Secretaria da Saúde divulga mapeamento de casos confirmados da Covid-19 por bairros de Juazeiro

(Foto: Blog Waldiney Passos)

A Secretaria Municipal da Saúde divulga neste sábado (27), o mapeamento dos casos confirmados no município para o novo coronavírus. O levantamento dos dados é elaborado pela Vigilância Epidemiológica, setor responsável pela coleta e realização dos exames. Na divulgação de hoje, estão digitados 558 notificações com casos confirmados referentes à última atualização realizada nesta sexta-feira (26).

Os bairros com o maior número de casos confirmados são: Santo Antônio (46), Centro (32), São Geraldo (24), Alagadiço (23), Piranga (23), Alto da Aliança (21), Itaberaba (21), Jardim Florida (16), Dom Thomaz (17), Coreia (17), Alto da Maravilha (15), Tabuleiro (15), Jardim Vitória (14), João Paulo II (14), Palmares (13), Dom José Rodrigues (13), Argemiro (13), Maringá (13), Parque Residencial (12), Novo Encontro (10), Vila Tiradentes (10), Nova Esperança (9), Pedra do Lorde (9), Alto do Cruzeiro (9), Monte Castelo (8), Residencial Praia do Rodeadouro (7), Centenário (7), Pedro Raimundo (6), Jardim Primavera (6), Alto do Alencar (6), Cajueiro (6), Castelo Branco (6), Country Club (6), Penha (6), Lomanto Júnior (5), Residencial Dr. Humberto (5), Tancredo Neves (5), João XXIII (4), CODEVASF (4), Carnaíba do Sertão (4), Expedito Nascimento (4).

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Brasil tem mais de 1 milhão de casos confirmados e 50.090 mortes por coronavírus

(Foto: Cadu Rolim/FotoArena/Estadão Conteúdo)

O Brasil tem 50.090 mortes e 1.071.085 casos do novo coronavírus confirmados até as 8h deste domingo (21), aponta um levantamento feito pelo consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

O consórcio divulgou no sábado (20), às 20h, o 13º balanço, com os dados mais atualizados das secretarias estaduais naquele momento. Desde então, GO, RO e RR divulgaram novos dados.

No sábado, 20, às 20h, o balanço indicou: 50.058 mortes, 968 em 24 horas; e 1.070.139 casos confirmados.

A marca das 50 mil vítimas foi ultrapassada pouco mais de três meses depois da primeira morte, ocorrida na cidade São Paulo. Desde então, a doença se alastrou pelo país e, atualmente, avança pelo interior.

O Brasil é o 2º país do mundo com mais casos e mortes por coronavírus, atrás apenas dos Estados Unidos, segundo um levantamento da Universidade Johns Hopkins.

Os dados foram obtidos após uma parceria inédita entre G1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal.

40 municípios do Piauí tem pessoas doentes por comerem carne de tatu

Um total de 40 municípios do Piauí já registrou mais de 100 casos de micose pulmonar, transmitida por um fungo que reside no solo. O fungo fica depositado no tatu, animal silvestre muito consumido e comercializado e que, ao ser capturado por seres humanos, transmite a doença.

“Esses casos são uma mescla, entre o manejo do tatu e escavação de poços tubulares”, explica Fabiano Pessoa, médico veterinário e responsável pelo Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

No Piauí, é comum, sobretudo nas estradas no Sul do Estado, o comércio ilegal de caças como o tatu e outros animais silvestres. O manejo e consumo do animal, além de crime ambiental, podem transmitir diversas doenças para os seres humanos.

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Após o carnaval, prefeitura intensifica testes rápidos para IST’s

O Carnaval de Petrolina acabou, mas o alerta da prefeitura para a prevenção contra o HIV e as Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) continua. Os foliões que fizeram sexo sem camisinha ou compartilharam seringas nesse período deve saber que pode ter sido contaminado pela sífilis, gonorreia, hepatite B e pelo HIV – vírus causador da Aids.

Por essa razão, é importante que essas pessoas façam um check-up para verificar sua saúde. Para isto, basta procurar o Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA), que funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 18h, ao lado da Secretaria de Saúde, na Avenida Fernando Góes, nº 537, Centro.

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Corpo do pequeno Mateus está sendo velado na casa de seus pais e o sepultamento será nesta segunda

O corpo de Aglailson Mateus Rocha do Nascimento, está sendo velado na residência de seus pais na Avenida Conrado Ferraz, nº 1101, Bairro Alto do Piloto em Cabrobó-PE. Mateus de apenas 3 anos de idade é filho de Aglaison Rocha e Leilane Alves, o mesmo estava internado no hospital do IMIP no Recife e morreu na noite deste sábado (10).

