Guedes anuncia que vai para o “ataque” com privatizações e reformas

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nessa segunda-feira (23) que inicialmente o governo trabalhou para reduzir despesas e, nos próximos dois anos, seguirá com agenda de reformas e privatizações.

Dedicamos esse primeiro ano, um ano e meio, para atacar as grandes despesas do governo, jogamos na defesa. Nos próximos dois anos, vamos para o ataque. Vamos para as privatizações, para a abertura, para simplificação, reforma tributária, a reindustrialização em cima de energia barata”, disse o ministro, ao participar do 3º Encontro O Brasil Quer Mais, evento virtual organizado pela International Chamber of Commerce Brazil (ICC).

Segundo Guedes, os três maiores gastos que o governo conseguiu controlar foram com a Previdência, juros da dívida pública e salários de servidores. O ministro explicou que os “privilégios” nas aposentadorias foram vencidos por meio da reforma da Previdência, houve redução dos juros da dívida pública e congelamento de salários de servidores.

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Guedes afirma que se houver 2ª onda da covid, Governo prorrogará Auxílio Emergencial


O ministro da Economia, Paulo Guedes afirmou, nessa quinta-feira (12), que o governo federal vai prorrogar o auxílio emergencial se houver uma segunda onda da pandemia do novo coronavírus no país. A notícia tranquiliza quem atualmente recebe a ajuda federal.

“Prorrogação do auxílio emergencial, se houver segunda onda, não é possibilidade, é certeza. Se houver segunda onda da pandemia, o Brasil reagirá como da primeira vez. Vamos decretar estado de calamidade pública e vamos recriar (o auxílio emergencial)”, afirmou.

O benefício foi criado nesse ano, inicialmente previsto para três parcelas. O valor inicialmente proposto pelo governo era R$ 200, mas o Congresso Nacional estipulou o valor em R$ 600 e R$ 1.200 (a mães chefes de família). Segundo Guedes, há dois cenários de momento para o Auxílio Emergencial.

“O plano ‘A’ para o auxílio emergencial é acabar em 31 de dezembro e voltar para o Bolsa Família. A pandemia descendo, o auxílio emergencial vai descendo junto. A renovação de auxílio emergencial não é nossa hipótese de trabalho, é contingência”, afirmou ao Estado de São Paulo.

“Seria um contrassenso privatizar o SUS”, diz Paulo Guedes

A frase é do ministro da Economia, Paulo Guedes, que negou, nesta quinta-feira (29), que a equipe econômica tenha intenção de privatizar o Sistema Único de Saúde (SUS). A declaração foi dada durante audiência pública na comissão mista de acompanhamento das medidas de combate à Covid-19 do Congresso Nacional.

“Jamais esteve sob análise privatizar o SUS, seria uma insanidade falar isso. Seria como o setor privado ajudar. Vamos fazer o que o setor privado pode fazer. Não entrou em nossa consideração invadir a área de saúde para privatizar, jamais”, declarou o ministro.

A declaração de Guedes foi dada após o governo federal publicar, na terça-feira (27), um decreto assinado por ele e pelo presidente Jair Bolsonaro, permitindo que o Ministério da Economia estudasse incluir as Unidades Básicas de Saúde (UBS) no Programa de Parcerias de Investimentos da Presidência da República (PPI).

Ontem, Bolsonaro optou por revogar o decreto, mas argumentou que a simples leitura do texto publicado “em momento algum sinalizava para a privatização do SUS”. “Em havendo entendimento futuro dos benefícios propostos pelo Decreto o mesmo poderá ser reeditado”, disse Bolsonaro.

De acordo com Guedes, o SUS mostrou a “decisiva importância” de ter um sistema descentralizado de acesso à saúde. “Mostrou durante a crise porque é decisivo e porque foi um passo acertado, essa ferramenta poderosa de um sistema descentralizado de saúde. Sobre o decreto, seria um contrassenso privatizar o SUS”, declarou.

Auxílio Emergencial acabará em dezembro, afirma Guedes

O Auxílio Emergencial, criado para dar uma ajuda financeira aos brasileiros durante a pandemia do novo coronavírus, terminará ao final desse ano. A informação foi dada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. Guedes também negou que o Governo Federal prorrogará o Estado de Calamidade até 2021.

