Justiça afirma que processo contra presos no Caso Élida está em fase final

Professora foi morta no dia 20 de fevereiro desse ano, na frente de casa

Na última segunda-feira (22) foi realizada em Juazeiro (BA) uma audiência de instrução sobre o Caso Élida, professora morta em fevereiro desse ano. Foram ouvidos os dois suspeitos de participar no homicídio que já estão presos.

Railton Lima da Silva pilotava a moto no dia do crime e Edivan Constantino de Morais é apontado como um dos mandantes, juntamente com sua filha Edivânia Pereira de Morais, que está foragida. O executor, Maicon Neves dos Santos, também está foragido.

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De acordo com o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), o processo envolvendo Railton e Edivan está na fase das alegações finais, “não havendo portanto júri designado”. O Tribunal também informou que, pelos dois já estarem presos, “os autos [foram] desmembrados com relação” aos foragidos.

Quanto à Edivânia e Maicon – incluídos no Baralho do Crime da Bahia – a Justiça segue tentando citá-los para, assim, dar início ao processo. Quem souber de alguma informação sobre a dupla pode fazer uma denúncia através do número 181. Não é necessário se identificar.

Mandante e executor no Caso Élida entram para o Baralho do Crime

A Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) atualizou o Baralho do Crime com os rostos da mandante e executor no Caso Élida Márcia, professora assassinada em Juazeiro (BA) no começo do ano. Edvania Pereira de Morais, mais conhecida como Vaninha é considerada mandante intelectual do homicídio.

Segundo a Polícia Civil de Juazeiro, Vaninha articulou o crime, já que Élida era vista como um obstáculo para seu relacionamento com o esposo da professora morta. Maicon Neves dos Santos, apontado pela polícia como executor, também está no Baralho.

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Vaninha é a nova Oito de Paus e Maicon, o Sete de Espadas. Os dois têm mandado de prisão em aberto e são considerados foragidos. Maicon, inclusive, chegou a ser preso uma semana antes por outro crime, mas a polícia só chegou ao seu nome como executor após sua liberação.

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