Em desabafo, mãe de Alison Dantas pede que julgamento do acusado de matar seu filho seja realizado em Petrolina

Alison Dantas foi assassinado em outubro de 2015 (Foto: Reprodução/Facebook)

Já se passaram quase quatro anos, e a luta da mãe de Alison Dantas continua. Ana Claudia Dantas, mãe de Alison, assassinado em 2015, por estar usando o wifi da residência do homem acusado de ter matado o jovem, ainda clama por  justiça.

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Há pouco, ela publicou um desabafo nas redes sociais. No texto, Claudia relata dor, tristeza e revolta, sentimentos que a acompanham desde a perda do filho. “Inicio o ano de 2020 tomada pela profunda e eterna dor da saudade do meu filho ALISON DANTAS. Sei que muitos podem imaginar esse buraco deixado em minha alma,mas não podem medir a sua extensão.Dor da ausência que carrego de um filho no qual teve aos 18 anos a vida Interrompida pelo Rezielio Alves de Almeida que o sentenciou ao seu destino chamado MORTE”, disse.

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Postura de policiais do 2º BIEsp é criticada por jornalista de Petrolina: “fui surpreendido pela abordagem truculenta”

(Foto: SDS/Divulgação)

A ação dos policiais do 2º Batalhão Integrado Especializado (BIEsp) em Petrolina foi alvo de críticas do jornalista Jacó Viana, graduado na Universidade do Estado da Bahia (UNEB). Jacó foi abordado pelo BIEsp na noite de terça-feira (18), na Rua da Caatinguinha, no bairro Jardim Maravilha e através de um desabafo, criticou a postura autoritária dos agentes.

De acordo com o jornalista, quatro policiais estavam na ação e um deles chegou a apontar uma arma para sua cabeça, o chamou de vagabundo e impediu Jacó de registrar a ação dos policiais. Ao fim da noite, ele foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil, onde foi autuado por desobediência.

Outro lado

O Blog entrou em contato com a Assessoria de Comunicação da Polícia Militar, mas até o momento não tivemos retorno em relação aos questionamentos feitos pela nossa equipe. Por outro lado, Jacó disse que acionará um advogado para buscar seus direitos.

Confira a seguir o relato do jornalista:

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“A escola deveria ser um local seguro”, desabafa educadora após briga envolvendo aluna de escola estadual no Rio Corrente

https://youtu.be/D-aWkaT8dTQ

Uma educadora da Escola Estadual Professor Simão Amorim Durando, localizada o bairro Rio Corrente, Zona Oeste de Petrolina (PE), fez um desabafo sobre as dificuldades dos profissionais da área de educação após precisar separar uma briga envolvendo aluna de escola na noite dessa segunda-feira (26).

No texto, Simone Mara da Silva, que trabalha como educadora de apoio, afirma que “a escola deveria ser um local seguro, um local de formação de cidadão” e questiona “como podemos formar cidadãos se as crianças, os jovens, os adolescentes que chegam à escola desconhecem os preceitos de cidadania?”.

Além disso, a profissional relata o cenário de horror que se instalou em frente à escola no turno da noite, por volta das 21h45, quando um grupo de “indivíduos de caráter duvidoso” se amontoavam na prota do colégio e uma jovem, que não era aluna da unidade, aguardava uma das estudantes para iniciar uma briga.

“Quando uma das professoras se dirigia ao ponto de ônibus, retornou porque não conseguiu sair da escola tamanha era a multidão de pessoas que aguardava a briga. Imediatamente, ela voltou e nos chamou avisando que tinha algo estranho acontecendo na frente da escola. Foi quando nos dirigimos até lá para verificar e foi ai que nos deparamos com cenas horríveis de violência. As duas meninas engalfinhadas, os indivíduos dando chutes (eles chamam de voadora) e eu e mais outro professor no meio dessa confusão tentando evitar algo mais grave”, afirmou.

