“O importante é que comece hoje”, afirma Pazuello sobre vacinação no país

Ontem a Anvisa autorizou o uso emergencial da CoronaVac e da AstraZeneca (Foto: Dado Ruvic/Reuters)

A segunda-feira (18) começou com a cerimônia da entrega simbólica das primeiras doses da CoronaVac. A ação coordenada pelo Governo Federal marca o início oficial da campanha nacional de imunização. Entretanto, desde a tarde de ontem o Governo de São Paulo já imuniza profissionais da saúde.

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Segundo o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, a expectativa é que os estados comecem a receber as doses enviadas pelo Governo Federal ainda nessa segunda, no turno da tarde. Nesse primeiro momento as doses foram distribuídas de forma proporcional.

“Fica combinado que a gente distribui tudo hoje e começa [a vacinação] ao final do dia, em princípio, às 17h. A gente marca não antes das 17h, mas se alguém tiver delongas, faz parte da missão“, disse o ministro. “Quem puder, começa às 18h, mas o importante é que comece hoje, ao final do dia. Esse é nosso combinado”, continuou Pazuello.

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Miguel Coelho quer iniciar vacinação contra a Covid-19 na próxima semana

 

Após sair de uma reunião com o Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, o prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, informou que foi acertado um prazo para a aplicação das vacinas em Petrolina já na quarta-feira (20).

O encontro com o ministro da Saúde foi articulado pela Frente Nacional dos Prefeitos, da qual Miguel é um dos vice-presidentes. De acordo com o gestor de Petrolina, Pazuello informou que as vacinas CoronaVac e AstraZeneca já devem ser autorizadas no domingo (17) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Veja o vídeo acima.

Ministro da Saúde quer iniciar vacinação contra Covid-19 na próxima semana, diz jornal

(Foto: CDC/Unsplash)

O ministro do Ministério da Saúde, Eduardo Pazuello, pretende dar início à vacinação contra a Covid-19 no Brasil na próxima terça-feira (19). De acordo com o jornal Estado de S. Paulo, um evento no Palácio do Planalto vai marcar a abertura da campanha de slogan “Brasil imunizado, somos uma só nação”. A cerimônia ainda não foi confirmada, e está sendo discutida pela pasta.

O plano, ainda segundo o Estadão, é aplicar o imunizante em uma pessoa idosa e em um profissional de saúde durante o evento.

Além disso, por motivos políticos, o evento também pretende impedir que o governador de São Paulo, João Dória (PSDB), protagonize a primeira foto de alguém sendo vacinado no País, já que o estado pretende iniciar a imunização no dia 25 de janeiro.

Governadores querem definir cronograma de vacinação contra a covid nesta terça-feira

(Foto: Aloisio Mauricio/Estadão Conteúdo)

Os governadores esperam definir um cronograma de vacinação contra a covid-19 nesta terça-feira (12), em reunião com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. A intenção do Governo Federal é iniciar a imunização de forma simultânea em todo país.

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No entanto, ainda falta a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizar o uso de algum imunizante. Quem largou na frente foi o Instituto Butantan, responsável pela CoronaVac em parceria com o laboratório chinês SinoVac.

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Governo detalhou como será a vacinação

O Governo Federal apresentou, nessa quarta-feira (16), o Plano Nacional de Imunização contra a Covid-19. Em cerimônia realizada em Brasília (DF), o Executivo explicou quem são os grupos prioritários. Acima de tudo, o Ministério da Saúde garantiu vacina gratuita a todos os brasileiros. Contudo, não definiu uma data para  o início da imunização.

Vacinas listadas pelo Ministério da Saúde

“Todos nós temos uma memória afetiva com o Zé Gotinha. É desse programa que estamos falando, quando falamos em vacinar a população brasileira“, afirmou o Secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo Correia Medeiros. “Precisamos pensar em vacinar para manter o funcionamento dos serviços essenciais“, continuou Medeiros.

O plano tem 100 páginas e consta de 10 eixos prioritários. São eles  situação epidemiológica e definição da população-alvo para vacinação; vacinas covid-19; farmacovigilância; sistemas de informações; operacionalização para vacinação; monitoramento, supervisão e avaliação; orçamento para operacionalização da vacinação; estudos pós-marketing; comunicação; e encerramento da campanha de vacinação.

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Em Brasília, Câmara afirma que erros do início da pandemia não podem se repetir na aquisição das vacinas

(Foto: Aurélio Pereira/Ministério da Saúde)

Paulo Câmara (PSB) esteve em Brasília (DF), na manhã de terça-feira (8), juntamente com outros governadores do Brasil. A comitiva se reuniu com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, para cobrar informações sobre o Plano Nacional de Imunização contra a Covid-19.

Durante o encontro, Câmara lembrou que faltou coordenação da União no início da pandemia, erro este que não pode ser repetido no presente. “Todos recordamos o que houve no Brasil no início da pandemia, com a falta de coordenação nacional do enfrentamento ao coronavírus. Estados e municípios disputando no mercado nacional e internacional insumos, medicamentos e, sobretudo, os respiradores para equipar os hospitais. Isso não pode acontecer de novo com relação às vacinas”, disse o pernambucano.

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Paulo Câmara e governadores se reúnem nessa manhã com ministro da Saúde

(Foto: Dado Ruvic/Reuters)

Os governadores do país têm uma reunião com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello às 11h dessa terça-feira (8). A pauta do encontro é unificada: saber mais sobre o Programa Nacional de Imunização. Representante de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB) está confirmado para a discussão na Esplanada dos Ministérios, em Brasília (DF).

