Donos de bares e restaurantes se unem ao setor do turismo em manifestação nesta sexta, em Petrolina

Abervale também esteve na manifestação (Foto: Wanderley Alves/Cortesia)

Na manhã desta sexta-feira (5) as ruas de Petrolina foram tomadas por trabalhadoras e trabalhadores clamando por ajuda diante dos decretos estaduais, da Bahia e Pernambuco. Além do segmento do turismo, os empresários donos de bares e restaurantes também estiveram presentes no ato.

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A Associação de Bares e Restaurantes do Vale do São Francisco (Abervale) lembrou que, além de cobrar a volta dos trabalhos, também é necessária a atuação mais ostensiva das autoridades no cumprimento das medidas sanitárias impostas pelos estados.

Queremos leitos, queremos fiscalização para todos, não só para restaurantes e bares. Queremos também fiscalização mais ostensiva para todos. Não é justo só o restaurante pagar, não é justo a gente pagar essa conta”, disse o presidente da Abervale, Normando Guimarães.

Trabalhadores do turismo fazem manifestação em Petrolina

(Foto: Wanderley Alves/Cortesia)

Empresários e empregados do setor de turismo de Juazeiro (BA) e Petrolina estão nas ruas da cidade pernambucana, na manhã desta sexta-feira (5), para chamar atenção à situação da classe, após novas medidas restritivas serem impostas pelos dois governo estaduais. A categoria alega que com as medidas, fica difícil garantir o sustento diário.

(Foto: Blog Waldiney Passos)

O grupo saiu do bairro Castelo Branco, em Juazeiro. Há pouco eles começaram a percorrer a pé e com alguns veículos de turismo, a Avenida Guararapes, próximo à Prefeitura de Petrolina. Nos cartazes é possível ler mensagens criticando as aglomerações na eleição de 2020.

A categoria cobra a vacinação da população, ampliação dos leitos de UTI e pedem uma ajuda financeira ao setor durante a vigência dos decretos. Tanto Juazeiro e Petrolina vivem momentos próximos do colapso da saúde, com mais de 90% da ocupação das vagas.

Petrolina: músicos vão a Câmara de Vereadores e cobram auxílio para a classe

Um grupo de músicos foi até a Câmara de Vereadores de Petrolina, nesta terça-feira (2), para pedir apoio das autoridades durante a pandemia da covid-19. Eles estão impedidos de atuar em bares, restaurantes e afins, assim como de se apresentar nos shows. Sem emprego não há dinheiro e a classe clama por mais atenção.

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“A gente entende o que está passando nesse país, mas nós não podemos esquecer que nossas famílias estão passando fome, literalmente. Se nós, da classe musical, não morrermos de covid, morreremos de fome. Há um ano nós estamos impedidos de ganhar o nosso pão de cada dia”, disse Bia, empresária do Trio Granah.

Em seguida ela relatou as dificuldades enfrentadas pelos músicos. “Não temos como comprar o gás, como pagar água. A maioria dos nossos vendeu instrumentos. Nós vivemos de emoção, de passar alegria para vocês. E nesse momento de pandemia é a nossa maior tristeza. A gente não aguenta mais, a gente não sabe a quem recorrer“, desabafou Bia.

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Sessões na Câmara Municipal de Petrolina devem continuar presenciais e terça já tem protesto de músicos

Com a taxa de ocupação dos leitos de UTI ultrapassando os 80% na semana passada, os vereadores de Petrolina chegaram a cogitar a possibilidade de retornar as sessões virtuais como ocorreu no ano passado, mas como o boletim divulgado pela Secretaria de Saúde de Petrolina neste domingo (28) apresentou  uma considerável redução no número de internados, 65,90% da capacidade, as plenárias devem mesmo continuar da forma que está.

E os vereadores já poder ir se preparando porque para a sessão desta terça-feira (02/03) já tem protesto agendado dos músicos da cidade insatisfeitos com a proibição de suas atividades em bares e restaurantes, devido aos decretos referentes à pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

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Hospital Dom Malan se posiciona sobre protesto realizado na manhã de hoje na frente da unidade

Grupo fez manifestação no HDM (Foto: Reprodução)

Um grupo de pessoas esteve na manhã desta terça-feira (9), em frente ao Hospital Dom Malan/IMIP pedido justiça por causa da morte de mais um recém-nascido na unidade. A filha de Joseano Rodrigues, morador do Projeto Maria Tereza, faleceu na semana após várias tentativas frustradas de indução de parto normal, quando na verdade ela deveria, desde o início, passar por cesariana, segundo ele.