“A minha colega, que é gestora adjunta mais a professora que voltou para nos chamar, tentando fechar o portão enquanto nós arrastávamos as duas para dentro da escola. Quando conseguimos colocá-las para dentro e as minhas colegas fecharam o portão, os indivíduos iniciaram uma guerra dando chutes no portão até derrubá-lo”, relatou.

O estresse mental, físico e emocional tiraram o sono da educadora e a fez chorar muito durante a noite em sua residência. “Chorei porque não foi pra isso que me preparei. Chorei porque nós somos responsabilizados por mudar uma sociedade e nós não sabemos fazer milagres. Chorei porque convidamos as famílias para nos ajudar e pais e mães não comparecem a escola, pais e mães deixam lá os seus filhos e não querem ser “incomodados” quando os chamamos para conversar sobre eles. Não participam das reuniões, dos encontros na escola porque “nunca tem tempo”.

No final do desabafo, Simone pede respeito em nome dos colegas de profissão que estiveram com ela durante o momento de terror e em nome dos tantos colegas que, diariamente, sofrem com esse tipo de situação inaceitável. “Respeito, respeito e respeito”, pediu.

Confira o relato na íntegra

Fico me perguntando o que será do futuro do Brasil? Todos os dias me faço essa pergunta. Não vejo esperança para um país mergulhado em problemas. Sou uma servidora pública, que ao contrário do que a maioria das pessoas acha, cumpro e realizo meu trabalho com amor, dedicação e compromisso. Cumpro meus horários e até trabalho horas a mais do que deveria. Não só eu. Muitos dos meus colegas também. Trabalho numa escola estadual localizada na zona oeste de Petrolina, no bairro Rio Corrente.

Às vezes não sinto que estou dentro de uma instituição educacional, porque temos que desempenhar inúmeros papeis que fogem ao papel de educador. A escola deveria ser um local seguro, um local de formação de cidadão. Mas, como podemos formar cidadãos se as crianças, os jovens, os adolescentes que chegam à escola desconhecem os preceitos de cidadania e, quando são apresentados a eles, zombam, consideram sem importância porque são crianças, jovens e adolescentes sem limites. Por isso a minha inquietação quanto ao “futuro do país”.

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“Achei que o mundo tinha acabado”, diz Fernanda Gentil após assumir namoro

(Foto: Internet)

Apresentadora fez desabafo nas redes sociais. (Foto: Internet)

Horas após confirmar que está namorando a jornalista Priscila Montandon, Fernanda Gentil usou seu perfil no Facebook para desabafar. Em um longo texto, a apresentadora da Globo contou com detalhes como foi o seu dia a partir do momento em que assumiu publicamente o seu novo relacionamento.

“Um minuto pra esse dia acabar…. ufa! Hoje acordei cedo, li umas coisas sobre mim e por um segundo achei que o mundo tinha acabado. Aí olhei pro céu e vi que as nuvens ainda estavam lá. Olhei pra varanda e a piscina do meu prédio ainda estava lá. Entrei nos quartos dos meninos; tudo intacto. Conferi meu pulso: pulsando”, escreveu a apresentadora.

Em outra parte do texto, Gentil falou sobre as mensagens que recebeu de fãs, amigos e familiares durante o seu conturbado dia.

 “Abri a internet para conferir um endereço, li um comentário chato. Uma imaturidade esperada. Um apoio surpreendente. Ótimo. Meu pai ligou: Amor de Pai, vi aqui. Como você tá? Tudo bem Papi, e você? To amando você. Eu também te amo. Ótimo. Felipe liga. Como você tá? Bem e com saudade. E você? Saudade também, chapa. (Chapa é ótimo). Mensagens lindas no meu celular. Chegamos para o almoço, eu e Mamy. Algumas frases sobre o que lemos por aí, e muitas outras sobre o que precisamos ler mais; o remédio novo para pacientes com HIV, a nova fase da Lava Jato, o acidente de trem nos EUA”.

