Lucinha Mota soma mais de 16 mil votos em sua primeira eleição

(Foto: Blog Waldiney Passos)

Mais conhecida na região por ser a mãe de Beatriz Angélica Mota, Lucinha Mota se candidatou a deputada estadual pelo PSOl e teve uma expressiva votação em Pernambuco. Em sua primeira eleição, Lucinha somou 16.326 votos e terminou a apuração na 74ª posição.

No Estado, são apenas 49 cadeiras na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). A nível de comparação, Lucinha teve apenas 1.403 votos a menos do que Fabrizio Ferraz (PHS), dono da última vaga.

Através de suas redes sociais ela agradeceu o apoio dos seus eleitores e deu sinais de que tentará uma nova empreitada na política. “Vocês são uns guerreiros, essa campanha foi limpa, foi justa porque nós trabalhamos honestamente. Cumprimos todas as regras da Justiça Eleitoral, nós somos vitoriosos e eu conto com vocês para 2020”, disse.

Petrolina

Além dos irmãos Antônio e Fernando Coelho (DEM), Lucas Ramos (PSB) e Dulcicleide Amorim (PT) que foram eleitos para a Alepe e Câmara dos Deputados, Petrolina teve outros candidatos que ficaram de fora. Alvinho Patriota (5.954), Coronel Leite (2854) e Edvaldo Landim (558) foram pleiteantes a estadual e não conseguiram lograr êxito.  Na Câmara Federal, Rosalvo (958) e Josélia Blogueira (394) também falharam na busca por uma vaga.

Candidatos a deputado de Petrolina cumprem agenda política no final de semana

Não foram só os candidatos ao Governo de Pernambuco que tiveram uma agenda cheia no final de semana. Os pleiteantes à Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) e Câmara dos Deputados intensificaram suas campanhas, visitando o interior e municípios vizinhos.

Buscando sua reeleição como deputado estadual, Lucas Ramos (PSB) esteve no município de Lagoa Grande, onde conseguiu o apoio dos ex-prefeitos Jorge e Rose Garziera. Pleiteante a uma vaga na Alepe, Cristina Costa (PT) se encontrou com lideranças da Tapera e Roçado.

Outra que almeja a Alepe é Andréa Lóssio (Rede), recebida em Petrolina ao lado do seu esposo e candidato ao Governo de Pernambuco. Lucinha Mota (PSOL) visitou a Feira do José e Maria, Areia Branca, as cidades de Orocó e Cabrobó, para apresentar suas propostas relacionadas a segurança pública.

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Candidatos de Petrolina buscam apoio no interior e outros municípios de Pernambuco

Licenciada da Câmara de Vereadores, Cristina Costa (PT) aproveitou a quarta-feira (22) para visitar o Assentamento Mandacaru e se reunir com lideranças. A petista se lançou como candidata a deputada estadual e ainda participou de um ato em apoio aos militantes em greve de fome pela liberdade de Luiz Inácio Lula da Silva.

Outra pleiteante a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) é Lucinha Mota (PSOL), cuja agenda nessa quinta-feira (23) está focada na zona rural de Petrolina, com visitas e reuniões. Amanhã (24) ela participa de uma entrevista e vista os bairros Rio Corrente e Cohab VI.

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Em ritmo de campanha, candidatas de Petrolina cumprem agenda na cidade

Petrolina tem nomes conhecidos para as eleições de outubro a nível estadual e federal, mas a força feminina vem chamando atenção nessa campanha. Escolhidas por seus partidos para serem candidatas a deputada estadual, Cristina Costa (PT), Andréa Lóssio (Rede) e Lucinha Mota (PSOL) cumpriram agenda política na cidade na segunda-feira (20).

Ex-primeira dama, Andréa se encontrou com comerciantes e recebeu apoio para sua candidatura rumo à Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). Lóssio já tinha iniciado sua agenda no interior, em Izacolândia e busca fortalecer seu nome no seu reduto eleitoral.

