Pesquisa aponta cesta básica mais cara em Juazeiro do que em Petrolina

O Colegiado de Economia da Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Facape) realizou uma pesquisa para mostrar os valores das cestas básicas nas cidades de Petrolina (PE) e Juazeiro (BA) no mês de setembro. O resultado do levantamento mostrou que o custo em Juazeiro foi de R$ 383,57 e  em Petrolina, de R$ 378,02.

Esses dados comprovam que o custo da cesta na cidade baiana é maior do que na pernambucana. Em relação ao aumento, quando comparado ao mês de agosto, Juazeiro apresenta 5,97% a mais no valor da cesta básica, enquanto Petrolina 6,07%.

Dentro da relação de produtos que tiveram aumento na cesta básica no mês de setembro há o óleo de soja, arroz, leite integral e carne. Os motivos do aumento são justificados pelo aumento de demanda interna, redução de oferta e aumento de exportações devido ao câmbio favorável, mesmos fatores responsáveis pelo aumento do mês de agosto.

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Preço da Cesta Básica em Juazeiro ficou mais alto que o de Petrolina no mês de agosto

(Foto: Internet)

A pesquisa do Custo da Cesta Básica de agosto, realizada pelo Colegiado de Economia da Facape faz comparação entre os preços, e foi realizada para agosto em relação à fevereiro, mês pré-pandemia do coronavírus no Brasil.

Os resultados mostram que o custo da Cesta Básica em Juazeiro/BA foi de R$ 361,96 e, em Petrolina/PE, foi de R$ 356,38. Assim, o custo na cidade baiana é maior do que na pernambucana. Em relação ao aumento comparado a fevereiro, este foi de 1,20% em Juazeiro/BA e de 4,17% em Petrolina/PE.

Contudo, estes valores refletem o forte impacto da redução do preço do tomate no período. No início do ano o tomate estava com um preço muito elevado e, em agosto, já não existia mais o desequilíbrio da oferta e demanda.

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Reforma tributária pode elevar valor da cesta básica brasileira

Especialistas ouvidos jornal pelo Estado de São Paulo afirmam que a proposta do Ministério da Economia para a chamada reforma tributária deve elevar o custo final dos itens da cesta básica. Eles seguem isentos, porém uma nova regra deve aumentar os preços.

Pelo projeto, as empresas isentas da nova Contribuição Social sobre Operação com Bens e Serviços (CBS) não poderão mais aproveitar créditos gerados ao longo da cadeia de produção para abater outros impostos. Ou seja, quantia deixada de fora nos componentes da cesta básica poderá incidir em outros tributos.

O texto como está não permite que a isenção do CBS seja usada para abater outras taxas, como acontece pela regra atual. Custos como embalagem e maquinário, por exemplo, podem ser taxados em 12% – alíquota proposta para o CBS. Sem a alternativa de abater esses valores, os produtores podem optar por repassar o custo para o consumidor final.

“É um tiro no pé”, diz Vinicius Jucá Alves, sócio da área tributária da Tozzini Freire Advogados. A consequência, segundo o especialista, será um aumento da carga tributária sobre esses produtos, que pode ser repassado para o consumidor final. Alves dá como exemplo um fabricante de massa que compra farinha de trigo, produto isento, mas também precisa de outros insumos e equipamentos que não têm isenção. Sem poder usar o crédito para abater os impostos, o fabricante tende a incluir no preço final os 12% que pagou do novo imposto sobre esses itens.

Corpo de Bombeiros de Juazeiro distribui cestas básicas para famílias de baixa renda

(Fotos: Ascom 9º GBM/Juazeiro)

Os alimentos são arrecadados através da Campanha Quarentena Solidária, criada pelo o 9º Grupamento de Bombeiros Militar de Juazeiro com o objetivo de minimizar o sofrimento da população carente frente à pandemia da Covid-19.

Já foram arrecadados mais de 1.300 quilos de alimentos não perecíveis que estão sendo distribuídos em diversos bairros. Esta semana foi a vez da comunidade conhecida como Suvaco da Cobra. No total foram entregues 74 cestas básicas à famílias em situação de vulnerabilidade social.

