Após divulgação de situação crítica, portadora de câncer de mama consegue medicação no Hospital Dom Tomás

Hospital Dom Tomás/ APAMI. (Foto: Blog Waldiney Passos)

No dia 05 de março, o Blog Waldiney Passos publicou uma matéria sobre uma campanha lançada na internet para arrecadar fundos, em prol de Raimunda dos Santos Silva, de 59 anos, portadora de câncer de mama. A quantia arrecadada seria usada para comprar uma medicação que custa em média R$ 10 mil. O caso repercutiu na imprensa local e gerou comoção.

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Quase um mês depois, o Blog foi informado na tarde desta quinta-feira (28), por Raquel dos Santos Silva, filha de Dona Raimunda, autora da “Vaquinha Virtual”, que sua mãe conseguiu retomar o tratamento no Hospital Dom Tomás em Petrolina (PE), administrado pela APAMI, onde está recebendo a medicação e acompanhamento da equipe médica da Unidade.

“Com extrema felicidade venho aqui agradecer pelo carinho que tiveram comigo e minha mãe. Hoje um sentimento de alegria e alívio contagia a minha alma, e cada momento, sacrifício, lutas e decisões, valeu a pena. Toda a ajuda que eu recebi e estou recebendo mudou o destino da minha vida, graças às pessoas boas, eu posso falar alegremente que conseguimos conquistar a vitória. Cada passo foi duro e importante, mas através disso alcançamos nossos objetivos, e com isso ela conseguiu começar o tratamento para ter a cura total das enfermidades”, comemora Raquel.

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Remédio para o tratamento de Dona Raimunda custa mais de R$10 mil (Foto: Arquivo da família)

Aos 59 anos, Raimunda Maria dos Santos Silva, portadora de câncer de mama vive uma fase difícil do tratamento contra a doença. Desde 2017, quando descobriu o câncer, a moradora do Residencial São Francisco em Juazeiro (BA), vem sendo assistida pelo Hospital Dom Tomás em Petrolina (PE).

Atualmente, um impasse entre o governo do Estado de Pernambuco e a Associação Petrolinense de Amparo à Maternidade e à Infância (Apami), responsável pelo Hospital Dom Tomás, tem deixado os pacientes desamparados. Procedimentos de tratamento foram suspensos, e até o fornecimento de remédios foi afetado.

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Dona Raimunda é umas das vítimas. Para tratar ferimentos oriundos de uma cirurgia, ela precisa tomar um remédio chamado Perjeta, que custa em média mais de R$ 10 mil. Hoje, ela está em casa, e segundo Raquel dos Santos Silva, filha de dona Raimunda, sua mãe não está internada no Hospital Dom Tomás por que na Unidade, a medicação que ela precisa está em falta.

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Depois de dois meses, mulher consegue medicação em Petrolina

As duas caixas de Rapamune custaram R$ 4.300 reais. (Foto: Arquivo Pessoal/Manuel Luiz)

Desde do início do mês de outubro, acompanhamos o caso de Manuel Luiz, esposo de Adriana Lima que sofre de doença rara e estava há dois meses sem receber medicação do Governo de Pernambuco. Nesta sexta-feira (17) a medicação finalmente chegou.

Segundo informações de Manuel Luiz, as duas caixas de Rapamune chegaram pelos Correios na residência do casal. Ele ainda informou que a compra foi através de um bloqueio da Promotoria de Justiça na conta do Estado de Pernambuco para regularizar o fornecimento da medicação.

Ainda segundo Manuel, o valor do bloqueio chega ao valor de R$ 12 mil. Entretanto a medicação que recebeu é suficiente apenas para um mês. “Eu ainda mão sei bem o que fazer para continuar recebendo a medicação nos próximos meses, mas conto com a justiça”, afirmou.

Relembre o caso

Desde o dia 15 de setembro, Adriana Lima, esposa de Manuel, estava sem os comprimidos de Rapamune, necessários para o tratamento da esclerose tuberosa, doença rara que causa bolhas no pulmão. A caixa do medicamento custa em torno de R$ 2.500 reais, sem condições de arcar com os custos o casal conseguiu na Justiça o direito de receber o remédio.

Anvisa proíbe venda, uso e divulgação de produto para tratar artrose

(Foto: Ilustração)

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nesta sexta-feira (17) como medida de interesse sanitário, a proibição da fabricação, distribuição, divulgação, comercialização e uso do produto Canela de Velho, que promete “a cura milagrosa da doença artrose”. A resolução foi publicada no Diário Oficial da União.

Segundo a Anvisa, o produto divulgado no site  não tem registro, notificação ou cadastro na agência. A empresa Mario Augusto de Souza (CNPJ: 11.659.016/0001-27) também não tem autorização de funcionamento na Anvisa.

O produto contém, em sua formulação, a planta Miconia albicans desidratada e triturada e, segundo a Anvisa, não é possível esclarecer qual é a parte da planta utilizada para a confecção do chá com indicações terapêutica.

Com informações da EBC

Lotes de Dipirona, Epocler e Biotônico são recolhidos por fabricante

(Foto: Internet)

O laboratório Brainfarma irá recolher 119 lotes de 59 produtos por problemas operacionais, entre eles unidades de Biotônico Fontoura, Epocler, Doril, Maracugina e Polaramine.

A empresa notificou voluntariamente a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre sobre o recolhimento por uma falha no processo de pesagem dos lotes, fabricados entre janeiro e março de 2016.

Com a notificação, a Anvisa suspendeu a comercialização destes lotes e os produtos a serem recolhidos representam 0,9% da produção da farmacêutica.

Segundo a Brainfarma, não há indicação que esses medicamentos possam causar efeitos adversos nos usuários. Veja a lista de medicamentos no site da Anvisa. Além dos lotes que serão recolhidos agora, a lista tem outros cinco que já não estavam em circulação.

Com informações do EBC

Secretaria de Saúde de Salgueiro auxilia pessoas que querem abandonar o tabagismo

Os pacientes passarão por acompanhamento durante um ano/Foto:portal da Prefeitura

Os pacientes passarão por acompanhamento durante um ano/Foto:portal da Prefeitura

Salgueiro ganhou novos candidatos a ex-fumantes com o encerramento do grupo de combate ao tabagismo, na Unidade de Saúde Rita Alves, do bairro da Cohab.

Durante quatro sessões semanais, oito integrantes contaram com apoio multidisciplinar para vencer o vício. Além do apoio de profissionais como fonoaudióloga, fisioterapeuta, nutricionista, médico, dentista, dentre outros; os pacientes assistiram palestras sobre os efeitos do cigarro no organismo, sobre como funciona o processo de abandono do vício e receberam gratuitamente adesivos de nicotina, além de comprimidos e medicação que é distribuída dependendo do grau de dependência.

Segundo a coordenadora do grupo de tabagismo, a fonoaudióloga Stefânia Nascimento, os integrantes ficam livres para escolher se deixarão de fumar de forma progressiva ou mais radical. “Normalmente, a maioria dos integrantes começa a obter ajuda medicamentosa na segunda sessão, geralmente de adesivos, cuja dosagem vai depender de cada caso e será diminuída progressivamente. A lógica do adesivo é ir diminuindo os efeitos da nicotina no organismo para a pessoa não sofrer abstinência”, explicou.

Ainda de acordo com Stefânia, a luta dos integrantes do grupo de combate ao tabagismo, no entanto, está apenas começando. Os pacientes passarão por acompanhamento durante um ano. Para ser considerado ex-fumante, uma pessoa tem que passar no mínimo, esse período sem fumar.

Com informações do Portal da Prefeitura de Salgueiro