Incêndio atinge hospital do Rio de Janeiro, número de mortes sobe para 11

De acordo com a direção do hospital, a principal suspeita é que houve um curto circuito no gerador do prédio 1

Um incêndio de grandes proporções atingiu o hospital Badim, instituição particular localizada na Tijuca, zona norte do Rio de Janeiro. No fim da tarde de ontem, pouco antes das 18h, o prédio  Começou a ser tomado pelas chamas, e uma fumaça preta e espessa pôde ser vista de longe por moradores da região.

O número de mortos no incêndio subiu para 11 durante a madrugada desta sexta-feira, segundo a Defesa Civil do Estado informou ao canal GloboNews. Dez corpos foram retirados por volta das 2h pelos bombeiros. Mais cedo, o vice-governador do Rio, Claudio Castro (PSC), afirmou às 22h20 que uma pessoa havia sido encontrada morta. Ainda não há informações sobre as vítimas.

Os bombeiros confirmaram no fim da noite que o incêndio foi controlado. “Mas como o incêndio foi grande, há muita fumaça e a visualização do local ainda está ruim”, disse a corporação. Seis carros do Corpo de Bombeiros foram enviado ao local e cerca de dez ambulâncias da corporação atuam na remoção das pessoas.

Os pacientes foram transferidos para hospitais próximos, tanto privados como públicos. Familiares de pacientes se aglomeraram na rua enquanto esperam por informações. A direção do Hospital Badim se manifestou sobre o incêndio no início da madrugada desta sexta-feira (13).

Por meio de nota, declarou um profundo pesar pelo ocorrido e informou que 103 pacientes estavam internados no momento em que o fogo teve início. De acordo com o hospital, a evacuação dos pacientes começou antes mesmo da chegada do Corpo de Bombeiros, por meio do trabalho da brigada de incêndio do próprio estabelecimento. “Desde o primeiro momento, a prioridade total foi socorrer os pacientes e funcionários e salvar vidas. Mais de 100 médicos foram mobilizados para dar assistência aos pacientes que estavam sendo socorridos”, diz a nota encaminhada à imprensa.
O hospital disse que só deve dar números e informações mais apuradas sobre vítimas quando o Corpo de Bombeiros finalizar a vistoria do prédio e liberar o acesso.

Curto-circuito e pacientes retirados Segundo o hospital, o incêndio foi provocado por um curto-circuito em um gerador na antiga unidade — o hospital tem dois prédios, um com 19 anos de fundação, segundo o site da instituição, e outro inaugurado em 2018.

Informações preliminares apontam que o incêndio se iniciou após um curto-circuito no gerador do subsolo do prédio mais antigo, espalhando fumaça para todos os andares.

Pacientes foram retirados ainda na maca e funcionários improvisaram leitos na rua São Francisco Xavier, que está bloqueada. Quem estava no prédio antigo, onde as chamas começaram, foi transferido para a unidade nova. O hospital tem capacidade para 128 leitos. “Todos os pacientes do CTI 1 já foram retirados e estão recebendo os primeiros atendimentos na rua Arthur
Menezes. Nesse momento, os pacientes do CTI 2, que tem 20 leitos, também estão sendo retirados”, informou o hospital.

“Toda a direção do hospital Badim está empenhada em prestar os devidos socorros necessários aos pacientes, que estão sendo transferidos para o hospital Israelita Albert Sabin e para os hospitais da Rede D’Or, do qual o Badim é associado”, comunicou o centro médico.

Sequestrador de ônibus no Rio é morto por atiradores de elite

Até as 9h, o sequestrador havia liberado seis reféns.

O porta-voz da Polícia Militar (PM) do Rio de Janeiro, coronel Mauro Fliess, confirmou que o sequestrador que fez 37 reféns no início da manhã, em um ônibus na Ponte Rio-Niterói, foi morto por atiradores de elite.

Tiros foram ouvidos no local por volta das 9h. Pelo Twitter, a PM informou que a ocorrência foi encerrada sem vítimas entre os reféns. “O tomador de refém foi neutralizado por um atirador de precisão do #Bope [Batalhão de Operações Policiais Especiais] e todos os reféns foram libertados ilesos” postou a corporação.