Segundo o Ten Cel BM Tarcísio Ribeiro, comandante do 9º GBM, a campanha tem a participação de todo efetivo,  que graças a esse engajamento, possibilitou êxito na arrecadação e no número de famílias contempladas com cestas básicas. “É necessário abrirmos os nossos corações para doar para aqueles que nada tem”, ressaltou o comandante.

De acordo com ele, é fundamental que os cidadãos continuem doando. “A arrecadação vai continuar e não tem prazo para término, por isso pedimos que, ao ir ao supermercado comprem um alimento a mais, tem muita gente que esta numa situação bastante difícil e precisando da sua ajuda”, finalizou o tenente-coronel.

Programa Transforma Petrolina recebe 400 cestas básicas da FIEPE; alimentos serão doados à famílias de baixa renda

Pelos 400 famílias que vivem em situação de vulnerabilidade social, em Petrolina, devem receber uma cesta básica de 13 kg com alimentos e material de limpeza. A doação foi feita nesta sexta-feira (8) ao Programa Transforma Petrolina por representantes da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEPE).

A ação faz parte do projeto de apoio voluntário da entidade na luta contra o novo Coronavírus, será destinada ao atendimento imediato às famílias em situação de vulnerabilidade social.

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Petrolina: líder comunitária inicia campanha para ajudar famílias carentes e animais abandonados

Na compra de máscaras população ajuda famílias carentes e animais abandonados

A solidariedade tem sido um elemento inesgotável durante a pandemia do novo coronavírus em Petrolina. Agora é a vez da líder comunitária do bairro Gercino Coelho, Ana da Recarga iniciar uma mobilização nas redes sociais para ajudar animais abandonados na cidade.

Ela é conhecida por atuar na causa animal e na Semana Santa resolveu promover uma campanha diferente. Ao comprar as máscaras caseiras vendidas por ela, os petrolinenses estarão também ajudando famílias carentes que terão a oportunidade de celebrar a Páscoa com a mesa farta.

As máscaras são laváveis, seguindo os padrões da Organização Mundial da Saúde (OMS) e custam apenas R$ 10,00. “Os recursos arrecadados serão destinados na compra de cestas básicas que serão distribuídas na Semana Santa com famílias carentes e também na compra de ração animal para os resgatados“, disse Ana.

Para ajudar basta entrar em contato com Ana através do seguinte número: (87) 99942-3601. As máscaras podem ser retiradas pessoalmente ou entregues (apenas para compras acima de cinco unidades).

Preço da carne provoca aumento no custo da cesta básica em Juazeiro e Petrolina

(Foto: Internet)

A pesquisa realizada pelo Colegiado do curso de Economia da FACAPE, referente ao mês de novembro de 2019 aponta uma inflação de 5,21% no preço da cesta básica em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE). Assim, um trabalhador do Vale do São Francisco que recebeu um salário mínimo de R$ 998,00, gastou 32,1% da renda com a compra de produtos da cesta básica.

No mês de novembro, o preço da cesta básica saiu por R$ 319,74 para os consumidores de Juazeiro, e R$ 321,21 em Petrolina. O item que mais contribuiu para o resultado mensal do custo da cesta básica foi a carne bovina, com aumento de 14,95% no mês.

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Pernambuco: criança pede cesta básica ao invés de brinquedos ao Papai Noel

Gabriel abraça a professora Oleandra que incentivou os alunos escreverem as cartinhas (Foto: BJ1)

Aproximando-se do período de Natal, muitas crianças escrevem cartinhas para o bom velhinho na esperança de serem presenteadas, geralmente, com brinquedos. Não foi caso de Gabriel da Silva, de 9 anos, morador de Belo Jardim (PE). Toda a história da criança foi revelada pelo site BJ1.

O menino, diferente do que se está acostumado a ver, pediu ao Papai Noel uma cesta básica de presente de Natal. “Querido Papai Noel, se o senhor encontrar minha cartinha, gostaria que o senhor me desse um presente. Eu gostaria de ganhar no Natal uma cesta básica, pois minha mãe não pode comprar. Obrigado por atender meu pedido”

A escola em que o menino estuda afirmou que o intuito era promover a escrita dos alunos e, ao mesmo tempo, transformar cartas em alegria. A professora que leu a carta do garoto, Oleandra Baião, sentiu que a história deveria ser compartilhada.

