Visita de Bolsonaro a Petrolina deve ser marcada por manifestações pró e contra presidente

(Foto: Internet)

O presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL) desembarcará em Petrolina no começo da tarde e deve ser recepcionado com manifestações favoráveis e contrárias a sua vinda. Durante a sessão de quinta-feira (23) na Câmara de Vereadores o Blog conversou com manifestantes os quais acompanhavam a votação do Título de Cidadão Petrolinese a Bolsonaro, que explicaram como será a agenda de hoje (24).

Apoiadores devem fazer recepção no Aeroporto

Segundo Everaldo de Almeida, que acompanhava a votação do Título, haverá uma recepção ao presidente ainda no Aeroporto de Petrolina. “Os grupos estão organizando um encontro no Aeroporto ao meio dia, ainda não sei a agenda oficialmente dele, mas a princípio essa recepção está mantida para o Aeroporto”, destacou.

Opositores também programam ato 

Representante do DA de Artes Visuais da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), Bruno de Melo explicou que movimentos sociais e estudantis estão mobilizados para um protesto contrário ao presidente. “A gente está se organizando para fazer essa recepção às avessas, para que ele nunca mais volte e pise mais”, afirmou.

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Grupo pró-bolsonaro de Petrolina se mobiliza em apoio ao presidente e à reforma da previdência

Os grupos “Nova Direita Nordeste” e “Grupos Juntos pelo Brasil” estão organizando duas manifestações em apoio ao presidente Jair Bolsonaro em Petrolina (PE) durante esta semana.

A primeira movimentação está marcada para esta sexta-feira (24), quando o presidente chega à cidade. Os apoiadores de Bolsonaro se concentrarão no Pátio Ana das Carrancas, às 12h, para recepcioná-lo.

Depois, no domingo (26), os grupos se reúnem em Petrolina e Juazeiro (BA) em apoio à reforma da previdência, à CPI “Lava Toga” e ao pacote anticrime, do ministro da Justiça e Segurança Pública Sérgio Moro.

Em Juazeiro, o encontro acontece no Vaporzinho, às 16h. Em Petrolina, os grupos devem se reunir na praça Dom Malan, também às 16h.

Com manifestação nacional prevista para quarta-feira, ministro da Educação deve se reunir com reitores ainda nessa semana

Nesta quarta-feira (15) estudantes, professores e técnicos administrativos das universidades federais e institutos federais do país devem realizar um grande ato nacional contra o corte de 30% na educação, anunciado pelo Governo Federal no final de abril.

O movimento já vinha sendo organizado desde abril, quando o governo de Jair Bolsonaro (PSL) começou a tratar das mudanças na regra da contribuição sindical. O ato ganhou força nos bastidores, já que o corte na educação deve paralisar pesquisas e o andamento das universidades e IFs.

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Para evitar um problema ainda maior, o  ministro da Educação, Abraham Weintraub, deve receber representantes da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), presidida por Reinaldo Centoducatte, reitor da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) na quinta-feira (16).

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Ministério da Saúde desiste de extinguir secretaria da Saúde Indígena

Índios interditaram BR-428 (Foto: Blog Didi Galvão/Reprodução)

O Governo Federal recuou da decisão de extinguir a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) após manifestações que os índios de todo país fizeram nessa semana. O anúncio foi feito pelo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta na quinta-feira (28).

A pasta organiza uma reestruturação interna. A ideia era extinguir a secretaria criada em 2010 e transformá-la em um departamento dentro de outra secretaria que deve ser criada nos próximos dias, dedicada à atenção básica. Atualmente, a Sesai coordena 34 Dseis (distritos sanitários indígenas) e outras estruturas, as quais respondem pelo cuidado de 765 mil índios de 305 etnias espalhadas pelo país.

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“O ministério achava que deveria somar na nova secretaria nacional de atenção básica a indígena. Como os indígenas achavam que a secretaria de saúde indígena deveria permanecer, porque isso é uma luta histórica, porque isso é simbólico e ali se reforça sua cultura e identidade, nós vamos manter a secretaria”, disse o ministro nas redes sociais.

