“O Colégio Maria Auxiliadora é um obstáculo na investigação”, diz mãe de Beatriz

Nessa terça-feira (10) fez quatro anos do caso. (Foto: Blog Waldiney Passos)

Durante a manifestação dos quatro anos da morte da garota Beatriz, os pais da menina falaram sobre diversas falhas no processo de investigação e apuração do caso. Dentre elas, eles lembraram da omissão do Colégio Maria Auxiliadora, palco do crime que chocou o país.

De acordo com Lucinha Mota, mãe de Beatriz, a escola tem sido um obstáculo na investigação. “Eu tenho mágoa porque a direção do colégio sabia do risco que todos estavam passando naquele dia. Hoje a gente vê que o Auxiliadora, de alguma forma, está tentando atrapalhar as investigações. É a única pessoa que eu vejo hoje como pessoa atrapalhando as investigações”, disse.

Caso Beatriz: há quatro anos sem solução, grupo realiza manifestação em busca de justiça

O caso completa quatro anos nesta terça-feira (10). (Foto: Blog Waldiney Passos)

Nesta terça-feira (10) faz quatro anos que a garota Beatriz Mota foi brutalmente assassinada dentro do Colégio Maria Auxiliadora. Ainda sem resposta, o caso é coberto por fatos intrigantes, que dificultam o desfecho do crime que chocou todo o país.

Em busca de justiça, o grupo Somos Todos Beatriz, juntamente com a família da garota, realiza, nesta terça, uma nova manifestação, a partir das 17h, na Praça Dom Malan, em frente ao Colégio Maria Auxiliadora. Os protestos acontecem com uma mostra de fotos pessoais de Beatriz e da trajetória de luta do grupo que clama por justiça.

“A família da Beatriz Angélica Mota e o grupo Somos Todos Beatriz convidam toda população do Vale do São Francisco para participar de mais um manifesto por justiça. 4 anos sem Beatriz. Venha fazer parte dessa luta por justiça’, diz o convite para a manifestação.

Relembre o caso

Beatriz Mota tinha 7 anos quando foi brutalmente assassinada. Seu corpo foi encontrado em 10 de dezembro de 2015, com marcas de mais de quarenta facadas.

A garota sumiu durante festa na instituição de ensino em que estudava, o Colégio Nossa Senhora Maria Auxiliadora, em Petrolina.

Caso Beatriz: Colégio Maria Auxiliadora nega ter atrapalhado investigações

Nessa segunda-feira (10) o caso completou três anos. (Foto: Blog Waldiney Passos)

Após as declarações da mãe de Beatriz, Lucinha Mota, nessa segunda-feira (10), em entrevista ao nosso blog, questionando o porquê de o Colégio Maria Auxiliadora estar “atrapalhando as investigações”, a escola se pronunciou por meio de nota afirmando que “é de total interesse da instituição que o crime seja brevemente elucidado”.

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Lucinha afirmou ainda que tudo “está registrado em câmeras, os funcionários se juntaram e fizeram toda essa armação” e questionou porque a escola não ajudou a polícia. O colégio disse estar sempre solícito às demandas da polícia.

Confira a nota do colégio na íntegra

Conforme já nos posicionamos em outras oportunidades, o Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, se compadece com a dor de todos os familiares de Beatriz Mota, no entanto, discorda veementemente das recentes acusações.

Em momento algum o colégio deu fuga ao assassino, como também não atrapalhou as investigações, pelo contrário, a todo o momento esteve solícito a todas as demandas da Policia Civil do Estado de Pernambuco.

Registra-se que é de total interesse da instituição que o crime seja brevemente elucidado, apurando-se a verdade real, principalmente pela dor que a família está passando, bem como também pela dor da família Salesiana, uma vez que a criança era filha de nossa Congregação”.

Caso Beatriz Mota: Alisson Henrique pede direito de resposta e nega ter apagado imagens do Colégio Maria Auxiladora

(Foto: Arquivo)

O técnico de informática Alisson Henrique, ex-prestador de serviço do Colégio Nossa Senhora Maria Auxiliadora de Petrolina (PE) enviou nota ao Blog Waldiney Passos pedindo direito de resposta. Ele nega que teria apagado imagens das câmeras de segurança da escola após o assassinato da menina no dia 10 de dezembro de 2015.

Veja a seguir à íntegra da nota e do direito de resposta

NOTA DE ESCLARECIMENTO

“Eu Allinson Henrique, brasileiro, casado, autônomo, venho através desta nota à imprensa, exercer o meu direito de resposta e de defesa na mesma proporção que foi utilizado para me acusar injustamente de crime que não pratiquei.