“Tem um plano emergencial e o decreto de calamidade, que vão até o fim do ano. E, no fim de dezembro, acabou tudo isso”, afirmou Guedes, em café da manhã com jornalistas. A ideia de prorrogar o Auxílio era debatida nos bastidores, para que fosse permitido utilizar o Orçamento de Guerra e conseguir recursos do Renda Cidadã.

Sem driblar o teto de gastos

Mas segundo Guedes, “o ministro da Economia está descredenciando qualquer informação de que vai prorrogar o auxílio”. Para especialistas, prorrogar o Estado de Calamidade pode resultar no rompimento do teto de gastos e prejudicar o orçamento da União.

O Auxílio Emergencial foi criado no primeiro semestre e seria pago em três parcelas. A ajuda foi prorrogada e atualmente é paga nos valores de R$ 300 e R$ 600, metade do que era no começo.

Congresso recebe proposta de reforma tributária elaborada pelo governo federal

(Foto: DIDA SAMPAIO/ESTADÃO CONTEÚDO)

Os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre, e da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, receberam nesta tarde (21) das mãos do ministro da Economia, Paulo Guedes,  a proposta do governo federal para a reforma tributária. O texto será analisado por uma comissão mista, com membros das duas Casas legislativas.

Para Alcolumbre, comissão mista buscar uma alternativa para construir um texto que demonstre o desejo das duas casas, mas a participação do governo é fundamental. “É um passo significativo. Hoje temos um emaranhando de legislações e portarias que complicam a vida dos investidores, atrapalham o contribuinte brasileiro. Com ela [a reforma tributária] teremos oportunidade de construir um novo ambiente propício ao investimento”, disse.

O presidente do Senador acrescentou ainda que a proposta de reforma tributária é um anseio histórico dos brasileiros.

Já o presidente da Câmara, defendeu que, antes de fazer juízo de valor, as pessoas leiam a proposta redigida. “Antes de ouvir os críticos, ouça quem elaborou as propostas para que entenda o seu real objetivo. É muito importante que possamos discutir a reforma baseado no que está redigido. É importante avançar nesse debate”, observou Maia.

O texto proposto pelo governo Bolsonaro propõe a unificação de dois impostos federais. No entanto, de acordo com Maia, é possível que o texto seja ampliado.

Governo quer R$ 6 bi do Fundeb para bancar ‘voucher-creche’ no setor privado

(Foto: Reprodução/Poder 360)

O governo Jair Bolsonaro quer deslocar recursos do Fundo para a Educação (Fundeb) para custear uma proposta de financiamento de vagas em creches particulares. Chamado “voucher-creche”, um auxílio equivalente a R$ 250 seria acrescentado ao pagamento do novo Bolsa Família, renomeado para Renda Brasil. O Fundeb é um fundo reservado para o financiamento do sistema público de ensino.

O ministro Paulo Guedes (Economia) quer R$ 6 bilhões ao ano para esses pagamentos, que seriam usados pelos beneficiários na rede privada.

Pronto para ser votado na Câmara dos Deputados, o novo texto do Fundeb propõe a ampliação da complementação adicional feito pela União de 10% para 20%. Em uma contraproposta o governo tenta repartir esse aumento com o Renda Brasil. O Fundeb seria ampliado para 15% de maneira gradativa, e os 5% restantes iriam para o novo programa social, diz a Folha de S. Paulo.

De acordo com o governo, esse recurso não seria livremente usado no pagamento de benefícios assistenciais. Haveria uma espécie de carimbo para que a verba seja direcionada especificamente para o pagamento do voucher-creche. Com esse recurso em mãos, o beneficiário poderia procurar uma creche particular para matricular o filho.

Auxílio emergencial terá novas parcelas de R$ 600, afirma Paulo Guedes

O auxílio emergencial será prorrogado por mais duas parcelas de R$ 600 cada. A informação foi confirmada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, ao canal jornalista Igor Gadelha, da CNN Brasil nessa terça-feira (30). De acordo com Guedes, o anúncio oficial será feito pelo presidente da República, Jair Bolsonaro na tarde de hoje.

A cerimônia do anúncio está marcada para 16h, em Brasília. O auxílio emergencial – ou coronavoucher – é pago a brasileiros e brasileiras desempregados, autônomos e MEIs. Inicialmente eram previstas três parcelas durante a pandemia da covid-19.

A prorrogação do auxílio gerou uma nova rusga entre o Governo e a Câmara dos Deputados, que refutava a ideia de o valor ser reduzido. Estima-se que cada nova parcela terá impacto de R$ 50 bilhões nas contas públicas.