No mês de junho foi iniciada uma campanha nas redes sociais em favor do pequeno Mateus, tendo em vista que o mesmo estava com uma DOENÇA RARA e GRAVE, chamada de DEFICIÊNCIA DE DIHIDROLIPOAMIDA DESIDROGENASE, sendo esse o ÚNICO CASO NO BRASIL, a doença provoca alterações neurológicas, vômitos, convulsões entre outros.

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Hepatite: OMS pede urgência para ampliar testes e acesso a tratamento

(Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)

No Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais, lembrado neste sábado (28), a Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta para a necessidade de ampliar a testagem e o acesso ao tratamento contra a doença. De acordo com os dados mais recentes da entidade, em todo o mundo, menos de 20% das pessoas tinham acesso à testagem e a serviços de saúde específicos para hepatites em 2016.

Os números da OMS mostram que as hepatites B e C afetam 325 milhões de pessoas. Se não forem tratadas, as infecções podem provocar câncer de fígado e cirrose que, juntos, causaram mais de 1,3 milhão de mortes em 2015. “Precisamos acelerar o progresso para alcançar nossa meta de eliminar a hepatite até 2030”, disse em nota o diretor-geral da entidade, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

Um dos países mais atingidos pela hepatite é a Mongólia, onde mais de 10% dos 3 milhões de habitantes vivem com infecção crônica provocada pelo vírus. Em 2017, o país deu início a um programa que, ao longo do primeiro ano, testou mais de 350 mil pessoas. Mais de 70% delas foram diagnosticadas com a doença e passaram a receber tratamento para a infecção. A meta do governo local é testar 1,8 milhão de pessoas com mais de 15 anos para a doença.

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Moradores voltam a denunciar presença de animais no Nova Petrolina

O Blog Waldiney Passos recebeu uma denúncia de moradores do Residencial Nova Petrolina. Algumas pessoas montaram uma espécie de curral no condomínio popular e isso tem gerado problemas à comunidade. Além do mau cheiro, o risco de doenças é grande.

A situação já foi mostrada pela nossa equipe, em junho e a Secretaria de Saúde havia informado que uma equipe do Centro de Controle de Zoonoses iria até o local verificar a situação.

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Criação de animal no Nova Petrolina tem causado problemas de saúde a moradores

Mas segundo uma moradora, até o momento nenhuma ação foi tomada. “Continua do mesmo jeito, os bichos soltos e as crianças correndo risco de ficar doentes“, relatou.

Nossa produção entrou em contato com a Prefeitura de Petrolina para saber quais medidas serão tomadas no Nova Petrolina. Estamos no aguardo de uma resposta.

Zika vírus volta a circular em Pernambuco; 13 casos foram confirmados

(Foto: Internet)

Após passar todo o ano de 2017 sem nenhum caso confirmado em Pernambuco, o zika vírus volta efetivamente a circular no Estado este ano. 81 pacientes já manifestaram os sintomas sugestivos da doença.

Entre eles, 13 tiveram o diagnóstico confirmado da arbovirose, que ficou conhecida por causar microcefalia em bebês e outras malformações congênitas, além de complicações neurológicas em adultos.

A informação está no 11º boletim epidemiológico de arboviroses deste de 2018, divulgado esta semana pela Secretaria Estadual de Saúde (SES) e que considera dados até o último dia 17 de março.

Em um dos pacientes, entre o grupo de 13 que tiveram diagnóstico laboratorial positivo para zika, o vírus foi identificado nos primeiros dias da doença, através da técnica de PCR (sigla em inglês para reação em cadeia da polimerase), capaz de identificar a presença do DNA do agente causador da doença em amostras de sangue do paciente.

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“É preciso falar mais sobre a hanseníase”, garante dermatologista da UPAE/IMIP de Petrolina

(Foto: Internet)

O mês de janeiro também é conhecido em todo o Brasil pela campanha do “Janeiro Roxo”, que faz um alerta sobre a hanseníase – doença que afeta nervos e pele. De acordo com informações do Ministério da Saúde, o Brasil é o segundo país com mais casos da doença, atrás apenas da Índia, devido à sua maior população.

Por ano, são registrados perto de 30 mil casos nos vários estados brasileiros. E, apesar desse número estar decaindo, a falta de tratamento dos casos existentes aumentou o número de pessoas com incapacidade física.

“Isso devido à pouca familiaridade dos profissionais de saúde com a doença e às falhas da vigilância epidemiológica no Brasil”, acredita a sanitarista, hanseniologista e dermatologista da UPAE/IMIP de Petrolina, Tânia Moreno. “Por isso, nós devemos aumentar o debate sobre a hanseníase e levar mais informação à população sobre a doença, que ainda é cercada de preconceitos, mas tem tratamento e mais de 90% de chance de cura”, afirma.

