Gabriel Menezes agradece confiança de Bivar, mas afirma que eleição será debatida em outro momento

Vereador tem aval de Bivar para eleições de 2020 (Foto: Blog Waldiney Passos)

Gabriel Menezes tem toda a confiança do diretório nacional e estadual do PSL para as eleições de 2020. Candidato a deputado estadual em 2018 com apoio – e apoiando – o presidente nacional do partido, Luciano Bivar, o vereador tem carta branca em Petrolina para o pleito de outubro.

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Semana passada Bivar participou do programa Repercutindo com Daniel Campos na Rádio Jornal Petrolina e elogiou Gabriel. “Fiquei surpreso e feliz ao mesmo tempo com a declaração do presidente nacional. A gente vai discutindo isso sem atrapalhar o andamento do nosso mandato. Estamos cuidando sim nas horas vagas de algumas filiações de pessoas que disputarão uma vaga em Petrolina”, disse o vereador na sessão dessa terça-feira (10).

Questionado sobre esconder o jogo para outubro, Gabriel disse que o momento é de organizar a casa. “Outubro está distante. Acho que a gente não pode antecipar o debate, Petrolina tem outros temas que merecem a atenção dessa Casa, a minha também. A gente está em janela cuidando de filiações. Possíveis alianças, lá na frente“,finalizou.

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Para Luciano Bivar, presidente nacional do PSL e deputado federal de Pernambuco, o nome do vereador Gabriel Menezes é a escolha do partido para as eleições de 2020, em Petrolina. Bivar participou do programa Repercutindo com Daniel Campos na Rádio Jornal, nessa sexta-feira (28) e falou ainda sobre as ambições da sigla no pleito de outubro.

Gabriel é nome forte do PSL (Foto: Reprodução)

“Onde nós pudermos marcar presença, nós vamos marcar. Em Petrolina o nosso candidato é o Gabriel Menezes, ele é nosso candidato a prefeito. O que nós precisamos ter no PSL no Brasil inteiro: ter uma trincheira contra o ataque contra um eventual ataque às instituições do nosso país, contra as instituições. Nosso partido é liberal“, afirmou o deputado.

Liderança com Gabriel

De acordo com o presidente do PSL, Gabriel é a escolha natural, por ser uma liderança na Oposição e também dentro no próprio partido. “O Gabriel é o presidente do diretório, ele que decide os caminhos que vai trilhar o PSL em Petrolina. Ele é um jovem político, muito bom. Nos apoiou na última eleição, não vejo como não ter outra opção, apesar do Miguel [Coelho] ser um bom prefeito, mas nós temos nosso time, nossas ideias e objetivos”, destacou.

Ex-aliado do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), Bivar foi curto e gross: “Onde a gente puder marcar nossa presença pra defender um país livre, respeitando suas instituições, nós iremos fazer”, concluiu.

Gabriel Menezes desmente aproximação com PT e confirma presença no pleito de outubro

Vereador desmente aproximação com PT (Foto: Blog Waldiney Passos)

Por um tempo especulou-se a saída de Gabriel Menezes do PSL, ex-partido de Jair Bolsonaro. Hoje (7) durante uma entrevista no programa Repercutindo com Daniel Campos, na Rádio Jornal Petrolina, o vereador confirmou que continua no partido e foi além: confirmou que estará na disputa pela Prefeitura em outubro.

“Continuo no PSL, nos próximos dias teremos a nomeação da nova Diretoria no âmbito local. O PSL defende candidatura própria e estamos trabalhando no nosso grupo para elegermos três ou quatro vereadores, renovando as cadeiras do Legislativo Municipal a partir de 2021“, afirmou.

Respeito por Cristina, mas sem aliança

Na noite de quinta-feira (6) o edil esteve com a colega da Oposição, Cristina Costa (PT) cumprindo agenda na Casa Plínio Amorim. Isso deu início a um ruído, acerca de uma possível aliança entre PSL e PT, fato desmentido por ele. “Não existe qualquer conversa nesse sentido, o que houve ontem foi o entendimento entre dois bons amigos, colegas de legislatura, onde há um respeito mútuo muito grande. Torço para que Cristina sempre tenha êxito, Petrolina conhece o seu trabalho. A gente democraticamente também vai oferecer o nosso nome no pleito de 2020″, ressaltou.

