Segundo Caged, Juazeiro mantém liderança na geração de empregos em toda a Bahia

Juazeiro (BA).

O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados/Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgado na quarta-feira, 27, coloca mais uma vez Juazeiro como o município que mais gerou empregos na Bahia, com saldo positivo de 4.273 empregos de carteira assinada, com destaques para a agricultura (1.757), a indústria (1.510) e serviços (1.127).

O prefeito Paulo Bomfim comemorou mais um ano em que Juazeiro é destaque na geração de emprego. “Essa é a confirmação do crescente desenvolvimento econômico do município apesar da crise financeira pela qual passa o Brasil. Isso é fruto de planejamento, atração de novos investimentos, parcerias públicas e privadas, além de muito trabalho e compromisso em melhorar a vida dos juazeirenses”, disse.

Petrolina continua sendo destaque na geração de emprego, aponta Caged

Petrolina continua sendo destaque na geração de emprego em 2019. O balanço mais recente do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) aponta que, entre janeiro e outubro desse ano, o município manteve o primeiro lugar em Pernambuco.

Nos primeiros 10 meses do ano o saldo de Petrolina foi de 5.650 novas oportunidades de trabalho, mais da metade do saldo total de Pernambuco no mesmo período (10.014 vagas). Para o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Petrolina, Emicio Júnior, a cidade tem sido atrativa aos empresários.

“Além de todo trabalho da gestão municipal, que vem se destacando pelo volume de obras e, consequentemente na geração de empregos, Petrolina é uma cidade atrativa para empresários, que se sentem seguros em fazer grandes investimentos aqui, devido ao potencial econômico proporcionado, em grande parte, pela fruticultura irrigada. Isso mostra que estamos trabalhando no caminho certo”, destaca.

Petrolina ficou a frente da capital Recife, com quase o dobro de vagas criadas (2.804). Aliança (1.027) ficou em terceiro no ranking.

Petrolina supera Recife e é líder na geração de emprego em Pernambuco

Petrolina segue se destacando na geração de emprego. Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) a cidade segue líder na geração de empregos em Pernambuco nesse ano.

Entre janeiro e setembro de 2019 o município registrou o saldo de 5.211 novas oportunidades.

A Terra dos Impossíveis tem mais do que o dobro de saldo da capital Recife, segunda colocada no Estado: 5.211 contra 2.376. O terceiro lugar ficou com o município de Aliança, cujo sado foi de 984.

Petrolina continua na liderança do estado no ranking de geração de empregos

Mais uma vez a capital do sertão do São Francisco é líder na geração de empregos em Pernambuco, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O último balanço divulgado revelou que no período de janeiro a agosto deste ano, o saldo de oportunidades em Petrolina foi equivalente a 2.649 vagas. Com esse resultado, o município continua na liderança do ranking do estado.

Com uma diferença de 2.158 vagas, Serra Talhada aparece em segundo lugar, com o saldo de 491 oportunidades, seguida por Sertânia, com 270. Considerando apenas o mês de agosto, Petrolina também é a primeira, com 1.052 contratações. Logo após, vem Escada com 170 e Bezerros com 81.

O secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Emicio Júnior, destaca que além de ser uma referência nacional na fruticultura irrigada, Petrolina também se destaca regionalmente no comércio e serviços, o que torna a cidade atrativa para investidores. “Nosso índice é cerca de quatro vezes maior que o do segundo colocado. Esse resultado mostra o potencial econômico da nossa cidade“, comemora.

Pernambuco tem resultado positivo na geração de empregos formais em agosto

(Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

No mês de agosto, o emprego formal teve saldo positivo em Pernambuco. De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado na última quarta-feira (25), foram abertas 10.431 novas vagas com carteira assinada. Foram 41.334 contratações e 30.903 demissões no estado.

Dos setores que ampliaram postos de trabalho, destacaram-se Indústria de Transformação e Agropecuária com respectivamente com 4.772 e 3.427 novas vagas. Também criaram empregos os segmentos Serviços, Construção Civil, Comércio e Extrativa Mineral.

Desempenho Nacional

No Brasil, o emprego formal ficou positivo pelo quinto mês seguido. Em agosto, a expansão foi de 121.387 vagas, decorrente de 1.382.407 admissões e de 1.261.020 desligamentos. O resultado é equivalente à variação de 0,31% em relação ao estoque no mês anterior. Foi o melhor agosto no Caged desde 2013.

Juazeiro lidera geração de emprego na Bahia e se destaca no cenário nacional

Juazeiro continua se destacando na Bahia (Foto: Blog Waldiney Passos)

Se em Pernambuco, Petrolina é destaque na geração de empregos, na Bahia o mesmo acontece com Juazeiro. A cidade permanece na primeira colocação entre as que mais geram postos de trabalho no interior do Nordeste. Entre janeiro e julho de 2019 foram 2.834 vagas.

