MEC deve oficializar secretário de Educação do PR como novo ministro

Renato Feder é o secretário da Educação do Paraná (Foto: Divulgação)

Renato Feder, atual secretário de Educação do Governo do Paraná, deverá ser oficializado como novo Ministro da Educação (MEC). A informação foi divulgada na manhã dessa sexta-feira (3), pela Rádio Bandeirantes e confirmada por fontes ligadas ao Governo Federal.

O nome de Feder ganhou força nos últimos dias, especialmente pelo seu perfil apaziguador. Caso confirmado, ele substituirá Carlos Decotelli, que ficou menos de cinco dias no MEC. Decotelli seria o primeiro ministro negro do Governo de Jair Bolsonaro (sem partido), mas caiu após uma sequência de polêmicas envolvendo seu currículo.

O MEC já teve três ministros desde o início da gestão Bolsonaro. O primeiro foi Ricardo Vélez Rodriguez, sucedido por Abraham Weintraub, exonerado depois de deixar o Brasil para morar nos Estados Unidos e Decotelli. Até o momento o Palácio do Planalto não se pronunciou oficialmente.

Assessor no MEC, Sérgio Sant’Ana ganha força para ser sucessor de Weintraub

(Foto: Divulgação)

Assessor especial de Abraham Weintraub no Ministério da Educação (MEC), Sérgio Sant’Ana ganhou força para ser alçado como ministro da pasta. Segundo o jornal O Globo, interlocutores indicam que ele se tornou o favorito de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

De acordo com a reportagem, o intuito é escolher alguém que se comprometa a não ser candidato em 2022 e que também não ofusque a imagem do presidente da República.

O nome de Sant’Ana ganhou força no MEC por ser leal a Bolsonaro e ser um quadro que já está no MEC. Além disso, a falta de “manchas” na sua ficha seria um ponto positivo.

No entanto, o que pode pesar para o postulado é a falta da experiência, conforme apontado um integrante do Palácio do Planalto ligado a Bolsonaro. O assessor é próximo de outro cotado ao cargo: o atual secretário de Alfabetização, Carlos Nadalim, que é considerado “o oposto de Weintraub”.

O cenário defendido hoje no Planalto é que o próximo escolhido para o cargo seja uma pessoa “zen”. Nas redes sociais, contudo, Sant’Ana segue a cartilha bolsonarista de ataques à esquerda e à imprensa.

Paulo Vogel assume MEC interinamente após saída de Weintraub

Paulo Vogel era número 2 do MEC (Foto: José Cruz/Agência Brasil)

Paulo Vogel foi nomeado ministro interino da Educação. Ele assume o posto deixado por Abraham Weintraub, exonerado no último sábado (20) depois de deixar o país. Vogel atuava como secretário-executivo do MEC, sendo considerado o número 2 da pasta.

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Vogel tem graduação em economia e direito e pós-graduação em administração financeira. Na gestão de Jair Bolsonaro (sem partido) ainda integrou o grupo de transição e atuava como secretário-executivo adjunto da Casa Civil, onde Weintraub também exerceu função.

Entre 2013 e 2014, trabalhou como secretário-adjunto de Finanças e Desenvolvimento Econômico da cidade de São Paulo, período em que Fernando Haddad era prefeito. Nos bastidores o Centrão articula um nome para ser o novo ministro. (Com informações do JC Online).

Reitor pro tempore da Univasf afirma que sua nomeação pelo MEC não pode ser classificada como “antidemocrática”

Em nota, Paulo César Fagundes Neves rebateu críticas  (Foto: Arquivo)

O reitor pro tempore da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), Paulo César Fagundes Neves, emitiu uma nota onde nega ocupar o cargo de forma indevida. De acordo com Neves, sua nomeação foi consequência de problemas na elaboração da lista tríplice do Conselho Universitário (CONUNI).

