MDR paralisa ações da Operação Carro-Pipa a partir de 1º de março

100% dos municípios ficarão desassistidos (Foto: Ilustração)

A partir do dia 1° de março, próxima segunda-feira, as ações da Operação Carro-Pipa Federal estarão paralisadas em 100% dos municípios. O anúncio foi feito através de nota, nesta sexta-feira (26), pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR). A pasta alega não ser possível realizar “repasses integrais e regulares” à ação.

“Nos meses de janeiro e fevereiro, a Pasta, por meio da Defesa Civil Nacional, conseguiu realizar o repasse emergencial de R$ 89,7 milhões, que foram descentralizados ao Exército Brasileiro (EB) – responsável pela execução do serviço. Em decorrência do atraso no repasse, 260 municípios já tiveram o atendimento suspenso e a partir de 1º de março, a Operação poderá ter suas atividades paralisadas em 100% dos municípios“, diz a nota do MDR.

O Ministério afirmou ainda que está em contato com o Governo Federal “para possibilitar a execução da Operação em sua integralidade e evitar prejuízos à população”. Confira a seguir a íntegra da nota:

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Acesso à água: plano do governo federal pode beneficiar 3 milhões de pessoas do semiárido nordestino

(Foto: Ilustração)

O Serviço Geológico do Brasil está buscando recursos para tirar do papel um plano inédito, de R$ 245 milhões, que pode beneficiar 3 milhões de pessoas que não têm acesso à água no semiárido nordestino. O plano feito por especialistas do órgão federal prevê um investimento em oito tipos diferentes de ações para oferta de água, com obras previstas por 48 meses.

O valor do investimento pode parecer alto, mas é pequeno quando comparado ao gasto com abastecimento emergencial aos sertanejos ao longo de um ano. Somente em 2019, a Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, ligado ao MDR (Ministério do Desenvolvimento Regional), gastou R$ 610,5 milhões com a Operação Carro-Pipa.

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Petrolina sedia encontro sobre educação contextualizada no Semiárido

(Foto: Ascom/PMP)

Petrolina sediou na semana passada o II Encontro Semiárido e Educação, evento que reuniu professores, gestores públicos e membros da sociedade civil na discussão sobre uma educação contextualizada. Dentro do evento foram elaboradas propostas as quais serão encaminhadas ao Ministério da Educação (MEC).

O Governo Federal analisará as demandas e caso queira, poderá colocar em prática. Entre as propostas estão a continuidade do processo de formação que já está em curso, o princípio da educação integral e integrada, o fortalecimento do diálogo entre escola e comunidade, a implementação da comunicação não violenta com base na justiça restaurativa, saúde bem estar do docente, entre outros.

A Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) promoveu o encontro em parceria com a Rede de Educação do Semiárido (Resab) e a Prefeitura de Petrolina.

Políticas públicas voltadas à educação no semiárido são discutidas em Petrolina

(Foto: Alexandre Justino)

A Prefeitura de Petrolina em parceria com a Fundação Joaquim Nabuco e a Rede de Educação do Semiárido Brasileiro (RESAB) deram início, na última quinta-feira (24), ao II Encontro Semiárido e Educação: convergências, impasses e possibilidade. O evento, realizado no Hotel Nobile Suítes, em Petrolina, tem o objetivo de contribuir para a formação de políticas públicas e direcionamentos para o desenvolvimento de uma educação voltada para o semiárido. Mais de 300 representantes de cinco estados do país participam do evento e deixam suas contribuições para o encontro.

Participaram da mesa de abertura o presidente da Fundação Joaquim Nabuco, Antônio Campos; a vice-prefeita de Petrolina, Luska Portela; a representante do Ministério da Educação (MEC), Vanessa Matos; o diretor de Pesquisas Sociais, Carlos Osório; a Coordenadora do Centro de Estudos em Dinâmicas Sociais, Edilene Pinto e o Secretário Executivo da Rede de Educação do Semiárido (Resab), Edmerson Reis.

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Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco realizará Oficina de Sustentabilidade Hídrica do Semiárido em Petrolina

Nos dias 07 e 08 de novembro, o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF) vai realizar em Petrolina (PE), a Oficina de Sustentabilidade Hídrica do Semiárido. O evento vai acontecer na Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Facape).

A oficina terá início no dia 7, a partir das 8h30, e vai abordar temáticas voltadas para a utilização da água, energia solar para agricultura familiar, agricultura sustentável, além de dar espaço para a apresentação de experiências exitosas de convivência com o seminário. No dia 8, o evento será encerrado às 17h com uma visita às dependências do Instituto Regional da Pequena Agropecuária Apropriada (IRPAA), em Juazeiro (BA).

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Campus Floresta promove 2ª Dia de Campo sobre Produção Agroecológica no Semiárido

(Imagem: Divulgação/ASCOM)

Dentro das Atividades da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia do campus Floresta do IF Sertão-PE, acontece na próxima sexta-feira (23) o “II Dia de campo sobre Produção Agroecológica no Semiárido”, organizado pelo Núcleo de Estudos Agroecológicos do campus Floresta.