Outra estreante na política é Lucinha Mota, mãe de Beatriz Angélica Mota. Candidata a deputada estadual, Lucinha visitou a Feira do José e Maria e reforçou a bandeira da justiça. Ouvindo palavras de apoio, a socialista voltou a cobrar celeridade dos órgãos para punir o assassino da menina Beatriz.

Já licenciada da Câmara de Vereadores de Petrolina, Cristina Costa esteve na Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), acompanhada da também candidata a deputada federal, Marília Arraes (PT). Em seguida, a dupla se reuniu com representantes dos povos de terreiros.

Petrolina tem ainda nomes como Antônio Coelho (DEM), Lucas Ramos (PSB), Rosalvo Antônio (PSOL) e Fernando Filho (DEM) disputando as eleições para a Alepe ou Câmara dos Deputados. Júlio Lóssio, esposo de Andréa foi escolhido pela Rede para ser o candidato ao Governo do Estado e está no Recife cumprindo agenda nessa tarde (21).

Candidatos a deputado estadual e federal de Petrolina intensificam agenda no final de semana

A corrida até o mês de outubro vem se intensificando em Petrolina e municípios do Sertão pernambucano. No final de semana os pleiteantes a vagas na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) e Câmara dos Deputados se reuniram buscando alianças políticas.

Candidato a deputado estadual, Antônio Coelho (DEM) se reuniu com lideranças do bairro Areia Branca. Seu irmão, o deputado federal Fernando Filho (DEM) também participou do encontro, que foi organizado pela vereadora Maria Elena (PRTB).

Já Andreia Lóssio, outra estreante na política começou sua campanha por Izacolândia. A ex-primeira dama esteve acompanhada do vereador Domingos de Cristália (PSL), fiel escudeiro de Júlio Lóssio.

Outro a correr trecho pelo interior foi o candidato a deputado federal pelo PSOL, Rosalvo Antônio. Ele se encontrou com eleitores de Barra Bonita, na divisa entre Santa Filomena e Dormentes.

Petrolina tem ainda nomes como os vereadores Gabriel Menezes (PSL) e Cristina Costa (PT), além de Lucinha Mota (PSOL) colocados na disputa como deputado estadual.

Lucinha Mota é confirmada como candidata a deputada estadual pelo PSOL

Antes de discursar, o público presente respeitou um minuto de silêncio em homenagem a Beatriz.

Nesse sábado (04), o PSOL confirmou a candidatura de Lucinha Mota, mãe da garota Beatriz, para deputada estadual. O anunciou aconteceu durante a convenção do partido.

No seu discurso, Lucinha falou sobre sua luta em defesa dos direitos de Beatriz após o crime que chocou toda a região do Vale do São Francisco. A mãe da garota destacou as dificuldades da Polícia Civil para dar andamento às investigações devido à falta de estrutura.

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“A primeira vez que eu fui em uma delegacia foi para prestar depoimento. Eu me deparei com uma estrutura precária, profissionais sem qualificação técnica, agentes tendo que dividir um computador para trabalhar. Eu perguntei a meu marido: ‘Essa polícia que vai resolver o caso de Beatriz?”, disse Lucinha.

Lucinha afirmou ter escolhido o PSOL após ter feito um estudo sobre o perfil de cada político do partido. “É esse perfil de político que o nosso Brasil precisa para a gente mudar esse cenário de corrupção”, disse.

Convenção do PSOL vai confirmar Lucinha Mota como candidata a deputada estadual

(Foto: Blog Waldiney Passos)

Mais um partido agendou sua convenção partidária para este sábado (4). Depois da frente oposicionista “Pernambuco Quer Mudar” se reunir durante a manhã no Recife (PE), o PSOL marcou para 15h a reunião que confirmará o nome de Lucinha Mota como candidata a deputada estadual.

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A pré-candidatura de Lucinha, mãe de Beatriz Angélica Mota foi anunciada pelo partido em maio desse ano, com a presença de membros do partido no estado. Além dela, nomes como o de Rosalvo Antônio e Edvaldo Landim também foram colocados à disposição do partido para disputar vagas na Câmara dos Deputados.

