Taxa de desemprego é de 12,4% em fevereiro

(Foto: Internet)

A taxa de desemprego no Brasil ficou em 12,4% no trimestre encerrado em fevereiro deste ano. O dado foi obtido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), através da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) – Contínua, divulgada nessa sexta-feira (29).

O percentual é maior que o do trimestre anterior – encerrado em novembro de 2018 -, que havia sido de 11,6%, mas menor que o resultado do trimestre encerrado em fevereiro do ano passado (12,6%). (Com informações da Folha de Pernambuco).

Extrema pobreza aumenta e chega a 15,2 milhões de pessoas em 2017

(Foto: Arquivo/Agência Brasil)

O número de pessoas na faixa de extrema pobreza no Brasil aumentou de 6,6% da população em 2016 para 7,4% em 2017, ao passar de 13,5 milhões para 15,2 milhões. De acordo com definição do Banco Mundial, são pessoas com renda inferior a R$ 140 por mês. Segundo o IBGE, o crescimento do percentual nessa faixa subiu em todo o país, com exceção da Região Norte onde ficou estável.

Os dados fazem parte da Síntese dos Indicadores Sociais 2018, divulgada hoje (05) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que entende o estudo como “um conjunto de informações sobre a realidade social do país”. O trabalho elaborado por pesquisadores da instituição tem como principal fonte de dados para a construção dos indicadores, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) de 2012 a 2017.

O estudo mostra ainda que também aumentou a proporção de pessoas abaixo da linha de rendimentos. Em 2017, era de 26,5%, enquanto no ano anterior ficou em 25,7%. Os percentuais significam a variação de 52,8 milhões de pessoas para 54,8 milhões. De acordo com definição do Banco Mundial, são pessoas com rendimento até R$ 406 por mês. A maior parte dessas pessoas, mais de 25 milhões, estava na Região Nordeste.

Com informações da Agência Brasil

Desemprego é maior entre nordestinos, mulheres e negros, divulga IBGE

(Foto: Ilustração)

A taxa de desocupação no Brasil caiu para 11,9% no terceiro trimestre de 2018, mas chega a 14,4% na Região Nordeste, a 13,8% para a população parda e a 14,6% para a preta – grupos raciais definidos na pesquisa conforme a declaração dos entrevistados. Quando analisado o gênero, as mulheres, com 13,6%, têm uma taxa de desemprego maior que a dos homens, de 10,5%.

Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa consta na Pesquisa Nacional Por Amostra de Domicílios Contínua Trimestral (Pnad Contínua Tri). É considerada desocupada a pessoa com mais de 14 anos que procurou emprego e não encontrou.

Quatro estados do Nordeste estão entre os cinco com maior desemprego: Sergipe (17,5%), Alagoas (17,1%), Pernambuco (16,7%) e Bahia (16,2%). Apesar disso, a maior desocupação verificada no terceiro trimestre de 2018 foi no Amapá, onde o percentual chegou a 18,3%.

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Inflação tem alta, impulsionada por combustíveis e alimentação

(Foto: Internet)

A inflação de setembro foi a mais alta já registrada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para o mês, desde 2015 O preço dos combustíveis e alimentos foram os principais responsáveis por essa alta, que também supera a meta oficial do governo para o ano.

Os dados foram divulgados nessa sexta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com isso, a inflação acumulada em 12 meses acelerou a 4,53 por cento, de 4,19 por cento até agosto e estimativa de 4,45 por cento.

Apesar da alta, o Banco Central não deve elevar a taxa básica de juros. Segundo o IBGE, os combustíveis saíram de uma deflação e alcançaram 4,18%, pressionando a alta na inflação.

Com 2,8 milhões de cabeças, Bahia ultrapassa o Rio Grande do Sul e tem o maior rebanho ovino do País, segundo o IBGE

(Foto: Reprodução/TV TEM)

Em 2017, a Bahia ultrapassou o Rio Grande do Sul e assumiu o 1º lugar no ranking nacional com o maior rebanho de ovinos: 2,860 milhões de cabeças. Na comparação com 2006, o rebanho de ovinos no estado cresceu 7,0% e, assim, aumentou a participação no rebanho nacional, de 18,8% para 20,7%.

Os dados são do Censo Agropecuário divulgado nesta quinta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Censo Agro reune dados sobre a produção agropecuária, florestal e aquícola brasileira e foi realizado pelo IBGE, em todo o território nacional, entre outubro de 2017 e fevereiro de 2018.

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População brasileira deve chegar a 233,2 milhões em 2047, diz IBGE

O IBGE informou que, em 2018, o Brasil tem 160,9 milhões potenciais eleitores.

A população do Brasil vai continuar em crescimento até atingir 233,2 milhões de pessoas em 2047. A partir deste ano, entrará em declínio gradual chegando a 228,3 milhões em 2060. A expectativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), faz parte da Revisão 2018 da Projeção de População, que estima demograficamente os padrões de crescimento da população do país ano a ano, por sexo e idade para os próximos 42 anos.