Novo Secretário do Tesouro Nacional será o economista Bruno Funchal, diz Globo News

(Foto: Edu Andrade/Ministério da Economia)

O ministro da Economia, Paulo Guedes, escolheu Bruno Funchal para ser o novo secretário do Tesouro Nacional, de acordo com informações da Globo News. O anúncio veio após Mansueto Almeida confirmar a saída do cargo.

Funchal é economista e atual diretor de programa da Secretaria de Fazenda da pasta. Ele também já trabalhou como ex-secretário de Fazenda do Espírito Santo. A expectativa é que aconteça uma transição coordenada para que em agosto ocupe o cargo.

Em entrevista à Folha de S. Paulo, Mansueto Almeida falou que desde o final do ano passado já pensava em deixar as funções públicas, mas adiou a saída por causa da crise do coronavírus. “Eu já vinha conversando com o ministro Paulo Guedes e há algumas semanas disse que anunciaria minha saída no final de junho, mas a informação vazou e tenho que antecipar o anúncio”, disse.

Ministério da Economia estuda quatro nomes para ocupar Tesouro Nacional

Mansueto estava no cargo desde 2018 (Foto: Cristiano Mariz)

Após Mansueto de Almeida anunciar que deixaria o cargo de secretário do Tesouro Nacional, o Governo Federal já analisa quatro nomes como seu substituto. As possíveis escolhas são pessoas integrantes do Ministério da Economia. O próximo titular da pasta será escolhido pelo ministro Paulo Guedes e pelo secretário especial de Fazenda, Waldery Rodrigues.

Nomes em análise

Entre as opções estão Caio Megale, que já foi secretário da Fazenda da cidade de São Paulo, Bruno Funchal que exerceu a mesma no Espírito Santo, Jeferson Bittencourt, atual secretário adjunto de Waldery na Secretaria Especial de Fazenda; e Pricilla Santana, subsecretária de Relações Financeiras Intergovernamentais do Tesouro.

Mansueto anunciou sua saída ao Estadão, no domingo (14). Ele estava no cargo desde abril de 2018 e sairá do cargo em agosto. Era um dos poucos remanescentes do governo de Michel Temer (MDB).

Além do novo nome, Bolsa Família terá novos critérios para recebimento do benefício

Renda Brasil será o novo nome (Foto: Ilustração)

Conforme o Blog mostrou mais cedo, o Bolsa Família deverá receber um nove nome. A ideia já vinha sendo discutida desde o ano passado e a proposta do ministro da Economia, Paulo Guedes e renomeá-lo para Renda Brasil. Além da nova nomeação, o benefício passará a ser pago apenas a quem trabalha na informalidade e recebe menos de um salário mínimo.

Mudanças

Novo nome: Renda Brasil;
Quem receberá: famílias de baixa renda. Quase 40 milhões de pessoas, nas contas do governo;
Bolsa Família: continuará a ser pago, com novo nome;
Como receber o pagamento extra: por meio de “Imposto de Renda negativo”

Na prática

Quem for informal e possuir qualquer outro tipo de renda terá que declarar o valor no sistema criado para o Auxílio Emergencial. As informações serão checadas, para averiguar a veracidade dos fatos. A proposta de Guedes prevê a cada valor recebido do informal, o trabalhador terá 1 extra creditado em sua conta, como num Imposto de Renda Negativo.

Atingindo o salário mínimo, ele deixará de receber o Renda Brasil. Guedes ainda está apresentando as novas propostas a deputados da base governista. (Com informações do Poder 360).

Bolsa Família será substituído pelo programa “Renda Brasil”, diz Paulo Guedes a deputados

Ministro Paulo Guedes.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o programa Bolsa Família deverá ser substituído pelo “Renda Brasil” logo após o fim da pandemia causada pelo novo coronavírus. A declaração foi feita a parlamentares federais durante reunião com líderes da Câmara dos Deputados.

De acordo com os deputados,  o ministro afirmou que o programa será mais abrangente do que o Bolsa Família. A ideia do Governo Federal é incluir os trabalhadores informais  que estão sendo beneficiados pelo auxílio emergencial.

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Recém-empossado, presidente do Banco do Nordeste deve ser exonerado, diz colunista

presidente do Banco do Nordeste, Alexandre Cabral.

Empossado nesta terça-feira (2) como presidente do Banco do Nordeste, Alexandre Cabral já deve ser exonerado do cargo. A informação é da colunista Cristiana Lôbo, do G1.

