Governo diminui para 0,02% previsão de crescimento do PIB neste ano

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A crise econômica global provocada pela pandemia de coronavírus fez o governo brasileiro reduzir para 0,02% a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos) em 2020. A nova estimativa foi divulgada há pouco pela Secretaria Especial de Fazenda do Ministério da Economia, que apresentou o Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, documento que orienta a execução do Orçamento.

Na semana passada, a própria equipe econômica havia revisado, para baixo, a estimativa de crescimento, de 2,4% para 2,1%. Na ocasião, a Secretaria de Política Econômica, vinculada à Secretaria Especial de Fazenda, anunciou que o coronavírus teria impacto de até 0,5 ponto percentual no PIB. As novas projeções apontam que o efeito foi bem maior e que a pandemia praticamente eliminará todo o crescimento econômico originalmente previsto.

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Ipea prevê crescimento maior do PIB do setor agropecuário

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O Produto Interno Bruto (PIB) do setor agropecuário no país deve apresentar crescimento maior do que o previsto para 2020. A estimativa é do Instituto do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que revisou as previsões para este ano.

De acordo com estudo divulgado hoje (21), para 2020 o PIB do setor deve ter alta que de 3,4% a 4,15%, com base em projeções do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A estimativa anterior do Ipea era de crescimento de 3,2% a 3,7%, respectivamente.

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PIB cresce 0,6% no terceiro trimestre, revela IBGE

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O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, cresceu 0,6% no terceiro trimestre deste ano, na comparação com o trimestre anterior.

O resultado foi divulgado hoje (3), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (BGE). Na comparação com o terceiro trimestre de 2018, o PIB teve crescimento de 1,2%.

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PIB de Pernambuco cresce 2,2% no segundo trimestre de 2019

(Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

O Produto Interno Bruto (PIB) de Pernambuco cresceu 2,2% no segundo trimestre de 2019, tendo como base de referência o mesmo período de 2018. O PIB de Pernambuco alcançou R$ 99,8 bilhões, em valores correntes. Já em relação ao primeiro semestre deste ano, o crescimento foi de 1,7% em relação ao mesmo período do ano passado, alcançando R$ 49,2 bilhões.

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Crescimento do PIB depende de reformas e não de truques, diz Guedes

(Foto: Arquivo/ Agência Brasil)

Ao comentar nessa quinta-feira (30) a queda de 0,2% no crescimento econômico do primeiro trimestre, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que o desempenho negativo já estava previsto e que a volta do crescimento depende de reformas econômicas, e não de medidas de estímulo pontuais. “Nós não vamos fazer truques ou mágicas”,  afirmou.

“As pessoas têm que entender que nós precisamos das reformas exatamente para retomar o crescimento”, disse o ministro, na porta do ministério, após uma reunião com a bancada do partido Novo na Câmara. “Nós não vamos fazer truques nem mágicas, vamos fazer reformas sérias, com fundamentos econômicos”, acrescentou.

Nessa quinta, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou o crescimento do Produto Interno Bruto no primeiro trimestre, que confirmou expectativas de retração em 0,2%.

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PIB recua 0,2% e mostra economia estagnada no início do governo Bolsonaro

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O IBGE informou nesta quinta-feira (30) que o PIB contraiu 0,2% de janeiro a março, ante o 4º trimestre de 2018, confirmando o quadro de debilidade que vem sendo descrito por economistas. É o primeiro resultado no vermelho após dois anos (oito trimestres) seguidos de recuperação da atividade, ainda que com desempenho fraco. O PIB crescera 1,1% em 2017 e em 2018, após mergulhar 7,6% em 2015 e 2016. Nos últimos três meses de 2018, o desempenho foi de 0,1% e não houve revisão.

Pesquisa da agência Bloomberg indicava que a maior parte dos entrevistados projetava que o PIB recuaria 0,2% no primeiro trimestre. Já em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, a economia teve uma leve alta de 0,5%. Os analistas entrevistados pela Bloomberg previam uma alta igual.

Com o nível atual de atividade, a economia ainda não recuperou o que perdeu na crise. No primeiro trimestre, o PIB ainda estava 5,3% abaixo do pico atingido no primeiro trimestre de 2014. Hoje, a economia roda no mesmo patamar do primeiro semestre de 2012 -e os brasileiros ainda são quase 9% mais pobres do que em 2014.

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PIB de Pernambuco cresce 2,2% no primeiro semestre de 2018

(Foto: Agência Estadual de Notícias/Reprodução)

O Produto Interno Bruto (PIB) de Pernambuco teve um crescimento de 2,2% no primeiro semestre deste ano, em comparação com o mesmo período de 2017. De janeiro a junho deste ano, foram arrecadados R$ 89,6 bilhões e, nos primeiros seis meses do ano anterior, o valor chegou a R$ 81,8 bilhões. O aumento foi devido ao crescimento da agropecuária (17,3%), da indústria (3,1%) e do setor de serviços (1,2%).

