Detentas relatam abusos sofridos na Cadeia Pública de Petrolina

Detentas relatam série de abusos sofridos (Foto: Google Street/Reprodução)

Agressões físicas e psicológicas. Comida vencida e retaliação a quem se recusar a comer a refeição estragada. Essa é a rotina das detentas na Cadeia Pública de Petrolina. Em carta encaminhada ao Blog Waldiney Passos elas relataram uma série de abusos praticados pelos agentes, com aval da direção.

“A gestora da unidade já vem de uma longa data obrigando todas a comer comida estragada, como se fossemos porcos. A última foi fazer uma sopa com os restos de uma feijoada, que inclusive já estava estragada. Todas nos recusamos a comer, porque ali era lavagem para porcos“, afirma a carta.

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PRF recupera carga roubada de Parnamirim na BR-428, em Petrolina

Carga havia sido roubada em Parnamirim no mês de junho (Foto: PRF/Divulgação)

O trabalho da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Petrolina segue intenso. Na terça-feira (7) os agentes apreenderam um caminhão transportando produtos roubados na BR-428. A carga era composta por produtos automotivos e EPIs, roubados em 30 de junho na cidade de Parnamirim, no Sertão.

Dois homens, de 18 e 34 anos, foram detidos. A PRF chegou até eles depois de receber uma denúncia sobre a retirada da carga do caminhão, que estava estacionado em um posto de combustível, no km 182 da rodovia federal. Os agentes abordaram a dupla e efetuaram a prisão.

De acordo com a PRF, um dos homens levava R$ 2.796 em espécie e confessou ter sido contratado para cuidar do veículo. O outro suspeito tinha R$ 278. O veículo não tinha restrição de roubo. A dupla e toda mercadoria foi apresentada à Delegacia de Polícia Civil, para registro da ocorrência.

Moradora do José e Maria critica falta de educação de moradores que jogam lixo em terreno

Uma moradora do bairro José e Maria enviou um vídeo ao Blog para mostrar um terreno particular que hoje é usado como depósito de lixo na comunidade. O problema foi registrado na Rua Nordeste, ao lado da caixa d’água. Ela afirma que o espaço sempre é passa por limpeza, porém os próprios vizinhos voltam a sujar.

Falta de educação

“Peguei dengue tenho certeza que foi desse terreno, porque estou de isolamento. O dono limpa, a população vem e suja. É a máquina limpando e as pessoas sujando. Tinha que cercar pra ver se tem jeito“, contou à nossa equipe através do WhatsApp. Confira a dimensão do problema:

Resposta da Prefeitura

A Prefeitura de Petrolina respondeu em nota que notificará o proprietário. “A responsabilidade pela manutenção e limpeza de áreas particulares é dos proprietários. A equipe de fiscalização será encaminhada ao endereço para verificar a denúncia e, se constatada, o dono será notificado com prazo de 15 dias úteis para limpeza e de 60 para que o espaço seja cercado. Em caso de descumprimento, a multa pode variar de R$ 600 a R$ 2400“, diz.

Moradores do Pedra Linda solicitam mais policiamento e fiscalização contra baderneiros

(Foto: Arquivo)

Mais uma vez nossa Redação foi procurada por moradores do bairro Pedra Linda, em Petrolina. A comunidade pede a presença mais ostensiva da Polícia Militar de Pernambuco, especialmente à noite. Isso porque há vizinhos descumprindo a lei do silêncio e incomodando pessoas doentes.

Uma rua em questão concentra a “farra”: Rua 12. De acordo com um leitor que preferiu não se identificar, a polícia é acionada, comparece ao bairro. Porém, assim que a equipe deixa a via o desrespeito recomeça. “Você quase não vê viatura no final de semana, que são os dias mais agitados na semana. É bebedeira com altíssimo, ninguém têm o direito de dormir“, desabafa.

Outra queixa é também em relação à segurança, devido ao sentimento de insegurança da população durante o dia e noite. Nossa equipe entrou em contato com a PM. Segundo a nota equipes do 5º BPM constantemente estão no bairro. Diante do relato a corporação definirá novas estratégias ao Pedra Linda. Confira a seguir a íntegra da nota:

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Petrolina: usuário de transporte coletivo relata constante falta de educação de motorista

Leitor relatou que motorista constantemente destrata passageiros

Um leitor entrou em contato com a nossa equipe para relatar uma situação vivenciada por ele na última terça-feira (23). Brendo de Jesus Evangelista subiu em um ônibus da Atlântico no ponto próximo ao Atacadão, na linha João de Deus/Honorato Viana por volta de 16h40, sentido bairro-Centro.

