Pernambuco se destaca na geração de empregos no Nordeste

(Foto: Internet)

O levantamento do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) aponta uma geração 4.798 empregos no mês de abril, em Pernambuco. Este número coloca o estado entre os que mais criaram postos de trabalho no país. Os dados foram divulgadas na quarta-feira e mostram Pernambuco em segundo lugar no Nordeste.

A nível nacional, o estado está em sétimo do Brasil, no saldo entre admissões e demissões. De acordo com o Caged, o balanço do País também foi positivo, com a geração de 120.935 empregos. No quadro geral, 22 Estados e o Distrito Federal apresentaram um crescimento do número de admissões.

As exceções foram Amapá, Alagoas, Sergipe e Rio Grande do Norte. Estes tiveram diminuição na quantidade de postos de trabalho, de acordo com o levantamento.

Bahia e Pernambuco lideram

No Nordeste, Pernambuco ficou atrás apenas da Bahia na geração de empregos em abril. Considerando o ranking nacional, os sete primeiros colocados foram São Paulo (30.174), Minas Gerais (13.942), Santa Catarina (11.127), Goiás (11.018), Paraná (10.019), Bahia (9.207) e Pernambuco (4.798).

Brasil fecha janeiro com saldo de 260.353 empregos formais

(Foto: Sérgio Lima/Poder 360)

O Brasil fechou o mês de janeiro de 2021 com um saldo de 260.353 empregos formais, segundo balanço do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) apresentado nesta terça-feira (16) pelo Ministério da Economia. O saldo é o melhor da série histórica para o mês de janeiro e é resultado de 1.527.083 admissões e 1.266.730 desligamentos.

O numero também é maior do que o registrado em dezembro de 2020, quando a geração de empregos ficou em 142.690 postos de trabalho.

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Bahia tem saldo de 9.420 empregos em agosto, melhor resultado do ano

(Foto: Sérgio Lima/Poder 360)

A Bahia registou saldo positivo de 9.420 postos de trabalho no último mês de agosto. O crescimento foi resultado do total de 43.764 admissões e 34.344 desligamentos. Os dados são do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) e foram analisados pelo Observatório do Trabalho da Bahia.

“Agosto apresentou o melhor resultado do saldo de empregos da Bahia, em 2020. A análise da evolução mensal do mercado de trabalho mostra a recuperação gradual da economia do estado, com a flexibilização progressiva das medidas de isolamento social”, destaca o secretário do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, Davidson Magalhães.

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Brasil criou 644 mil novas vagas de trabalho em 2019, aponta pesquisa do Caged

(Foto: Internet)

O Brasil registrou a criação de 644 mil vagas de emprego formal no ano passado, 21,63% a mais que o registrado em 2018. De acordo com o Ministério da Economia, é o maior saldo de emprego com carteira assinada em números absolutos desde 2013. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados hoje (24), mostram que o estoque de empregos formais chegou a 39 milhões de vínculos. Em 2018, esse número tinha ficado em 38,4 milhões.

Todos os oitos setores da economia registraram saldo positivo no último ano. O destaque ficou com o setor de serviços, responsável pela geração de 382,5 mil postos. No comércio, foram 145,4 mil novas vagas e na construção civil, 71,1 mil. O menor desempenho foi o da administração pública, com 822 novas vagas.

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Segundo Caged, Juazeiro mantém liderança na geração de empregos em toda a Bahia

Juazeiro (BA).

O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados/Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgado na quarta-feira, 27, coloca mais uma vez Juazeiro como o município que mais gerou empregos na Bahia, com saldo positivo de 4.273 empregos de carteira assinada, com destaques para a agricultura (1.757), a indústria (1.510) e serviços (1.127).

O prefeito Paulo Bomfim comemorou mais um ano em que Juazeiro é destaque na geração de emprego. “Essa é a confirmação do crescente desenvolvimento econômico do município apesar da crise financeira pela qual passa o Brasil. Isso é fruto de planejamento, atração de novos investimentos, parcerias públicas e privadas, além de muito trabalho e compromisso em melhorar a vida dos juazeirenses”, disse.

