Juazeiro: Polícia Civil deflagra operação contra organização criminosa que agia dentro e fora do Conjunto Penal

Os policiais apreenderam, ainda, celulares usados para comunicação entre criminosos.

Nessa terça-feira (03), a Polícia Civil deflagrou a operação “Parlatório” com o objetivo de combater uma organização criminosa comandada por internos do Conjunto Penal de Juazeiro. Os acusados utilizavam familiares e comparsas em liberdade para realização de tráfico de drogas.

A investigação foi iniciada em janeiro deste ano, com a prisão de traficantes realizada pela Polícia Civil, quando foi possibilitado o desenvolvimento das ações para identificação do grupo criminoso.

Os policiais realizaram a interceptação dos terminais telefônicos que eram utilizados pelos detentos para encaminhar as ordens para venda dos entorpecentes, sendo possível identificar os presos que comandavam as vendas ilícitas.

Operação para desarticular organização criminosa acusada de homicídios e assalto a banco é deflagrada em Petrolina

(Foto: Divulgação)

Na manhã desta quarta-feira (22) a Secretaria de Defesa Social, através da Polícia Civil de Pernambuco, deflagrou a a 42ª Operação de Repressão Qualificada do ano, denominada ” Tu Quoque”, vinculada às Diretorias Integradas do Interior 2 – DINTER 2 e a Especializada – DIRESP, decorrente de investigação realizada pela Força Tarefa Bancos e pela 214ª Circunscrição Policial, vinculada à 26ª DESEC – Petrolina-PE, sob a presidência dos Delegados Magno Neves, Ariosto Esteves e Daniel Moreira.

De acordo com a Polícia Civil, a investigação teve início em abril do ano passado, com o objetivo de desarticular organização criminosa voltada para a prática dos crimes de homicídios, assalto a banco e comércio ilegal de arma de fogo e munição.

Polícia Civil de Pernambuco desarticula organização criminosa em Venturosa

(Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Na manhã de hoje (25), a Secretaria de Defesa Social, através da Polícia Civil de Pernambuco, no âmbito do Pacto pela Vida, deflagrou a 4ª Operação de Repressão Qualificada do ano, denominada “Asfixia”, vinculada à Diretoria Integrada do Interior, decorrente de investigação realizada pela 164ª Circunscrição Policial – 19ª Desec, sob a presidência do Delegado Seccional Israel Rubis.

Segundo informações da Polícia Civil, a investigação teve início em julho do ano passado, com objetivo de desarticular uma organização criminosa atuante na cidade de Venturosa (PE), voltada para a prática dos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo.

Janot denuncia Dilma, Lula e mais seis do PT por organização criminosa

 

Documento foi entregue na noite desta terça-feira e envolve ainda os ex-ministros Antonio Palocci, Guido Mantega, Edinho Silva e Paulo Bernardo, além de Gleisi Hoffman e o ex-tesoureiro João Vaccari Neto

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou na noite desta terça-feira (5) ao Supremo Tribunal Federal (STF) denúncia envolvendo os principais nomes do PT: os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, os ex-ministros Antonio Palocci Filho, Guido Mantega, Edinho Silva e Paulo Bernardo, além da atual presidente nacional da legenda, senadora Gleisi Hoffman, e o ex-tesoureiro João Vaccari Neto. O grupo foi enquadrado no crime de organização criminosa na Operação Lava-Jato.

A denúncia assinada por Janot tem 230 páginas e foi anexada ao inquérito 4.325, que apura se o PT formou uma organização criminosa para desviar dinheiro da Petrobras.
“Pelo menos desde meados de 2002 até 12 de maio de 2016, os denunciados integraram e estruturaram uma organização criminosa com atuação durante o período em que LULA e DILMA ROUSSEFF sucessivamente titularizaram a Presidência da República, para cometimento de uma miríade de delitos, em especial contra a administração pública em geral”, diz trecho da denúncia.
De acordo com Janot, além do núcleo político do PT, a organização era composta também por filiados ao PMDB e PP.
Segundo a denúncia, o MPF Verificou o desenho de um grupo criminoso “organizado, amplo e complexo, com uma miríade de atores que se interligam em uma estrutura de vínculos horizontais, em modelo cooperativista, nos quais os integrantes agem em comunhão de esforços e objetivos, bem como em uma estrutura mais verticalizada e hierarquizada, com centros estratégicos, de comando, controle e tomadas de decisões mais relevantes”.
Nos pedidos, a PGR solicita o recebimento da denúncia pelo STF, o desmembramento do inquérito 4.325 e que os processos envolvendo Paulo Bernardo, João Vaccari e Lula, em tramitação em São Paulo e no Distrito Federal, sejam  remetidos ao Supremo.
O caso ficará nas mãos do ministro Edson Fachin, que é o relator da Lava-Jato. Eles serão notificados a apresentar resposta e a Segunda Turma vai decidir se ele viram ou não réus em ação penal.

Collor vira réu em processo da Lava Jato no Supremo

A PGR acusa o parlamentar de receber R$ 29 milhões em propina. (Foto: Arquivo)

Por unanimidade, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou hoje (22) denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o senador Fernando Collor (PTC-AL) pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Com a decisão, Collor vira réu nas investigações da Operação Lava Jato.

A PGR acusa o parlamentar de receber R$ 29 milhões em propina pela suposta influência política na BR Distribuidora, empresa subsidiária da Petrobras. Segundo o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, além de Collor, estão envolvidos no suposto esquema a mulher do senador, Caroline Collor, e mais seis acusados que atuavam como “operadores particulares” e “testas de ferro” no recebimento dos valores.

Os ministros  Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Celso de Mello seguiram o voto do relator, Edson Fachin. Sem entrar no mérito das acusações, que serão analisadas ao fim do processo, Fachin entendeu que a denúncia contém os indícios legais que autorizam a abertura de ação penal contra o senador.

Operação Cidade Alta prende secretário de Sertânia acusado de liderar organização criminosa

vereador sertania

Foto: Sertânia Vip

A Secretaria de Defesa Social (SDS), através da Polícia Civil de Pernambuco, deflagrou a Operação Cidade Alta, presidida pelo Delegado Circunscricional de Caruaru, Luiz Bernardo com apoio da assessoria do Núcleo de Inteligência do Agreste nesta quarta-feira (17). Durante a Operação foi preso José Everaldo Cardoso Gondim, ex-vereador e atual secretário de Igualdade Racial de Sertânia.

Essa é a segunda vez que José Everaldo é preso por atividade criminosa. Em 2009, ele foi parar na cadeia por envolvimento em roubos de carro. Ele e outras 16 pessoas foram presas em vários municípios de Pernambuco e em Maragogi, Alagoas.

Em Arcoverde, sertão do estado, foi preso o funcionário público do Detran Hemanuel Jackson Brasiliano Figueiredo. A quadrilha atuava ainda na adulteração de sinais identificadores de veículos, porte ilegal de armas e tráfico de drogas.