SESI Petrolina abre período de inscrições para Ensino Médio e Fundamental

(Foto: Reprodução/Google Maps)

Estão abertas as pré-inscrições das matrículas para 2020 no Serviço Social da Indústria (SESI) de Petrolina. Há vagas para alunos do Ensino Fundamental II (do 6º ao 9º ano) e Ensino Médio (do 1º ao 3º ano). São ofertadas 100 vagas para Fundamental e 120 para Médio.

Quem tiver interesse em participar da seleção deve comparecer à unidade até 29 de novembro, próximo ao Parque Municipal, para cadastrar o nome do aluno na lista de espera. O SESI tem média de 70% de aprovação nas universidades e faculdades do país, sendo referência na formação de profissionais.

Os alunos ou responsáveis devem comparecer à entidade com as cópias do RG e CPF, certidão de nascimento, 2 fotos 3×4, comprovante de residência, declaração de quitação anual para débitos (para alunos oriundos de escolas particulares) e documento de transferência original. Os cursos têm uma mensalidade, para saber o valor basta procurar a instituição.

Prazo para isenção da taxa de inscrição do Enem começa na próxima segunda-feira

(Foto: Reprodução/Internet)

Os estudantes que irão participar do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2018 e quiserem pedir isenção da taxa de inscrição devem ficar atentos.

Neste ano, a solicitação de isenção será feita entre os dias 2 e 11 de abril, ou seja, antes do período de inscrição, que começa em maio. O pedido deve ser feito, exclusivamente, pelo endereço site do Enem.

Serão isentos os estudantes que estejam cursando a última série do ensino médio neste ano em escola da rede pública, ou que tenha cursado todo o ensino médio em escola da rede pública ou como bolsista integral na rede privada e tenha renda per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio.

Também tem isenção o participante que declarar situação de vulnerabilidade socioeconômica, por ser membro de família de baixa renda e que esteja inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).

Neste ano, também são isentos os participantes do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) do ano passado, que tenham atingido a nota mínima do exame.

Quem não conseguir a isenção terá que pagar uma taxa no valor de R$ 82,00 para se inscrever.

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Juazeiro: Colégio Estadual Hildete Lomanto continua matriculando novos alunos

(Foto: Blog Waldiney Passos)

Colégio Estadual Hildete Lomanto continua com matrículas abertas para entrada de novos alunos na instituição. A escola oferece cursos do ensino fundamental 2, do 6º ao 9º ano, ensino médio regular, nos turnos manhã e tarde, e Educação de Jovens e Adultos (EJA), no período noturno.

Na EJA, são duas modalidades direcionadas a quem está com os estudos em atraso. A primeira é a Educação para Jovens e Adultos (EJA), com aulas regulares de segunda a sexta-feira, que funciona em forma de aceleração. Em 2018 os alunos cursam o 1º e o 2º anos do ensino médio juntos. Em 2019 concluem o 3º ano e recebem o certificado referente a conclusão do ensino médio. As aulas são no período da noite.

A outra opção é o curso chamado Tempo de Aprender. Neste, os alunos escolhem as disciplinas que querem cursar em cada semestre e vão ao Colégio somente nos dias em que as disciplinas escolhidas são ministradas. As aulas também são realizadas no período noturno.

Mais informações, ligar para (74) 3611-6613.

Juazeiro: reforma do Ensino Médio é discutida na Câmara de Vereadores na Semana da Juventude

(Foto: ASCOM)

Em Sessão Especial na Câmara de Vereadores de Juazeiro, nesta quarta-feira (9), o professor Josemar Pinzoh discutiu com um grupo de estudantes do Colégio Modelo sobre a reforma do Ensino Médio, aprovada em fevereiro deste ano pelo Congresso, e que traz mais indagações do que certezas sobre o futuro da educação brasileira.

O vereador Allan Jones presidiu a sessão, acompanhado pelo representante do prefeito Paulo Bomfim, o assessor Pedro Alcântara Filho, a assessora de políticas públicas da SEDUC, Mary Adriana e a presidente do Conselho da Juventude (COMJUV), Bruna Barbosa.