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Cesta básica apresenta redução de custo no mês de outubro em Petrolina e Juazeiro

(Foto: Internet)

A cesta básica diminuiu em Petrolina (PE) e Juazeiro (BA), segundo pesquisa realizada pelo Colegiado do curso de Economia da FACAPE, referente ao mês de outubro de 2019. Ambas apresentaram deflação de -1,29% no mês.

Ainda de acordo com a pesquisa, o calor foi responsável por acelerar a maturação de algumas verduras e frutas, aumentando a oferta e diminuindo o valor de mercado. Somente a carne bovina teve uma tendência de alta devido à redução da oferta interna, com aumento de 5,46% em Juazeiro e 0,25% em Petrolina.

O tomate continua com a tendência de forte queda, com redução de 23,51% em Juazeiro e 8,53% em Petrolina. A Banana também apresentou diminuição de preço, com redução de 0,86% em Juazeiro e 3,61% em Petrolina.

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Oferta de alimentos contribui para a redução do preço da cesta básica no mês de agosto em Petrolina e Juazeiro

(Foto: Internet)

No boletim divulgado pelo Colegiado do curso de Economia da Facape referente ao mês de agosto, a cesta básica de alimentação apresentou, na comparação do mês de agosto de 2019 com julho, deflação de -1,01% em Juazeiro (BA) e de -2,99%, em Petrolina (PE). A pesquisa do custo da Cesta Básica ainda estimou a despesa com alimentação no mês de agosto de 2019 em R$ 329,21 para Juazeiro e R$ 319,73 em Petrolina.

Tomate, Banana, Feijão e Carne foram os produtos ofertados que contribuíram para a diminuição dos preços da cesta básica. Ambos possuem as reduções mais expressivas, devido à ausência de fatores que pudessem afetar a produção, fazendo com que fosse possível aumentar a disponibilidade desses itens no mercado interno e possibilitando a redução dos preços através da estabilidade da demanda.

O item com maior diferença de preço na cidade de Juazeiro foi o quilo da farinha, variando entre  R$ 1,99 e R$ 5,05. Já na cidade de Petrolina, o item com maior variação de preço foi a margarina com embalagem de 250 gramas, sendo ofertada entre R$1,40 e R$ 5,40. A pesquisa também aponta que este é um período da economia brasileira de baixo crescimento onde o nível de emprego formal cresce lentamente, justificando o aumento do número de pessoas com trabalho informal no país.

Petrolina: custo da cesta básica apresenta queda no mês de julho

(Foto: Internet)

No mês de julho, o custo da cesta básica em Petrolina (PE), apresentou uma queda de 7,08% em comparação ao mês de junho. Em boletim mensal divulgado pelo Colegiado do curso de Economia da Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Facape), o levantamento constatou que o preço médio da cesta básica no município ficou em R$ 329,57.

Dos 12 itens pesquisados, o que teve a maior alta de preço foi o leite integral, que aumentou 4,47%. Já o tomate fechou o mês com uma redução de 30,80% nos preços, devido fatores climáticos, e o feijão carioca também apresentou forte diminuição de preço em razão de uma demanda baixa de consumo e grande oferta do produto no mercado, uma redução de 15,35%.

De acordo com o informativo, o trabalhador da cidade de Petrolina, que recebe um salário mínimo fixado em R$ 998,00, gastou, no mês de julho, 33% de sua renda com a compra de produtos da cesta básica.

Pesquisa aponta aumento de preços da cesta básica em Petrolina

De acordo com a pesquisa, há variação de preço muito grande de mercado para mercado. (Foto: Internet)

A pesquisa da cesta básica de alimentação, feita pelo colegiado do curso de Economia da Facape, apresentou inflação de 4,04% em Petrolina e deflação de 5,05% em Juazeiro, em uma comparação do mês de abril com o mês de maio.

A razão desse aumento em Petrolina o tomate, que teve alta de 18,35%, além da carne e do pão francês que sofreram aumento por conta da redução da oferta.

No total, a pesquisa estimou a cesta básica do mês de maio em R$ 352,58 para Petrolina e R$ 344,48 para Juazeiro. Isso significa que um morador do Vale do São Francisco que recebe um salário mínimo de R$ 998,00 gasta aproximadamente 34,9% da renda com os produtos da cesta básica.