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“O Exército não matou ninguém”, diz Bolsonaro sobre assassinato de músico no Rio de Janeiro

(Foto: Internet)

Nesta sexta-feira (12), o presidente Jair Bolsonaro (PSL) falou pela primeira vez sobre a morte de Evaldo dos Santos Rosa, de 51 anos. Evaldo foi morto no último domingo (7), no Rio de Janeiro, quando o carro que dirigia foi alvo de pelo menos 80 tiros de fuzil disparados por soldados do Exército. Os militares dizem que confundiram o carro com o de criminosos.

“O Exército não matou ninguém, não. O Exército é do povo e não pode acusar o povo de ser assassino, não. Houve um incidente, uma morte”, disse Bolsonaro que só havia se manifestado sobre o tema na terça-feira (9), por meio do porta-voz Otávio Rêgo Barros.

Em Macapá, durante um evento para a inauguração do aeroporto local, Bolsonaro disse ainda lamentar “a morte do cidadão trabalhador, honesto, e está sendo apurada a responsabilidade. No Exército sempre tem um responsável.
Não existe essa de jogar para debaixo do tapete. Vai aparecer o responsável”.

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Temer deixa prédio da Polícia Federal no Rio

Momento é que Temer foi levado pela PF. (Foto: Reprodução/ TV Globo)

O ex-presidente da República Michel Temer deixou hoje (25), às 18h42, a sede da Superintendência da Polícia Federal no Rio de Janeiro, onde estava preso desde a última quinta-feira (21), em uma cela improvisada, no prédio que fica no centro da cidade.

Temer foi beneficiado por um habeas corpus concedido pelo desembargador Ivan Athié. Ele foi preso na última quinta-feira (21), durante a Operação Descontaminação, que investiga desvio de verbas nas obras da usina nuclear Angra 3.

O ex-presidente saiu acompanhado de seu advogado e escoltado por um carro da Polícia Federal. Às 19h40, Temer embarcou em um avião particular no Aeroporto Santos Dumont.

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Polícia cumpre mandados contra envolvidos na morte de Marielle

A vereadora Marielle Franco foi assassinada junto com o motorista Anderson Gomes, na noite de 14 de março deste ano. (Foto: Internet)

Agentes da Divisão de Homicídios da Polícia Civil do Rio de Janeiro cumprem nesta quinta-feira (13) na capital e em outros municípios os primeiros mandados de prisão e apreensão contra suspeitos de envolvimento na morte da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes.

 O delegado Giniton Lages, responsável pelas investigações, informou à Agência Brasil que a operação se estende a bairros do município do Rio e em Angra dos Reis, Nova Iguaçu, Petrópolis, e fora do estado, na cidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais.

Segundo o delegado, a operação deriva de inquéritos policiais paralelos às investigações do caso Marielle e Anderson.

Desde que começaram as investigações, que apuram a autoria dos crimes, a Delegacia de Homicídios vem realizando várias operações policiais para a checagem de informações anônimas.

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Governador do Rio de Janeiro, Pezão é preso em nova operação contra corrupção da Lava-Jato

PF entra no Palácio Laranjeiras para prender o governador Luiz Fernando Pezão. (Foto: OGlobo)

Agentes da Polícia Federal (PF) e procuradores da República foram às ruas nesta quinta-feira para cumprir ao menos nove mandados de prisão. O principal alvo da operação intitulada “Boca de Lobo” foi o governador do Rio de Janeiro Luiz Fernando Pezão.

O pedido de prisão foi feito pela (PF) do Rio, com aval da Procuradoria Geral da República, a um mês do término do seu mandato. Entre outros alvos da ação estão o secretário de Obras do Rio, José Iran, e operadores financeiros ligados ao governador.

Segundo informações do jornal O Globo, no apartamento do Pezão, no Leblon, a equipe da PF não achou ninguém. Uma equipe também foi à casa da mãe do governador, também no Leblon.

Bolsonaro visita região onde teria iniciado carreira política

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) retornou para sua casa na Barra da Tijuca após cortar o cabelo. (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)

Na manhã deste sábado, sem informar o destino, por voltas das 9h30, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) saiu do condomínio onde mora, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, seguiu pela Transolímpica e parou no cabeleireiro HJM, em Bento Ribeiro, onde cortou o cabelo.

Depois, visitou uma casa, na mesma região, onde, segundo os vizinhos, teria iniciado a carreira política e onde nasceram os filhos do primeiro casamento.  Bolsonaro retornou para casa, por volta das 12h30. 