O desempenho do PIB foi divulgado nesta segunda-feira (10) pela Agência Estadual de Planejamento e Pesquisa (Condepe/Fidem), vinculada à Secretaria de Planejamento e Gestão de Pernambuco (Seplag). Na comparação entre os dois primeiros trimestres do ano, houve crescimento de 0,6%, considerando o ajuste sazonal esperado para a economia nesses períodos.

Nos primeiros três meses de 2018, o PIB chegou a R$ 45,1 bilhões e, no segundo, a R$ 44,4 bilhões. A variação de 0,6%, segundo a Condepe/Fidem, é devido ao desempenho do setor da agricultura, que teve crescimento de 8,2%; do setor da indústria, que aumentou 1,5% e do setor de serviços, que cresceu 0,2%, em comparação ao primeiro trimestre deste ano.

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Ampliação do pagamento do PIS/PASEP vai injetar mais de R$ 39 bilhões na economia

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A previsão do Ministério do Planejamento é de que haja uma injeção de R$ 39,8 bilhões na economia nacional com a ampliação do público que pode sacar o PIS/PASEP. Isso representaria um impacto de 0,55 ponto percentual no Produto Interno Bruto (PIB) nacional.

O Governo Federal anunciou hoje (13) a ampliação de quem poderá sacar os recursos, durante uma cerimônia no Palácio do Planalto. Todos os trabalhadores – independentemente da idade – que tiveram emprego formal entre 1971 e 1988 poderão sacar recursos das contas do PIS/Pasep até 28 de setembro.

Pessoas com mais de 60 anos têm prioridade no saque. A consulta do benefício pode ser feita nos canais de atendimento do Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.

PIB de Pernambuco supera o do Brasil

Para este ano, a projeção da Condepe/Fidem é que o Estado se mantenha em crescimento, com perspectiva positiva de 3%. (Foto: Reprodução/Facebook)

O Produto Interno Bruto (PIB) de Pernambuco, superou, mais uma vez, o do Brasil. Segundo o resultado divulgado na tarde desta terça-feira (13) pela agência Condepe/Fidem, no Recife, o PIB cresceu o dobro do resultado nacional, fechando o ano passado com alta de 2% se comparado com 2016.

O resultado foi influenciado pelo desempenho agregado nos setores de agropecuária (19,0%), indústria ( -1,1%) e serviços (1,9%). Na agropecuária, entre janeiro e dezembro de 2017, a agricultura de lavouras temporárias cresceram 45,6%, influenciadas pelo incremento na produção do milho, cana-de -açúcar e arroz. Já nas permanentes, os destaques foram a produção de uva manga e coco da baía, com alta de 17,1%. Na pecuária, a produção avícola e leiteira puxou o crescimento em 3,1%.

O governador do estado, Paulo Câmara, comemorou a recuperação da economia pernambucana. “Não é de hoje que falo sobre a retomada da nossa economia. Os números de 2017 mostram que houve um acréscimo de 2% em relação a 2016. Alcançamos R$ 172,3 bilhões em valores correntes. Os setores que mais se destacaram foram Agropecuária, Indústria e Serviços, gerando mais oportunidades, empregos e renda para os pernambucanos”, afirmou em sua página oficial do Facebook.

PIB de Pernambuco registra crescimento de 2,3% no primeiro trimestre de 2017

PIB de Pernambuco cresceu 2,3%, já o do Brasil manteve-se estável (0%). (Foto Ilustrativa)

Dados divulgados nesta sexta-feira (15) pela Agência Condepe/Fidem, apontam um crescimento de 2,3% no Produto Interno Bruto (PIB) de Pernambuco, nos seis primeiros meses de 2017.O PIB de Pernambuco cresceu 2,3%, já o do Brasil manteve-se estável (0%).

A pesquisa revela que a economia pernambucana apresentou resultados melhores que os brasileiros, consolidando um movimento de recuperação, no primeiro semestre deste ano.  Considerando apenas o segundo trimestre do ano, a economia pernambucana cresceu 2,7% e a brasileira, 0,3%. Por isso, a Condepe Fidem também projeta um bom desempenho para o final do ano.

 “Pernambuco vai crescer mais que os 0,3% ou 0,4% do Brasil em 2017”, garantiu o diretor executivo da agência, Maurílio Lima, que elevou de 1% para 2% a projeção do PIB de Pernambuco para 2017.