Segundo a publicação, uma fonte do Palácio do Planalto indicou que “ele está cheio de problemas”.

De acordo com matéria veiculada nesta quarta-feira (3) pelo Estadão, Cabral é alvo de investigação conduzida pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Ele é suspeito de cometer irregularidades quando presidente da Casa da Moeda, em 2018.

Ele foi indicado ao cargo pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, na tentativa de barrar uma indicação do PL. Assessores do presidente garantem que o nome não foi indicação política.

Governo pode pagar mais um auxílio de R$ 600, mas parcelado

Equipe estuda essa possibilidade enquanto se desenha uma nova política para os programas sociais; governo é pressionado pelo Congresso para estender o benefício

Para ganhar tempo até o desenho de uma nova política para os programas sociais do governo, uma das opções do ministro da Economia, Paulo Guedes, é dar mais uma parcela do auxílio emergencial de R$ 600, mas com o valor dividido ao longo de três meses. Essa é uma das opções que estão na mesa de negociação da equipe econômica.

Pelo cronograma atual, são previstas três parcelas do auxílio emergencial. Agora, o governo estuda ampliar o benefício, desde que o pagamento por mês seja menor.

Seria um modelo de transição até que possam ser reformulados os programas sociais e encontrada fonte de recursos para bancar o aumento de gastos permanentes. Uma negociação que terá de ser feita com o Congresso para não estourar o teto de gastos (mecanismo que proíbe o aumento das despesas acima da inflação) a partir do ano que vem, quando não haverá mais o orçamento de guerra (que livrou o governo de cumprir algumas das amarras fiscais para ampliar os gastos no combate à pandemia).

A ideia é unificar os programas sociais com o fortalecimento do Bolsa Família. A reformulação já estava em curso antes da pandemia e agora ganhou urgência.

O custo adicional da extensão do auxílio emergência ficaria em torno de R$ 35 bilhões a R$ 40 bilhões, diluído em três meses. Sem a ampliação, o benefício já terá impacto de R$ 124 bilhões aos cofres públicos.

Fontes da área econômica afirmam que a pressão pela extensão do programa nos moldes atuais é grande devido ao longo período do isolamento, mas não há recursos para bancar o acréscimo do programa de auxílio emergencial no valor de R$ 600 por mais tempo.

A pressão parte do Congresso, que tem apresentados propostas para a ampliação da rede de proteção social após a pandemia da covid-19, que diminuiu a renda da população e aumentou a pobreza no País.

Guedes diz que é preciso encontrar o equilíbrio “delicado” do auxílio na fase pós-isolamento. Ele descarta, no entanto, estender o auxílio por três meses no valor de R$ 600. “Não tem condições de estender tanto tempo”, afirma a interlocutores.

Governo anuncia corte de 50% na contribuição que empresas destinam ao sistema S

(Foto: Arquivo/ Agência Brasil)

Uma Medida Provisória publicada em uma edição extra do Diário Oficial da União decidiu que, a partir deste mês, várias entidades que integram o sistema S vão sofrer cortes de arrecadação em um período de três meses.

De acordo com o Ministro da Economia, Paulo Guedes, as empresas irão economizar até junho deste ano 2,2 bilhões de reais. O corte derruba pela metade o valor que os empresário pagam ao Sistema S.

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Bolsonaro cobra  de Paulo Guedes um crescimento econômico mínimo de 2% neste ano

(Foto: Adriano Machado/Reuters)

O ministro da Economia, Paulo Guedes, enfrenta desgastes com o presidente Jair Bolsonaro e passou a ser cobrado por resultados. Alçado a superministro no começo do mandato, Guedes tem sido pressionado, desde o início deste ano, a mostrar seus feitos na economia.

Diante de um pessimismo com a redução da projeção do PIB (Produto Interno Bruto), o presidente reforçou a Guedes a necessidade de que, neste ano, a atividade econômica cresça, no mínimo, 2%. Segundo assessores presidenciais, Bolsonaro fez o pedido a Guedes em uma reunião nesta semana. Como resposta, o ministro afirmou que será possível atingir, ou até superar, o percentual.

No entanto, a resposta não tranquilizou o presidente. Relatório Focus, divulgado pelo Banco Central, mostrou na última segunda-feira (17) que as projeções do mercado para a economia brasileira caíram. A expectativa de crescimento passou de 2,30% para 2,23%.

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