A doença

De forma simples, pode-se definir a hanseníase como uma doença infecciosa causada por uma bactéria que lesiona os nervos periféricos e diminui a sensibilidade da pele. É a doença mais antiga da humanidade e que ainda ameaça, principalmente a população mais pobre, que não tem acesso aos serviços adequados de saúde e educação, por exemplo. Traiçoeira, ela chega sem alardear e instala-se no corpo com lentidão, podendo deixar fortes sequelas físicas e emocionais. O perigo tem nome bíblico: lepra. Ou Mal de Hansen ou hanseníase, como é definida no país desde 1976.

Preconceito

“O preconceito vem desde a antiguidade quando era considerada uma praga. Os doentes eram isolados, as roupas queimadas e eles rotulados de ‘imundos’. Por isso, acreditamos que ainda hoje algumas pessoas tenham medo do diagnóstico e retardem o tratamento. Para se ter uma ideia, o Brasil é um dos poucos países no mundo a chamar a doença pelo nome de hanseníase e não lepra”, esclarece a especialista.  

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Em Petrolina, profissionais da atenção básica são treinados para fortalecer controle da hanseníase

O diagnóstico é feito pelo médico e envolve a avaliação clínica dermatoneurológica do paciente. (Foto: Internet)

Profissionais da Atenção Básica de Petrolina encerram, nesta quinta-feira (23), uma capacitação sobre Hanseníase, com o objetivo de atualizações sobre o agravo e a importância do diagnóstico precoce. Iniciado na última segunda-feira (20), a oficina é promovida pela Secretaria Executiva de Vigilância em Saúde, vinculada à Secretaria de Saúde.

A hanseníase, popularmente conhecida por lepra, é alvo de bastante preconceito, porém, tem cura. É função da equipe de Atenção Básica diagnosticar o agravo e encaminhar o paciente para o tratamento, que é feito gratuitamente pelo SUS.

O diagnóstico é feito pelo médico e envolve a avaliação clínica dermatoneurológica do paciente, por meio de testes de sensibilidade, palpação de nervos e avaliação da força motora. Se necessário, é realizado um exame chamado baciloscopia.

De acordo com a secretaria executiva de Vigilância em Saúde, Marlene Leandro, a ação é voltada para que qualquer profissional da atenção básica esteja apto a detectar a doença. “A Secretaria de Saúde tem investido em momentos como estes, de educação continuada, pois acredita que por meio da capacitação profissional, é possível ofertar um serviço de saúde com qualidade para as pessoas”, destaca.

Hanseníase

A hanseníase é uma doença infecciosa, causada por uma bactéria chamada Mycobacterium leprae ou bacilo de Hansen. A transmissão do M. leprae se dá por meio de convivência muito próxima e prolongada com o doente da forma transmissora, chamada multibacilar, que não se encontra em tratamento, por contato com gotículas de saliva ou secreções do nariz.

Tocar a pele do paciente não transmite a hanseníase. Ela afeta principalmente a pele, os olhos, o nariz e os nervos periféricos. Os sintomas incluem manchas claras ou vermelhas na pele com diminuição da sensibilidade, dormência e fraqueza nas mãos e nos pés. A doença pode ser curada entre  6 e 12 meses de terapia com vários medicamentos. O tratamento precoce evita deficiência.

Ações de combate à hanseníase serão realizadas em Petrolina

‘Hanseníase tem cura!’ Esse é o tema que a Secretaria de Saúde de Petrolina irá trabalhar neste mês de setembro com a campanha de prevenção e combate à doença. Durante este período, a busca ativa de casos suspeitos será intensificada, além de palestras e feiras de saúde. A abertura da campanha acontecerá na próxima segunda-feira (11), às 16h, na Universidade Estadual de Pernambuco (UPE).

O evento contará com a participação do representante da entidade sem fins lucrativos Morhan, que desde 1981 tem suas atividades voltadas para a eliminação da hanseníase, através de atividades de conscientização e foco na construção de políticas públicas para a população, além de uma apresentação cultural com o cantor Targino Gondim.

A secretária executiva de vigilância em saúde, Marlene Leandro, ressalta que essa é uma campanha muito importante para Petrolina. “O trabalho de busca ativa vem sendo realizado desde o começo do ano em feiras de saúde, presídios, escolas e nas Unidades Básicas de Saúde, porém, o mês de setembro foi escolhido para intensificar a conscientizar a população, levando informação sobre a doença”, explicou a secretária.