O FATO: Recentemente, em blogs, rádios, na TV Grande Rio e na TV São Francisco fui vítima de matérias veiculadas com a participação e anuência de familiares da menina Beatriz Mota, vítima da tragédia pública ocorrida nas dependências do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora. Ao se manifestar sobre a minha pessoa a Senhora conhecida por Lúcia Mota, mãe da menina Beatriz Mota, bem como o pai, Sandro Romildo Ferreira afirmaram que eu fui responsável por adulterar ou suprimir imagens das câmeras do circuito interno do referido colégio a pedido de alguém ou para proteger alguém. Literalmente disseram que: “Voltei ao local do crime e dias após, na surdina, apaguei imagens.”

DIREITO DE RESPOSTA

Em que pese entenda a dor porque passam os familiares da vítima, pois, diferentemente do que pensam, sou ser humano e também sei me colocar no lugar do outro, no entanto, jamais poderei aceitar que acusações tão sérias e tão levianas possam ser alardeadas por qualquer meio, inclusive pela imprensa, e permanecer silente em relação a tais acusações. Pois bem! Até o presente momento permaneci em silêncio assistindo a tudo do meu canto e sem questionar, pois, ainda acredito no estado de direito e nas instituições, porém, depois da repercussão das matérias publicadas pela imprensa não me coube outra alternativa senão me insurgir vigorosamente contra os abusos que estão querendo praticar contra a minha pessoa.

Importante lembrar, que mantive durante quase 20 (vinte) anos contrato de prestação de serviço junto ao colégio Nossa Senhora Maria Auxiliadora onde exercia a função de técnico de informática, o que incluía apenas a assistência a computadores e redes, não incluindo sistema de monitoramento de câmeras, o que cabia a outra empresa.

Ocorre que após as acusações absurdas de que eu teria fraudado ou manipulado dados de imagens do dia em que houve a morte de Beatriz Mota, alguns esclarecimentos precisam ser prestados a sociedade do vale do São Francisco, vejamos:

No início de Janeiro de 2016, fui solicitado pela escola para dar apoio no fornecimento das imagens para a autoridade policial. Motivo pelo qual tive acesso ao setor de monitoramento. Fato esse que já foi esclarecido, em conjunto com o Colégio Nossa Senhora Auxiliadora mais de uma vez as autoridades competentes.

Não apaguei imagem alguma de câmera nenhuma, esse ato perante a minha pessoa não existe, nunca tive intenção e não atrapalhei procedimento algum, para proteger ou beneficiar ninguém, sou um profissional, nunca tive nenhum tipo de problema dentro do colégio nem fora dele.

A morte aconteceu em dezembro de 2015 e, a partir de então a polícia iniciou as investigações. Depois de recolher os dados que achava pertinentes a polícia civil liberou o acesso à escola normalmente. A escola foi procurada por policiais civis que solicitaram a cópia de imagens das câmeras do dia do crime, porém, com receio de que outras imagens não requeridas pela polícia civil se perdessem com o tempo a escola por iniciativa própria no início do mês de janeiro de 2016 solicitou a mim que fizesse a cópia das imagens existentes para que pudessem entregar os aparelhos denominados HD (destinados ao armazenamento das imagens) para que a polícia tivesse o seu trabalho facilitado, fato este ocorrido aproximadamente 20 (vinte) dias depois do fato. Passados quase 03 (três) anos e depois que vários delegados passaram pelo inquérito, a atual delegada após requentar os mesmos dados já produzidos nos autos entendeu pela representação da minha prisão preventiva mas a juíza de direito, de forma equilibrada e consciente da gravidade dos danos em razão da injustiça cometida entendeu que não deveria determinar a minha prisão.

Conforme familiares da menina Beatriz Mota, e toda sociedade, respeito e torço para que esse fato trágico seja esclarecido e os verdadeiros culpados sejam punidos, mas não posso mais admitir que uma investigação que corre sob segredo de justiça tenha informações vazadas seletivamente, pois isso configura crime de violação de sigilo funcional.

Por fim, esclareço que adotarei as medidas legais para estancar qualquer acusação indevida, importando, inclusive, caso insistam, na responsabilidade civil, administrativa e criminal dos acusadores de plantão.”