Durante a convenção o partido fará uma homenagem à Beatriz, conforme o pai da garota e esposo de Lucinha, Sandro Romilton adiantou ao Blog Waldiney Passos.

Em Pernambuco, a aliança com o PCB resultou em uma chapa majoritária formada por mulheres, na disputa ao Governo do Estado e Senado Federal.

“Os impostos que eu pago mensalmente, pra onde é que vai?”, questiona mãe de Alisson Dantas

Ana Cláudia (esq.) participou de manifestação do Caso Beatriz (Foto: Blog Waldiney Passos)

Inconformada com a demora da transferência de Reziélio de Almeida do Paraná para Pernambuco, Ana Cláudia Dantas, mãe de Alisson Dantas conversou com a nossa equipe nessa semana e contou como descobriu que o Governo do Estado não tem verba para realizar a viagem do preso.

Segundo Ana, o julgamento de Reziélio estava previsto para agosto. Ela então procurou a Justiça de Petrolina para saber o porquê da demora em transferir o preso do Paraná, foi então que descobriu essa situação.

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“Pra ter um julgamento precisa de um réu, fui cobrar e me disseram que ele não tinha chegado ainda porque não tem verba. Mas eu fiquei sabendo que existe um prazo e depois que esse prazo vence, o Estado do Paraná não é obrigado a segurar ele lá. E os impostos que eu pago mensalmente, pra onde é que vai?”, questionou.

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SINDJUD PE emite nota sobre veículo contratado que teria atrapalhado protesto do Caso Beatriz

Na quinta-feira (2) houve mais um manifesto do Caso Beatriz organizado pela família da menina assassinada em 2015 no Colégio Nossa Senhora Maria Auxiliadora. Durante o ato um carro de som interferiu no protesto e gerou revolta do grupo.

Ontem o Blog Waldiney Passos mostrou a revolta de Lucinha Mota, mãe de Beatriz Angélica. Nessa sexta-feira (3) nossa equipe recebeu uma nota do Sindicato dos Servidores de Justiça de Pernambuco (SINDJUD PE) esclarecendo os fatos presenciados na manhã de ontem.

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De acordo com o SINDJUDE, a entidade representativa dos servidores não estava ciente do protesto e afirma ter afixado faixas avisando sobre a paralisação do Poder Judiciário no Estado. No entanto, antes do protesto nossa equipe não conseguiu identificar essas sinalizações.

A nota afirma ainda que o Sindicato se solidariza e apoia o protesto organizado na manhã de ontem, que contou com a participação dos grupos Somos Todos Beatriz e Beatriz Clama por Justiça.

Confira a seguir a nota do SINDJUD PE:

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Mães se uniram por pedido de justiça (Foto: Blog Waldiney Passos)

Durante a manifestação organizada pelos familiares da menina Beatriz Angélica Mota, a mãe de Alisson Dantas, jovem assassinado em 2015 no bairro Quati se juntou ao clamor de justiça pelo seu filho.

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Caso Alisson: mãe de jovem quer pena máxima a Rezielio de Almeida

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Alisson foi atacado por Reziélio de Almeida com uma faca do tipo peixeira, porque o acusado pensou que o jovem estaria usando a wifi de sua residência. Reziélio foi preso em maio desse ano na cidade de Ponta Grossa (PR), mas até o momento não foi transferido à Petrolina.

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Em ato público, familiares e população cobram Judiciário por decisão no Caso Beatriz

“Queremos Justiça! Queremos resposta!”. Foi com esse grito que os manifestantes se reuniram na manhã dessa quinta-feira (2) em frente ao Fórum de Petrolina para cobrar do Judiciário a revisão da decisão sobre o pedido de prisão preventiva de Alisson Henrique, ex-funcionário do Colégio Nossa Senhora Maria Auxiliadora no dia em que Beatriz Angélica Mota foi assassinada em 2015.