O professor Pinzoh, além de falar um pouco sobre a mudança aprovada, que prevê que 60% da grade curricular será composta por disciplinas obrigatórias e 40% optativas, e da carga horária que aumentará das atuais 800 horas anuais para 1.400 horas, ele destacou a conjuntura política que está por traz da implementação da Lei da Reforma do Ensino Médio.

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Michel Temer sansiona lei do novo Ensino Médio que deve ser implementado a partir de 2019

(Foto: Internet)

O ministro da Educação, Mendonça Filho, disse hoje (16) que o novo ensino médio estará implementado em todo o país a partir de 2019. A reforma do ensino médio foi sancionada na manhã de hoje pelo presidente Michel Temer.

Entre as principais mudanças estão a flexibilização curricular, a ampliação da carga horária e a formação técnica dentro da grade do ensino médio. O próximo passo a ser dado é implantar a Base Nacional Comum Curricular que, atualmente, está sendo elaborada por um comitê presidido pelo Ministério da Educação.

Segundo o ministro, o ensino médio é diferenciado em cada unidade da federação e, por isso, a implementação da reforma será discutida com os conselhos e secretarias estaduais, para que cada um faça as adequações necessárias.

“A lógica é preservar as peculiaridades e valorizar o protagonismo dos sistemas estaduais”, disse Mendonça ao falar sobre a distribuição dos conteúdos da base durante os três anos do ensino médio.

Mendonça Filho esclareceu ainda que os estados terão suporte técnico e financeiro para a implementação do novo currículo e do tempo integral. Segundo o ministro, R$ 1,5 bilhão já foram disponibilizados para este ano e o próximo para aumentar as matrículas no ensino integral. Hoje, 6% das matrículas do ensino médio são para o ensino integral e a meta é dobrar esse número em três anos.

Com informações do EBC

Temer diz que reforma do ensino médio será sancionada nos próximos dias

(Foto: Internet)

Em tom comemorativo pela aprovação da reforma do ensino médio, o presidente Michel Temer disse hoje (9) que pretende sancionar a medida provisória nos próximos dias. “Foi aprovada ontem na Câmara a segunda das reformas fundamentais do Brasil, que é a do ensino médio. Quero comemorar isso e sancionar muito rapidamente, nos próximos dias”, afirmou.

A reforma foi aprovada ontem (8) no Senado, por 43 votos a 13 e, para o presidente Temer, a exemplo da aprovação de ontem, a bancada de apoio ao governo conseguirá aprovar “com relativa facilidade” as outras reformas defendidas por sua equipe. Segundo ele, essas vitórias têm sido obtidas graças à capacidade de diálogo do governo.

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Senado aprova reforma do Ensino Médio e projeto vai à sanção

O placar foi de 43 votos a favor e 13 contrários

O Senado Federal aprovou, na noite de ontem (8) a medida provisória que reforma o Ensino Médio. Como o texto já havia passado pela Câmara, agora ele segue para sanção presidencial. O projeto flexibiliza a carga horária, permitindo que o estudante escolha parte das matérias que irá cursar durante o Ensino Médio. A proposta é a primeira reforma do governo Temer a ser aprovada no Congresso.

De acordo com o ministro da Educação, Mendonça Filho, o objetivo do governo é aprovar primeiramente a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), para somente depois começar a implementar a reforma, gradualmente, a partir de 2018.

Mendonça acredita que a reforma deve ajudar a conter a evasão estudantil e estimular a ampliação do ensino em tempo integral. “Se falando de educação básica, certamente é a mudança estrutural mais relevante das últimas décadas. A reforma cria ainda um estímulo e apoio ao programa de ampliação do modelo de escola em tempo integral”, disse.

A oposição, entretanto, questionou aspectos da reforma que, segundo ela, podem fragilizar o sistema de ensino. Os senadores do PT apresentaram dois destaques para modificar o texto: um para garantir que todas as áreas do conhecimento fossem ofertadas nas escolas, permitindo que, de fato, o aluno tenha acesso a todas as matérias; outro para impedir que profissionais com “notório saber” possam substituir professores. Nenhum dos destaques foi aprovado.