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Após eliminação, Joanna Maranhão desabafa: “Brasil é racista, machista e homofóbico”

(Foto: Internet)

A nadadora Joanna Maranhão, fez um desabafo durante uma entrevista após a sua eliminação. (Foto: Internet)

Na tarde de ontem (9), a nadadora Joanna Maranhão, fez um desabafo durante uma entrevista após a sua eliminação da fase classificatória dos 200 metros borboleta dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Joanna revelou os ataques preconceituosos e machistas que têm sido constante nas redes sociais.

“Ontem à noite foi o dia mais difícil para mim. Tentei ficar fora de rede social, mas fui no Facebook e vi uma enxurrada de críticas, ataques. Alguns dizem que eu merecia ser enxutada, que minha história é uma grande mentira. Eu tentei segurar a onda, mas agora eu desabafei. E muito duro receber”, desabafou.

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Mãe de Beatriz faz desabafo nas redes sociais

Lucinha Mota, mãe da menina Beatriz Angélica, morta há quase seis meses nas dependências do Colégio Auxiliadora, fez um desabafo emocionado nas redes sociais. Ela afirma que a escola, uma das mais tradicionais da região, foi negligente com a segurança disponibilizada no fatídico dia em que a filha foi brutalmente assassinada. No vídeo, de cerca de doze minutos, Lucinha mostra protocolos e afirma que a escola funciona de maneira irregular. Cobra também mais envolvimento do Ministério Público de Pernambuco no caso. “O que falta para o Ministério Público agir? Só se preocupa em denegrir a imagem da polícia?…Vocês estão sendo omissos”, disse Lucinha.

No próximo sábado (04), mais uma manifestação pela elucidação do caso deve acontecer em Petrolina e Juazeiro (BA).

Escritor faz desabafo pelas redes sociais e detona discurso do Prefeito de Juazeiro, que afirmou apoiar o esporte

João Gilberto 1

O escritor e presidente da empresa Círculo Literário Analítico Experimental Editora (CLAE), João Gilberto escreveu em sua página pessoal do Facebook sua opinião sobre o discurso do prefeito de Juazeiro (BA) Isaac Carvalho (PC do B) na imprensa do Vale.

Segundo João, “o prefeito Isaac o ofende quando diz que apoia o esporte, com o ginásio Municipal caindo ao pedaços, não existe um metro de ciclovia na Cidade, não existe um incentivo para quem anda de skate ou BMX, não existe nenhum incentivo Municipal para a prática de esportes aquáticos no Rio São Francisco, não fizeram nenhuma intervenção na Ilha do fogo, agora no fim do mandato o cara reforma o estádio e diz que apoia o esporte, pois eu te digo prefeito, as olimpíadas tem mais de 100 modalidades, não é só futebol não”, escreveu João.

Ex-secretária da Mulher de Petrolina faz desabafo em rede social

DOS ANJOS

Em ano de eleição é sempre assim, tem que ter sangue no olho para suportar as provocações. E pelo andar da carruagem a eleição municipal deste ano promete e muito em Petrolina-PE, não apenas na disputa majoritária, mas também no pleito da proporcional. É o caso da ex-secretária da Mulher Maria dos Anjos Fonseca, que fez um desabafo em sua página no Facebook. Ele acusa, sem citar nomes, duas autoridades do município de estarem preocupadas com sua condição de pré candidata.

Confira a íntegra do comentário dela na rede social:

“Eu Dos Anjos devo está muito bem cotada para algum cargo na minha cidade Petrolina… por que sair de Petrolina para Recife duas autoridades para pedir minha cabeça é muito medo. Pessoas que querem a todo custo se perpetuar no PODER. Mas eu prometo uma coisa: Vou rezar todos os dias da minha vida para que Deus me livre desses dois e de mais algum que me deseje o mal. E digo mais… serei candidata SIM se DEUS quiser e ele quer!!!!! Só um desabafo… fiquei triste com atitudes covardes que alguns políticos usam, por vezes a política me enoja mas temos que desconstruir essa cultura do toma lá dá cá”.

Maria dos Anjos Fonseca