PT de Pernambuco defende aliança com PSB, mas Marília Arraes busca viabilizar nome para 2020

Deputada federal vai respeitar decisão da Executiva Nacional (Foto: Internet)

Mesmo com a Executiva Estadual do Partido dos Trabalhadores (PT) ter recomendado a manutenção da aliança com o PSB, a deputada federal Marília Arraes voltou a defender seu nome em uma possível candidatura à Prefeitura do Recife, em outubro desse ano.

No pleito de 2018, quando buscava vaga a governadora de Pernambuco, ela foi preterida pelo PT, que apoiou o atual Paulo Câmara (PSB). Novamente os petistas se dividem, pois há quem apoie o rompimento da aliança com os socialistas, enquanto outros optam pela manutenção do poder.

Apesar de ter seus anseios políticos, Marília respeitará a decisão da Executiva Nacional, como fez em 2018. “É quase que unânime a ideia de ter candidatura própria no Recife e em outras capitais. A importância do Recife é muito grande e vai ser tratada com muito cuidado”, afirmou ao Blog do Jamildo.

Herdeira de Arraes, ela não desistirá da ideia. Mas caso o PT confirme aliança com o PSB, o provável nome a ser lançado para a eleição da capital é seu primo, João Campos (PSB), filho de Eduardo Campos e também deputado federal.

Jarbas mantém apoio a Câmara, mas optaria por votar em Henry na eleição da capital

Jarbas mantém apoio ao PSB (Foto: Hélia Scheppa/Divulgação)

Muita coisa ainda pode acontecer até outubro nos bastidores da política e em Pernambuco o senador Jarbas Vasconcelos (MDB) já sinalizou que se manterá aliado ao governador Paulo Câmara (PSB), mas caso seu companheiro de partido Raul Henry seja lançado a algum posto, votará nele.

Ou seja, um nome indicado por Câmara à Prefeitura seria preterido. Contudo, em entrevista à Rádio Jornal Recife nessa quinta-feira (9), Jarbas destacou que Henry, hoje deputado federal e ex-vice de Câmara não sinalizou se disputará o pleito na capital pernambucana. “Raul não me disse hora nenhuma que era ou não candidato”, disse o senador.

O posicionamento de Jarbas é diferente da outra liderança partidária do MDB, o também senador Fernando Bezerra Coelho que é opositor a Câmara. Mas Jarbas lembrou que a sigla “faz parte hoje da Frente Popular inclusive dando contribuição para a gestão do governador Paulo Câmara, é um apoio político e administrativo”.

Herdeiros de Arraes, João Campos e Marília monopolizam eleições no Recife

Ainda não é 2020, mas a eleição municipal no Recife já vem movimentando os bastidores da política na capital pernambucana. E curiosamente, os nomes mais cotados para substituir Geraldo Júlio (PSB) são dois herdeiros de Miguel Arraes.

Filho de Eduardo Campos e hoje deputado federal, João Campos (PSB) é apontado como nome do partido para o novo pleito. Já sua prima, Marília Arraes (PT), que também é deputada federal e ex-vereadora do Recife, é vista com bons olhos pela esquerda descontente com a gestão de Julio.

Tanto João Campos como Marília evitam tratar a disputa como um sinal de racha na família. “Política é uma coisa, família é outra”, disse João, hoje com 26 anos que surgiu na política após a morte do seu pai.

Já Marília, com 35 anos, começou a carreira política no movimento estudantil da Universidade Federal de Pernambuco. Em 2008, foi eleita vereadora da capital e hoje está na Câmara dos Deputados. Nesse cenário ainda deve pesar a decisão das siglas, já que PT e PSB foram aliados em 2018.

Apesar de reconhecer o trabalho de Miguel, Gonzaga Patriota vai de Lucas em 2020

Reavivando um pouco a memória sobre algumas eleições em Petrolina poderemos facilmente concluir que o deputado Gonzaga Patriota (PSB) é um bom samaritano, um político polido e de boa índole. Não seria bem o caso de ter compaixão dos outros, mas os gestos do parlamentar indicam que ele sabe conviver bem com as adversidades políticas e perdoar aqueles que o faltaram com o apoio no passado.

É do conhecimento da maioria dos petrolinenses que Gonzaga não conseguiu vencer três eleições consecutivas para prefeito em Petrolina: em 2000 ele concorreu pela primeira vez apenas para marcar território, em 2004 se fortaleceu e por pouco não tirou a reeleição do então prefeito Fernando Bezerra, em 2008 veio o grande desastre, a derrota para Julio Lossio, após ter vencido o então prefeito Odacy Amorim em um bate chapa do PSB.

