Moro segue sendo o ministro mais bem avaliado do governo Bolsonaro

Sérgio Moro segue sendo o ministro mais bem avaliado no governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL). O ex-juiz da Operação Lava-Jato tem 54% de aprovação entre os eleitores pesquisados pelo Instituto Datafolha. O número mais recente é praticamente estável, quando comparado aos 55% que Moro teve em julho.

A avaliação positiva do titular da pasta da Justiça se mantém mesmo após os contínuos vazamentos de conversas entre Moro e integrantes da Lava Jato e supera em 25 pontos a aprovação do presidente Bolsonaro, de 29%. Em seguida aparece Paulo Guedes, da Economia, com 38%.

Tarcísio de Freitas (Infraestrutura), com 36%, completa o pódio dos mais bem avaliados. Envolvido nas recentes polêmicas sobre a Amazônia, o ministro de Meio Ambiente, Ricardo Salles e o da Educação, Abraham Weintraub possuem porcentagem próxima a de Bolsonaro, na casa dos 29%. O Datafolha entrevistou 2.878 pessoas, em 175 municípios de todas as regiões do País.

Datafolha: reprovação de Bolsonaro chega a 38%

Nova pesquisa aponta queda na aprovação e crescimento na reprovação

A reprovação do presidente Jair Bolsonaro (PSL) segue crescendo. Foi o que apontou a nova pesquisa do Datafolha, a pedido da Folha de São Paulo, publicada nessa segunda-feira (2): 38% dos eleitores entrevistados reprovam o trabalho do Bolsonaro.

Segundo o Datafolha, a aprovação do presidente também caiu de 33%, em julho para 29% — dentro do limite da margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou menos. Por outro lado, a avaliação do governo como Regular ficou estável: antes 31% e agora 30%.

Com 38% de reprovação, Bolsonaro segue sendo o presidente eleito mais mal avaliado em um primeiro mandato, levando em conta os governos de Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. Nos primeiros oito meses de governo, ele apresenta maior rejeição que seus antecessores Dilma (11%), Lula (10%) e FHC (15%).

(Com informações de O Globo)

Segundo Datafolha, 51% são contrários a reforma da Previdência

(Foto: Agência Brasil)

A proposta de reforma da Previdência enviada ao Congresso pelo governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) é rejeitada por 51% dos brasileiros. Outros 41% apoiam a medida, segundo uma pesquisa do Instituto Datafolha divulgada nesta quarta-feira (10).

O resultado foi divulgado na Folha de São Paulo e afirma que, maior parte da população é contrária a idade mínima imposta para a aposentadoria. Entre os entrevistados, 65% disseram ser contra a idade mínima de 62 anos para as mulheres, 53% se opuseram à idade de 65 anos para os homens.

Menor rejeição

Segundo os dados da pesquisa, mesmo com a rejeição ainda forte, a proposta de Bolsonaro é mais aceita que a de Michel Temer (MDB). Em 2017, às vésperas de o texto ser votado por comissão especial da Câmara, segundo a Folha, 71% rejeitavam a reforma.

O Datafolha entrevistou 2.086 brasileiros com 16 anos ou mais, em 130 municípios em todo o Brasil, nos dias 2 e 3 de abril. A pesquisa tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. (Com informações de Band).

30% avaliam governo de Bolsonaro como ruim ou péssimo, segundo Datafolha

(Foto: Internet)

Perto de completar 100 dias de governo, Jair Bolsonaro (PSL) é o presidente em primeiro mandato mais rejeitado desde a redemocratização, segundo pesquisa divulgada pelo Instituto Datafolha nesse domingo (7).

33% dos brasileiros consideram a gestão do presidente regular, 32% a avaliam como ótima ou boa e 30% disseram que o governo é ruim ou péssimo. Segundo o Datafolha, 4% não souberam opinar.

Foram consultadas 2.086 pessoas maiores de 16 anos em 130 municípios entre os dias 2 e 3 de abril. A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Antecessores

Em início de primeiro mandato, todos os seus antecessores desde a redemocratização tinham índices de rejeição menores. Fernando Collor (então PRN) somava reprovação de 19% em 1990, com Fernando Henrique Cardoso o número chegou a 16%. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) marcava 10%, enquanto Dilma Rousseff (PT) tinha só 7%, depois dos 100 primeiros dias de governo. (Com informações do Exame).