Convocada pelas redes sociais, a população se uniu aos familiares de Beatriz e do jovem Alisson Dantas, também morto em 2015, no bairro Quati porque o seu assassino achou que ele estava usando a wi-fi de sua residência. O pedido era comum entre as famílias: justiça.

A mãe de Beatriz, Lucinha Mota questionou o argumento da Justiça de Petrolina que negou o pedido de prisão preventiva do ex-funcionário do colégio argumentando sobre tempo. “Deixou ele livre alegando o quê? Tempo, porque ele não foi preso em 2016. Ele não foi preso em 2016 porque o nosso Estado não tem condições físicas de garantir uma investigação, naquela época não se sabia quem tinham apagado as imagens”, disse.

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Manifestação na quinta-feira (2) cobrará judiciário sobre Caso Beatriz

Mais um ato pedindo justiça pelo assassinato de Beatriz Angélica Mota está marcado para esta quinta-feira (2), em Petrolina. O grupo se reunirá às 6h30 no Fórum da cidade, para cobrar atitudes do Poder Judiciário, após a recusa do mandado de prisão preventiva solicitado pelo Ministério Público e Polícia Civil do município contra Alisson Henrique.

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Ele é ex-prestador de serviço do Colégio Nossa Senhora Maria Auxiliadora e segundo as investigações, teria apagado imagens do crime, especificamente no horário e data em que Beatriz foi morta. O fato veio à tona na semana passada e causou revolta nos pais da garota, Lucinha Mota e Sandro Romilton.

A manifestação é organizada pelos pais de Beatriz, em apoio com os grupos Somos Todos Beatriz e Beatriz Clama por Justiça.

“Fake news” sobre investigações do Caso Beatriz incomodam, afirmam Lucinha e Sandro

(Foto: Arquivo)

As investigações do Caso Beatriz mostraram avanços na semana passada, quando veio à tona a informação de que um mandado de prisão preventiva havia sido expedido contra um ex-prestador de serviço do Colégio Auxiliadora. A negativa da Justiça de Petrolina provocou reações, mas para os pais de Beatriz Angélica Mota, outras atitudes também incomodam.

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Desde o início das investigações notícias falsas – as chamadas “fake news” – têm surgido e para Sandro Romilton, pai da garota, isso só gera falsa expectativa nos familiares. 

“Isso [divulgar a informação de que prenderam algum suspeito] não foi a primeira vez. Quantas vezes falaram que prenderam alguém em Lagoa Grande, lá no interior da Paraíba e a gente fica só na expectativa”, disse Sandro ao Blog Waldiney Passos.

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Pais de Beatriz emitem nota rebatendo informações de Alisson Henrique

Lucinha Mota e Sandro Romilton, pais de Beatriz Angélica Mota rebateram as informações de Alisson Henrique, ex-funcionário do Colégio Auxiliadora e afirmam não ser irresponsáveis na divulgação de informações. Em nota, o casal afirma que tanto Alisson quanto a instituição de ensino querem se eximir das responsabilidades.

Confira a nota publicada pelos pais de Beatriz:

“Uma série de erros foram cometidos”, afirma Lucinha Mota sobre investigações do Caso Beatriz

Na opinião dos pais de Beatriz Angélica Mota, as constantes trocas de delegados no caso atrapalharam as investigações que completarão três anos em dezembro. Desde o crime em 2015, a apuração dos fatos passou pelas mãos de Sara Machado, Marceone Ferreira, Gleide Ângelo e Polyanna Neri, atual responsável pelos trabalhos.

Para Lucinha Mota, mão da menina morta com 42 facadas dentro do Colégio Auxiliadora, as trocas somadas às falhas primárias foram cruciais para demora na elucidação.

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“Desde a hora do fato aconteceu, uma série de erros foram cometidos, erros primários, talvez se um delegado assumisse hoje uma delegacia e se deparasse com a situação ele iria ter mais cuidado em lacrar e fechar o local do crime, isso é uma formalidade da polícia”, disse ao Blog.

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