Pois bem, em algumas dessas eleições Gonzaga não contou com o apoio de colegas políticos como: Odacy Amorim, Julio Lossio e Ranilson Ramos, pai do deputado Lucas Ramos. Nem por isso o deputado se nega a apoiá-los em um eventual segundo turno nas eleição do ano que vem em Petrolina. Apesar de reconhecer o trabalho que o prefeito Miguel Coelho vem realizando em Petrolina, Gonzaga afirmou em recente entrevista à Rádio Jornal que irá apoio o nome de Lucas Ramos em 2020 no primeiro turno das eleições e caso ele não chegue ao segundo turno apoiará Odacy ou Julio, se esta for a decisão do seu partido.

O deputado Lucas Ramos, que busca consolidar seu nome junto ao governado Paulo Câmara para disputar o pleito, tem comemorado esse apoio do Gonzaga. Nas redes sociais ele postou na terça-feira (30) ter disposição ao lado de Patriota ‘para fazer Petrolina avançar’.

Jogo do PSB é evitar racha

PSB tenta evitar racha.

Tão logo o presidente do MDB, Raul Henry, admitiu, à Rádio Folha, entrar na disputa pela Prefeitura do Recife, a cúpula do PSB foi ao encontro do senador Jarbas Vasconcelos. O governador Paulo Câmara e o prefeito do Recife, Geraldo Júlio, voltaram a provar do menu do cozinheiro e cacique Jarbas.

O ganho para o regabofe foi a discussão do plano nacional e a sucessão municipal. Mas esta segunda parte eles negam, como negam que o pequeno espaço do MDB no Governo e PCR tenha entrado no cardápio, reclamação ouvida com intensidade nos bastidores. Ternurando o MDB, o PSB quer evitar a entrada de Henry na disputa municipal para não atrapalhar a aliança em torno do deputado João Campos, já escolhido para tentar emplacar a sucessão de Geraldo.

Justiça do Paraná determina bloqueio de R$ 3,57 bilhões de partidos

Decisão atinge MDB, PSB e políticos (Foto: Ilustração)

A Justiça Federal do Paraná bloqueou cerca de R$ 3,57 bilhões do MDB, do PSB, de políticos e empresas. O bloqueio foi divulgado nesta sexta-feira (24), pelo Ministério Público Federal (MPF), referente a uma ação de improbidade administrativa da Operação Lava Jato.

Segundo o G1, entre os acusados que respondem ao processo, estão os parlamentares Valdir Raupp (MDB-RO), Eduardo da Fonte (PP-PE) e Fernando Bezerra (MDB-PE) – atualmente líder do governo no Senado – que já foi do PSB.

O bloqueio também atinge os espólios de Sérgio Guerra (PSDB-PE) e Eduardo Campos (PSB-PE), políticos que já morreram. Quanto às empresas, duas foram acusadas: Queiroz Galvão e a Vital Engenharia Ambiental.  Os R$ 3,57 bilhões são o resultado da soma dos limites máximo de valores que devem ser bloqueados nas contas dos investigados.

Anteriormente o MPF já havia solicitado o bloqueio, negado na 1ª instância.Os promotores recorreram e o TRF-4 autorizou. Nossa produção entrou em contato com a assessoria de comunicação do Fernando Bezerra e estamos aguardando um retorno.

PSDB flerta com Miguel Coelho após prefeito se desfiliar do PSB

Miguel e Bruno estiveram no mesmo lado na campanha de 2018

A notícia de que o prefeito de Petrolina, Miguel Coelho se desfiliou do PSB já correu pelos bastidores da política e segundo a Folha de Pernambuco, o PSDB está de olho em Miguel. Presidente estadual dos tucanos, Bruno Araújo já teria conversado com o governador de São Paulo, João Dória que preside o partido a nível nacional.

Segundo a Folha, Araújo já teria formalizado um convite a Miguel com aval de Dória. “Para o projeto que está sendo construído de reapresentação do PSDB, a cara de Miguel tem tudo a ver com isso”, disse o candidato a senador no ano passado.