Lucinha Mota, mãe da menina Beatriz Angélica, é pré-candidata nas eleições 2018

Lucinha Mota, mãe de Beatariz Angélica Mota. (Foto: Arquivo da família)

O anúncio foi feio na tarde desta sexta-feira (11), nas redes sociais, pelo o esposo de Lucinha Mota, Sandro Romildo. Nos posts, Sandro informou que sua esposa se filiou ao Psol de Petrolina (PE) e que o ato político de lançamento da candidatura será no dia 20 de maio, às 18h, no Neuman Hotel, no centro da cidade.

Perguntado  por este blog, os motivos que teriam levado Lucinha Mota a candidatura, Sandro respondeu. “Nossa luta é por justiça e esse caminho deve ser preenchido pra ficar em evidência. Durante a política tudo é deixado de lado. Não podemos deixar que a nossa perca forças”, argumentou Sandro Romildo.

Beatriz Angélica Motta, tinha 7 anos de idade, quando foi morta a facadas nas dependências do Colégio Maria Auxiliadora no dia 10 dezembro de 2015.

Ele não explicou a qual cargo político se candidatará a esposa.

Prefeito Miguel Coelho lamenta morte da irmã Jocélia

(Foto: Ilustração)

O prefeito de Petrolina (PE) Miguel Coelho emitiu nota de pesar pela morte da irmã Jucélia, de 76 anos, que veio a óbito após ser atropelada por um ciclista ao sair do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, onde trabalhava.

Confira a nota

Hoje é um dia triste para muitos petrolinenses que, assim como eu, conviveram com a irmã Jocélia Zampirolli. Ela fez parte por muitos anos do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora e ajudou na formação de muita gente de nossa cidade. Como ex-aluno e admirador, lamento profundamente a perda da irmã Jocélia. Que Deus a receba em paz e conforte todos os amigos e familiares“.

Estacionamento na rua Antônio Santana Filho, ao lado do Colégio Maria Auxiliadora, será modificado

O diretor-presidente da Ammpla, Geraldo Miranda, informou que intensificará a fiscalização de fila dupla na porta do Colégio. (Foto: ASCOM)

Motoristas que trafegam pela Rua Antônio Santana Filho, centro da cidade, devem ficar atentos às modificações em relação ao estacionamento na via.  A Autarquia Municipal de Mobilidade de Petrolina (Ammpla), visando melhor atender a todos os usuários da rua, instalou nova sinalização no local.

A partir de agora, do lado esquerdo do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, o motorista terá que obedecer aos horários estabelecidos para estacionamento. Já do lado direito da rua, a zona azul será livre, ou seja, o condutor poderá estacionar seu veículo em qualquer horário.

Com a nova regulamentação, o estacionamento de veículos do lado esquerdo na Rua Antônio Santana Filho (nas imediações do Colégio) fica proibido de segunda a sexta-feira das 06h às 08h, 11h às 14h e das 17h às 19h. Dessa forma a via fica livre apenas para embarque ou desembarque. Os condutores vão poder estacionar seus veículos nos demais horários em que não estiverem especificados nas placas de trânsito.

“Tomamos essa medida para garantir uma melhor fluidez do trânsito nessa localidade e melhorar o embarque ou desembarque dos estudantes. Mas é importante destacar que evitem as filas duplas, essa prática, além de ilegal é um desrespeito aos demais usuários da via. Por isso, vamos intensificar a fiscalização em frente à Escola, com intuito de coibir a infração e autuar os motoristas que a praticarem a fila dupla”, destacou.

Internauta afirma que funcionários tiraram balões deixados hoje no Colégio Maria Auxiliadora

Balões pendurados hoje (10) no Colégio Auxiliadora. (Foto: Blog Waldiney Passos)

Um internauta postou em uma rede social que funcionários do Colégio Nossa Senhora Maria Auxiliadora, em Petrolina (PE), tiraram os balões de cor rosa, deixados na grade do muro da escola durante a manifestação realizada na manhã de hoje (10), para lembrar os dois anos do assassinato da menina Beatriz Mota.

(Foto: Rede Social)

André Gentileza lamentou presenciar o ato da retirada dos balões por funcionários do colégio, que usaram facas para cortar os cordões que prendiam as bexigas rosa às grades do muro da escola.

“Os balões representavam a pureza, a leveza e a inocência das crianças” publicou o internauta.

Em conversa com o Blog Waldiney Passos, o pai da menina Beatriz Mota, Sandro Romilton Ferreira, falou sobre a atitude dos funcionários: “Isso não nos atinge, nem nos surpreende. As máscaras estão caindo” disse ele.