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Petrolina continua sendo destaque na geração de emprego, aponta Caged

Petrolina continua sendo destaque na geração de emprego em 2019. O balanço mais recente do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) aponta que, entre janeiro e outubro desse ano, o município manteve o primeiro lugar em Pernambuco.

Nos primeiros 10 meses do ano o saldo de Petrolina foi de 5.650 novas oportunidades de trabalho, mais da metade do saldo total de Pernambuco no mesmo período (10.014 vagas). Para o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Petrolina, Emicio Júnior, a cidade tem sido atrativa aos empresários.

“Além de todo trabalho da gestão municipal, que vem se destacando pelo volume de obras e, consequentemente na geração de empregos, Petrolina é uma cidade atrativa para empresários, que se sentem seguros em fazer grandes investimentos aqui, devido ao potencial econômico proporcionado, em grande parte, pela fruticultura irrigada. Isso mostra que estamos trabalhando no caminho certo”, destaca.

Petrolina ficou a frente da capital Recife, com quase o dobro de vagas criadas (2.804). Aliança (1.027) ficou em terceiro no ranking.

Petrolina supera Recife e é líder na geração de emprego em Pernambuco

Petrolina segue se destacando na geração de emprego. Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) a cidade segue líder na geração de empregos em Pernambuco nesse ano.

Entre janeiro e setembro de 2019 o município registrou o saldo de 5.211 novas oportunidades.

A Terra dos Impossíveis tem mais do que o dobro de saldo da capital Recife, segunda colocada no Estado: 5.211 contra 2.376. O terceiro lugar ficou com o município de Aliança, cujo sado foi de 984.

Petrolina continua na liderança do estado no ranking de geração de empregos

Mais uma vez a capital do sertão do São Francisco é líder na geração de empregos em Pernambuco, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O último balanço divulgado revelou que no período de janeiro a agosto deste ano, o saldo de oportunidades em Petrolina foi equivalente a 2.649 vagas. Com esse resultado, o município continua na liderança do ranking do estado.

Com uma diferença de 2.158 vagas, Serra Talhada aparece em segundo lugar, com o saldo de 491 oportunidades, seguida por Sertânia, com 270. Considerando apenas o mês de agosto, Petrolina também é a primeira, com 1.052 contratações. Logo após, vem Escada com 170 e Bezerros com 81.

O secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Emicio Júnior, destaca que além de ser uma referência nacional na fruticultura irrigada, Petrolina também se destaca regionalmente no comércio e serviços, o que torna a cidade atrativa para investidores. “Nosso índice é cerca de quatro vezes maior que o do segundo colocado. Esse resultado mostra o potencial econômico da nossa cidade“, comemora.

Pernambuco tem resultado positivo na geração de empregos formais em agosto

(Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

No mês de agosto, o emprego formal teve saldo positivo em Pernambuco. De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado na última quarta-feira (25), foram abertas 10.431 novas vagas com carteira assinada. Foram 41.334 contratações e 30.903 demissões no estado.

Dos setores que ampliaram postos de trabalho, destacaram-se Indústria de Transformação e Agropecuária com respectivamente com 4.772 e 3.427 novas vagas. Também criaram empregos os segmentos Serviços, Construção Civil, Comércio e Extrativa Mineral.

Desempenho Nacional

No Brasil, o emprego formal ficou positivo pelo quinto mês seguido. Em agosto, a expansão foi de 121.387 vagas, decorrente de 1.382.407 admissões e de 1.261.020 desligamentos. O resultado é equivalente à variação de 0,31% em relação ao estoque no mês anterior. Foi o melhor agosto no Caged desde 2013.

Juazeiro lidera geração de emprego na Bahia e se destaca no cenário nacional

Juazeiro continua se destacando na Bahia (Foto: Blog Waldiney Passos)

Se em Pernambuco, Petrolina é destaque na geração de empregos, na Bahia o mesmo acontece com Juazeiro. A cidade permanece na primeira colocação entre as que mais geram postos de trabalho no interior do Nordeste. Entre janeiro e julho de 2019 foram 2.834 vagas.