Os dados são do Cadastro de Empregados e Desempregados (CAGED), do Ministério do Trabalho. Juazeiro se destaca não apenas entre os municípios do interior, mas também contra capitais e fica atrás apenas de São Luís (MA).

Segundo os dados do CAGED, os destaques em Juazeiro são os setores de indústria de transformação, com saldo positivo de 1.463; da agropecuária, com saldo positivo de 959; e de Serviços, com saldo positivo de 692 empregos de carteira assinada.

Petrolina mantém liderança no ranking da geração de empregos em Pernambuco

Petrolina continua se destacando no Estado (Foto: Jonas Santos)

Entre janeiro e julho de 2019, Petrolina conseguiu gerar mais empregos que qualquer cidade de Pernambuco. Os dados foram obtidos através do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que apontam a Terra dos Impossíveis com saldo de 2.649 vagas.

Foram gerados 18.759 novas vagas, de acordo com o Caged. Serra Talhada aparece na segunda colocação, com 2.027 novos empregos e saldo de 491. Sertânia completa o pódio com 813 vagas abertas e o balanço de 270. “Temos uma cidade que é referência nacional em fruticultura irrigada e regional no que diz respeito ao comércio e serviços. Os dados só comprovam que Petrolina está no caminho do desenvolvimento“, celebrou o  secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Emicio Júnior.

Balanço de julho

Levando em conta apenas o mês passado, Petrolina gerou 3.255 oportunidades e fechou o mês com o saldo positivo de 1.052 vagas. Em 2º lugar está Aliança, que gerou 250 oportunidades e saldo positivo de 190. Na 3ª colocação, a cidade de Escada aparece com a abertura de 288 vagas e de 170.

Juazeiro ocupa mais uma vez o 1° lugar na geração de emprego entre as cidades do interior do Nordeste

Áreas da indústria de transformação, da agropecuária e de serviços são destaques na geração de emprego, em Juazeiro (Foto: Ascom/PMJ)

Mesmo diante de uma situação alarmante de elevado índice de desemprego que assola todo o Brasil, o município de Juazeiro (BA) continua sendo destaque na geração de emprego. De acordo com os números do Ministério do Trabalho/Caged, no acumulado de janeiro a junho de 2019, Juazeiro teve saldo positivo de 2.553 empregos com carteira assinada gerados no município.

“Dificuldades são superadas com planejamento e muito trabalho. Somente nos últimos 2 anos e meio já são 177 obras realizadas e mais de cem em execução, além de grandes investimentos em educação e na qualificação profissional das pessoas para formar mão de obra especializada. É por isso que todo ano podemos comemorar o fato de Juazeiro ser uma das cidades que mais geram emprego em todo o Brasil”, destacou o prefeito Paulo Bomfim.

Pernambuco abre 1,7 mil vagas de emprego formal em maio, aponta Caged

(Foto: Internet)

Pernambuco fechou o mês de maio com desempenho positivo na geração de empregos. No total, foram abertas 1.701 vagas de trabalho com carteira assinada, uma variação de 0,14% em relação a abril. Os dados estão no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados na quinta-feira (27) pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.

Pernambuco registra abertura de novos postos de trabalho em abril

(Foto: Internet)

Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta sexta-feira (24) pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, mostram que o estado de Pernambuco teve saldo positivo na geração de empregos em abril. No período, foram abertos 425 novos postos de trabalho, uma variação de 0,03% em relação ao estoque do mês anterior.

Brasil perde 43 mil empregos formais em março; Pernambuco está entre os estados que mais demitiram

(Foto: Ilustração)

A economia brasileira fechou 43.196 empregos com carteira assinada em março deste ano, segundo números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quarta-feira (24) pelo Ministério da Economia.

O saldo é a diferença entre as contratações (1.216.177) e as de demissões (1.304.373) no período. Esse foi o primeiro resultado negativo em três meses. A última vez que o Brasil havia registrado demissões foi em dezembro do ano passado, com o fechamento de 341.621 postos com carteira assinada.

Pelo segundo mês seguido, pequenos negócios baianos lideram geração de empregos no Nordeste

(Foto: Ilustração)

Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), em fevereiro, as micro e pequenas empresas baianas foram responsáveis pela criação de 4.425 novos postos de trabalho. Esse é o segundo mês consecutivo que o estado lidera a geração de empregos, pelos pequenos negócios, na região Nordeste. No cenário nacional, a Bahia ocupa o sexto lugar.