A expectativa dos governadores é que o governo federal anuncie o compromisso de adotar múltiplas vacinas na imunização da população contra a Covid-19. Ontem (7) o gestor de São Paulo, João Doria (PSDB) se adiantou e anunciou o calendário de vacinação no Estado.

São Paulo aposta na coronavac, desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. Há ainda a vacina da Pfizer, Moderna, de Oxford e uma russa, que está imunizando apenas os russos. Até o momento o Governo Federal não indicou qual será a vacina escolhida ou fechou contrato com os laboratórios responsáveis.

Após falar em recontagem de mortos, empresário Carlos Wizard recusa convite para ser secretário da Saúde

Wizard com o ministro da Saúde (Foto: Reprodução/Instagram)

O empresário Carlos Wizard desistiu de assumir uma função no Ministério da Saúde. Ele próprio anunciou a decisão no domingo (7), depois de receber críticas por sugerir a recontagem de mortos pela covid-19 no país. Wizard era cotado para ser secretário e conselheiro na pasta.

“Agradeço ao ministro Eduardo Pazuello pela confiança, porém decidi não aceitar para continuar me dedicando de forma solidária e independente aos trabalhos sociais que iniciei em 2018 em Roraima”, escreveu nas redes sociais.

Polêmica

Wizard é conhecido nacionalmente por sua escola de idiomas. Ele ainda não havia sido anunciado oficialmente no cargo, mas já acompanhava algumas reuniões ministeriais. Na última sexta-feira (5) o empresário disse que o Ministério faria uma recontagem dos mortos por ter suspeita de que os estados estariam “inflando” os números do novo coronavírus.

A divulgação dos dados oficiais do Ministério da Saúde tem sido alvo de uma ampla discussão nacional, já que o próprio presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido) confirmou o atraso para evitar que os jornais televisivos divulguem as informações.

Nenhum dos 12 militares nomeados por Pazuello para o Ministério da Saúde fez medicina

General Eduardo Pazuello, ministro interino da Saúde. (Foto: José Dias/PR)

O ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, nomeou pelo menos 12 militares para sua equipe nos últimos dias. Nenhum deles, porém, é formado em medicina, como informa a coluna de Guilherme Amado na Época.

Foram nomeados:

– coronel Antônio Élcio, para secretário-executivo substituto;

– tenente-coronel Reginaldo Machado, para diretor do Departamento de Gestão;

– coronel Luiz Otávio Franco Duarte, para assessor especial;

– tenente-coronel Marcelo Duarte, para assessor do Departamento de Logística;

– subtenente de infantaria André Botelho, para coordenador de contabilidade;

– major Ramon Oliveira, para coordenador de Inovações de Processos;

– subtenente Giovani Cruz, para coordenador de Finanças do Fundo Nacional de Saúde;

– tenente-coronel Marcelo Pereira, para diretor de programa;

– tenente-coronel Vagner Rangel, para coordenador de execução orçamentária;

– major Angelo Martins, para diretor do Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS;

– tenente Mario Costa, para a Subsecretaria de Planejamento e Orçamento;

– capitão Alexandre Magno, para assessor.

Coronel Élcio é nomeado número 2 no Ministério da Saúde

Nomeação foi publicada hoje no DOU (Foto: Aílton de Freitas/Agência O Globo)

O coronel Antônio Élcio Franco Filho é o novo número dois do Ministério da Saúde. Ele foi nomeado nessa quinta-feira (4) ao cargo de secretário-executivo da pasta. Coronel Élcio já atuava como secretário-executivo adjunto no mesmo ministério.

Nomeação do Coronel Élcio (Foto: Reprodução/Diário Oficial)

A nomeação do coronel vem um dia após a oficialização do general Eduardo Pazuello como ministro interino da Saúde em meio à pandemia da covid-19. Pazuello assumiu a vaga deixada por Nelson Teich em meados de maio. Desde que foi nomeado, Pazuello já nomeou 17 militares.

Desde a saída de Teich o Ministério da Saúde está sem um titular na pasta no momento em que o Brasil enfrenta a pandemia do novo coronavírus. Jornais especulam que um nome deve ser oficializado ainda hoje. (Com informações do Poder 360).

Ministro da Saúde anuncia general para ser novo ‘número dois’ da pasta

O ministro da Saúde, Nelson Teich

O ministro da Saúde, Nelson Teich, anunciou nesta quarta-feira (22) a escolha do general Eduardo Pazuello como novo secretário-executivo da pasta. O cargo é o segundo mais importante na hierarquia do ministério e seu ocupante é o substituto eventual nas ausências do ministro.

Segundo o ministro Teich, Pazuello foi escolhido por suas capacidades na gestão de logística, considerada por ele uma das principais necessidades para a atual crise derivada da pandemia do novo coronavírus.

“A impressão que eu tenho é que temos que ser muito mais eficientes do que a gente é hoje. Estamos falando de logística, de compra, de distribuição e ele [o novo secretário-executivo] é muito experiente nisso”, disse. “É uma pessoa que vem nos ajudar em um momento de corrida contra o tempo”.

Pazuello substitui, portanto, João Gabbardo, nomeado para a posição durante a gestão do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta (DEM). O general conta com as bênçãos do Palácio do Planalto para o cargo e foi escolhido após reunião com Teich na terça-feira (21).

Além de Gabbardo, outro dos principais assessores de Mandetta também deve deixar o cargo. Reportagem da CNN informa que a Secretaria de Vigilância em Saúde, hoje dirigida por Wanderson de Oliveira, será ocupada por indicação do PL, um dos partidos do chamado “centrão” que se reaproximou do governo federal.