Antes de 2048, 12 estados (Piauí, Bahia, Rio Grande do Sul, Alagoas, Minas Gerais, Paraíba, Rio de Janeiro, Ceará, Pernambuco, Maranhão, Paraná e Rio Grande do Norte) deverão ter redução na sua população. Segundo o IBGE, a principal característica dessas unidades da federação é o saldo migratório negativo.

No limite da projeção em 2060, oito estados (Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Amapá, Roraima, Amazonas e Acre) não terão queda nas suas populações. O IBGE explicou que eles apresentam saltos migratórios positivos e/ou têm taxas de fecundidade total mais elevadas.

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Taxa de desemprego no Brasil atinge 12,7% em maio

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou hoje (29) os números do desemprego no país em maio. A taxa chegou a 12,7% no trimestre março-abril-maio, superando o período anterior.

No entanto, em comparação ao mesmo trimestre de 2017 o número representa uma queda de 0,6%, quando a taxa alcançou 13,3%. Segundo o levantamento, o trabalho com carteira assinada continua em queda e cresce a demanda por trabalhos informais.

O IBGE registrou ainda aumento da população fora da força de trabalho, formado por pessoas em idade para atuar no mercado e que por algum motivo não estão empregadas e nem procurando emprego. Esse grupo representa 65,4 milhões de pessoas, o maior nível da série histórica iniciada 2012.

Taxa de desemprego fica em 12,9%, afirma IBGE

(Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

O desemprego no Brasil teve um leve crescimento, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No trimestre encerrado em abril desse ano, o índice chegou a 12,9% ficando acima dos 12,2% no período encerrado em janeiro.

Ainda de acordo com o IBGE, o número de pessoas que buscam emprego e não encontram alcançou 13,4 milhões no trimestre finalizado no mês passado. Dessa forma, houve um aumento de 5,7% em relação aos 12,7 milhões de desocupados no final de janeiro.

No entanto, em comparação ao mesmo período de 2017 houve uma queda de 4,5% no número de desempregados. Já os que trabalham com carteira assinada apresentou uma redução de 1,7%.

Segundo o IBGE, até abril houve geração de emprego apenas nos segmentos de Outros Serviços e Administração Pública (9,1%) e Administração Pública (3,8%).

Inflação tem nova alta e atinge 2,76% em 12 meses

(Foto: Agência Brasil)

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) teve alta de 0,22% em abril. Responsável por medir a inflação oficial no Brasil, a taxa supera março (0,09%) e abril de 2017 (0,14%). Os dados foram apresentados nessa quinta-feira (10), pelo Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e no acumulado, atingiu 2,76% em 12 meses.

Segundo o IBGE, a taxa de 0,92% acumulada em 2018 é a maior para o período de janeiro a abril desde a implantação do Plano Real, em 1994. O aumento da inflação foi puxado pelos gastos com a saúde 0,91%), vestuário (0,62%), habitação (0,17%) e alimentação e bebidas (0,09%).

Apesar de os gastos com a alimentação terem crescidos, o IBGE afirma que comer fora de casa ficou mais barato no mês passado. Houve uma queda nos preços de 0,22%.

Desemprego tem alta no primeiro trimestre de 2018, afirma IBGE

A taxa de desemprego no Brasil teve alta nos primeiros três meses desse ano. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a alta foi de 11,8%. No entanto, essa taxa é menor quando comparada ao mesmo período de 2017, quando o o número ficou em 13,7%.

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nessa sexta-feira (27). Segundo o IBGE, o Brasil tem hoje 13,7 milhões de desempregados, esse número representa uma alta de 11,2 ao trimestre passado.

Houve uma queda em relação a população ocupada (90,6 milhões), com baixa de 1,7% em relação ao último trimestre do ano passado (92,1 milhões). Se comparada ao mesmo período de 2017, houve alta de 1,8%.

Carteira assinada

Em relação ao número de empregados com carteira de trabalho assinada, o levantamento mais recente do IBGE aponta que 32,9 milhões de pessoas ocupam postos formais de trabalho. Isso representa queda de 1,2% em relação ao trimestre passado.

Taxa de desemprego tem alta no Brasil e ultrapassa 12%, segundo IBGE

O levantamento da PNAD Contínua apontou um crescimento de 0,6% na taxa de desemprego do país no trimestre entre dezembro de 2017 e fevereiro de 2018.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa chegou a 12,6%. O IBGE apresentou os dados nessa quinta-feira e segundo o levantamento, apesar de ter crescido, a taxa de desemprego, se comparada ao mesmo período (dezembro de 2016 e fevereiro de 2017) teve queda de 0,6 ponto percentual.

No estudo mais recente do Instituto, a população desocupada no período chegou a 13,1 milhões, 4,4% a mais do que no trimestre anterior. Houve um acréscimo de 550 mil pessoas. Por outro lado, a população ocupada – 91,1 milhões – recuou para 858 mil pessoas.

