Diretor do SAAE permanecerá no cargo, afirma Prefeito Paulo Bomfim

O prefeito de Juazeiro (BA), Paulo Bomfim emitiu uma nota de apoio ao diretor-presidente do SAAE, Joaquim Medeiros Neto. De acordo com o gestor, Joaquim é “um homem de conduta irretocável, que sempre prezou por atitudes honestas e cidadãs”.

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Neto foi denunciado pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA) por envolvimento na morte do ex-coordenador da Defesa Civil de Juazeiro, Adalberto Gonzaga. “Conheço Joaquim, seu comportamento e sua índole. Trata-se de um homem de conduta irretocável, que sempre prezou por atitudes honestas e cidadãs. Creio firmemente que este é mais uma ataque político, vindo de uma pessoa com vasto histórico de agressões e denúncias infundadas, que induziu a promotoria a erro”, disse Paulo.

Se alguém cogitava a saída de Neto do SAAE, Bomfim afirmou que ele permanecerá no cargo. “Ele permanece no SAAE, local onde tem desempenhado um trabalho de excelência. A acusação é carente de fundamentos e não é justo que um homem público seja atacado, sem provas, em sua honra. Ele vai se defender e mostrar, mais uma vez, que algumas pessoas da oposição agem de forma suja e inescrupulosa”.

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Joaquim Neto afirma que acusação partiu de boato na imprensa (Foto: Reprodução)

O diretor do Serviço de Água e Saneamento Ambiental (SAAE) de Juazeiro (BA), Joaquim Neto foi denunciado pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA) por envolvimento no assassinato de Adalberto Gonzaga, ex-coordenador da Defesa Civil. O crime aconteceu em 2017 e a denúncia foi feita no dia 25/09, quarta-feira.

Além de Neto outras duas pessoas foram denunciadas: Davir Paixão Reis e Gabriel Amaral apontados como executores do crime. Em nota, o diretor do SAAE afirmou estar sendo vítima de armação política e que a acusação se baseia num boato espalhado na imprensa juazeirense.

Na nota o Neto destaca que “a viúva e o irmão de Adalberto afirmam que a morte dele deve estar ligada a um processo que ele respondia desde 2009, por tentativa de assassinato”. Nós solicitamos mais detalhes da investigação juntamente à Polícia Civil de Juazeiro, ao Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) e ao próprio MP. Estamos aguardando novas informações.

Confira a seguir a íntegra da resposta do diretor:

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