Hanseníase em Petrolina

A situação da hanseníase no município é classificada como hiperendêmica, ou seja, os números registrados na região estão acima da média. Em 2015 foram diagnosticados na cidade 364 casos de hanseníase. Em 2016, foram 249.  No período de janeiro a agosto de 2016 foram registrados 191 casos da doença. No mesmo período deste ano o número é de 116 casos de hanseníase.

Leptospirose já matou 13 em Pernambuco este ano

(Foto: Internet)

Pelo segundo ano consecutivo, Pernambuco registra um número elevado de casos e mortes por leptospirose, doença transmitida pela urina de ratos contaminados. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, já são 464 casos suspeitos contabilizados entre janeiro e 18 de agosto – média de dois por dia. Também foram confirmadas 13 mortes.

Os números se assemelham muito aos de 2016 para o mesmo período, quando foram notificados 496 casos e 14 óbitos. Em todo o ano passado foram registrados 595 suspeitas, 160 confirmações e 19 mortes.

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Morre mulher internada com suspeita de raiva humana no Recife

Adriana Vicente estava no isolamento do Departamento de Infectologia do Huoc. (Foto: Tatiana Notaro/ Portal FolhaPE)

Morreu, na noite desta quinta-feira (29), a mulher internada com suspeita de raiva humana no Hospital Universitário Oswaldo Cruz (Huoc), no Recife. O Huoc confirmou a morte. Adriana Vicente da Silva, de 35 anos, foi ferida no peito por um gato de rua quando fazia o resgate do animal – ela é dona da pet shop Artevestepet, localizado no bairro da Boa Vista, na área central da Capital.

O corpo será encaminhado para o Serviço de Verificação de Óbitos (SVO) para atestar a causa da morte, uma vez que os resultados dos exames ainda não chegaram de São Paulo.

A equipe de Vigilância à Saúde do Recife recebeu, no final da tarde de segunda-feira (26), a notificação de um caso suspeito de raiva humana proveniente do Hospital Agamenon Magalhães (HAM) da mulher, que morava em Santo Amaro, também no Centro da capital.

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Bahia registra segunda morte por suspeita de doença misteriosa

O processo de investigação reúne profissionais da Vigilância Epidemiológica, técnicos do Lacen e profissionais da Fiocruz

A segunda morte de uma pessoa que estava com os sintomas da doença que provoca dor muscular intensa (mialgia) e deixa a urina preta foi divulgada nesta quarta-feira (11), pela Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab). De acordo com o órgão, o óbito ocorreu no sábado, 7. A vítima é um homem, que não teve nome e idade divulgados.

A Vigilância Epidemiológica da Bahia abriu uma investigação para apurar se realmente a morte foi provocada pela doença. Os quadros apurados estão sendo tratados como “mialgia [dor] aguda a esclarecer”, pois ainda não há informações sobre as causas.

Na terça, 10, a Sesab havia divulgado a suspeita da primeira morte, que aconteceu no dia 31 de dezembro, no município de Vera Cruz, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). A Vigilância Epidemiológica também apura se a morte foi provocada pela doença. A secretaria informou que além dos sintomas da mialgia, a vítima apresentava outros problemas de saúde, entre eles hipertensão.

Balanço

Já são 52 casos registrados entre o dia 14 de dezembro e 5 de janeiro. O mais novo boletim foi divulgado na terça, 10. Uma das hipóteses é de que a doença esteja relacionada ao consumo de peixe, mas não há confirmação.

No boletim anterior divulgado pelo órgão, com registros até 30 dezembro de 2016, os casos suspeitos eram 30. Até 19 de dezembro do ano passado, eram 22.

Os casos se concentram em Salvador, que desde o início do levantamento já contabiliza 50 casos suspeitos da doença. Também há registros em Vera Cruz (1) e Lauro de Fretas (1).

“Mal da Vaca Louca” pode ter sido a causa da morte de paciente no Recife

Secretaria de Saúde investiga morte de paciente por doença rara em Pernambuco

A suspeita da morte de um paciente no Hospital Universitário Oswaldo Cruz (HUOC), bairro de Santo Amaro, área central do Recife, pela doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ), que tem como variante mais conhecida, erroneamente, o termo “Mal da Vaca Louca” está sendo investigada pela Secretaria Estadual de Saúde (SES). O corpo do homem não identificado, de 58 anos, foi encaminhado para o Serviço de Veri򀀀cação de Óbito (SVO)

A Doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ) é uma doença priônica, do sistema nervoso central que se manifesta de várias formas clínicas. Os sinais ou sintomas mais frequentes são demência rapidamente progressiva associada a tremores musculares de extremidades.

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