Drogas sintéticas e armas foram apreendidas durante operação Okia, em Petrolina

(Foto: Polícia Civil/Divulgação)

13 mandados de busca e apreensão, três de prisão preventiva e quatro em flagrante foram cumpridos pela Polícia Civil de Petrolina na manhã dessa terça-feira (18), através da Operação Okia. As investigações foram iniciadas há quase um ano, no mês de julho de 2018 com o objetivo de tornar as festividades juninas de 2019, em Petrolina, mais tranquilas.

A operação considerada exitosa pela polícia teve como foco o combate ao tráfico de drogas, associação para o tráfico e venda ilegal de arma de fogo. Até o momento sete pessoas foram presas: Richardson Brendo Soares, Felipe Freire de Jesus, Eduardo Bruno Moraes, José Ricardo Duarte de Souza, Gabriel Costa e Silva e José Elton de Souza Reis. Lourival Gomes da Luz foi preso ano passado.

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A investigação teve como foco as drogas sintéticas e foi realizada pelas 214ª Delegacia, sob o comando dos delegados Gregório Ribeiro e Daniel Moreira, além do Departamento de Repressão ao Narcotráfico (DENARC), com o delegado Dark Blacker.

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Delegados detalham Operação PC 27, que prendeu colombianos em Petrolina

A Polícia Civil dos 26 estados e do Distrito Federal deflagrou na quarta-feira (24) a Operação PC 27. Em Petrolina foram presos três colombianos dentro da “Operação Medelim”. Segundo o delegado Daniel Moreira, titular da 214ª Delegacia de Polícia Civil, os alvos das ações eram colombianos com relação ao crime organizado.

Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em residências, além dos três mandados de prisão. “Eles realizavam diversos empréstimos para a população de menor poder aquisitivo, foram apreendidos mais de R$ 8 mil, bem como alguns objetos, como joias. Eles foram autuados em flagrante e encaminhados à audiência de custódia”, disse.

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O trio atuava não apenas em Petrolina, mas em municípios baianos vizinhos a cidade. Outros mandados de prisão foram cumpridos em Ipubi, Salgueiro, Floresta, Serra Talhada e Arcoverde, ligadas ao DINTER II. Em todo estado 88 pessoas foram presas e 10 menores apreendidos.

A Operação PC27 tinha como meta prender foragidos pelos crimes de roubo, homicídios, estupro e participação no crime organizado. “A missão era efetuar a prisão de indivíduos foragidos. No Sertão Pernambucano, no que tange ao DINTER II foram cumpridos 15 mandados de prisão, 12 de busca e apreensão, além de seis autuações em flagrante”, finalizou o delegado e diretor do DINTER II, Jairo Marinho.

Petrolina: mulher forja sequestro com ajuda de policial civil da Bahia

A suposta vítima e sequestradores foram presos (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

A Polícia Civil de Petrolina conseguiu prender todos os envolvidos em um falso sequestro na cidade. Coordenada pelos delegados Daniel Moreira e Gregório Ribeiro da 214ª DP, as equipes descobriram que o suposto rapto de Tathiany Suellen Silva Santos, que ocorreu no dia 16, não passava de uma mentira.

Os criminosos exigiam à família da suposta vítima o pagamento de R$ 63 mil de resgate para liberação de Tathiany. Após agendar o horário e local para o pagamento, que aconteceu na tarde de sexta-feira (17) na cidade de Juazeiro (BA), a Polícia Civil de Petrolina resgatou a vítima e deu início a perseguição dos criminosos.

Depois de prender os supostos sequestradores, a Polícia Civil descobriu que na verdade o crime foi arquitetado pela própria Tathiany com a ajuda de um policial civil de Juazeiro, que era um dos sequestradores.

Ao todo quatro pessoas foram presos, entre eles Tathiany e o policial civil. Na ação também foi apreendida uma pistola Taurus PT 100, quatro carregadores, uma moto Honda Biz e o dinheiro pago ao resgate.

Stop Car: Polícia Civil avalia como positiva operação que desarticulou quadrilha em Petrolina

(Foto: Divulgação/Polícia Civil)

A Polícia Civil de Petrolina desarticulou uma quadrilha especializada em roubos de cargas, tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, na quarta-feira (23). Sob o comando dos delegados Daniel Moreira e Magno Neves, a Operação Stop Car terminou com seis prisões, a recuperação de carga roubada e apreensão de drogas.

Em entrevista na tarde dessa quinta-feira (24) na sede da 26º DESEC, o delegado Magno Neves apresentou um balanço da operação. As investigações foram iniciadas em julho de 2017. “A investigação envolveu 17 alvos, 9 foram presos e os outros encontram-se respondendo em liberdade. A operação visava desarticular uma organização criminosa envolvida em tráfico de entorpecentes, roubo e interceptação de carga roubada e lavagem de dinheiro“, explicou.

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Articulação

De acordo com as investigações, o grupo utilizava uma empresa de fachada para comercializar drogas, lavar dinheiro e planejar roubo de cargas, tendo atuado na subtração de cargas em Juazeiro. O estabelecimento era gerido por Alysson Michel Sales Vieira e Euclides Ferreira Lima Neto, responsáveis por comprar as drogas e repassar a traficantes menores. A dupla ainda teria pago Kallyff Gil Passos de Brito para esconder uma carga roubada, avaliada em R$ 39 mil, em sua residência.

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Operação Eclusa investiga quadrilha especializada em roubo e sequestro em Petrolina

Operação Eclusa foi coordenada pelo o Delegado Daniel Moreira. (Foto: Internet)

Na manhã de hoje (10) foi deflagrada a Operação Eclusa da polícia civil, coordenada pelo o Delegado Daniel Moreira em Petrolina. A iniciativa busca elucidar um sequestro e cumprir mandados de prisão.