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O prazo legal para Miguel trocar de legenda e concorrer à reeleição é abril do ano que vem.  Os tucanos, no entanto, querem agilizar esse processo. “Se ele tiver de vir para o PSDB, a gente quer construir num período curto. Se alternativa for essa a gente quer que ele se integre o mais rápido para participar desse processo de construção”, informou Araújo à Folha.

A desfiliação de Miguel ao PSB foi oficializada ontem (17). A saída do prefeito de Petrolina encerra o ciclo da família Coelho no partido que já teve o senador Fernando Bezerra Coelho e o deputado Fernando Filho integrando o bloco. Hoje o clã é oposição ao projeto do Governo de Pernambuco.

Miguel coelho formaliza desfiliação do PSB; futuro partido do gestor ainda é desconhecido

Nesta quarta-feira (17), o prefeito de Petrolina (PE), Miguel Coelho, formalizou sua saída do Partido Socialista Brasileiro (PSB). O gestor entregou, pessoalmente, em Brasília (DF), a carta de desfiliação ao presidente nacional da legenda, Carlos Siqueira. Miguel passou sete anos associado ao PSB, primeiro e único partido ao qual foi filiado.

Na carta, o prefeito de Petrolina alega divergências na forma de praticar política para tomar a decisão, mas ressalta a importância histórica dos socialistas. Miguel cita ainda como referências da convivência no PSB seu pai, o senador Fernando Bezerra (MDB-PE) e o ex-governador Eduardo Campos (In Memoriam). “Semeamos juntos desejos da população de levar água para os irmãos do interior, asfalto para porta de casa, desenvolvimento que gera emprego e oportunidade, educação que alimenta sonhos, renda que impulsiona o futuro”, lembrou.

PSB, PCdoB e PDT devem entrar em consenso sobre apoio à eleição de Maia

(Foto: Jornal do Commercio)

Após o PDT indicar que pode apoiar a reeleição do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), posição contrária à do PSB, os dois partidos devem iniciar um processo de discussão com o PCdoB para chegar a um consenso sobre o assunto. O governador de Pernambuco, Paulo Câmara, vice-presidente nacional do PSB, e a vice-governadora, Luciana Santos, presidente do PCdoB, afirmaram nesta segunda-feira (14) que a consolidação do bloco de oposição a Jair Bolsonaro (PSL) é a prioridade.

“Primeiro tem que ver a posição do meu partido, que ainda não está definida”, afirmou Paulo Câmara, ao ser questionado sobre o anúncio do PDT. “A gente tem uma pactuação de tentar chegar junto – PDT, PCdoB e PSB – e isso vai ser construído ao longo da semana. Há uma ansiedade em torno da eleição da Câmara, mas ela só vai ser em 1º de fevereiro. Primeiro, o PSB vai conversar com o PDT e o PCdoB”, disse ainda. “A preferência é de fazer bloco com esses três”.

PSB confirma oposição a governo de Bolsonaro: “O partido se oporá a qualquer governo de natureza autoritária”

Principal aliado do Partido dos Trabalhadores (PT) nas eleições de 2018, o PSB confirmou sua oposição ao governo do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). O posicionamento foi ratificado em uma reunião da executiva nacional na noite de segunda-feira (5).

Presidente da sigla, Carlos Siqueira comentou a decisão dos membros. “Fomos colocados na oposição pelo resultado eleitoral porque não apoiamos o candidato que ganhou e, por outro lado, e até mais importante, é porque o candidato que ganhou pensa diametralmente o oposto do que pensamos”, disse ontem ao final da reunião.

No entanto, Siqueira afirmou que a oposição visará questões apresentadas pelo próximo presidente da República. De acordo com Siqueira, a sigla fará oposição de acordo com as questões que serão apresentadas pelo novo governo.

Carlos Neiva agradece votos de eleitores e diz que vai continuar trabalhando por Juazeiro

(Foto: ASCOM)

O empresário e ex-Secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico de Juazeiro (BA), Carlos Neiva, candidato a deputado estadual pelo PSB não conseguiu a almejada vaga na Assembleia Legislativa da Bahia no pleito deste ano.

Mesmo não sendo eleito, Neiva agradeceu os 4.498 votos que recebeu dos eleitores que acreditaram no seu projeto em prol da Bahia. “A palavra é gratidão. Comecei essa campanha com apenas um voto: o meu. Finalizamos com um resultado de quase 5.000 pessoas que acreditaram no nosso projeto e no que pensamos para Juazeiro e para a toda Bahia”, disse.