Ainda segundo Lima, esses números são resultado de três fatores principais: a recuperação de parte da agropecuária, muito castigada pela seca em 2016; o início da recuperação da indústria de transformação, que foi puxado pela produção de embarcações e automóveis no segundo trimestre deste ano; e o desempenho do comércio, favorecido pela queda da inflação, que aumentou o poder aquisitivo da população.

Com informações do FolhaPE

Brasil perdeu R$ 466 bi com retração do PIB em dois anos, diz ministro do TCU

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A retração do Produto Interno Bruto (PIB) por dois anos sucessivos causou prejuízo de R$ 466 bilhões à economia brasileira. O cálculo foi feito pelo ministro Augusto Nardes, do Tribunal de Contas da União (TCU), a partir dos dados de 2015 e 2016, quando o conjunto dos bens e riquezas produzidas no país encolheram 3,8% e 3,6%, respectivamente.

“A desgovernança causou um enorme prejuízo para o Brasil, que perdeu R$ 466 bilhões devido à perda de confiança e, consequentemente, de investimentos na nação”, afirmou o ministro, associando a falta de crescimento ao descumprimento da legislação.

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Brasil enfrenta pior crise já registrada

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O Brasil divulgou nesta terça-feira (7) seu segundo ano seguido de retração no Produto Interno Bruto (PIB), o pior resultado da economia já registrado pelo IBGE.  A economia brasileira passou nos últimos anos por uma brusca virada, saindo de um boom econômico para uma profunda recessão.

Em 2016, a economia encolheu 3,6%. Em 2010, a realidade era inversa e o país registrou seu maior avanço do PIB em 20 anos, quando a economia cresceu 7,5%.

Essa mudança de rota atingiu em cheio o bolso da população e fez muitos brasileiros mudarem de vida – para pior.

 “Como o PIB caiu e a população ainda está crescendo, a gente teve três anos de queda no PIB per capita, uma redução de 9,1% no período. Isso significa um empobrecimento da população”, disse nesta terça-feira (7) Rebeca de La Rocque Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE.

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Governo revisa para pior a projeção para o PIB neste ano e no próximo

(Foto: Ilustração)

(Foto: Ilustração)

O governo revisou para pior a sua projeção para o PIB (Produto Interno Bruto) de 2016 e de 2017. Para este ano, o governo estima que a economia deva encolher 3,5% –a previsão anterior era de queda de 3%. Para o ano que vem, a expectativa é de crescimento de 1%, menor que a projeção anterior, de 1,6%.

Os dados foram apresentados nesta segunda-feira (21) pelo secretário de política econômica do Ministério da Fazenda, Fabio Kanczuk. “Nossa projeção para o PIB do quarto trimestre é de crescimento de aproximadamente zero, e para o primeiro trimestre de 2017 é positiva”, disse.

Entre os motivos que dificultam a recuperação da economia ele citou o crédito caro, principalmente para as empresas, e a falta de confiança. 

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Presidente do BC diz que Brasil vive recessão mais severa da história

No último ano e meio, o PIB caiu 7% ./ Foto: Agência Brasil

No último ano e meio, o PIB caiu 7% ./ Foto: Agência Brasil

O Brasil está experimentando a recessão mais severa de sua história, afirmou o presidente do Banco Central (BC), Ilan Goldfajn, no Encontro Anual do Fundo Monetário Internacional, em Washington, nos Estados Unidos, iniciado ontem (6).

Goldfajn disse que, no último ano e meio, o Produto Interno Bruto (PIB – a soma de todas as riquezas produzidas no país) caiu 7% e a taxa de desemprego chegou a 12%, depois de ter ficado em 6% em 2013. Ao mesmo tempo, a inflação atingiu 11% no final de 2015 e espera-se que termine 2016 levemente acima de 7%.

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Brasil voltará a ter o oitavo maior PIB global em 2017, prevê FMI

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A recessão neste ano também deve ser menos profunda do que se imaginava. (Foto: Internet)

A previsão da retomada do crescimento da economia brasileira no ano que vem e a freada da alta do dólar nos últimos meses vão levar o Brasil a voltar a ser, em 2017, o oitavo maior PIB global, de acordo com o FMI (Fundo Monetário Internacional).

Desde o ano passado, o país está na nona colocação (duas abaixo em relação a 2014), reflexo da recessão que teve início no fim de 2014.

Agora, o Fundo prevê que o Brasil vai passar a Itália no ano que vem e vai permanecer como a oitava maior global até pelo menos 2021, que é o alcance da atual estimativa do organismo.

Para o FMI, o PIB brasileiro será de US$ 1,95 trilhão no ano que vem, ante US$ 1,90 trilhão do italiano. Sexta colocada, a Índia terá um PIB de US$ 2,46 trilhões. Em 2014, no seu melhor momento, a economia brasileira somava US$ 2,42 trilhões.

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