Uma das manifestações aconteceu aqui na região, quando índios da tribo Truká interditaram a BR-428 na altura de Cabrobó, cobrando a mudança de decisão do Governo Federal. (Com informações da Folha de Pernambuco).

Partido dos Trabalhadores prepara manifestações em Petrolina e Juazeiro contra a ordem de prisão de Lula

(Foto: Agência PT)

O partido dos Trabalhadores (PT) e movimentos de esquerda ligados ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preparam atos para serem realizados durante esta sexta-feira (6), em Petrolina (PE) e Juazeiro (BA).

Em Petrolina, o PT e o Movimento Frente Brasil Popular estão convocando seus militantes para o ato que eles chamam de ‘Resistência democrática em Defesa da Liberdade de Lula e do Brasil’.

As atividades estão previstas para começar às 9h da manhã com uma oficina de cartazes e mobilizações pelo centro da cidade, com concentração na praça do bambuzinho. À tarde, está previsto um ato público com início marcado para às 16h, também saindo da praça do Bambuzinho.

Em Juazeiro, o diretório municipal do Partido dos Trabalhadores irá se reunir às 10h para definir as ações a serem realizadas nesta sexta-feira (6).

Temendo manifestações, Temer cancela ida a Caruaru

(Foto: Internet)

Com receio de manifestações organizadas pelo PT, o presidente Michel Temer cancelou sua ida a Caruaru, que estava acertada com o ministro das Cidades, Bruno Araújo.

A visita foi adiada para a próxima terça-feira (25), mas, ainda assim, os protestos devem acontecer com a chegada do presidente no município. Espera-se que seja montado um forte esquema de segurança com a vinda de Temer.

Ministro da Justiça desdenha de manifestações e diz que governo vai continuar com as reformas

(Foto: Arquivo)

O Ministro da Justiça, Osmar Serraglio criticou as manifestações realizadas pelas centrais sindicais contra as reformas trabalhistas e da previdência nesta sexta-feira (28).

Em visita a Londrina, no norte do Paraná, Serraglio afirmou que os protestos não têm sentido. “[As manifestações] Foram pífias, não teve a expressão que se imaginava ter. Forçou-se até a situação quando se percebeu que os resultados não eram os imaginados”, criticou o ministro.

O ministro ainda criticou a atitude dos sindicatos. “Os sindicatos têm uma disponibilidade de mais de R$ 2 bilhões, e agora estão percebendo que os operários e trabalhadores estão acordando para essa realidade. Não faz sentido brigar, fazer greve para pagar imposto”, disse o ministro.

Fonte G1

Sentimento das ruas é ver Renan na cadeia

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“O presidente do Senado, Renan Calheiros, entende que as manifestações são legítimas e, dentro da ordem, devem ser respeitadas”, diz o texto divulgado pelo senador

Principal alvo das manifestações de rua deste domingo, Renan Calheiros (PMDB-AL) divulgou uma nota (íntegra aqui). No texto, o presidente do Senado diz que “são legítimas”. Acrescentou que “devem ser respeitadas”.

Com os olhos voltados para o retrovisor, Renan anotou: “Assim como fez em 2013, quando votou as 40 propostas contra a corrupção em menos de 20 dias, entre elas a que agrava o crime de corrupção e o caracteriza como hediondo, o Senado continua permeável e sensível às demandas sociais.”

Quer dizer: Renan se diz “sensível” ao ronco do asfalto, mas não consegue demonstrar sua sensibilidade. Transformado em réu pelo Supremo Tribunal Federal, continua presidindo o Senado como se fizesse um favor ao país.

De resto, reagiu a uma manifestação que apoia a Lava Jato sem dizer o que fará com o seu projeto de lei sobre “abuso de autoridade”, um dos itens tóxicos da pauta de votações desta semana no Senado. Renan finge não perceber. Mas ele se converteu num novo Eduardo Cunha. As ruas desejam vê-lo na cadeia.

