Caixa amplia prazo de suspensão de pagamento da prestação de dívidas

A Caixa Econômica Federal ampliou o prazo de suspensão do pagamento da prestação de dívidas de 90 dias para 180 dias. A medida, tomada em razão da paralisação econômica decorrente da pandemia, vale para créditos comerciais de pessoas físicas e jurídicas, como contratos de renegociação, microcrédito e Crédito Auto. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (28).

A prorrogação não é feita de modo automático e pode ser pedida por clientes pessoa física ou jurídica que estejam em dia com a dívida ou no máximo com 50 dias de atraso.

Quem já havia solicitado a prorrogação da pausa para 90 dias (estando ela em andamento ou já concluída) pode fazer um novo pedido de extensão por mais 90 dias. Quem nunca pediu a prorrogação da pausa pode fazer uma solicitação para que ela dure até 180 dias.

Segundo o banco, os valores das prestações adiadas serão alterados e os juros incidentes durante o período de pausa serão distribuídos nas demais parcelas do empréstimo. Com isso, o cliente que optar por essa alternativa deve se preparar para pagar prestações maiores no futuro. O prazo final para pagamento do contrato também é prorrogado automaticamente.

“No caso de empréstimos com atraso, o período pausado considera as parcelas atrasadas e os encargos por atraso também são incorporados ao saldo devedor”, explica a Caixa em comunicado.

Clientes cujo contrato já tenha atingido o limite máximo de parcelas pausadas não podem pedir a prorrogação. Para aqueles que obtiveram carência no momento da contratação do crédito, o período de pausa é limitado no máximo a seis parcelas.

Caso o cliente deseje solicitar a pausa para até três parcelas, o pedido pode ser feito via Internet Banking Caixa ou App Caixa. Para até seis parcelas, é preciso ligar para o telefone 0800 726 8068 (opção 2) ou 0800 726 0104 (opção 4) no caso de ligações via WhatsApp. Contratos Construcard e Crédito Auto só podem ter a pausa prorrogada via WhatsApp.

Os clientes da Agência Digital podem ligar para 3004 8104 (capitais e regiões metropolitanas) e 0800 208 8104 (demais regiões).

Inflação oficial fica em 0,36% em julho, diz IBGE

(Foto: Internet)

A inflação oficial do país, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ficou em 0,36% em julho deste ano, taxa acima do 0,26% de junho deste ano e do 0,19% de julho do ano passado. Este é o maior índice para um mês de julho desde 2016 (0,52%).

Com o resultado, o IPCA acumula taxas de inflação de 0,46% no ano e de 2,31% em 12 meses, de acordo com dados divulgados hoje (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Ministério da Economia avalia estender auxílio emergencial com valor reduzido até dezembro

O Ministério da Economia estuda a possibilidade de ampliar a concessão do auxílio emergencial até o final de 2020, por causa das incertezas derivadas da crise do novo coronavírus. No entanto, caso o benefício seja estendido até dezembro, o valor seria reduzido para R$ 200, segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo. Atualmente, o benefício concedido pelo governo é de R$ 600.

A redução precisaria passar por aprovação no Congresso Nacional, uma vez que o governo federal só pode fazer a prorrogação por conta própria se mantiver o valor original – conforme ocorreu na primeira ampliação do programa. Até o momento o governo destinou R$ 254,4 bilhões para o auxílio emergencial, com despesa mensal de R$ 51,5 bilhões.

A ideia anda em paralelo com a criação de um novo programa social, o Renda Brasil, vista como alternativa para evitar uma nova prorrogação.

Nesta segunda-feira (3), a Caixa Econômica Federal aprovou a inclusão de 805 mil novos beneficiários do auxílio emergencial de R$ 600. Além dessas pessoas, outras 345 mil tiveram o cadastro validado para receber as parcelas 3 e 4 do auxílio.

Atual presidente do HSBC irá presidir o Banco do Brasil

O presidente do HSBC, André Brandão, em audiência no Senado em 2015. (Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado)

André Brandão, atual presidente do banco HSBC no país, aceitou convite do governo para presidir o Banco do Brasil. Ele vai substituir Rubem Novaes, que deixou o cargo na semana passada. De acordo com uma fonte da equipe econômica, ainda faltam alguns detalhes burocráticos para o anúncio oficial de Brandão.

Um dos pontos que pesaram a favor da escolha do executivo é o fato de ele ter um perfil considerado como semelhante ao do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. “Um banqueiro jovem, mas bastante experiente , técnico, discreto e apolítico”, explicou o integrante da equipe econômica do governo.

A informação de que o governo estava prestes a fechar com Brandão foi divulgada nesta sexta-feira (31), pela comentarista Cristiana Lôbo, na GloboNews, e no blog dela, no G1.

Brandão ingressou no Grupo HSBC no final de 1999, na área de renda fixa, vendas e câmbio. Em 2001, assumiu o cargo de diretor de tesouraria, e posteriormente, foi promovido a diretor-executivo de tesouraria. Ele também atuou como diretor da área de mercado do banco para toda a América Latina, antes de chegar à presidência, em 2012.