Ao chegar desembarcar Brendo alega que o motorista – descrito como branco, magro e careca – foi ríspido com ele e outro passageiro. “Ele virou pra mim e para o outro rapaz que desceu no mesmo ponto e disse as seguintes palavras: “Bora, puxou a corda já adianta logo pra porta”, usando um tom de voz alterado e fazendo um gesto com a mão [para que ambos deixassem o veículo], senti como se estivesse sendo expulso do ônibus, ali na frente dos outros passageiros“, conta.

Fato é recorrente

Brendo é estudante da UNEB em Juazeiro e utiliza o transporte público com frequência. Inclusive já chegou a presenciar outras ações desse mesmo motorista. “Sempre pegava o ônibus que era conduzido pelo mesmo motorista, ele sempre usando de um tom alterado ao falar com as pessoas que utilizavam o transporte“, relata.

De acordo com Brendo, é necessário mais educação do motorista, afinal ele também é funcionário da população. “Ele podia pelo menos ser mais gentil e educado com os seus passageiros. Eu espero que a empresa pelo menos peça desculpas, não só a mim, mas à todos os passageiros que já passaram por situação desse tipo por qual passei”, finaliza.

Providências

O Blog Waldiney Passos entrou em contato com a Atlântico Transportes Ltda, responsável pelo transporte público em Petrolina. A empresa afirmou que tomaria as providências necessárias para o fato não se repetir no futuro. “O motorista foi chamado na empresa e o mesmo foi advertido. Ainda o motorista tomou consciência do ocorrido e que não viria a acontecer”, afirma.

Segundo prefeitura, máscaras objeto de denúncia não são do mesmo tipo das usadas em comparação

(Foto: Marcos de Paula/ Prefeitura do Rio)

Após o vereador Paulo Valgueiro apresentar uma denúncia contra a prefeitura de Petrolina alegando que o órgão teria superfaturado a contratação de máscaras de proteção contra o novo coronavírus, Covid-19, a coordenadoria de imprensa afirmou que as máscaras usadas em comparativo não são do mesmo tipo.

Segundo o parlamentar, a prefeitura teria comprado a unidade das máscaras a R$ 3,76, quando o preço praticado por outras instituições seria de R$ 0,96. No entanto, de acordo com a prefeitura, as máscaras adquiridas têm “tripla camada e tecido filtrante, totalmente diferente das demais usadas como comparativo”.

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Prefeitura contesta acusação de compra de máscaras superfaturadas e afirma que vereador se utiliza do cargo para enganar a população

Vereador Paulo Valgueiro

A Prefeitura de Petrolina emitiu uma nota agora há pouco, contestando informações repassadas pela assessoria do vereador Paulo Valgueiro, sobre uma denúncia que o edil teria protocolado junto a Polícia Federal (PF) e ao Ministério Público Federal (MPF), questionando um superfaturamento no valor das máscaras descartáveis destinadas ao enfrentamento do Novo Coronavírus (Covid-19), compradas sem licitação pela Prefeitura de Petrolina, no início de abril. De acordo com levantamento feito por Valgueiro, a prefeitura adquiriu 500 mil máscaras cirúrgicas descartáveis com valor unitário em muito superior ao praticado no mercado e por outros entes federativos, usando recursos públicos federais.

Valgueiro informa em sua denúncia ter orçado o mesmo produto, comparando o valor praticado no mercado para vendas à iniciativa privada, o valor praticado na venda a outros entes governamentais da região e valor da dispensa de licitação da prefeitura, o que serviu para confirmar o sobrepreço das máscaras adquiridas pela Prefeitura Municipal de Petrolina.

Através de nota a Prefeitura de Petrolina esclarece que as máscaras as quais o vereador se refere não possuem caraterísticas iguais e que esse tipo de máscara é adequada e segura para a utilização dos profissionais de saúde diretamente envolvidos no tratamento e combate ao novo Coronavírus.