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Nos imbróglios da eleição interna, uma das chapas acionou a Justiça, postergando a nomeação dos vencedores na votação interna. “Não se pode entender como antidemocrática a atitude do MEC, ao revés, agiu-se nos estritos limites da lei, buscando evitar descontinuidade dos relevantes serviços públicos prestados pela Universidade em educação, assistência estudantil, pesquisa, extensão e, ainda, permitir o regular funcionamento do Hospital Universitário“, destaca a nota.

Leia a seguir a íntegra do documento:

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Mesmo com críticas, inscrições para o Enem 2020 começam hoje

(Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 começam nessa segunda-feira (11), mesmo com os pedidos de adiamento das provas por conta da pandemia do coronavírus. O prazo para o estudante se candidatar termina no próximo dia 22.

A taxa desse ano é de R$ 85 e a inscrição deve ser feita exclusivamente pela internet, no site do Enem. As provas estão previstas para 1º e 8 de novembro e na edição desse ano há uma novidade: a versão digital do exame, agendada para 22 e 29 de novembro.

O governo federal optou por manter o calendário do Enem, apesar das críticas e pedidos de adiamento, já que o Brasil superou a marca de 11 mil mortos e ainda não conseguiu controlar a doença. Entidades como a União Nacional dos Estudantes (UNE) e União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) pedem alteração no cronograma da prova e criticaram a postura da União.

Enem digital será aplicado em 22 e 29 de novembro

Prova digital foi adiada, mas versão impressa não (Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 na versão digital será aplicado nos dias 22 e 29 de novembro. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela aplicação das provas anunciou as novas datas nessa semana.

Inicialmente o Enem digital seria aplicado em outubro. Com o adiamento o Inep também definiu novas cidades para aplicação dessa versão, alcançando também o Distrito Federal. A estrutura, ressalta o órgão, será a mesma da versão impressa.

Enem tradicional

Mesmo com a pandemia do novo coronavírus o Enem tradicional, com versão impressa, está mantido para 1º e 8 de novembro. As inscrições começam no dia 11 de maio e seguem até 22 do mesmo mês. A taxa de inscrição em 2020 foi mantida em R$ 85.

DCE critica remoção de faixa contra reitor pro tempore da Univasf

Estudantes fixaram faixa com mensagem contrária ao novo reitor temporário (Foto: Reprodução/WhatsApp)

A nomeação de um reitor pro tempore à Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) não agradou a comunidade acadêmica. Para demonstrar a insatisfação dos discentes, o Diretório Central Estudantil (DCE) fixou uma faixa na entrada do Campus Centro, em Petrolina.

Faixa foi removida no dia 18/04

A faixa tinha uma mensagem clara contra o reitor e foi implantada no último dia 16 de abril. Dois dias depois, ela foi removida e gerou revolta do DCE.

No dia 18 já não estava mais no local. O objetivo desses golpistas é passar por cima da liberdade de expressão dos estudantes, atacando a democracia e passando por cima das eleições de reitoria“, afirmou o Diretório.

Reitoria apoia ação, afirma Diretório

De acordo com o DCE, a remoção foi feita com aval da reitoria. Mesmo assim, o grupo pretende utilizar do espaço para demonstrar que o reitor temporário não é bem-vindo na Univasf. “Com nossas denúncias pelas redes já conseguimos recursos para confeccionar mais duas faixas, para mostrar que não vamos desistir de lutar pela justiça e pela democracia”, diz a nota enviada ao Blog.

Outro lado

Nossa Produção entrou em contato com a Univasf para pedir um posicionamento da instituição. Até a conclusão da matéria não tivemos resposta. O Blog segue aberto aos esclarecimentos.

DCE da Univasf critica intervenção do MEC e faz abaixo-assinado contra reitor pro tempore

Estudantes fazem abaixo-assinado contra reitor pro-tempore (Foto: Arquivo)

O anúncio de um reitor pro tempore à Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) provocou reação da comunidade acadêmica. O Diretório Central Estudantil (DCE) emitiu uma nota criticando a intervenção do Ministério da Educação (MEC) que passou por cima da eleição interna.