Com informações de Josias de Souza.

Protestos contra a corrupção e em apoio à Lava Jato se espalham pelo país

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Manifestantes protestaram contra a corrupção e em apoio à operação Lava Jato /Foto Internet

Milhares de manifestantes protestaram neste domingo (4) em várias cidades do país contra a corrupção e a favor da Operação Lava Jato, que teve como principais alvos de crítica os presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), além de “políticos corruptos” de forma generalizada.

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Os protestos foram convocados pela internet, por grupos como Vem Pra Rua e MBL (Movimento Brasil Livre), os mesmos que encabeçaram as manifestações a favor do impeachment de Dilma Rousseff (PT). Sem uma pauta única, os organizadores pediram, entre outras medidas, a rejeição às mudanças no pacote de medidas anticorrupção, aprovadas pela Câmara dos Deputados, e o fim do foro privilegiado.

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O presidente Michel Temer foi poupado, sendo alvo de críticas pontuaisnas manifestações. Rogério Chequer, líder do movimento Vem pra Rua, afirmou que o grupo não defende a saída do presidente. “Não temos nenhuma evidência que seja suficiente para nós iniciarmos um processo mais grave que vai destruir o pouco de estabilidade que a gente conseguiu reconquistar “, afirmou.

Ele disse que o grupo “está de olho” em Temer e que o governo tem “coisas boas e coisas ruins”.

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O protesto se espalhou em pontos importantes do país, como a praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, a Esplanada nos Ministérios, em Brasília, a avenida Paulista, em São Paulo. Também há registros de manifestações na Bahia, Pernambuco, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e no Amazonas.

Com informações do Uol

Manifestantes vão à av. Paulista em apoio a pacote de combate à corrupção

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O ato foi convocado pelo movimento Vem Pra Rua, que organizava no começo do ano manifestações pedindo o impeachment da então presidente Dilma Rousseff/Foto Arquivo

Manifestantes favoráveis ao pacote de medidas elaboradas pelo Ministério Público Federal para o combate à corrupção se reuniram em frente à sede da Fiesp, na avenida Paulista, na tarde deste domingo (20), na capital paulista.

O ato foi convocado pelo movimento Vem Pra Rua, que organizava no começo do ano manifestações pedindo o impeachment da então presidente Dilma Rousseff (PT). “O povo estava ansioso pra vir para a rua de novo”, afirma o líder do Vem Pra Rua, Rogério Chequer.

Em fala sobre o palco montado na frente da Fiesp, uma das principais apoiadoras dos movimentos pró-impeachment, ele discursou a favor do pacote de medidas, que disse estar sob ameaça, e elogiou a equipe da Operação Lava Jato. “Os políticos estão desesperados, estão topando qualquer coisa. Eles não têm mais medo de não se reeleger, têm medo de ir pra cadeia”, afirmou.

Segundo ele, o movimento chegou a receber ameaças por defender a aprovação das medidas, que tiveram o apoio de cerca de dois milhões de eleitores.

Na rua, manifestantes com camisas do Brasil e cartazes de apoio à Lava Jato ou com dizeres como “Fora Renan [Calheiros, presidente do Senado]” gritavam “Lula na cadeia” e “Moro, Moro!”. Foi inflado o “Pixuleko”, boneco que retrata o ex-presidente Lula com roupas de presidiário, marca dos atos anti-Dilma.

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Mais de mil escolas do país estão ocupadas em protesto; entenda o movimento

(Foto: Internet/Ilustração)

O movimento é contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241/2016, que foi aprovada em segundo turno na terça-feira. (Foto: Internet/Ilustração)

Mais de mil escolas e outros espaços estão ocupados em todo país por estudantes, de acordo com balanço divulgado pela Ubes (União Brasileira dos Estudantes Secundaristas).

Ao todo, segundo a entidade, são 995 escolas e institutos federais, 73 campiuniversitários, três núcleos regionais de Educação, além da Câmara Municipal de Guarulhos, o que totaliza 1.072 locais.