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No RJ, Paulo Bonfim participa de evento com Manuela Dávilla, pré-candidata à Presidência da República

Já em clima de eleição, o prefeito de Juazeiro, Paulo Bonfim (PC do B) esteve na 73ª Reunião Geral da Frente Nacional dos Prefeitos (FNP), no Rio de Janeiro (RJ), onde acompanhou a deputada estadual do Rio Grande do Sul e pré-candidata à Presidência da República, Manuela Dávilla.

O evento realizado na terça-feira (8) foi marcado por uma conversa com os pré-candidatos, momento no qual Manuella Dávilla apresentou suas propostas, ao lado de Bonfim. Os dois políticos são do mesmo partido e Manuela utilizou Juazeiro como referência na evolução da educação infantil.

Juntamente com Bonfim e Manuela também esteve o vice-presidente da FNP e também prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira (PC do B). Durante o evento, Paulo Bonfim falou sobre a conversa com os colegas de partido.

“Tem sido muito interessante ser procurado por colegas prefeitos e prefeitas de todo o país para conhecer a nossa gestão, nossas experiências. Sabemos que Juazeiro ainda tem uma demanda muito grande em todas as áreas. Entretanto, a população reconhece o que já foi feito e acredita na nossa capacidade de produzir ações ainda mais consistentes, que melhorem a vida das pessoas“, disse.

OAB-PE emite nota pública sobre assassinato da vereadora do Rio de Janeiro

OAB de Pernambuco se solidarizou com familiares e amigos e afirmou que espera uma apuração séria dos fatos. (Foto: OAB-PE)

A Seccional de Pernambuco da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PE), por meio da Comissão da Mulher Advogada (CDMA), divulgou, nessa quinta-feira (15), uma nota pública sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, no Rio de Janeiro, na última quarta-feira (14). Na nota, a instituição afirma que “as circunstâncias de sua morte (…) levam a crer que a vereadora foi vítima de execução em razão de sua militância”.

Confira a íntegra da nota

“A Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Pernambuco, por intermédio da Comissão da Mulher Advogada (CDMA), recebeu com grande pesar e enorme preocupação a notícia da morte da vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco, e do motorista Anderson Pedro Gomes, em incidente acontecido na noite desta quarta-feira (14).

De acordo com as informações preliminares divulgadas amplamente nos veículos de comunicação, a principal linha de investigação leva a crer que a quinta vereadora mais votada do Rio de Janeiro foi assassinada em razão do exercício de sua atividade legiferante.

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Vereadora do PSOL é assassinada a tiros no centro do Rio

Executiva Nacional do PSOL manifestou pesar pelo assassinato da vereadora. (Foto: Internet)

A vereadora pelo Rio de Janeiro Marielle Franco, do PSOL, foi morta a tiros no bairro do Estácio, região central da capital carioca, na noite desta quarta-feira (14). Ela estava dentro de um carro acompanhada de um motorista, que também foi morto, e de uma assessora, quando teria sido abordada por outro veículo.

Uma ambulância do quartel central do Corpo de Bombeiros foi acionada para o local e constatou a morte da parlamentar e do motorista. A vereadora estava indo para casa no bairro da Tijuca, zona norte do Rio, voltando de um evento ligado ao movimento negro, na Lapa.

Segundo informações preliminares da Polícia Militar do RJ, que atendeu a ocorrência, a parlamentar e o motorista, que não teve a identidade informada, foram baleados e morreram no local. A assessora Fernanda Chaves sobreviveu ao ataque e não teria sofrido nenhum tiro, segundo o Corpo de Bombeiros.

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Fernando Bezerra Coelho vota pela aprovação da intervenção federal no Rio e critica a segurança em Pernambuco

Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa ordinária. Foto: (Marcos Oliveira/Agência Senado)

Vice-líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) subiu à Tribuna do Senado, nesta tarde (20), para afirmar que a intervenção federal no Rio de Janeiro é “necessária e corajosa”, motivada pela rotina de descontrole da segurança pública e o comprometimento da ordem pública naquele estado.

Ao defender que o decreto de intervenção seja apoiado pelo Senado, a exemplo da aprovação da matéria pela Câmara dos Deputados, Fernando Bezerra observou que as medidas adotadas no Rio sinalizam para a abertura de precedentes a ações similares em outras regiões do país, como em Pernambuco.

“No meu estado, por exemplo, a criminalidade tem avançado de modo alarmante, com indicadores até piores”, destacou o senador, reforçando que a questão da segurança pública é um problema “que precisa ser encarado de frente, com seriedade, sem demagogia”, afirmou o Senador.