“A medida provisória, no nosso entendimento, significa um golpe contra os destinos de milhões de jovens da educação deste País, porque ela não só não vem na direção de melhorar o ensino médio, de enfrentar os problemas de caráter estruturante que o ensino médio apresenta, mas vai contribuir para reforçar ainda mais as desigualdades regionais e sociais, já tão gritantes em nosso país”, lamentou a senadora Fátima Bezerra (PT-RN), militante das causas da educação.

O texto aprovado divide o conteúdo do ensino médio em duas partes: 60% para disciplinas comuns a todos, a serem definidas pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC), e 40% para que o aluno aprofunde seus conhecimentos em uma área de interesse, entre as opções Linguagens, Matemática, Ciências Humanas, Ciências da Natureza e Ensino Profissional. Originalmente, na MP, o governo federal defendeu uma divisão 50% a 50%.

Outro pilar da medida provisória é ampliar a oferta de turno integral de 800 horas para 1,4 mil horas anuais, mediante financiamento da União junto aos Estados e ao Distrito Federal durante dez anos.

As disciplinas de Filosofia, Sociologia, Educação Física e Artes funcionarão como matérias “optativas”. As escolas serão obrigadas a oferecer as matérias, mas ficará a cargo do aluno escolher estudar as disciplinas ou não.

Saiba o que muda:

Grade Curricular

Hoje: 13 disciplinas obrigatórias ao longo dos 3 anos.

Reforma: A cada ano, 60% da carga horária para a Base Nacional Comum Curricular e 40% para itinerários formativos.

Professores

Hoje: Somente docentes que fizeram cursos de formação de professores podem lecionar.

Reforma: docentes de “notório saber” para o ensino técnico e profissional; profissionais graduados em outras áreas, mediante cursos curtos de formação pedagógica; professores formados não só em universidades e institutos superiores, mas também em “faculdades isoladas”.

Artes, Educação Física, Filosofia e Sociologia

Hoje: Obrigatórias nos 3 anos.

Reforma: A oferta é obrigatória, porém caberá ao aluno cursar as disciplinas

Divisão do ensino médio

Hoje: Em três anos.

Reforma: Percursos formativos são divididos em módulos e, especificamente no ensino técnico, há a possibilidade de conceder certificados intermediários.

MP Ensino Médio permitirá atuação de professor sem licenciatura

A Medida Provisória que pretende reformular o Ensino Médio vai ser apreciada pelo Senado Federal durante o mês de fevereiro. Um dos diversos pontos que chamam a atenção no texto do projeto é a permissão para que profissionais sem curso de licenciatura possam dar aulas no ensino médio.

Relator do projeto ainda na Comissão Especial que analisava a Medida Provisória, antes da aprovação pela Câmara dos Deputados, o Senador Pedro Chaves, do PSC, mato-grossense explica como vai funcionar a medida.

“Estou permitindo desde que ele faça uma complementação pedagógica mínima de 360 horas. Então o engenheiro, por exemplo, ele é expert em física, química, matemática. E a legislação é muito exigente, quer que ele tenha um curso de pedagogia, que é 1400 horas. Nós queremos que ele faça uma complementação pedagógica”.

O presidente da Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino, a Confenen, Roberto Dornas concorda com a autorização, que segundo ele, permite que profissionais com notório saber possam dar aulas.

“Ninguém melhor do que um médico para dizer sobre o corpo humano, sem dúvida. Ninguém melhor do que um bom advogado para dizer sobre Constituição, direitos constitucionais, deveres constitucionais etc. E quem, realmente, tem público e notório saber, tem público e notório saber em qualquer lugar, em qualquer hora. Se alguém é especialista, ou conhecedor de um determinado conteúdo, que ele se torne professor”.

O texto que será apreciado pelo Senado federal também altera as regras atuais para que o professor possa lecionar em um mesmo estabelecimento por mais de um turno, desde que não ultrapasse a jornada de trabalho semanal estabelecida legalmente.