Os dados são do Cadastro de Empregados e Desempregados (CAGED), do Ministério do Trabalho. Juazeiro se destaca não apenas entre os municípios do interior, mas também contra capitais e fica atrás apenas de São Luís (MA).

Segundo os dados do CAGED, os destaques em Juazeiro são os setores de indústria de transformação, com saldo positivo de 1.463; da agropecuária, com saldo positivo de 959; e de Serviços, com saldo positivo de 692 empregos de carteira assinada.

Petrolina mantém liderança no ranking da geração de empregos em Pernambuco

Petrolina continua se destacando no Estado (Foto: Jonas Santos)

Entre janeiro e julho de 2019, Petrolina conseguiu gerar mais empregos que qualquer cidade de Pernambuco. Os dados foram obtidos através do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que apontam a Terra dos Impossíveis com saldo de 2.649 vagas.

Foram gerados 18.759 novas vagas, de acordo com o Caged. Serra Talhada aparece na segunda colocação, com 2.027 novos empregos e saldo de 491. Sertânia completa o pódio com 813 vagas abertas e o balanço de 270. “Temos uma cidade que é referência nacional em fruticultura irrigada e regional no que diz respeito ao comércio e serviços. Os dados só comprovam que Petrolina está no caminho do desenvolvimento“, celebrou o  secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Emicio Júnior.

Balanço de julho

Levando em conta apenas o mês passado, Petrolina gerou 3.255 oportunidades e fechou o mês com o saldo positivo de 1.052 vagas. Em 2º lugar está Aliança, que gerou 250 oportunidades e saldo positivo de 190. Na 3ª colocação, a cidade de Escada aparece com a abertura de 288 vagas e de 170.

Juazeiro ocupa mais uma vez o 1° lugar na geração de emprego entre as cidades do interior do Nordeste

Áreas da indústria de transformação, da agropecuária e de serviços são destaques na geração de emprego, em Juazeiro (Foto: Ascom/PMJ)

Mesmo diante de uma situação alarmante de elevado índice de desemprego que assola todo o Brasil, o município de Juazeiro (BA) continua sendo destaque na geração de emprego. De acordo com os números do Ministério do Trabalho/Caged, no acumulado de janeiro a junho de 2019, Juazeiro teve saldo positivo de 2.553 empregos com carteira assinada gerados no município.

“Dificuldades são superadas com planejamento e muito trabalho. Somente nos últimos 2 anos e meio já são 177 obras realizadas e mais de cem em execução, além de grandes investimentos em educação e na qualificação profissional das pessoas para formar mão de obra especializada. É por isso que todo ano podemos comemorar o fato de Juazeiro ser uma das cidades que mais geram emprego em todo o Brasil”, destacou o prefeito Paulo Bomfim.

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Pernambuco abre 1,7 mil vagas de emprego formal em maio, aponta Caged

(Foto: Internet)

Pernambuco fechou o mês de maio com desempenho positivo na geração de empregos. No total, foram abertas 1.701 vagas de trabalho com carteira assinada, uma variação de 0,14% em relação a abril. Os dados estão no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados na quinta-feira (27) pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.

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Pernambuco registra abertura de novos postos de trabalho em abril

(Foto: Internet)

Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta sexta-feira (24) pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, mostram que o estado de Pernambuco teve saldo positivo na geração de empregos em abril. No período, foram abertos 425 novos postos de trabalho, uma variação de 0,03% em relação ao estoque do mês anterior.

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Brasil perde 43 mil empregos formais em março; Pernambuco está entre os estados que mais demitiram

(Foto: Ilustração)

A economia brasileira fechou 43.196 empregos com carteira assinada em março deste ano, segundo números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quarta-feira (24) pelo Ministério da Economia.

O saldo é a diferença entre as contratações (1.216.177) e as de demissões (1.304.373) no período. Esse foi o primeiro resultado negativo em três meses. A última vez que o Brasil havia registrado demissões foi em dezembro do ano passado, com o fechamento de 341.621 postos com carteira assinada.

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