E completou: “Há uma tentativa desesperada de apagar essa mancha negra da história dessa empresa. Mas ainda a tempo de arrependimento. Já pensou como nossa luta por justiça seria fortalecida com a participação de alunos pais e funcionários?” falou Sandro Romilton.

Em entrevista exclusiva, pais da garota Beatriz falam sobre os dois anos do caso sem respostas

Os pais da garota Beatriz Angélica, que foi brutalmente assassinada em 10 de dezembro de 2015, estiveram no blog Waldiney Passos para uma entrevista exclusiva. Neste domingo (10), faz dois anos que o fato aconteceu e até o momento o responsável pelo crime foi sequer identificado.

Durante a entrevista, Sandro Romilton e Lúcia Mota falam detalhadamente sobre o andamento das investigações, atuações dos delegados que já passaram pelo caso, erros da Polícia no dia do evento, dificuldade para se chegar às imagens do suspeito, descaso do Colégio Maria Auxiliadora e sobre a caminhada ‘Todos pela Paz’ que acontece neste domingo, às 7h30.

As denúncias sobre o caso podem ser feitas através dos telefones (87) 98137-3902 ou (81) 3719-4545.

Delegada responsável por prisão de assassino do garoto Walisson assume caso Beatriz Mota

Crime ainda não foi elucidado. (Foto: Divulgação)

O secretário de Defesa Social Antônio de Pádua afirmou, durante entrevista ao programa de Wuinston Monteclaro, na Rádio Jornal, nesta segunda-feira (27) que a delegada Gleide Ângelo não estará mais a frente do caso Beatriz Mota. A delegada adjunta do interior Poliana Néri assumirá o caso.

Desde o crime, que aconteceu  em dezembro de 2015, três delegados já passaram pela investigações. Sarah Machado, Marceone Ferreira e Gleide Ângelo não conseguiram elucidar o fato que chocou a população petrolinense.

Segundo o secretário, a delegada “está debruçada sobre os 14 volumes dessa investigação”. Ele mostrou fé na resolução do caso. “A gente não tem dúvida que ela vai encontrar o suspeito, fazer a prisão e levá-lo à Justiça”.

Prisão assassino do garoto Walisson

Segundo informações do JC Online, Poliana, então delegada de Floresta, foi responsável por prender José Cícero da Silva, homem que confessou o assassinato do menino Wallisson Pedro, de 9 anos, em Petrolina. Na ocasião, o garoto foi estuprado, asfixiado e morto

Caso Beatriz Mota

A garota Beatriz Mota foi assassinada no dia 10 de dezembro de 2015, quando estava com sua família na festa de formatura do Ensino Médio de sua irmã, no Colégio Nossa Senhora Auxiliadora.

Ela sumiu e foi encontrada 30 minutos depois em um depósito de materiais esportivos da escola. A garota foi assassinada com 42 facadas.

Colégio Nossa Senhora Auxiliadora emite nota de esclarecimento sobre declarações envolvendo o assassinato de Beatriz Angélica

(Foto: Internet)

Nesta terça-feira (14) o Colégio Nossa Senhora Auxiliadora emitiu uma nota de esclarecimento sobre as declarações feitas pela mãe de Beatriz Angélica, Lucinha Mota.

Em ontem Lucinha Mota revelou a imprensa detalhes sobre suas dúvidas e questionamentos e reforçou as acusações contra o colégio, afirmando que provas foram perdidas para dificultar as investigações.

Veja a nota emita pelo o colégio Nossa Senhora Auxiliadora na integra:

A identificação e captura do responsável, ou responsáveis, pelo crime é de total interesse do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, assim como de toda a população do Vale do São Francisco. Nunca existiu, nem nunca existirá, a intenção de dificultar a ação da Polícia na investigação.

Desde as primeiras horas do crime, e até este momento, a instituição abriu suas portas, disponibilizou todo seu pessoal e todas as imagens que possuía para os agentes da Polícia, inclusive financiando o tratamento de imagens de algumas de suas câmeras, o que permitiu a divulgação do suspeito pelas autoridades policiais.

Em relação aos nomes dos funcionários citados pela família da ex-aluna, Beatriz Mota, a Escola repudia tal atitude, uma vez que coloca em risco a integridade física e moral de tais pessoas, que são postas como suspeitos sem que haja nenhum indício. Vale ressaltar que somente as autoridades que comandam o inquérito têm respaldo para divulgar informações sobre o crime e qualquer afirmação, partindo de leigos e sem a devida comprovação, prejudica o andamento das investigações e permite que pessoas inocentes sejam acusadas indevidamente. Destaca-se ainda que todos os citados foram ouvidos pela Polícia em diversas ocasiões.

