadual. O anunciou aconteceu durante a convenção do partido.

No seu discurso, Lucinha falou sobre sua luta em defesa dos direitos de Beatriz após o crime que chocou toda a região do Vale do São Francisco. A mãe da garota destacou as dificuldades da Polícia Civil para dar andamento às investigações devido à falta de estrutura.

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“A primeira vez que eu fui em uma delegacia foi para prestar depoimento. Eu me deparei com uma estrutura precária, profissionais sem qualificação técnica, agentes tendo que dividir um computador para trabalhar. Eu perguntei a meu marido: ‘Essa polícia que vai resolver o caso de Beatriz?”, disse Lucinha.

Lucinha afirmou ter escolhido o PSOL após ter feito um estudo sobre o perfil de cada político do partido. “É esse perfil de político que o nosso Brasil precisa para a gente mudar esse cenário de corrupção”, disse.

Grupo ‘Somos Todos Beatriz” realiza protesto em frente ao Fórum de Petrolina

Nesta quinta-feira (02), o grupo “Somos Todos Beatriz” realizará um protesto em frente ao Fórum de Petrolina. A manifestação está marcada para acontecer às 6h30 e deve seguir até às 10h.

O grupo deve cobrar do Judiciário a prisão preventiva do suspeito de ter apagado imagens das câmeras de segurança do Colégio Maria Auxiliadora. Em nota enviada à imprensa, Alisson negou ter excluído as imagens.

Em entrevista exclusiva, pais da garota Beatriz falam sobre os dois anos do caso sem respostas

Os pais da garota Beatriz Angélica, que foi brutalmente assassinada em 10 de dezembro de 2015, estiveram no blog Waldiney Passos para uma entrevista exclusiva. Neste domingo (10), faz dois anos que o fato aconteceu e até o momento o responsável pelo crime foi sequer identificado.

Durante a entrevista, Sandro Romilton e Lúcia Mota falam detalhadamente sobre o andamento das investigações, atuações dos delegados que já passaram pelo caso, erros da Polícia no dia do evento, dificuldade para se chegar às imagens do suspeito, descaso do Colégio Maria Auxiliadora e sobre a caminhada ‘Todos pela Paz’ que acontece neste domingo, às 7h30.

As denúncias sobre o caso podem ser feitas através dos telefones (87) 98137-3902 ou (81) 3719-4545.

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