Eleições 2020

Para quem não se recorda, Gabriel está em seu primeiro mandato na Câmara de Vereadores e é contrário à reeleição. Sendo assim, não estando na disputa por uma vaga no Legislativo, ele seguirá rumo à Prefeitura de Petrolina. Em 2018 ele tentou uma cadeira na Assembleia Legislativa de Pernambuco, sem sucesso.

“Tenho o desprazer de ter você como colega de partido”, dispara Gabriel sobre Alvorlande

Vereadores trocaram farpas durante a sessão desta terça.

Após o embate com o vereador Alvorlande Cruz, Gabriel Menezes rebateu o discurso do colega de legenda – ambos são do Partido Social Liberal (PSL) – e afirmou que não preza pelo parlamentar. Os vereadores entraram em um embate após a apresentação de um requerimento a respeito da Avenida Sete de Setembro de autoria de Gabriel.

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Em um determinado momento, Alvorlande falou citou a decisão de Gabriel de ser contra a reeleição. Em resposta, Gabriel reafirmou seu posicionamento, disse estar de passagem em sua cadeira de vereador e disparou contra Alvorlande.

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PF indicia Bivar e mais três pessoas por esquema de laranjas no PSL de Pernambuco

(Foto: Câmara dos Deputados/Reprodução)

A Polícia Federal indiciou na sexta-feira (29) o deputado federal e presidente do PSL, Luciano Bivar (PE) e mais três mulheres, sob a suspeita de participação no esquema de laranjas no partido. Segundo PF, o quarteto teria praticado o crime de falsidade ideológica, apropriação indébita de recurso eleitoral e associação criminosa.

A pena para os crimes é de cinco, seis e três anos de cadeia, respectivamente. O esquema do “laranjal do PSL” teve início após a Folha de São Paulo revelar a prática criminosa no partido, ocorrida nas eleições de 2018. Isso também teria acontecido em Minas Gerais.

Além de Bivar, foram indiciadas as candidatas Maria de Lourdes Paixão, Érika Santos e Mariana Nunes -todas do PSL. Atualmente no Governo Federal, Marcelo Álvaro Antônio foi indiciado no mês passado. Ele é ministro do Turismo e teria comandado o esquema em MG.

“Trabalharei fortemente para angariar assinaturas”, afirma Coronel Leite sobre ida ao Aliança pelo Brasil

Coronel Leite deixou PSL para seguir Bolsonaro

O Coronel Heitor Leite não está mais a frente do PSL de Petrolina. Conforme noticiamos mais cedo, o ex-secretário na gestão de Julio Lóssio e atual aliado de Miguel Coelho (MDB), seguirá o presidente Jair Bolsonaro no novo partido criado pelo atual presidente da República.

“Com esse rompimento que houve e a criação de outro partido, é natural que eu acompanhe o mesmo projeto que vinha acompanhando no grupo que acompanha o presidente Bolsonaro. Diante dessas mudanças eu deixo o PSL para trabalhar em função desse novo partido“, disse no programa Super Manhã com Waldiney Passos dessa terça-feira (26).

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Segundo Leite, sua saída já deve estar chegando até a Justiça Eleitoral. “Quando viajei na semana passada para Brasília, deixei minha carta de desfiliação que já deve ter sido encaminhada à Justiça Eleitoral. Já está informado ao partido que estou me afastando do partido para continuar em função do novo projeto do presidente Bolsonaro“, destacou.

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(Foto: Blog Waldiney Passos)

O Coronel Heitor Leite, que tem se destacado no cenário político de Petrolina há alguns anos, decidiu deixar o Partido Social Liberal (PSL) após o presidente da República deixar a sigla. Segundo Leite, a intenção é ajudar Bolsonaro na construção do novo partido Aliança pelo Brasil.

A nova sigla vive a expectativa da decisão do Tribunal Superior Eleitoral sobre aceitar ou não a assinatura eletrônica, o que garante, ou não, a participação da Aliança nas eleições municipais do próximo ano.

Para criar um partido político, o tribunal exige uma lista com assinaturas equivalentes a 0,5% do total de votos válidos na última eleição para a Câmara dos Deputados. A Aliança precisa, portanto, de 491.967 apoiadores sem filiação partidária divididos em pelo menos nove estados.