Analfabetismo é maior entre negros e pardos, aponta IBGE

(Foto: Ilustração)

Pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgada hoje (21) revela que, em 2016, a taxa de analfabetismo no país caiu para 7,2%. A pesquisa também aponta que o número de analfabetos é superior entre as pessoas pretas ou pardas.

O levantamento foi feito ao longo de 2016 por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD). Naquele ano, o total de analfabetos foi estimado em 11,8 milhões de pessoas e “apresentou relação direta com a idade, aumentando à medida que a idade avançava até atingir 20,4% entre as pessoas de 60 anos ou mais”.

A pesquisa também aponta que o número é superior entre as pessoas pretas ou pardas. Se considerados apenas os autodeclarados brancos, a taxa total de analfabetismo é de 4,2%, enquanto entre as que se declaravam pretas ou pardas o índice foi de 9,9%. Em um recorte que considera as pessoas com 60 anos ou mais, o percentual entre os dois grupos é de, respectivamente, 11,7% e 30,7%.

Com informações do G1

Número de idosos cresce 16% no Brasil, aponta IBGE

(Foto: Internet)

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) revelados nesta sexta-feira (24), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na passagem de 2015 para o ano passado, 1 milhão de brasileiros entrou na faixa etária de 60 anos ou mais.

Atualmente, eles são 14,4% dos 205,5 milhões da população nacional estimada pela Pnad Contínua. Em 2012, quando começa a série estatística da pesquisa, essa faixa etária respondia por 12,8% da população. Em quatro anos, são 4 milhões de brasileiros a mais na faixa de 60 anos ou mais (idosos), aumento de 16%.

Regionalmente, o Norte é onde a população é mais jovem. Pessoas com 60 anos ou mais representam 9,2% do total, comparado aos 17% da faixa etária de zero a 9 anos, conforme os dados de 2016. Só que a região Norte tem apenas 8,5% do total da população brasileira, com 17,427 milhões de habitantes. O menor contingente populacional está no Centro-Oeste, com 15,545 milhões de habitantes, ou 7,6% do total em 2016. A maior parte dos brasileiros (86,361 milhões de pessoas) vive no Sudeste.

Com informações do JC

IBGE abre seleção para recenseador temporário com 1.152 mil vagas

(Foto: Divulgação)

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) abriu seleção, até 6 de novembro, para preenchimento de 1.152 mil vagas de recenseador temporário. As oportunidades visam suprir as vagas nos estados ou áreas de trabalho que tiveram candidatos inscritos em número inferior à da oferta, esgotamento dos candidatos aprovados ou a falta de inscritos.

Os interessados vão poder se inscrever gratuitamente no site da instituição. O cargo exige nível fundamental completo e a remuneração será por meio da produção, calculada por setor censitário, conforme taxa fixada e de conhecimento prévio pelo recenseador.

A carga horária mínima é de 25 h semanais, além da participação integral e obrigatória no treinamento. Será obrigatório o comparecimento do Recenseador ao Posto de Coleta nos dias e horários estipulados pelo Agente Censitário Municipal (ACM) ou supervisor (ACS).

Os contratos terão duração de trinta dias, podendo haver prorrogação por apostilamento, por iguais períodos, segundo a necessidade do trabalho e/ou disponibilidade de recursos orçamentários.

O processo seletivo vai constar de análise de títulos, sendo de caráter classificatório, que valerá até 10 pontos e, será realizada observada a pontuação por formação do candidato, sendo: ensino Fundamental – um ponto, ensino médio incompleto – três pontos, ensino médio completo – cinco pontos, ensino superior incompleto – sete pontos e ensino superior completo – 10 pontos. O resultado final será divulgada no dia 9 de novembro.

Brasil tem mais de 207 milhões de habitantes e São Paulo continua sendo o mais populoso

O levantamento aponta que projeção demográfica daqui a 26 anos é de que a população brasileira vai atingir seu limite máximo. (Foto: Ilustrativa)

Dados divulgados pelo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (30) revela que o Brasil tem 207.660.929 habitantes. O crescimento de 2016 para 2017 foi de 0,77% (cerca de 1,6 milhão de pessoas a mais).

Os dados revelam que 25% dos municípios brasileiros tiveram suas populações reduzidas. De acordo com o IBGE, a taxa de crescimento populacional vem desacelerando nos últimos anos. No período de 2015 a 2016, a taxa de crescimento foi de 0,80%. A razão principal da redução no ritmo de crescimento, segundo o instituto, é a queda na taxa de fecundidade.

Segundo o IBGE, para 2017, a projeção mostra que a taxa de fecundidade era de 1,67 filho por mulher, a taxa bruta de mortalidade era de 6,15 mortes por mil habitantes e o saldo migratório (pessoas que entraram menos as que saíram do país) foi de 8.304 pessoas.

O levantamento aponta que projeção demográfica daqui a 26 anos (entre 2042 e 2043) é de que a população brasileira vai atingir seu limite máximo, estimado em 228,4 milhões. Em seguida, deverá decrescer.

Com informações do G1

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