Não há um balanço nacional oficial. E, em algumas localidades, há divergência quanto aos números. Por exemplo, o estado do Paraná concentra o maior número de ocupações. De acordo com os estudantes, são 847 locais. Já o governo afirma que 792 escolas estão ocupadas.

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MST promete ato ‘com sangue nos olhos’

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MST prometeu fazer diversas manifestações no país após o impeachment de Dilma. (Foto: Arquivo)

O coordenador Nacional do MST, Alexandre Conceição, afirmou que o movimento vai reagir “com sangue nos olhos”, que manifestações devem recrudescer e que, o grito da Terra, programado para 7 de setembro, este ano retornará com força total. Depois de permanecer durante os últimos anos em banho-maria, as ações do MST deverão retomar as forças, disse.

“Nos últimos anos, diante do crescimento econômico, da distribuição de terra, de fato nossa luta reduziu a intensidade”, disse, numa referência aos governos Lula e Dilma Rousseff. Agora, com o impeachment de Dilma Rousseff e a saída do PT do governo, o movimento sente-se livre de qualquer compromisso. “O povo vai sentir o golpe na pele. Nossa missão é reorganizar as massas. As manifestações vão incendiar, a luta vai se radicalizar para garantir seus direitos que possam ser ameaçados”.

Com informações do Estado de São Paulo

PT vai usar impopularidade de Temer contra governo

“O governo interino de Temer não é afeito à diversidade e está comprometido com a retirada de direitos sociais conquistados ao longo dos últimos anos. Há grande expectativa no PT de que se possa fazer com que o Senado evite, no processo final do julgamento, o afastamento definitivo de Dilma Rousseff”, disse Humberto Costa/Foto:arquivo

“O governo interino de Temer não é afeito à diversidade e está comprometido com a retirada de direitos sociais conquistados ao longo dos últimos anos. Há grande expectativa no PT de que se possa fazer com que o Senado evite, no processo final do julgamento, o afastamento definitivo de Dilma Rousseff”, disse Humberto Costa/Foto:arquivo

A Executiva Nacional do Partido dos Trabalhadores se reuniu pela primeira vez nesta segunda-feira (16) depois que Dilma Roussef foi afastada temporariamente pelo Senado. De acordo com o senador Humberto Costa, que era líder da bancada governista, a legenda está se articulando para fazer oposição ao governo interino de Michel Temer (PMDB) e, para isso, vai usar a militância do PT e a impopularidade do peemedebista.

O partido deverá até divulgar um documento com as diretrizes de ação para os aliados petistas nesta terça-feira (17), após um encontro do Diretório Nacional. A reunião, realizada em Brasília, será um debate sobre a atual conjuntura política.

Em entrevista ao Fantástico nesse domingo, Temer afirmou que não quer tentar a reeleição e não tem medo de ser impopular, desde que tome medidas para tentar acabar com as crises econômica e política.

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As manifestações contra o governo Dilma dominam o Brasil

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A criatividade e insatisfação tomam conta das ruas do Brasil, neste domingo(13), muitas pessoas vestidas de verde e amarelo, com faixas, máscaras do juiz Sérgio Moro, carros de som tocando o hino brasileiro, vão às ruas de muitas cidades no Brasil, demonstrar seu descontentamento com a política e protestar pelo fim da corrupção do governo petista que já está há 13 anos à frente do Brasil.

Os manifestantes usaram o último discurso do ex-presidente Lula, para trazer elementos que simbolizasse o que foi dito naquela ocasião, o líder petista na última coletiva, fez uma analogia de sua bravura com  a de uma cobra jararaca ” se quiseram matar a jararaca não bateram na cabeça”.

Luiz Inácio Lula da Silva é o alvo principal da 24º fase da Operação Lava Jato.

MG/BELO HORIZONTE/16-08-2015/PRIMEIRO PLANO/MANIFESTACAO  NA PRACA DA LIBERDADE. FOTO: WESLEY RODRIGUES/JORNAL HOJE EM DIA

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