Ainda de acordo com Joseano, a esposa dele tinha um documento da médica que fez o pré-natal dela, afirmando que a mesma não podia fazer parto normal, porque a mesma não tinha passagem e é diabética. Mesmo assim os profissionais do Dom Malan insistiram na indução e quando fizeram a cesariana era tarde demais.

Na Manifestação de hoje o pai da bebê pediu justiça e a assessoria do Hospital respondeu com a seguinte nota:

NOTA DE ESCLARECIMENTO // HOSPITAL DOM MALAN

“A direção do Hospital Dom Malan de Petrolina reconhece a legitimidade de qualquer tipo de manifestação popular. Entretanto, reforça que conta com uma equipe multidisciplinar ética, dedicada e que preza pelo atendimento de qualidade a todos os usuários do SUS.

Mesmo diante da grande demanda de pacientes na emergência obstétrica da unidade, referência no atendimento materno-infantil de alta complexidade para mais de 50 municípios da Rede de Saúde Pernambuco Bahia (Rede PEBA), o serviço não nega atendimento a nenhuma gestante que o procura. Todas são acolhidas pela equipe multidisciplinar, que avalia os casos individualmente, indicando assim a melhor conduta a ser seguida no momento da admissão.

É importante destacar ainda que o Hospital Dom Malan é, atualmente, a unidade que mais realiza partos em Pernambuco. São, em média, 600 por mês, mais de 7 mil por ano. Desse quantitativo, mais de 50% correspondem a partos de baixo risco, ou seja, procedimentos que poderiam ter sido realizados em serviços de menor complexidade, como maternidades municipais ou casas de partos.

Em relação ao caso específico da gestante Lucicléia Ferreira dos Santos, a direção informa que a mesma foi assistida pela equipe multidisciplinar durante todo o internamento. Entretanto, apesar dos esforços, o recém-nascido não sobreviveu a uma intercorrência causada por uma bradicardia intensa.

A direção da unidade se solidariza com a família nesse momento de dor e se coloca à disposição dos órgãos competentes e dos familiares para qualquer esclarecimento.”

Petrolinenses protestam contra HDM e pai de recém-nascida volta a cobrar justiça

Grupo fez manifestação no HDM (Foto: Reprodução)

Nem mesmo a chuva que caiu no início desta terça-feira (9) em Petrolina impediu a manifestação dos petrolinenses contra o Hospital Dom Malan/IMIP. O grupo se reuniu após mais uma morte registrada na unidade. O caso ganhou repercussão na semana passada e revoltou a população, que clama por punições ao HDM.

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Hospital Dom Malan se pronuncia sobre morte de recém-nascida ocorrida na última quarta-feira

Parentes de recém-nascida que morreu no Hospital Dom Malan relatam o caso no Programa Super Manhã com Waldiney Passos

Uma das organizadoras do ato conversou com a repórter Edjane Almeida, da Rádio Jornal Petrolina durante o programa Super Manhã com Waldiney Passos. “Estamos aqui para mostrar a população de Petrolina que a gente não precisa apenas de infraestrutura e tráfego legal, nós precisamos de hospitais. Sabemos da capacidade do IMIP e dos profissionais. Nós pagamos nossos impostos e exigimos que vocês tomam de conta do IMIP”, afirmou.

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Funcionários do BB de Petrolina protestam contra fechamento de agência

(Foto: Paulo Ricardo Sobral/TV Grande Rio)

Funcionários do Banco do Brasil em Petrolina fizeram uma manifestação na manhã dessa sexta-feira (29), contra o fechamento da agência na cidade. A medida foi anunciada pelo presidente do BB e engloba diversas unidades do banco em todo país.

“Teremos a extinção da bateria de caixas e mais essa dificuldade de atender mal. Não estamos atendendo bem e vamos atender pior. A equação é matemática, tirou funcionário, aumenta a fila”, disse o presidente do sindicato dos bancários de Petrolina, José Augusto Ribeiro.

Hoje é um dia de manifestação em todo país. Os funcionários do BB decretaram paralisação de 24h, para demonstrar insatisfação contra o pacote de reestruturação que a direção da instituição anunciou. Com informações do G1 Petrolina.

CSTT emite nota e afirma estar acompanhando negociações entre Joafra e rodoviários

(Foto: Ilustração/Internet)

A Prefeitura de Juazeiro emitiu uma nota sobre a manifestação dos rodoviários, que no início da manhã paralisaram as atividades. O Blog apurou que eles já retomaram o trabalho, mas segundo a Companhia de Segurança, Trânsito e Transporte (CSTT), o órgão seguirá acompanhando o desenrolar das tratativas.