Confira a íntegra da nota: 

A Prefeitura de Petrolina lamenta que certos políticos se utilizem dos seus cargos para enganar a população e criar factoides, principalmente neste período de pandemia. Fica claro, na denúncia em questão, que as máscaras as quais o vereador se refere não possuem caraterísticas iguais. Ao observar a descrição do produto, as máscaras adquiridas pelo município de Petrolina têm tripla camada e tecido filtrante, totalmente diferente das demais usadas como comparativo.

Esse tipo de máscara é adequada e segura para a utilização dos profissionais de saúde diretamente envolvidos no tratamento e combate ao novo Coronavírus. Em outras cidades e órgãos, a mesma máscara (máscara cirúrgica – tripla, descartável, simples, de uso hospitalar, gramatura mínima de 30g/m², confeccionada em fibras de não tecido, TNT, anatômica. Características adicionais: modelo retangular, pregas horizontais e com elástico com comprimento, caixa c/50 unidades) foi adquirida por valores semelhantes ou até maiores que Petrolina (R$ 3,73 unidade): Juazeiro (R$ 5,40), Cabo de Santo Agostinho (R$ 3,84), Distrito Federal (R$ 3,90), Ministério da Educação (R$ 3,80), Governo de Minas Gerais (R$ 3,82).

Vale destacar ainda que os preços praticados no mercado são diferentes entre março e abril, conforme a pandemia avança no país. Muitas empresas estão com o item esgotado, provocando uma constante oscilação dos valores.

A prefeitura está à disposição de todas as autoridades e órgãos de controle, assim como está de portas abertas para qualquer cidadão que tenha interesse em saber a verdade e colaborar com a construção de estratégias e ações, sobretudo neste momento de pandemia. O que se espera das pessoas, principalmente daquelas que possuem cargos públicos, é responsabilidade e compromisso com a verdade, sem mentiras, imputação de falsas condutas ou acusações, o que pode até configurar como crime.

Coordenadoria de Imprensa PMP

Petrolina: Moradores do Serrote do Urubu denunciam desperdício de água potável

Os moradores enviaram fotos a redação do blog Waldiney Passos informando que há dias dois canos estão estourados e jorrando água potável no meio dessa rua do povoado do Serrote do Urubu.

Segundo os denunciantes, a Compesa já foi acionada mas até o momento não resolveu o problema. Nesta quarta-feira (3), o blog Waldiney Passos também contactou a Companhia Pernambucana de Saneamento, mas por enquanto, sem notícia de solução do problema apresentado pela comunidade.

Juazeiro: família de paciente que veio a óbito e testou positivo a covid-19 relata sequência de erros no atendimento ao idoso

Família relata descaso no atendimento recebido por idoso (Foto: Ascom/PMJ)

Juazeiro (BA) registrou na segunda-feira (1°) o quinto óbito pelo novo coronavírus. O paciente é um idoso de 75 anos, hipertenso e diabético. Mas segundo a família da vítima,o que houve foi uma sequência erros os quais agravaram o quadro e resultaram na morte do idoso.

O Blog Waldiney Passos conversou com o filho da vítima, que preferiu fazer uma denúncia anônima a respeito do tratamento recebido pelo paciente. No começo da semana passada ele começou a sentir um problema na bexiga, foi atendido por um médico urologista na rede particular. Esse profissional teria receitado uma medicação contraindicada já que o paciente também tinha Chagas.

Os efeitos colaterais começaram a surgir e na quarta-feira (27) o idoso foi encaminhado ao Hospital Promatre de Juazeiro que atende pacientes do Planserv e também é especializado em casos do coração. Apesar de o filho mostrar a carteira do plano e relatar o histórico do paciente, nada disso adiantou. “Ele foi transferido pro Regional sem regulação, sem SAMU e como ele estava com falta de ar e dor na barriga resolvemos levar por conta própria. A médica do Regional disse que ele não poderia ter sido transferido assim, tinha ter sido pelo menos regulado”, conta o filho do paciente.

Transferência ao Hospital Regional

O filho acompanhou o pai na Promatre e relatou que idoso chegou ao Regional com uma mancha no peito, rosto inchado e muita dor na barriga, indícios de uma reação à medicação receitada pelo urologista da Promatre. “O coração dele era ruim por causa da doença de chagas, depois ele teve um colateral com um remédio que não podia usar e começou tudo isso”, explica.