Brandão tem mais de 20 anos de atuação no mercado financeiro. Além do HSBC, já trabalhou também no Citibank, entre São Paulo e Nova York.

(Com informações do G1)

Banco Central do Brasil vai lançar cédula de R$ 200 reais a partir de Agosto

Nesta quarta-feira (29), o Banco Central divulgou que o lançamento da cédula foi aprovado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e terá como personagem o lobo-guará. A nova nota deve entrar em circulação a partir do final de agosto.

A previsão do Banco Central é que sejam impressas 450 milhões de cédulas de R$ 200 neste ano. A diretora de Administração do Banco Central, Carolina de Assis Barros, afirmou que a nova cédula ainda está em fase final de testes de impressão e que a “boa prática internacional” recomenda que não sejam revelados os elementos da cédula até estar pronta.

Por isso, afirmou, não foi divulgada imagem da nova nota de R$ 200, o que será feito no final de agosto. Atualmente, há seis tipos de cédulas em circulação: R$ 2, R$ 5, R$ 10, R$ 20, R$ 50 e R$ 100.

Mais cedo, o BC informou que de fevereiro, antes da pandemia, para junho, o Papel Moeda em Poder do Público (PMPP) saltou 28,9%, de R$ 210,227 bilhões para R$ 270,899 bilhões. Este é o maior valor da série histórica do BC, iniciada em dezembro de 2001.

De acordo com o chefe do Departamento de Estatísticas do Banco Central, Fernando Rocha, o aumento do papel moeda nas mãos do público nos últimos meses foi causado pela demanda da população com a liberação do auxílio emergencial mensal de R$ 600 pelo governo, durante a pandemia.

Em meio à busca por dinheiro em papel na crise, o Ministério da Economia havia confirmado em 22 de julho que o BC havia solicitado um reforço de R$ 437,9 milhões.

Eco-nomia e Eco-logia; por Roberto Malvezzi (Gogó)

Roberto Malvezzi (Gogó).(Foto: CPT/arquivo)

O Filósofo e Sociólogo Roberto Malvezzi, mais conhecido como Gogó, divulgou um novo artigo de sua autoria. Dessa vez ele faz um paralelo entre economia e ecologia.

Roberto Malvezzi (“Gogó”), nasceu em 1953, no município de Potirendaba, São Paulo. É graduado em Estudos Sociais e em Filosofia pela Faculdade Salesiana de Filosofia, Ciências e Letras de Lorena, em São Paulo. Também é graduado em Teologia pelo Instituto Teológico de São Paulo.

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Remédios terão reajuste de até 5,2%, após aval de Bolsonaro

(Foto: Ilustração)

O presidente Jair Bolsonaro autorizou o reajuste nos preços dos medicamentos em até 5,2%. O aval foi publicado em edição extra do “Diário Oficial da União” desta segunda (1°).

Em 31 de março, em sua conta no Facebook, o presidente anunciou que o reajuste seria adiado por dois meses, em razão da pandemia do novo coronavírus, após acordo com a indústria farmacêutica. A Medida Provisória 933 formalizou a suspensão, mas ainda aguarda votação no Congresso.

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Rodrigo Maia diz em pronunciamento que isolamento social não derruba economia

(Foto: Internet)

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), usou a tribuna da Casa, nesta terça-feira (26), para um pronunciamento pedindo “pacificação dos espíritos”, a preservação da democracia e a luta contra o coronavírus. O discurso do parlamentar acontece em meio a uma crise institucional entre o presidente Jair Bolsonaro, e chefes de outros poderes, em especial o judiciário.

Maia iniciou o pronunciamento se dirigindo às famílias que perderam parentes e pessoas internadas nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) em decorrência da pandemia do novo coronavírus.

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Governo diminui para 0,02% previsão de crescimento do PIB neste ano

(Foto: Internet)

A crise econômica global provocada pela pandemia de coronavírus fez o governo brasileiro reduzir para 0,02% a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos) em 2020. A nova estimativa foi divulgada há pouco pela Secretaria Especial de Fazenda do Ministério da Economia, que apresentou o Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, documento que orienta a execução do Orçamento.

Na semana passada, a própria equipe econômica havia revisado, para baixo, a estimativa de crescimento, de 2,4% para 2,1%. Na ocasião, a Secretaria de Política Econômica, vinculada à Secretaria Especial de Fazenda, anunciou que o coronavírus teria impacto de até 0,5 ponto percentual no PIB. As novas projeções apontam que o efeito foi bem maior e que a pandemia praticamente eliminará todo o crescimento econômico originalmente previsto.