Eleições: Lula venceria todos seus adversários, destaca pesquisa do Datafolha

Uma pesquisa sobre as intenções de voto na corrida presidencial apontou que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceria todos os seus adversários, caso estivesse na disputa. Nos cenários analisados sem a presença do petista que está preso desde abril, a pré-candidata Marina Silva (Rede) venceria Ciro Comes (PDT) e Jair Bolsonaro (PSL) numa eventual disputa de segundo turno.

Nas simulações de primeiro turno sem Lula, Bolsonaro (PSL) lidera com 19%, seguido de Marina que oscila entre 14% e 15%. Ciro tem entre 10% e 11%, Alckmin tem 7% e Alvaro Dias (Podemos), 4%. Em uma eventual disputa de segundo turno Bolsonaro aparece empatado com Alckmin, ambos com 33%.

Nas simulações com Lula, o petista venceria a eleição em qualquer cenário. Segundo a pesquisa, o ex-presidente seria eleito com 49% tanto na disputa contra Bolsonaro, que teria 32%, quanto contra o ex-governador Alckmin, com 27%.

Se a oponente fosse Marina, Lula teria 46% ante 31% da ex-ministra. Votos em branco, nulos ou ‘nenhum’ representam, respectivamente nos cenários acima, 22%, 21% e 17%. A pesquisa foi feita entre 6 e 7 de junho, ouvindo 2.824 entrevistados em 174 municípios.

Temer é o presidente mais impopular da história do Brasil, afirma Datafolha

(Foto: Internet)

A pesquisa do Instituto Datafolha apresentada nesse domingo (10) apontou que o presidente Michel Temer é o mais rejeitado na história do país, desde a redemocratização do Brasil. 82% dos brasileiros reprovam o trabalho do medebista, o maior índice desde os 73% apresentados em setembro de 2017, pelo próprio Temer.

O Datafolha ouviu 2.824 pessoas em 174 municípios entre os últimos dias 6 e 7 de junho. Por outro lado, somente 3% consideram o governo do presidente como Ótimo ou bom, outros 14% como Regular. A pesquisa também perguntou ao eleitor qual o nível de confiança da imprensa, Forças Armadas, do STF e do Congresso Nacional.

O levantamento foi feito após a greve dos caminhoneiros, que enfraqueceu o governo de Temer. Segundo o Datafolha, a impopularidade do presidente cresceu em todas as faixas de renda e escolaridade e no Nordeste, a rejeição ao governo do medebista alcança 87%.

Administração de Temer tem nota média de 2,7; 70% reprovam governo

(Foto: Alan Santos/PR)

A reprovação do governo de Michel Temer chegou a 70%. A pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha, a pedido do jornal Folha de São Paulo foi realizada entre 11 e 13 de abril, em 227 municípios. O índice é o mesmo de janeiro desse ano e se refere aos que consideram a administração “ruim” ou “péssima”.

Segundo o Datafolha, 41.194 brasileiros foram entrevistados. Somente 6% deles consideram o governo de Temer Ótimo ou Bom e outros 23% afirmam que é Regular. A pesquisa também questionou os entrevistados sobre a nota média da administração.

41% deram nota zero para o governo do atual presidente, 2% avaliaram como 10 a administração e a nota média, de acordo com pesquisa, foi de 2,7.

Lula lidera pesquisa do Datafolha, mesmo após prisão

(Foto: Diário de Pernambuco)

A primeira pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha, após a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi divulgada na madrugada desse domingo (15). Lula aparece em três cenários pesquisados e se mantém líder, porém com uma redução de pontos em relação a última pesquisa.

No fim de janeiro Lula tinha 37% e agora aparece com 31% em dois cenários e 30% em outro (com a presença de Michel Temer na disputa). Nos três cenários com a presença do ex-presidente, as posições e percentuais dos seus adversários são basicamente as mesmas.

Marina x Bolsonaro

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) teve entre 15% e 16% das intenções de voto, seguido por Marina Silva (Rede) com 10%. Os dois tornam-se automaticamente líder e vice-líder em todos os seis levantamentos sem Lula. Marina reduziu significativamente a diferença para um quadro de empate técnico. E, numa projeção de 2º turno, Marina Silva tem ampla vantagem (44% x 31%) contra Bolsonaro.

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