Segundo informações divulgadas pela polícia civil, esta é a 44ª Operação de Repressão Qualificada de 2017 e foi realizada pela 214ª Delegacia de Polícia da 26ª DESEC – Petrolina.

A Operação Eclusa contou com 36 policiais civis para solucionar o sequestro de um empresário, que aconteceu em agosto deste ano em Petrolina. As investigações identificaram uma quadrilha especializada em roubo e extorsão mediante sequestro na região.

Na operação foram cumpridos quatro mandados de prisão, cinco mandados de busca e apreensão. Os presos e os materiais apreendidos serão encaminhados para a 26ª DESEC.

Estudante violentando em Petrolina contesta declarações do delegado responsável pela investigação do caso

Anderson

Delegado Daniel Moreira disse está havendo exagero por parte de Anderson Veloso já que não foram encontrados indícios de lesão corporal ou anal na vítima/Foto : reprodução Facebook

O delegado, Daniel Moreira, responsável pelas investigações do caso de agressões ao estudante de Psicologia da Univasf,  Anderson Veloso, que relatou ter sido violentado no último sábado (30/04) por três rapazes em Petrolina, disse em entrevista a rádio Jornal acreditar em exageros por parte da vítima.

“Acredito que possa está havendo algum exagero. Acredito que ele foi sequestrado sim, mas o médico legista não verificou vestígios de violência anal, já que a vítima diz que houve violação com um pedaço de galho. Este tipo de lesão é característico, mesmo com três ou quatro dias ainda fica algum vestígio. Ele sofreu um crime homofóbico, mas ainda não sabemos em que grau”, ressaltou.

Indignado com as declarações do delegado Anderson Veloso postou uma carta aberta a sociedade prestando os seguintes esclarecimentos:

Depois de ver a entrevista dada hoje pelo delegado Daniel Moreira, que está acompanhando meu caso, não poderia estar de outra forma a não ser indignado. Para além desses vários sentimentos que estão dentro de mim agora, achei necessário primeiramente esclarecer algumas questões sobre o caso. Bom, depois do ocorrido, eu e mais alguns amigos fomos ao Hospital Universitário para que eu passasse por uma bateria de exames a fim de observar se teria acontecido algo como uma fratura, por exemplo.

Fiz alguns exames para analisar a cabeça, o abdômen e o ânus, que foram as partes mais atingidas; aparentemente não foi constatado nada de grave, mas tomei alguns medicamentos junto a um soro e fui liberado. Depois disso, retornei a casa dos meus colegas e como estava muito nervoso ainda, pensei em ir à delegacia apenas no domingo de manhã. 

No domingo pela manhã, procurei a delegacia logo cedo, mas me deparei com uma placa na porta que trazia: Horário de funcionamento – seg a sex: 08 às 18. Após ver isso, me lembrei de uma vez que sofri uma ameaça e fui procurar uma delegacia para prestar o Boletim de Ocorrência, iria a que se localiza no Ouro Preto, mas o taxista que me conduzia disse que havia uma mais próxima, era a que se localizava na Vila Mocó.

Quando cheguei, em uma conversa, uma moça me disse que era pra eu ter ido diretamente para a delegacia que ficava na Vila Mocó mesmo, pois o bairro onde eu moro era de jurisdição de lá e a delegacia do Ouro Preto teria feito o encaminhamento para a delegacia da Vila Mocó. Pensando nisso, eu achei melhor esperar que a delegacia da Vila Mocó abrisse –segunda-feira– e fosse direto nela, visto que ela seria a encarregada de acompanhar o meu caso.

Na segunda, pela manhã, fui à delegacia com meus amigos e lá recebi algumas instruções do que deveria fazer e ouvi mais algumas coisas, como: “as provas precisam ainda ser um pouco mais amadurecidas” ou “procure saber de mais alguma pista”. Na segunda-feira, quando fui à delegacia dizer que havia sofrido homofobia, um dos policiais me disse que estava há quase 30 anos na policia e isso nunca tinha acontecido por aqui, e, no outro dia, na televisão, vi que já era, após a mídia ter procurado um contato com eles; isso no mínimo é bastante confuso, entre outras coisas.

Vale ressaltar ainda aqui que meu Boletim de Ocorrência diz que o caso se refere à TORTURA e ROUBO. Sobre a questão do IML: errei em demorar um pouco para ir ao IML, entretanto, tem muita coisa que deve ser levada em consideração. Se colocar no lugar do outro é muito difícil.
Quando fui realizar o exame, a própria médica me disse que muito provavelmente não iria haver nenhum tipo de resultado, porque houve uma demora em se fazer o exame; mas o resultado do hospital sairá daqui a 45 dias. 

Uma coisa tem que ser deixada bem claro: eu não estou com o rosto arrebentado ou com uma perna quebrada, mas a violência aconteceu. O que deve acontecer para que não seja exagero? A morte? Exagero é a tentativa de tirar a vítima do seu lugar de vítima. Exagero é a tentativa de silenciar uma luta. Exagero é uma delegacia estar fechada em um final de semana.

Exagero é uma pessoa ser violentada, chegar em casa com a sua roupa rasgada e descalço. Exagero é ver o órgão responsável por ajudar você ir pra mídia e dizer que sua dor é um exagero. Exagero é os espancamentos e as mortes continuarem e a polícia continuar vendo como um exagero. Qual tem que ser o tamanho da dor para que ela possa ser medida? A dor pode ser medida? Exagero é sentir dor. Exagero.. Exagero é o número de homossexuais mortos todos os dias no Brasil.

Anderson Veloso – estudante