De acordo com o DCE, o Governo Federal nomeou um “interventor”, favorecendo a chapa perdedora na eleição de 2019. “A Univasf está sofrendo um ataque à sua autonomia e à sua democracia. Um grupo de professores que tem alinhamento político com o governo Federal e com o ministro da Educação está tentando sujar de todas as formas o processo eleitoral de escolha de reitor da Univasf”, afirmou o diretor do DCE, Bruno de Melo.

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Telio Leite encabeçará lista tríplice para reitor da Univasf e Lúcia Marisy a de vice

Segundo o DCE, mesmo os estudantes não sendo apoiadores da candidatura de Télio Leite, vencedor do pleito, a decisão da maioria deve ser respeitada. “O candidato Télio venceu em todas as categorias, o professor Télio venceu novamente na lista-tríplice e a chapa perdedora impetrou uma ação na Justiça. No atual momento a lista-tríplice está suspensa”, destacou o presidente.

Indignados com a intervenção do MEC, o DCE criou um abaixo-assinado virtual para que o nome indicado pelo Governo Federal seja removido. Leia a seguir uma nota emitida pelos estudantes:

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UNIVASF sofre intervenção do MEC em sua reitoria

(Foto: Arquivo)

O Ministério da Educação (MEC) publicou no Diário Oficial desta segunda-feira (13) a portaria nº 384, de 9 de abril de 2020 que designa o professor Paulo Cesar Fagundes Neves para o cargo de reitor pro tempore da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf). O ato ampara-se na Medida Provisória nº 914/2019 que trata sobre o processo de escolha de dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes).

No caso específico da Univasf, a designação de reitor pro tempore ocorre em virtude do pedido de suspensão da lista tríplice à Reitoria da Univasf, elaborada pelo Conselho Universitário (Conuni), em novembro do ano passado, e que está sub judice por decisão liminar do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5).

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MEC flexibiliza formatura de estudantes da saúde durante pandemia do covid-19

Portaria está valendo a partir de hoje (Foto: Imagem Ilustrativa)

A pandemia do novo coronavírus fez o Ministério da Educação (MEC) flexibilizar as regras para formatura dos futuros profissionais da saúde. Estudantes de medicina, enfermagem, farmácia e fisioterapia do sistema federal poderão colar grau, desde que tenham concluído 75% do internato médico ou estágio supervisionado.

A medida foi publicada no Diário Oficial da União dessa segunda-feira (13), através da Portaria 383/2020 que já está valendo a partir de hoje. Os certificados de conclusão de concurso e diplomas emitidos durante a pandemia terão a mesma validade dos em rito ordinário.

A decisão do MEC é válida “enquanto durar a situação de emergência em saúde pública decorrente da pandemia do novo coronavírus – Covid-19, na forma especificada nesta Portaria”.

Estudantes relatam vazamento de lista da UFPE via Sisu, MEC não confirma veracidade

MEC não confira veracidade da lista (Foto: Ilustração)

Uma lista está circulando na internet e contém nomes de supostos aprovados no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). De acordo com o Jornal do Commércio, a lista é do curso de Medicina, no campus Caruaru, região Agreste do Estado. No entanto, o Ministério da Educação (MEC) não confirma a veracidade das informações.

Pró-reitora acadêmica da UFPE, Magna Silva respondeu que a universidade não recebeu nenhuma listagem do governo federal. Na apuração do JC, há vazamentos de supostas listas também no Ceará, Espírito Santo e São Paulo. Oficialmente o MEC afirmou que está apurando o ‘vazamento’ dos resultados.

Estudantes cujos nomes figuram na lista aguardam ansiosos pela confirmação. “Temos um grupo no whatsapp só de vestibulandos de medicina da UFPE. Foi nesse grupo que um rapaz colocou o listão. Ele disse que baixou o resultado, mas logo depois a lista saiu do ar. Meu nome aparece corretamente, assim como meu número de inscrição no Enem e a nota”, disse a estudante Laís Acioli Silva, de 18 anos.