No Regional o paciente foi submetido a um teste de covid-19 e recebeu oxigênio, porém, não da forma correta. “A médica mandou botar 8 no balão de oxigênio, a enfermeira chegou e baixou pra 5. Ele ficou desesperado, eu briguei com ela, subi de novo e ela diminuiu. A gente discutiu, ela foi chamar a médica e meu pai deu a primeira parada. Reanimaram, mas ele teve a segunda e morreu. Foram duas paradas, ela me disse que não suspeitava de covid, inclusive ela estava na sala vermelha com ele sem proteção do covid. Creio q ele pegou covid lá“, relembra o filho.

Óbito e atendimento à família

SESAU de Juazeiro (Foto: ASCOM)

O paciente veio a óbito ainda na tarde do dia 27. O sangue coletado foi encaminhado a Salvador onde no dia 30 de maio o LACEN confirmou covid-19. Contudo, a família tem uma série de questionamentos ainda sem resposta aos envolvidos. “O exame do meu pai deu entrada no dia 28 e saiu no dia 31, muito rápido. Tem gente esperando no mínimo sete dias”, ressalta.

Ainda de acordo com o filho, a Secretaria de Saúde (SESAU) de Juazeiro não informou a família do óbito por covid. Eles ficaram sabendo através de uma mensagem no WhatsApp contendo o boletim do dia 1° de junho. Outra falha da SESAU é que até hoje os familiares do paciente não foram submetidos a testagem do coronavírus. “Pediram nome dos sintomáticos, passei nome, CPF e depois disso não responderam mais“, relata o filho.

Sem respostas dos envolvidos

Diante dos fatos narrados na matéria, o Blog entrou em contato com o Hospital Promatre para questionar o atendimento prestado ao paciente naquela manhã. A Direção respondeu apenas que o “atendimento médico foi adequado, rápido e realizado por profissionais habilitados para tal”.

Até o momento o Hospital Regional de Juazeiro e a SESAU não se pronunciaram. O Blog segue aberto aos esclarecimentos e aguarda uma explicação de ambas as partes.

Em plena pandemia profissionais do Hospital Regional de Juazeiro sem salários

(Foto: Ascom)

Denúncias dão conta que os profissionais lotados no HRJ estão sem receber seus salários há dois meses.

Segundo informações além de não estarem recebendo seus salários os profissionais estariam trabalhando sem EPI’s e sem medicamentos.

O Regional de Juazeiro é responsável por atender pacientes oriundos de aproximadamente 55 municípios da região.

Com tantas dificuldades os profissionais se encontram em uma situação tão delicada quantos os pacientes que ali buscam a saída para seus problemas de saúde.

Leitor cobra resposta da Codevasf sobre pavimentação iniciada e não concluída no Dom Avelar

Serviço foi iniciado e deixado pela metade, afirma morador

Equipes contratadas pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) estiveram na Rua da Oração, no bairro Dom Avelar, em Petrolina para executar o serviço de pavimentação através de um convênio firmado com a Prefeitura.

Contudo, segundo um leitor, o serviço foi paralisado há três semanas e a pavimentação ficou pela metade. A empresa teria feito apenas uma camada do asfalto e abandonaram a obra. Outra queixa é que os meios fios também ficaram pela metade. “Estamos sem saber o fazer. A empresa fala que vem termina o serviço e não aparece ninguém. Você pode olhar na foto que só colocaram uma camada e foram embora“, contou o leitor que mora na rua.

Outro lado

Nossa equipe procurou a Codevasf na terça-feira (26) para solicitar uma resposta da Companhia acerca da denúncia apresentada na matéria, mas não obtivemos resposta. Deixamos o espaço do Blog aberto aos esclarecimentos.

Ex-funcionários da Joafra relatam demissões e cobram pagamento de direitos trabalhistas

Grupo relata demissões e débitos da empresa (Foto: Ilustração/Internet)

Um grupo de ex-funcionários da empresa Joafra Transportes emitiu uma carta nessa segunda-feira (25) para denunciar demissões ocorridas em maio. Eles relatam que 30 trabalhadores foram desligados das suas funções, mas até o momento não receberam seus direitos.