Bolsonaro deve oficializar saída do PSL e novo partido já tem nome

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O namoro entre o PSL e Jair Bolsonaro deve ganhar um ponto final nessa terça-feira (12), quando o Presidente da República oficializará sua saída. Em Brasília (DF) é quase certo que hoje seja o Dia D de Bolsonaro na sigla, após um racha com o presidente nacional Luciano Bivar (PE).

A intenção de Bolsonaro é criar um novo partido e estima-se que 20 deputados federais acompanharão o presidente. Com isso, o PSL perderia o posto de segunda maior bancada na Câmara. O Presidente da República e seus filhos devem migrar para o Aliança Pelo Brasil, criado pelo clã Bolsonaro.

A mudança de partido encerra uma briga interna que dura mais de um mês. Uma reunião nessa tarde deve selar a saída de Bolsonaro do PSL e a corrida será contra o tempo, para que os deputados que acompanharem o presidente da República não percam seus mandatos, pertencentes ao partido no qual foram eleitos.

Bolsonaro marca reunião com deputados aliados para anunciar saída do PSL nesta terça-feira

(Foto: Internet)

Nesta terça-feira (12), o presidente Jair Bolsonaro deve se reunir com o grupo de deputados bolsonaristas do PSL para informar que deixará o partido, em meio à crise deflagrada na sigla. A informação foi revelada hoje (11) pelo jornal Folha de S. Paulo.

Segundo o jornal Folha de São Paulo, o encontro acontecerá no Palácio do Planalto, onde Bolsonaro deve comunicar que ficará sem partido pelo menos no curto prazo. A tendência é que o presidente anuncie processo de coleta de assinaturas para a formação de uma nova legenda, cujo nome ainda não foi definido. Uma das hipóteses é Conservadores.

Os deputados e senadores do PSL considerados traidores pelo presidente, como Joice Hasselmann (SP), Delegado Waldir (GO) e Major Olímpio (SP), não foram convidados para o encontro.

Gabriel Menezes comenta situação de Lóssio e anuncia ida para Avante em 2020

Vereador anunciou novo partido e comentou situação de Lóssio (Foto: Wanderley Alves/Petrolina em Destaque)

O vereador Gabriel Menezes (PSL), que já foi aliado do ex-prefeito de Petrolina, Julio Lóssio, comentou a decisão da Justiça de sequestrar bens do ex-gestor. Em coletiva na manhã dessa terça-feira (5), na Câmara de Vereadores, o parlamentar afirmou que a Justiça é para todos.

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“A Justiça tem que trabalhar. A Justiça é para todos, mais cedo ou mais tarde ela vem aos olhos da sociedade. Ninguém está acima da lei. Que Julio se defenda, como Fernando [Bezerra] tem o direito de se defender“, citou lembrando dos casos relacionados ao senador da República e líder do Governo.

Questionado sobre seu futuro político, já que durante a campanha passada ele apoiou o presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), Gabriel anunciou sua saída da sigla. “Vou ao Avante, se Deus quiser. Em abril a gente se filia”.

Eduardo Bolsonaro consegue apoio e é o novo líder do PSL na Câmara

Filho do presidente ganhou liderança do partido (Foto: Fernanda Calgaro/G1)

A briga interna no PSL ganhou um novo capítulo nessa segunda-feira (21). O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) é o novo líder do partido na Câmara. O nome dele apareceu no sistema da Câmara como novo ocupante do cargo no início da tarde.

Pouco antes da confirmação, o agora ex-líder, Delegado Waldir (PSL-GO), havia divulgado um vídeo no qual reconhecia que a liderança havia passado para Eduardo. O embate pelo comando da sigla já durava duas semanas, quando o presidente da República, Jair Bolsonaro criticou o presidente do partido, Luciano Bivar.

Desde então um grupo fiel a Bolsonaro tentava dar o comando do partido na Câmara a um de seus filhos. Fato concretizado hoje, quando Eduardo teve apoio via 29 assinaturas (mais da metade da bancada), que foi validada pela Câmara.

Fiéis a Bivar, parlamentares articulam medidas para enfraquecer aliados de Bolsonaro no PSL

(Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo)

A briga pelo poder no PSL continua. De acordo com o jornal Correio Braziliense, uma convenção extraordinária composta apenas por aliados do presidente do partido, o deputado Luciano Bivar (PSL-PE), membros da sigla tomaram uma série de medidas para tornar sem efeito as ações de deputados ligados ao presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL).