De acordo com o levantamento feito pelo Caged, o setor de serviços foi o que mais gerou empregos em fevereiro, na Bahia, com 2.468 vagas, seguido de construção (658), comércio (584) e agropecuária (296).

Em todo o Brasil, as micro e pequenas empresas somaram a geração de 125,2 mil novos postos de trabalho, o que representa 72,3% do total de empregos criados no país em fevereiro.

Petrolina é a cidade que mais gerou emprego no interior de Pernambuco em fevereiro

(Foto: Ascom)

Diferente de Pernambuco (que teve o pior desempenho entre os estados do Brasil), Petrolina foi uma das poucas cidades da região com saldo positivo na geração de emprego em fevereiro de 2019. O município sertanejo foi campeão no interior e o terceiro do Estado que mais abriu vagas de trabalho nesse período, 2.200 novos postos de trabalho, atrás apenas do Recife e Jaboatão. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), e foram divulgados na última segunda-feira (25).

A cidade sertaneja teve saldo geral positivo em fevereiro de 442 empregos, resultado obtido quando se subtrai o número contratações (2.200) das demissões (1.758).  Para o prefeito Miguel Coelho o quantitativo ainda não é o ideal, mas sinaliza que Petrolina consegue produzir mais que a média no Estado e tem uma perspectiva de crescimento para os próximos meses. “Nossa cidade foi a única do interior que obteve um saldo positivo relevante, quatro vezes superior à segunda.  Isso num cenário estadual muito negativo, mostrando que nossa cidade segue resistindo e crescendo”, justifica.

A explicação do prefeito se ampara nos dados gerais de Pernambuco. O Estado teve o pior desempenho no País, com um saldo negativo em fevereiro de 12.396 demissões. O cenário nacional, contudo, apresenta perspectiva positiva, visto que o Brasil gerou 1,4 milhão de empregos e saldo positivo de 173 mil, no mês passado, obtendo o melhor desempenho desde 2014.

Brasil cria 173 mil empregos; Nordeste aponta saldo negativo

(Foto: Internet)

O Brasil registrou a abertura de 173.139 novos postos de trabalho com carteira assinada em fevereiro. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta segunda-feira (25) pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia. Esse foi o maior saldo positivo para fevereiro desde 2014 (260.823).

Além disso, é o terceiro ano consecutivo de saldos positivos e crescentes após os anos de recessão, o que reflete a recuperação do contingente de empregos celetistas desde 2017. Em fevereiro, o estoque de empregos alcançou 38,6 milhões de postos de trabalho formais, um aumento de 0,45% em relação ao mês anterior e de 1,51% em relação ao mesmo período do ano passado.

O saldo do mês é mais que o dobro do registrado em fevereiro de 2018, quando foram gerados 61.188 postos. Em janeiro, o saldo foi de 34.313 empregos. No acumulado dos dois primeiros meses do ano, o saldo de 2019 chega a 207,4 mil, superior em 68,4 mil ao do mesmo período de 2018 (139 mil) e em 130,9 mil ao de 2017 (76,4 mil). Esse resultado representa um crescimento de 49,2% na abertura de postos de trabalho, em relação ao acumulado do mesmo período de 2018, e de 171,2%, em relação ao de 2017.

Pernambuco registra melhor saldo de emprego em 12 meses

(Foto: Internet)

Desde que o Brasil entrou em recessão, em 2014, para o mercado de trabalho setembro foi considerado o melhor mês para a geração de emprego. As empresas aceleraram as contratações para o fim do ano e impulsionaram a criação de 137,3 mil vagas com carteira assinada no mês passado, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho divulgados ontem (22). O número é 299% superior ao do mesmo mês do ano passado.

De acordo com o Caged, o bom desempenho também foi sentido em Pernambuco. No Estado, foram criadas 21.414 vagas, um saldo no mês (contratações menos demissões) melhor que o resultado no ano (14.560) e em 12 meses (15.961). A indústria da transformação foi o setor que mais contribuiu, criando 9.724 em setembro, seguida da agropecuária (8.137) e serviços (2.659).

Segundo dados do Caged, no mês de setembro, em Petrolina (PE) foram criadas 2.089 novas vagas. O setor que mais empregou no município foi o de agropecuária, que gerou 1.842 novos postos de trabalho.

No Brasil, o melhor desempenho foi o do setor de serviços, que criou 60,9 mil vagas no mês passado. Em seguida, aparecem indústria de transformação (+37,4 mil vagas), comércio (+26,6 mil vagas), construção civil (+12,4 mil), serviços industriais de utilidade pública (+ 1 mil), administração pública (+954 vagas) e extrativa mineral (+403 vagas). O único setor que eliminou vagas foi a agropecuária, com 2,6 mil vagas a menos no mês.

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