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Fernando Bezerra Coelho externou preocupação com o número de assassinatos divulgado pela Secretaria de Defesa Social, quando Pernambuco registrou o recorde histórico de mais de 5,4 mil homicídios, ano passado. Para Bezerra Coelho, o atual cenário no estado também não demonstra melhorias em curto prazo. “Este foi o segundo janeiro mais violento na história do Pacto pela Vida, criado em 2007”, ressaltou.

Na Tribuna, o senador ainda analisou o que ele classificou de “acentuada deterioração da segurança pública” em Pernambuco, também ocasionada pela “ineficiência da atividade investigativa” no estado. “Somente 32% dos quase 5,1 mil inquéritos de homicídios abertos em 2017 foram solucionados”, observou Fernando Bezerra, reafirmando incondicional apoio a ações que possam melhorar a segurança pública pernambucana. O Decreto 4/2018 está na pauta do Senado para ser votado, esta noite, em sessão extraordinária.

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Senado aprova decreto presidencial de intervenção no Rio de Janeiro

Presidente do Congresso deve autorizar nomeação do general Walter Braga Netto. (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)

O Senado aprovou, por 55 votos a 13 e uma abstenção, o decreto de intervenção federal no Rio de Janeiro para a área da segurança pública. Com a aprovação da medida pelos deputados e, agora, pelos senadores, o governo federal foi autorizado a nomear um interventor no estado devido ao “grave comprometimento da ordem pública”, como solicitado pelo presidente Michel Temer na última sexta-feira (16).

A votação no Senado durou pouco mais de três horas, a metade do tempo utilizado pela Câmara para discutir e aprovar o decreto, por 340 votos a 72, na madrugada de hoje (20). É a primeira vez que a União intervém em um estado desde 1988.

Durante a sessão, cinco oradores discursaram favoravelmente ao decreto, e cinco contra. Além de questões de ordem para que a votação não ocorresse, a oposição solicitou a criação de uma comissão externa temporária para fiscalizar os desdobramentos da intervenção.

Após a confirmação dos parlamentares, cabe agora ao presidente do Congresso, Eunício Oliveira (MDB-CE), publicar um decreto legislativo referendando o decreto e autorizando a nomeação do general Walter Braga Netto.

Fonte Agência Brasil

Deputados federais de Pernambuco apoiaram decreto de intervenção no Rio de Janeiro

(Foto: Arquivo)

A aprovação da intervenção na segurança pública do Rio de Janeiro, na noite da segunda-feira (19), na Câmara dos Deputados, teve apoio dos representantes pernambucanos. Todos os 17 deputados federais do estado votaram ‘sim’ e a matéria será analisada ainda hoje (20) no Congresso Nacional.

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Câmara aprova decreto de intervenção no Rio; senadores votam medida nesta terça

(Foto: Arquivo)

A Câmara dos Deputados aprovou, por 340 votos a 72, o decreto legislativo que autoriza a intervenção federal na área de segurança pública do estado do Rio de Janeiro. Após mais de seis horas de discussões e táticas de obstrução pelos contrários à medida, os deputados acataram o parecer da deputada Laura Carneiro (MDB-RJ) favorável à medida, anunciada pelo presidente Michel Temer na última sexta-feira (16).

Nesta terça-feira (20), o Senado deve realizar, às 18h, uma sessão extraordinária destinada a votar o decreto. Caso o texto que estipula a intervenção seja aprovado pela maioria simples dos senadores presentes, o Congresso Nacional poderá publicar o decreto legislativo referendando a decisão de Temer de intervir no Rio de Janeiro.

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Presidente do Senado manda paralisar PECs enquanto decreto no RJ vigorar

(Foto: Agência Brasil/EBC)

O presidente do Senado e do Congresso Nacional, Eunício Oliveira anunciou na tarde dessa segunda-feira (19) que todas as Propostas de Emenda à Constituição (PEC) devem ser paralisadas enquanto o decreto de emergência no Rio de Janeiro vigorar.

A decisão de Eunício veio após uma reunião com os Conselhos de Defesa Nacional e da República, realizada no Palácio da Alvaroda. “Nenhuma PEC tramitará, não precisa a oposição entrar com pedido de liminar, absolutamente nada, porque nenhuma PEC tramitará. O mandamento constitucional no Artigo 60, item 1º, determina que, em estado de sítio, em estado de defesa ou em intervenção, nenhuma PEC poderá tramitar, portanto não haverá mudança na Constituição”, explicou Eunício.

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