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Lideranças comunitárias se unem para reivindicar melhorias na Transnordestina, em Petrolina

Pai e filha morreram em grave acidente na segunda-feira, 04/01 (Foto: Reprodução/WhatsApp)

Após mais um acidente com vítimas fatais, moradores fizeram um protesto na Avenida Transnordestina, conhecida como a Via da Morte em Petrolina. Na manhã dessa quarta-feira (6), lideranças comunitárias de bairros vizinhos a avenida chamaram atenção das autoridades.

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Os manifestantes reivindicam a duplicação da Transnordestina, sinalização horizontal e vertical, melhorias no acostamento e iluminação pública. Estiveram presentes no ano lideranças comunitárias dos bairros Mandacaru, Terras do Sul, Santa Luzia, Nova Petrolina, Dom Avelar, Pedra Linda e Projeto Senador Nilo Coelho – Núcleo 11 (N11).

Após manifestação de moradores, Compesa explica situação do abastecimento em Lagoa Grande e Izacolândia

Comunidades estão insatisfeitas com serviço prestado (Foto: Judeir Barbosa)

Moradores do distrito de Izacolândia, em Petrolina e de Lagoa Grande (PE) organizaram uma manifestação na semana passada contra a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa). Eles denunciam estar sem água há mais de 10 dias e cobraram uma resposta da instituição.

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Moradores de Lagoa Grande e Izacolândia organizam protesto contra a Compesa nesta sexta-feira

Em nota, a Compesa disse ter se reunido com integrantes do grupo e explicou a situação. Segundo a Companhia, a “alteração do calendário de abastecimento foi devido às últimas chuvas e consequente danos ao sistema elétrico”. Nesse meio tempo, o abastecimento foi realizado por carros pipa.

“A Compesa reitera que está sempre atenta às necessidades da população de Lagoa Grande e Izacolândia, procurando fazer intervenções nas redes de abastecimento e procurando sanar os problemas que porventura surjam”, ressaltou a instituição.

Moradores de Lagoa Grande e Izacolândia organizam protesto contra a Compesa nesta sexta-feira

População se cansou de não ter água nas torneiras (Foto: Edu Hana)

Moradores de Lagoa Grande, no Sertão do São Francisco, estão organizando um protesto contra a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa). O ato está agendado para 15h desta sexta-feira (6), em frente ao escritório da Compesa, no bairro Chafariz.

A previsão é que moradores de Izacolândia também se juntem ao ato. O motivo da bronca é a constante falta d’água, especialmente nessa semana. A Compesa disse em nota que o desabastecimento é resultado das fortes chuvas. Isso porque há queda de energias e cabe a Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) fazer o reparo na rede elétrica

“Após notificar a Celpe, a concessionária realizou o reparo na tarde desta quarta-feira (4) e a energia foi retomada.  Com isso, o sistema de captação de água foi reiniciado, retomando o processo de distribuição de forma gradativa para o distrito de Izacolândia e o centro de Lagoa Grande”, diz a nota da Compesa.

Mesmo diante dos protestos dos moradores de Lagoa Grande e Izacolândia, a Compesa afirmou que ter disponibilizado “carros pipa para auxiliar no abastecimento de ruas da localidade que estavam sem água”.

Mulheres cobram mais investimentos na Maternidade de Juazeiro

Manifestação foi realizada em frente ao Paço Municipal (Foto: Cortesia)

Um grupo de mulheres se uniu em um protesto pacífico, em frente a Paço Municipal de Juazeiro (BA), na manhã dessa sexta-feira (18). Elas cobram mais investimentos na saúde pública, especialmente no Hospital Materno Infantil.

Muitas delas perderam seus filhos enquanto eram pacientes na unidade. Com o grito de socorro, essas mães querem evitar que outras gestantes passem pelo trauma de ver os filhos nascerem e morrerem pouco depois, diante o descaso na maternidade.

O caso mais recente é de Géssica Ferreira. Ela estava grávida e precisou dar à luz no chão da Maternidade. O bebê de Géssica morreu três dias depois, pela falta de uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) Neonatal. O caso ganhou repercussão na Bahia. Nessa semana o Ministério Público (MP-BA) determinou que a Prefeitura realize reformas e aquisição de novos equipamentos.

Trabalhadores do setor de eventos farão manifestação em Petrolina nesta sexta-feira

Nesta sexta-feira (18) empresários e trabalhadores do ramo de eventos realizam uma manifestação no Centro de Petrolina. Eles cobram a flexibilização ao setor, que foi um dos primeiros a parar por conta da pandemia do novo coronavírus. O ato está marcado para 8h30, na Concha Acústica da cidade.