“O voto é importante, um mandato é importante. Mas sempre servi Juazeiro sem mandato. E acreditem, continuarei servindo a essa cidade. Todos sabem que sou vocacionado para isso e continuarei colocando à disposição minha capacidade de trabalho”, concluiu.

Na disputa eleitoral, Câmara e Armando estão empatados, segundo pesquisa divulgada pela TV Record

Paulo Câmara e Armando devem polarizar disputa para governador do estado.

Após o início da exibição do guia eleitoral o Instituto Real Time Big Data, registrado no TSE sob o número 2352/2018, realizou a primeira pesquisa, em Pernambuco, para identificar a intenção de votos dos eleitores aos candidatos ao governo do estado. A pesquisa foi divulgada pela TV Record.

A pesquisa apresenta o candidato Paulo Câmara (PSB) em empate técnico com Armando Monteiro (PTB), com 26% e 23% respectivamente. O levantamento tem margem de erro de 3 pontos percentuais.

Maurício Rands (PROS) aparece com 6%; Júlio Lóssio (REDE) 5%; Dani Portela (Psol) e Ana Patrícia Alves (PCO), cada uma com 2 pontos percentuais. Simone Fontana (PSTU) não pontuou.

Mais uma vez a quantidade de votos Brancos e Nulos chama atenção, nessa pesquisa chegaram a 25%, e o número de indecisos corresponde a 8%. A pesquisa ouviu 1.200 eleitores e foi a campo entre os dias 31 de agosto e 1º de setembro.

O empate se repete na simulação de segundo turno, com Paulo Câmara e Armando no mesmo patamar, 35% a 32%, respectivamente. (Com informações do Diário de Pernambuco)

“O PSB não me decepcionou o suficiente para eu fechar as portas”, afirma Maria Elena sobre possível retorno ao partido

Vereadora deixa em aberto seu futuro com o PSB (Foto: Blog Waldiney Passos)

Ao final da sessão de terça-feira (21) a vereadora Maria Elena que hoje está no PRTB conversou com a imprensa e um dos assuntos abordados foi seu possível retorno ao PSB, onde viveu boa parte de sua carreira política. Questionada pelos comunicadores, a edil não descartou um possível retorno ao partido.

A ida de Elena para o atual partido, o PRTB foi uma estratégia mirando uma possível candidatura a deputada estadual e também um descontentamento político com a sigla em Pernambuco, mesmo assim ela afirma que uma volta pode se concretizar.

“Vocês sabem que eu tenho o espírito do PSB. Eu entrei no PSB com Arraes, com Eduardo Campos, com Fernando e o PSB não me decepcionou o suficiente pra fazer com que eu feche totalmente a porta”, afirmou.

Com a saída de Cristina Costa (PT) para disputar as eleições de outubro, Elena será por 45 dias a única representante feminina na Casa Plínio Amorim.

Humberto Costa sobe no palanque de Paulo Câmara e garante luta em prol de Lula

Humberto esteve no mesmo palanque que Paulo Câmara.

O senador Humberto Costa (PT) esteve no palanque da Frente Popular após o PT de Pernambuco aprovar a aliança com o PSB. O parlamentar, que disputará a reeleição na chapa do governador Paulo Câmara (PSB), afirmou que a chapa majoritária estará unida em torno da candidatura ao Planalto do ex-presidente Lula (PT).

No entanto, vale ressaltar que a Executiva do PSB anunciou que não apoiará candidatura alguma à presidência da República.

Humberto criticou o governo Michel Temer (MDB) e explicou que acredita na candidatura de Lula. “Nesse palanque que apoia Lula, vai junto conosco a possibilidade de superar esse momento difícil para o Brasil, com esse governo incompetente de Michel Temer”, disse.

PSB decide não apoiar nenhum candidato a presidente

Por aclamação e sem abstenções, o PSB decidiu neste domingo (5), em convenção nacional, não apoiar formalmente presidenciáveis na disputa eleitoral de outubro ou fazer coligações com outros partidos.

A aposta é que, com esse formato, o partido consiga emplacar os dez nomes do PSB que disputam governos estaduais, além dos 11 candidatos ao Senado pela legenda. Com essa decisão, a legenda pretende formar alianças de centro-esquerda com orientação para uma agenda progressista nas disputas regionais.

O partido chegou a analisar a proposta apoiar Ciro Gomes, que teve nome aprovado pelo PDT no primeiro dia de convenções (20 de julho), mas a iniciativa foi derrotada. 

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