Senado deve retomar atividades com discussão sobre reforma do ensino médio

A MP sofre resistência no país por parte de professores e estudantes, que promovem atos, greves e ocupações em diversos estados. (Foto: Internet)

A reforma do ensino médio deve abrir as atividades no Senado no início deste ano. Tramitando em regime de urgência, a Medida Provisória (MP) 746/2016, que trata do no modelo do Ensino Médio no país, tranca a pauta de votações no plenário caso não seja apreciada.

Os senadores têm um mês para deliberar sobre a MP 746/2016, após o retorno do recesso parlamentar. A medida provisória perderá a validade caso não seja aprovada até o dia 2 de março.

Entre as principais alterações que constam na MP estão a ampliação da jornada escolar das atuais quatro horas obrigatórias por dia para sete horas, progressivamente.

Quanto ao currículo, a medida estabelece que parte do ensino médio seja voltada para os conteúdos que serão definidos na Base Nacional Comum Curricular, atualmente em discussão no Ministério da Educação, e parte para itinerários formativos, que serão escolhidos pelos estudantes.

MP 746/2016

A MP 746/2016 promove alterações na estrutura do ensino médio, última etapa da educação básica, por meio da criação da Política de Fomento à Implementação de Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral. Amplia a carga horária mínima anual do ensino médio, progressivamente, para 1.400 horas.

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PGR defende inconstitucionalidade da MP do Ensino Médio

Segundo Janot, medida provisória, por seu próprio rito abreviado, não é instrumento adequado para reformas estruturais em políticas públicas. (Foto: Internet)

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, posicionou-se contra a Medida Provisória do Ensino Médio (MP 746/2016). Em parecer enviado nesta segunda-feira (19) ao Supremo Tribunal Federal (STF), Janot defende que a MP não apresenta os requisitos de relevância e urgência para edição de medidas provisórias, além de ferir diversos princípios constitucionais.

“O desfazimento dos efeitos da concretização da reforma do ensino médio desenhada pela MP 746/2016 conduziria a grave situação de insegurança jurídica e a severos prejuízos pedagógicos e pessoais para toda a comunidade”, diz Janot.

Segundo Janot, medida provisória, por seu próprio rito abreviado, não é instrumento adequado para reformas estruturais em políticas públicas, “menos ainda em esfera crucial para o desenvolvimento do país, como é a educação”. “Demonstração concreta de faltar urgência para edição precipitada da norma está no fato de que, se aprovada pelo Congresso Nacional ainda em 2016, a reforma só será adotada nas escolas em 2018”, argumenta.

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Proposta que define mudanças no ensino médio avança no Congresso

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O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (7) o texto-base da medida provisória que define mudanças no ensino médio, como a flexibilização das disciplinas e aumento da oferta de ensino em tempo integral.

Foram 263 votos a favor, 106 contrários e três abstenções. O plenário ainda precisa fazer a análise de emendas, o que só deve ocorrer na semana que vem. Após esse momento, o texto segue para discussão no Senado. As alterações feitas à proposta só passam a valer após a sanção do presidente Michel Temer.

A medida, alvo de polêmica e protestos de estudantes no país, prevê que parte da carga horária seja destinada ao ensino de disciplinas comuns a todos os alunos, e o restante, para aprofundamento em áreas específicas. Neste caso, o aluno poderá optar por uma entre cinco áreas: linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas e ensino técnico e profissionalizante.

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Câmara aprova texto-base de MP da reforma do ensino médio

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Plenário aprovou aumento da carga horária e a divisão de temas a serem estudados no ensino médio

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (7), por 263 votos a favor, 106 contra e três abstenções o texto-base da medida provisória (MP 746/16) que reestrutura o ensino médio.

A medida, entre outras coisas, ampliou de 50% para 60% a composição do currículo da etapa de ensino preenchido pela Base Nacional Comum.

Os 40% restantes serão destinados aos chamados itinerários formativos, em que o estudante poderá escolher entre cinco áreas de estudo: linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas e formação técnica e profissional.

