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Moradores do João de Deus se mobilizam pela conservação e preservação da Praça da Juventude

A construção da praça, que já é uma referência na convivência comunitária do município, custou em números absolutos R$ 1.820.574,52 para o Governo do Estado. (Foto: ASCOM)

Passadas as festividades de inauguração da Praça da Juventude, no último sábado (26), os moradores do bairro João de Deus, em Petrolina (PE), já se associam em torno de um movimento para a conservação e preservação deste equipamento que beneficia cerca de 30 mil pessoas.

Com o potencial para desenvolver a cidadania, o convívio, o esporte, a arte, lazer familiar e o comércio local, o investimento de R$ 1,8 milhões trouxe para a comunidade quadra poliesportiva coberta, pista de caminhada, pista para saltos, campo de futebol, quadra de voleibol, anfiteatro para 100 pessoas, playground, vestiários e ainda atraiu supermercados, lojas e ambulantes para o entorno, que já sente as transformações.

“Mas, há que se cuidar da praça para que amanhã a gente continue desfrutando de todos esses benefícios”, conforme alertou Luiz Carlos, gerente de um supermercado instalado em frente às novas instalações. De acordo com o gerente, o equipamento público deve promover um aumento de 20% no número de clientes. “Mesmo sendo um pouco cedo para fazer previsão, esperamos um aumento significativo na movimentação aqui próximo à praça”, adianta ele, que gerencia a unidade comercial há um ano e meio.

Também beneficiada com a Praça da Juventude, a dona de casa, Rosimeire Alencar, nascida e criada no bairro, hoje é mãe de quatro crianças entre 4 meses e 12 anos de idade. Antes sem muitas opções de lazer e espaços para práticas desportivas, disse que os filhos se queixavam da rotina caseira.

“Nós não temos tantas condições assim de ficar indo para outros bairros que já tinham uma praça, e com a entrega desta, com certeza vou trazê-los para brincar, passear mais um pouquinho, mas já disse pra eles que todo cuidado é pouco com os brinquedos para que durem muito e sirvam também para outras crianças”, alerta.

Projetos para a praça

Por ser um dos maiores bairros de Petrolina, João de Deus atrai vários tipos de ações sociais e expressões artísticas. A capoeirista e filantropa, Ângela da Silva Santos, conta que seu grupo ‘Embondeiro Capoeira’, que atende jovens carentes de comunidades do município e de Juazeiro (BA), agora se prepara para ensinar o esporte às crianças do bairro.

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Pesquisadores são convocados para participar de Edital que apoia projetos de conservação da natureza

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Pesquisas sobre o Mico-leão-dourado ou outras espécies ameaçadas, desenvolver alternativas que diminuam a pressão da pesca sobre a vida marinha, criar unidades de conservação em ecossistemas únicos como a Caatinga. Essa é a proposta do edital público que inscreve pesquisadores que apoiam projetos de preservação da natureza.

 As inscrições estão abertas até 31 de março e a submissão das propostas é realizada exclusivamente pelo site www.fundacaogrupoboticario.org.br. Para concorrer ao apoio é preciso que a iniciativa seja realizada por instituições privadas sem fins lucrativos, como fundações ligadas a universidades e organizações não governamentais.

O edital é dividido em três linhas temáticas. Uma delas objetiva a criação ou ampliação de Unidades de Conservação de Proteção Integral e Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs), além de executar ações prioritárias indicadas em seus planos de manejo.

Outra linha prioriza iniciativas para as espécies brasileiras ameaçadas de extinção. Esses projetos devem ter como objetivo a execução das ações previstas nos Planos de Ação Nacional (PANs), buscando melhorar os seus status de conservação. Também são previstas ações emergenciais para aquelas que ainda não possuam PANs ou que enquadrem uma espécie em listas oficiais de ameaças.

O terceiro foco do edital é voltado para iniciativas que visem minimizar as ameaças à biodiversidade dos ecossistemas costeiros e marinhos, que estão longe da meta de proteção da Convenção da Diversidade Biológica – que indica a necessidade de conservar 10% desses ambientes, sendo que o Brasil conserva atualmente apenas 1,57%.