Ministério Público arquiva ação que apontava irregularidades no Colégio Maria Auxiliadora

(Foto: Internet)

A promotora da 4ª Promotoria de Justiça da Cidadania de Petrolina, Drª. Ana Claudia de Sena Carvalho, decidiu arquivar uma ação que havia sido movida contra o Colégio Nossa Senhora Auxiliadora. A ação apontava possíveis irregularidades no funcionamento da instituição de ensino.

A denúncia recebida pelo Ministério Público (MP) afirmava que a escola não contava com o atestado de regularidade do Corpo de Bombeiros. Após apresentação de documentos que garantem a regularidade da unidade escolar até 29 de novembro de 2017, emitidos pelo próprio Corpo de bombeiros, o MP comprovou a situação regular da escola.

Colégio Maria Auxiliadora emite comunicado esclarecendo ação contra página do Facebook ‘Beatriz clama por justiça’

O Colégio Maria Auxiliadora emitiu neste sábado (24) um comunicado esclarecendo a ação judicial contra a página do Facebook “Beatriz Clama por Justiça”. Segundo a escola, a ação não busca colocar fim à página, como foi divulgado, mas tão somente a retirada de algumas publicações “de conteúdo ofensivo que se referiam diretamente à unidade de ensino”.

Confira o comunicado

O Colégio Nossa Senhora Auxiliadora esclarece que a ação judicial, movida em desfavor de uma página hospedada na rede social Facebook, teve o objetivo de requerer a retirada de publicações pontuais de conteúdo ofensivo que se referiam diretamente à unidade de ensino.          

Destaca-se também  a improcedência da informação que divulga a intenção do Colégio em retirar a referida página do ar.  A instituição entende o direito de livre expressão de todo e qualquer cidadão e é conhecedora da abrangência das redes sociais para a disseminação de informações que possam levar ao desfecho do caso. Contudo, em todo Estado Democrático de Direito as leis e normas devem ser respeitadas e no caso em questão, algumas publicações são ofensivas e suscitam questionamentos acerca da conduta do Colégio e seus funcionários.
Na fase inicial do processo, o magistrado Dr. Josafá Moreira  entendeu que não estão presentes os requisitos para a concessão da liminar requerida, no entanto, sem descartar que respectivo pedido pode ser reanalisado posteriormente quando da formação do contraditório, ou seja, a decisão publicada  não é definitiva, inclusive passível de recurso“.

Manifestação em homenagem à garota Beatriz Mota emociona população

Está acontecendo neste momento a manifestação em homenagem à garota Beatriz Mota, que foi brutalmente assassinada no Colégio Maria Auxiliadora, em Petrolina (PE). Várias pessoas estão reunidas em frente ao Colégio, além de familiares, amigos e os pais da menina. A manifestação, que marca um ano do acontecimento, conta com momentos de oração e louvores.

A manifestação foi iniciada solenemente com um toque de silêncio executado por um representante da Polícia Militar de Juazeiro (BA). Logo após o toque, os presentes foram convidados a fazer uma oração em pedido de justiça. As pessoas ainda se encontram no local e seguem com o momento de louvor e homenagem à Beatriz.

Campanha com card’s

Hoje (10) seria o dia do lançamento do décimo card da campanha que movimenta a página do Facebook “Beatriz Clama por Justiça”. Contudo, o pai da garota Beatriz, professor Sandro, afirmou que não havia palavras para expressar sua dor neste momento e que não haveria card.

Diretora de colégio recebe promessa que caso Beatriz está sendo tratado com total empenho

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O Secretário de Defesas Social, Alessandro Carvalho, recebeu na tarde desta terça-feira (05) a visita da diretora do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, de Petrolina, onde ocorreu o bárbaro homicídio da menina Beatriz. Acompanhada pelo advogado da instituição, Clailson Ribeiro, ela foi demonstrar sua confiança no trabalho da polícia, a preocupação com o esclarecimento de todos os fatos e a identificação de quem provocou a morte da garota, como também colocar a escola à disposição para o que for necessário no sentido de agilizar todos os procedimentos.

Alessandro Carvalho esteve acompanhado pelo chefe em exercício da Polícia Civil, delegado Marcos Andrey, e da gerente geral de Polícia Científica, Sandra Santos. Todos se mostraram bastante sensíveis ao pleito da escola e prometeram que o caso continuará sendo trabalhado com total empenho por todos os policiais envolvidos na investigação.

Com informações de Marco Aurélio da Rádio Jornal

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