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MP torna ensino médio mais atraente, diz Mendonça um dia antes de relatório

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O ministro explicou ainda que haverá um prazo para que cada sistema estadual de educação possa se adaptar, com implementação gradual e liberdade para organizar sua grade curricular/ Foto: Jefferson Rudy

Um dia antes da apresentação do relatório do senador Pedro Chaves (PSC-MS) sobre a Medida Provisória (MP) 746/2016, que estabelece a reforma do ensino médio, o ministro da Educação, Mendonça Filho, defendeu as mudanças contidas na proposta em audiência pública promovida pela comissão mista encarregada de analisar a MP. O ministro disse que a reforma vai tornar a escola mais atraente para os jovens, melhorar resultados e combater a evasão escolar.

A proposta enviada pelo Executivo ao Congresso amplia de 800 para 1.400 horas a carga horária mínima anual do ensino médio; torna optativas algumas disciplinas e implementa a política de tempo integral nas escolas. A MP também torna obrigatório o ensino da língua inglesa a partir do sexto ano do ensino fundamental.

Para o ministro, o atual modelo do ensino médio “está de costas para o jovem brasileiro”, que se sente “excluído da educação”. Isso, segundo ele, justificaria a urgência e relevância da medida.

“O Ideb [Índice de Desenvolvimento da Educação Básica] do Ensino Médio está estagnado desde 2011. O desempenho atual em Português e Matemática é menor que em 1997. É preciso começar a mudar hoje”, disse.

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Estados pedem mais tempo e dinheiro para implementar reforma do ensino médio

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Secretários estaduais de educação dizem que precisam de tempo e de recursos para executar as mudanças no ensino médio previstas na Medida Provisória 746/2016, em tramitação no Congresso Nacional. Eles concordam que a etapa precisa de mudanças e de se adequar aos interesses dos estudantes, mas pedem algumas alterações no texto da medida. O texto da MP está em análise em uma comissão mista. A intenção dos parlamentares é que o relatório do senador Pedro Chaves (PSC-MS) seja entregue nesta semana. A partir daí, o documento poderá ser discutido e votado.

Uma das principais demandas dos gestores estaduais é a ampliação da duração da política de fomento, na qual o governo federal transfere recursos adicionais para os estados ampliarem a jornada escolar para 7 horas diárias. Atualmente, o ensino médio deve ter pelo menos 4 horas por dia. Pelo texto original, o apoio deve durar no máximo quatro anos.

“É inadmissível a gente pensar que [o fomento] possa encerrar com um ou dois anos, porque isso é um investimento de longo prazo, tem que diluir não só melhorias de estrutura física das escolas, mas estrutura de custeio”, diz o presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Fred Amâncio.

Amâncio é secretário de Educação de Pernambuco, estado que é considerado referência pelo Ministério da Educação (MEC) na implantação do tempo integral no ensino médio. Atualmente, segundo o secretário, 43% das escolas funcionam com uma jornada de 7 horas diárias, ou seja, os estudantes ficam mais tempo na escola e têm atividades no contraturno.

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Estudantes de Juazeiro recebem prêmio na Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente

(Foto: Internet)

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Na próxima terça-feira (29), estudantes do Colégio Estadual Misael Aguilar Silva (Cemas), que fica localizado no Bairro Dom José Rodrigues, em Juazeiro (BA), recebem o prêmio regional de melhor audiovisual da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), categoria Ensino Médio.

A premiação acontece na cidade do Rio de Janeiro e, além do prêmio de melhor audiovisual, premiará os seis trabalhos de destaque nacional nas categorias Produção Textual (Ensino Fundamental e Ensino Médio), Projeto Científico (Ensino Fundamental e Ensino Médio).

Essa é a 8ª edição da Olimpíada, que já analisou mais de 65 mil trabalhos de estudantes de todo o Brasil. A competição acontece em seis etapas regionais: Centro-Oeste (Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins e Distrito Federal), Minas-Sul (Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul), Norte (Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima), Sudeste (Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo), Nordeste I (Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte) e Nordeste II (Alagoas, Bahia e Sergipe).

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