“A gente precisa se colocar no lugar do outro, a gente quer trabalhar. Isso é trabalho, é luta, é suor, é sustento. Vamos nos colocar no lugar do outro. Estamos aguardando o posicionamento dos prefeitos, todo movimento é válido, é democrático e é direito“, disse a promotora de eventos, Jackeline Maia ao programa Super Manhã com Waldiney Passos, na Rádio Jornal Petrolina.

Crise no setor

Ela estima que cerca de 30% das empresas da região não conseguirão superar a crise econômica provocada pela pandemia da covid-19. “Não parei de pagar as contas, nem a classe. A gente precisa que as pessoas que fazem a lei, elas que estão fazendo aglomerações aqui com essas convenções. A gente só quer trabalhar e de forma organizada“, afirma.

De acordo com Jackeline, o setor precisa ser liberado tanto em Juazeiro (BA), quanto em Petrolina. “A gente precisa voltar a trabalhar, nós queremos trabalhar corretamente. Não temos porque fazer [evento] escondido. Queremos fazer dentro da lei“, pontua.

Os governos da Bahia e de Pernambuco já permitem a realização de eventos com até 100 pessoas. A realização deve levar em conta o distanciamento mínimo entre os presentes e as demais medidas sanitárias.

Familiares criticam atual sistema de visitação na PDEG e farão protesto em Petrolina

Visitação é realizada de 15 em 15 dias atualmente (Foto: Reprodução/Internet)

As visitas em unidades prisionais de Pernambuco estão liberadas desde o dia 8 de agosto, mas com restrições. Justamente por isso, nesta quarta-feira (16) às 9h, um grupo de Petrolina fará uma manifestação em frente à Penitenciária Dr. Edvaldo Gomes (PDEG), para cobrar a visitação no horário normal.

Os motivos são vários. Em primeiro lugar, as famílias alegam que o atual modelo adotado pelo Governo do Estado está resultando em mais aglomeração de pessoas. “É pior do que as visitas normais, que antes era só com cinco pessoas. E agora estão numa sala de aula com 10 a 12 pessoas”, disse um parente de detento na PDEG.

Falta organização

Conforme anunciado pela Secretaria Executiva de Ressocialização (Seres), a visitação ocorre a cada 15 dias. Mulheres grávidas, idosas e crianças não têm direito a entrar. Isso porque, são grupo de risco da covid-19. No entanto, a principal queixa dos familiares é a logística das visitas.

“A gente quer as visitas normais, porque tem gente que vem de Araripina, de fora e viajam. Sem contar que também há problemas com a questão de quem vai poder visitar. Uma vez a gente vai e dá viagem perdida, é muita falta de informação“, ressalta.

Segundo essa fonte, pelo menos 100 mulheres já confirmaram presença na manifestação. O Blog está em contato com a Seres, mas até o momento não obteve respostas sobre os pontos destacados pela leitora.

“Brasil é o país da hipocrisia”, diz médico que interrompeu gravidez de menina de 10 anos sobre protestos

Segundo o médico Olimpio Barbosa, cerca de 50 interrupções de gravidez são feitas por ano no Cisam-UPE (Foto: Reprodução/Globonews)

O médico Olímpio Barbosa, responsável pelo procedimento que interrompeu a gravidez de uma criança de 10 anos que foi estuprada pelo tio, reagiu com indignação à manifestação na porta do hospital, tentando impedir que o aborto, autorizado pela Justiça, fosse realizado.

“Foi de tristeza, pessoas que defendem a vida chamando a criança de assassina, querendo fazer justiça dessa forma, logo em uma maternidade que acolhe mulheres em risco, fazendo barulho em um hospital com 104 mulheres internadas. Nunca passei por nada parecido”, frisou o médico, em entrevista à Bandnews.

A interrupção da gravidez aconteceu no último domingo, 16, no Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam-UPE), em Recife, que é referência estadual nesse tipo de procedimento.

Segundo o médico, cerca de 50 interrupções de gravidez são feitas por ano no Cisam-UPE e é comum meninas de 11 a 12 anos procurarem assistência médica para uma gravidez vinda de uma violência sexual. “O mais importante é que ela não queria, foi torturada, obrigar uma criança a ter uma gravidez forçada é um absurdo”, disse.

O médico Olímpio Barbosa disse também que há uma “hipocrisia” no assunto de interromper gestações vindas de estupros. “A classe alta procura o aborto com maior frequência do que a classe desfavorecida. O Brasil é o país da hipocrisia. A defesa da vida é uma falácia. Se consideram que o embrião tem vida, deveriam estar nas portas das clínicas de reprodução humana, que descartam milhares de embriões”, pontuou.

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