“A empresa juazeirense fez várias demissões sem cumprir as leis trabalhistas, deixando funcionários sem receber seus direitos tais como: Rescisão contratual, FGTS, Hora-extra, além dos salários e ticket alimentação dos meses de Março e Abril deste ano“, destaca a nota encaminhada pelo grupo.

Os ex-trabalhadores relatam dificuldades vividas por eles, já que além das demissões há a pandemia do novo coronavírus e eles não conseguem exercer novas atividades no mercado de trabalho. “Exigimos que a empresa Joafra transportes cumpra com a lei e garanta os diretos desses funcionários“, pedem.

Outro lado

O Blog Waldiney Passos procurou a empresa Joafra para dar o direito de resposta em relação às denúncias apresentadas. Contudo, até a conclusão dessa matéria ninguém retornou nossos questionamentos. O espaço segue aberto.

Leia a seguir a íntegra da carta assinada pelos ex-funcionários:

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Moradora chama atenção para aglomeração causada as 5 horas da manhã em frente ao mercado do produtor em Juazeiro

(Foto: Freepik/Banco de Imagens)

Uma moradora de Juazeiro usou as redes sociais para desabafar. Segundo ela, as aglomerações em frente ao Mercado do Produtor nunca deixaram de acontecer, principalmente por volta, das cinco horas da manhã.

Segundo a senhora, que pediu para não ser identificada, não são apenas caminhoneiros que esperam o entreposto abrir. Existe pessoas que não trabalham no ambiente.

Ela fez críticas ao toque de recolher que não se preocupou com a questão do Mercado do Produtor, o maior do Vale do São Francisco que emprega milhares de pessoas e movimenta a agricultura da região.

Sindicato denuncia falta de EPIs e desvio de função dos vigilantes durante pandemia

Categoria quer melhores condições de trabalho (Foto: Blog Waldiney Passos/Arquivo)

Os vigilantes são trabalhadores considerados essenciais. Eles estão responsáveis pela segurança em agências bancárias e hospitais. Contudo, apesar de serem fundamentais para que a normalidade prevaleça em meio a pandemia, essa categoria está sendo obrigada a atuar em outras funções e ainda por cima, sem os EPIs necessários.

A denúncia foi feita pelo Sindicato dos Vigilantes do Sertão de Pernambuco (Sindivig), que além de Petrolina abrange outras cidades do Sertão. Segundo o presidente Laécio Vasconcelos, falta sensibilidade das empresas. “Temos vigilantes em dois hospitais do Sertão e eles estão fazendo serviço de maqueiro, de colocar balão de oxigênio”, destacou.

As irregularidades não param. Há ainda profissionais atuando com carga horária acima do permitido, sem receber hora-extra; o vale refeição teve o valor diminuído e faltam os EPIs. Diante dessa situação o Sindvig apresentou uma notificação às unidades hospitalares e não descarta acionar a Justiça trabalhista.

Morador critica falta de fiscalização em Juazeiro durante pandemia: “É uma terra sem lei”

Falta fiscalização em Juazeiro durane isolamento social

Enquanto uns adotam as medidas necessárias e respeitam o isolamento social, há pessoas em Juazeiro (BA) ignorando a recomendação de ficar em casa. No bairro Cajueiro, um leitor denunciou a realização dos famosos “babas” em um campo localizado em frente a um condomínio.

Não bastasse o grupo se aglomerar para jogar futebol, aos finais de semana eles promovem churrasco com bebidas e som alto, atrapalhando o sossego da comunidade. “Já fiz denúncia na polícia e na Prefeitura, a gente não tem respaldo nenhum. Eles estão jogando bola, é uma terra sem lei nesse campinho. Liguei na Prefeitura e falaram que está tendo muito baba e não estão dando conta“, contou o leitor que será mantido em sigilo.

Problema é antigo

Indignado com a insistência dos moradores em descumprir o isolamento, ele desabafou. “Esses caras estão brincando com a minha vida e com a sua. Dia de domingo tem o jogo e churrasco, até agora ninguém toma providência. E isso não é de hoje”, afirmou.

Outro lado

Diante do relato do leitor o Blog procurou a Prefeitura de Juazeiro pedindo esclarecimentos sobre a falta de fiscalização no bairro, mas até o encerramento da matéria ninguém nos retornou. Deixamos o espaço aberto ao Governo Municipal.

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