Armazenados desde 2005, livros didáticos considerados “vencidos” serão descartados pelo FNDE

O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) quer descartar cerca de 2,9 milhões de livros comprados em gestões anteriores e nunca utilizados. A decisão do órgão ligado ao Ministério da Educação (MEC) engloba livros didáticos considerados “sem utilidade”.

Segundo o Estadão, o processo para “desfazimento dos livros inservíveis” começou no fim de 2019, com o argumento de reduzir o estoque armazenado em depósito alugado dos Correios, em Cajamar, São Paulo. Do total de 4,2 milhões de obras armazenadas, 2,9 milhões tinham “vencido” entre 2005 e 2019.

Os livros são de todas as disciplinas e séries (do ensino fundamental e do médio), mas seguem armazenados embalados e nunca foram abertos. Levando em conta apenas os considerados vencidos o gasto supera R$ 20,3 milhões.

De acordo com a matéria, os produtos didáticos foram adquiridos pelo MEC através do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD), para ser distribuído aos estados e municípios. Responsáveis pelo FNDE nas gestões de Dilma Roussef (PT) e Michel Temer (MDB) alegam que é necessário averiguar o que levou a formação desse estoque e que o material não poderia ser utilizado, pois não está atualizado.

MEC abre nova consulta pública sobre o Future-se

(Foto: Ilustração)

O Ministério da Educação (MEC) abriu hoje (3) nova consulta pública sobre o Programa Universidades e Institutos Empreendedores e Inovadores – o chamado Future-se, proposta do governo que, entre outros pontos, cria um fundo de natureza privada para financiar as universidades e institutos federais. A consulta ficará aberta até o dia 24 de janeiro de 2020, por e-mail [email protected] e pela página do programa na internet.

Esse fundo contará, inicialmente, com R$ 102,6 bilhões. A intenção é que esses recursos financiem pesquisa, inovação, empreendedorismo e internacionalização das instituições de ensino. Para participar, as universidades institutos federais têm que manifestar interesse em aderir ao programa.

A operacionalização do Future-se ocorrerá por meio de contratos de gestão firmados pela União e pela instituição de ensino com Organizações Sociais (OSs). As OSs são entidades de caráter privado que recebem o status “social” ao comprovar eficácia e fins sociais, entre outros requisitos.

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ProUni: inscrições começam no dia 28 de janeiro

Atenção estudantes que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019. Os interessados em pleitear uma bolsa de estudos no Programa Universidade Para Todos (ProUni) poderão fazer as inscrições a partir de 28 de janeiro de 2020.

O prazo segue até às 23h59 do dia 31 de janeiro. O Prouni é voltado para estudantes de baixa renda que não têm ensino superior e oferece bolsas de estudo para cursos de graduação e de cursos das instituições privadas de ensino superior.

Confira a seguir o cronograma do ProUni 2020:

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Enem: reaplicação de provas será nessa semana

(Foto: Reprodução)

Nesta terça e quarta-feira (10 e 11) serão reaplicadas as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), para candidatos que foram prejudicados no mês de novembro. O Ministério da Educação (MEC) já divulgou os locais da provas, que podem ser consultados na internet.

Cerca de dois mil estudantes farão as provas. Os candidatos devem seguir as mesmas normas da primeira aplicação: levar cartão de inscrição, documentação pessoal, caneta esferográfica e não levar celular parra o local do exame. Têm direito à reaplicação quem foi atingido por desastres naturais, falta de energia elétrica que tenha comprometido a visibilidade da prova e fala de procedimento de aplicação que tenha causado prejuízo comprovado ao participante.

A nota do Enem é utilizada no Sistema de Seleção Unificada (Sisu). As inscrições no Sistema poderão ser feitas no dia 3 de janeiro de 2020, exclusivamente pela internet.

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