Na reunião, cinco dos principais articuladores da ala bolsonarista: Carla Zambelli (SP), Bibo Nunes (RS), Alê Silva (MG), Filipe Barros (PR) e Carlos Jordy (RJ) tiveram seus poderes suspensos. Dessa forma, eles perdem o direito de assinar qualquer lista ou documento em nome do partido e de falar na tribuna da Câmara.

Cerca de 40 parlamentares do PSL estavam na reunião, entre eles Zambelli que estuda a possibilidade de invalidar a reunião. Líder do PSL no Senado, Major Olímpio (SP), argumentou que o encontro foi legal e protocolado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Outro tema tratado no encontro foi a destituição do deputado Eduardo Bolsonaro (PSLSP) da presidência do diretório paulista do PSL, e a do senador Flávio Bolsonaro (PSLRJ) da chefia do partido no Rio de Janeiro. O clima de tensão entre Bolsonaro e o partido já dura algumas semanas e ganhou novos contornos nos últimos dias.

Presidente do PSL, Luciano Bivar, é alvo de operação da PF

Luciano Bivar é presidente do PSL.

Nesta terça-feira (15), a Polícia Federal (PF) cumpre mandado de busca e apreensão em um endereço ligado ao presidente do Partido Social Liberal (PSL), o deputado federal Luciano Bivar (PSL-PE). A ação faz parte da investigação sobre o uso de candidaturas laranjas pelo partido na eleição de 2018.

O objetivo da operação é esclarecer se ocorreu fraude no emprego dos recursos destinados às candidaturas de mulheres, já que ao menos 30% dos valores do Fundo Partidário deveriam ser empregados na campanha das candidatas do sexo feminino.

De acordo com a PF, há indícios de que os valores foram aplicados de forma fictícia objetivando o seu desvio para livre aplicação do partido e de seus gestores. O inquérito tramita em segredo de Justiça.

Apesar de racha com PSL, presidente do partido em Pernambuco espera que Bolsonaro não deixe sigla

Saída de Bolsonaro do PSL seria ruim para ambas as partes, alega presidente estadual

Marcos Amaral, presidente do PSL em Pernambuco opinou sobre o racha entre Jair Bolsonaro e o presidente nacional do partido, Luciano Bivar. Na opinião de Amaral, o partido nunca virou as costas a Bolsonaro e cabe a ele explicar a postura adotada nos últimos dias.

“Quem tem que vir a público dizer as razões, motivos e o que pretende fazer é o próprio presidente [Bolsonaro]. O nosso presidente Luciano Bivar e nós todos que acompanhamos todo processo estamos bem tranquilos, tudo que foi devidamente conversado e acertado, votamos integralmente em todos os projetos e instâncias que foram chamados os membros do PSL, todos eles deram total apoio ao Governo“, disse Amaral em entrevista ao programa Super Manhã com Waldiney Passos.

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Segundo o presidente do PSL-PE, uma saída de Bolsonaro seria ruim para os dois lados, visto que “o presidente precisa de um grande partido e um grande partido precisa de um grande presidente. As coisas vãos e ajustar e o que será, será. Não tem muito o que fazer. O mandato do presidente é dele”.

Contudo, ele já deixou claro que, em uma possível debandada de Bolsonaro, o PSL não deixaria de apoiar o Governo e seria aliado. “O PSL é um partido liberal e sempre funcionou assim. Apoia integramente o projeto do Governo, estaremos junto com o Governo em todas as ações“, finalizou.

Bolsonaro busca forma jurídica para deixar PSL e blindar deputados

Partido ganhou força após eleição de Bolsonaro.

O presidente da República, Jair Bolsonaro, está em busca de uma saída jurídica para deixar o Partido Social Liberal (PSL). O recado foi dado por ele a deputados e advogados em reunião na tarde desta quarta-feira (09) no Palácio do Planalto.

Segundo o jornal Folha de São Paulo, a equipe que assessora o presidente trabalha na construção de uma saída para evitar que os deputados aliados que queiram migrar de legenda com Bolsonaro percam seus mandatos por infidelidade partidária.

Ao deixar o Palácio do Planalto na noite dessa quarta, Bolsonaro disse que continuaria no partido e negou qualquer tipo de crise. “Por enquanto, eu continuo. Não tem crise. O problema não é meu, o pessoal quer um partido diferente, atuante. Este partido está estagnado. Não tem crise, não tem o que alimentar”, disse.

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