Sem CPMF, Paulo Guedes quer aumentar tributos de quem ganha mais

(Foto: Arquivo/ Agência Brasil)

Sem poder tocar na CPMF, o ministro da Economia, Paulo Guedes já orienta sua equipe a estudar uma reforma tributária que corte privilégios. Responsável pela pasta, Guedes quer dar ênfase à revisão da tributação sobre os mais ricos depois que o imposto sobre pagamentos foi atacado por se aplicar até mesmo a saques e depósitos em dinheiro.

O discurso ressalta agora aquela que já era uma das diretrizes da reforma, que é a ampliação da base tributária sobre as altas rendas. Entre os instrumentos analisados estão a tributação de dividendos, o limite de isenção para moléstia grave, a redução de descontos e a revisão sobre aplicações financeiras.

Estudos da Receita Federal apontam que os contribuintes do topo da pirâmide pagam hoje menos impostos proporcionalmente do que as classes mais baixas, principalmente pelos benefícios previstos em aplicações financeiras (como dividendos e fundos exclusivos de investimento).

Guedes quer simplificar e desburocratizar o sistema tributário e defende que “todos paguem” impostos para que “todos paguem menos”. (Com informações da Folha de Pernambuco).

Guedes confirma economista para assumir Petrobras no governo de Bolsonaro

(Foto: Reinaldo Canato/Folhapress)

Futuro ministro da Economia no governo de Jair Bolsonaro (PSL), Paulo Guedes confirmou o nome de Roberto Castello Branco a frente da Petrobras em 2019. Guedes divulgou uma nota oficializando a notícia na manhã dessa segunda-feira (19).

Castello Branco é economista e tem pós-doutorado na Universidade de Chicago (EUA), já ocupou cargos na direção do Banco Central e da Vale. Atuou na campanha presidencial de Bolsonaro e faz parte da equipe de transição do governo. Atual presidente da estatal, Ivan Monteiro permanece no cargo até a nomeação de Castello Branco.

Leia a íntegra da nota publicada pelo ministro de Economia:

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