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Impacto negativo no setor de comércio e serviços pode ultrapassar R$ 100 bilhões, diz CNDL

Comércio na Rua Dom Vital. (Foto: ASCOM/ prefeitura de Petrolina)

A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), representante de mais de 500 mil empresas em todo o País, vem buscando junto ao Ministério da Economia medidas emergenciais que possam, de alguma maneira, amenizar os impactos da pandemia do coronavírus no setor.

De acordo com a CNDL, a estimativa é que o setor de comércio e serviços seja impactado negativamente em mais de R$ 100 bilhões nos próximos meses. A projeção tem como premissa a normalização das atividades a partir de maio. Caso os efeitos da pandemia avancem além desse período, o impacto poderá ser ainda maior.

O pacote de medidas anunciado pelo governo federal no dia 18 de março traz importantes avanços para que os empresários mantenham a viabilidade das suas empresas. A CNDL trabalha junto ao governo federal nos ajustes necessários que devem ser feitos para que não ocorra o fechamento de milhares de postos de trabalho.

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Dicas para solteiros gerenciarem seus gastos

O dinheiro é o que move a sociedade moderna e isso é indiscutível, então por que não aprender como administrar melhor os seus gastos fazendo render ainda mais o dinheiro no final do mês e poder fazer as coisas que você mais gosta?

Com um bom gerenciamento é possível fazer viagens, comprar um imóvel melhor, escolher um automóvel que você sempre quis. Ou seja, com um pouco de esforço você poderá realizar os seus projetos pessoais.

Hoje em dia há tantas coisas interessantes e muitas vezes você acaba não sabendo onde gastar ou investir o seu dinheiro. E no final das contas acaba gastando em supérfluos ou criando dividas maiores do que você pode arcar.

A importância do gerenciamento de gastos

Há algumas dicas bem básicas a serem seguidas para que você consiga gerenciar melhor seus ganhos e gastos, podendo ajudar bastante na economia e até mesmo ter aquela renda extra no fim do mês. Veja a lista abaixo e confira.

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Bolsonaro diz que dificilmente PIB crescerá 2% neste ano

(Foto: Internet)

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou nesta segunda-feira (16) que dificilmente o Produto Interno Bruto (PIB) crescerá 2% neste ano diante da pandemia de coronavírus.

Em entrevista por telefone à Rádio Bandeirantes, ele disse que se preocupa com os efeitos da doença sobre a atividade econômica e que o país não pode parar por causa da pandemia.

“Preocupa bastante. A previsão nossa, para este ano, era crescer 2%, a previsão. Com esse problema, dificilmente vai chegar a isso daí”, disse.

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Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal anunciam liberação de crédito para empresas em dificuldades por causa do coronavírus

(Foto: Internet)

O Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal vão oferecer crédito para empresas com dificuldades financeiras por causa da pandemia do novo coronavírus (Covid-19). O anúncio foi feito pelos presidentes da Caixa, Pedro Guimarães, e do Banco do Brasil, Rubem Novaes, e o ministro da Economia, Paulo Guedes, após reunião no ministério, em Brasília (DF).

O presidente da Caixa informou que serão destinados R$ 30 bilhões para compra de carteira de crédito consignado e de financiamentos de carros de bancos médios, caso essas instituições financeiras tenham dificuldades; R$ 40 bilhões para capital de giro, principalmente para empresas do setor imobiliário e as pequenas e médias; e R$ 5 bilhões para o crédito agrícola.

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Novo coronavírus: governo antecipa pagamento do 13º para aposentados

Presidente da República, Bolsonaro, e o ministro da Economia, Paulo Guedes.

O Ministério da Economia anunciou nessa quinta-feira (12) a adoção de providências para minimizar os impactos da pandemia do novo coronavírus para a população.

Entre as medidas anunciadas, está a antecipação, para abril, do pagamento de R$ 23 bilhões referentes à parcela de 50% do 13º salário aos aposentados e pensionistas do Instituto Nacional da Seguridade Social (INSS). A pasta também anunciou a suspensão, pelo período de 120 dias, da realização de prova de vida dos beneficiários do INSS.

Essas são as primeiras decisões tomadas pelo grupo de monitoramento dos impactos econômicos da pandemia de Covid-19, que se reuniu ao longo do dia. O colegiado foi instituído pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, com o objetivo de acompanhar a conjuntura e propor medidas para mitigar os efeitos econômicos do avanço da infecção no país.

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G-20 diz que novo coronavírus é risco para economia global

(Foto: Divulgação/ Josué Damasceno/ IOC/Fiocruz)

Os ministros das Finanças do G-20 e presidentes de bancos centrais declararam que coronavírus constitui novo risco para a economia global e concordaram em adotar políticas adequadas.

A reunião de dois dias, realizada na Arábia Saudita, terminou no último domingo (23) com a divulgação de declaração conjunta.

O documento prevê que o crescimento global se elevará moderadamente em 2020 e 2021. Menciona também riscos de queda provenientes de tensões geopolíticas e comerciais, além de incertezas sobre políticas públicas. A declaração se refere ainda à crescente preocupação sobre a propagação do coronavírus.

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