De acordo com a pesquisa, há variação de preço muito grande de mercado para mercado, portanto o consumidor sempre pode economizar se souber pesquisar os preços. A carne em Juazeiro, por exemplo, variou de R$18,90 para R$29,39. Já o feijão em Petrolina variou de R$ 5,06 para R$ 12,60.

Como os valores estão crescendo, os consumidores precisam continuar buscando alternativas comprando produtos em oferta, substituindo mercadores mais caros por mais baratos ou até mesmo não comprando o produto para forçar a redução do preço.

Pesquisa da Facape mostra que alta do feijão deve ser revertida

O tomate continua o movimento de aumento de preço iniciado em fevereiro. (Foto: Ilustração)

A cesta básica de alimentação, calculada pelo colegiado de Economia da Facape, apresentou, na comparação entre fevereiro e março de 2019, inflação de 7,27% em Petrolina (PE) e 5,16% em Juazeiro (BA).

A pesquisa estima o custo da cesta básica em R$ 341,29 para Petrolina e R$ 341,94 para Juazeiro no mês de março. Isso significa que um trabalhador do Vale de São Francisco gasta 34,2% de um salário mínimo com os alimentos básicos, restando R$ 656,38 para despesas relacionadas a moradia, transporte, vestuário, saúde e higiene.

Em Juazeiro, o preço da carne foi o que mais mostrou variação. Já em Petrolina, as maiores altas foram do Tomate, do Feijão e da Banana. O preço do Feijão vem subindo todos os meses desde novembro de 2018, porém o pico do crescimento se deu em fevereiro.

Em março o aumento do feijão foi menor, indicando que o ciclo de alta de preços está perto de se reverter. O aumento foi reflexo da redução de oferta devido a uma menor área plantada e às chuvas, que comprometeram a qualidade.

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Segundo pesquisa, apenas carne e leite não aumentaram de preço em fevereiro

em fevereiro, a cesta básica foi de R$ 325,16 em Juazeiro e R$ 318,17 em Petrolina. (Foto: Internet)

O Índice da Cesta Básica, realizado pelo colegiado do curso de Economia da Facape, apresentou, na comparação do mês de janeiro com fevereiro de 2019, inflação de 5,20% em Juazeiro (BA) e de 7,11% em Petrolina (PE). Considerando as informações das duas cidades, a inflação geral no período foi de 6,14%.

Isso indica que um trabalhador do Vale do São Francisco que recebeu um salário mínimo de R$ 998,00, gastou 32,2% da renda com a compra de produtos da cesta básica, restando R$ 676,33 para gastar com as demais despesas.

Com exceção da carne e do leite integral, todos os demais produtos aumentaram no período de análise. O feijão carioca e a banana, em Petrolina, e o feijão e o tomate, em Juazeiro, tiveram grande contribuição para o aumento do custo da cesta básica nas duas cidades.

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Pesquisa da Facape aponta aumento de 27% no preço do feijão em Juazeiro 

(Foto: Internet)

A pesquisa do custo da Cesta Básica realizada pelo colegiado do curso de Economia da Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Facape), apresentou, na comparação do mês de dezembro de 2018 e janeiro de 2019, deflação de -2,22% em Juazeiro (BA), e de -2,06% em Petrolina (PE). Considerando as informações das duas cidades, a deflação geral no período foi de -2,14%.

O maior aumento na pesquisa está no preço do feijão, que desde dezembro de 2018 já vinha apresentando elevação de preços e no mês de janeiro encerrou com forte alta de aproximadamente 19% em Petrolina. Em Juazeiro, este valor superou os 27%. A menor oferta e a redução da área plantada levaram a esta situação.

Os resultados da pesquisa apontam o custo da cesta básica no mês de janeiro de 2019 em R$ 309,08 para Juazeiro e R$ 297,04 em Petrolina. Isso indica que um trabalhador do Vale do São Francisco que recebe um salário mínimo de R$ 998,00 gastou 30,4% da renda com a compra de produtos da cesta básica. Sendo assim, restaram R$ 694,94 para gastar com as demais despesas relacionadas a moradia, transporte, vestuário, saúde e higiene.

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