O evento tem início às 8h na Fazenda Escola do Campus Floresta localizada às margens da BR-316 (entre Floresta e Petrolândia). A programação é aberta para produtores rurais, alunos e servidores do campus Floresta, e público em geral interessado em saber mais sobre produção agroecológica.

Os interessados em participar poderão se dirigir diretamente à Fazenda Escola ou pegar o ônibus que sairá do campus Floresta do IF Sertão-PE às 7h40.

Programação:

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IRPAA e UNEB promovem capacitação para Promoção das Viabilidades do Semiárido

(Imagem: Divulgação/IRPAA)

Em parceria com a Universidade do Estado da Bahia (UNEB), o Instituto Regional da Pequena Agropecuária Apropriada (IRPAA) vai realizar a VIII Capacitação para Promoção de Viabilidades do Semiárido. O evento acontecerá de 09 a 11 de novembro, no Centro de Formação Dom José Rodrigues, em Juazeiro (BA).

 

Voltado para estudantes de Cursos de Comunicação Social, profissionais da imprensa e comunicadores/as populares, o Curso tem como objetivo discutir a comunicação para a Convivência com o Semiárido, com o público alvo, apontando o que é a proposta da Convivência, o que é a região Semiárida, tecnologias sociais, modos de produção, entre outros aspectos, além de debater sobre o papel da comunicação dentro da proposta.

A programação conta com a colaboração de diversos profissionais da área, que integram a equipe do IRPAA, desde zootecnistas, agrônomos (as), técnicos (as) agrícolas, educadores, jornalistas, dentre outros. Consta ainda a apresentação do Projeto de Pesquisa da Uneb, Jornalismo Contextualizado com o Semiárido Brasileiro. Atividades práticas de produção jornalística, como textos, vídeos e programa de rádio também farão parte da formação dos/as participantes.

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FENAGRI: Livro discute representação do semiárido na imprensa nacional

Jornalista propõe nova forma de pensar e retratar o Sertão (Foto: Blog Waldiney Passos)

A programação da Feira Nacional da Agricultura Irrigada (FENAGRI) 2018 foi iniciada na quarta-feira (11), em Juazeiro. Mas além de contar com espaço dedicado a troca de experiências no campo, também haverá o lançamento de um livro que mostra o semiárido sem estereótipos.

Escrito pela jornalista Fabíola Moura, “O Sertão que a TV não vê: o Jornalismo Contextualizado com o Semiárido Brasileiro”, a obra é resultado do seu mestrado. Durante o programa Super Manhã com Waldiney Passos, ela contou como surgiu a ideia de fazer esse trabalho.

“É resultado de uma pesquisa de mestrado que a gente estuda sobre a representação do semiárido na mídia, especialmente na televisão. É resultado de um mestrado, mas de uma vida quanto nordestina e sertaneja. Quando eu era da televisão eu me sempre incomodava como é que, sempre que ia ter uma cobertura sobre o sertão, era baseado na miséria e flagelo”, comenta Fabíola.

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Moradores de Juremal, zona rural de Juazeiro, participam de curso sobre boas práticas de produção e manipulação de alimentos

(Foto: ASCOM)

O Distrito de Juremal, zona rural de Juazeiro (BA), é conhecido no município baiano como a terra do doce de leite de cabra. Mas lá também tem empreendedores no ramo de padarias, queijos e carne de bode.

Com o objetivo de melhorar a qualidade desses produtos, cerca de vinte pessoas da comunidade participaram de treinamento sobre boas práticas de manipulação e produção de alimentos.

A primeira etapa do curso abrange desde o processo de segurança alimentar, transporte do alimento, embalagem, manuseio, armazenamento e higienização.

“Esta é a primeira capacitação do curso que engloba todo o processo de beneficiamento da carne de bode, das frutas e hortaliças. Estamos ensinando como fazer o uso correto do material para garantir um produto final seguro e de qualidade para o consumidor. Teremos mais nove capacitações dentro desse curso, totalizando dez”, explicou Ataildes Pinheiro, tecnóloga em alimentos da Agência de Desenvolvimento Econômico, Agricultura e Pecuária (ADEAP)

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“Natureza Forte”, série produzida na região estreia na TV nesta quarta-feira (28)

(Foto: WW Filmes)

Produzida no semiárido brasileiro, a série “Natureza Forte” estreia no Canal Futura nesta quarta-feira (28), às 22h30. Em 13 episódios serão contadas histórias de pessoas que vivem no semiárido da Bahia e Pernambuco.

Produzida pela WW Filmes em parceria com o Canal Futura (Fundação Roberto Marinho), a produção contou com equipamentos de cinema filmando imagens em alta resolução e terá a trilha sonora original composta pelo Wagner Lima do Grupo Matingueiros.

Sertão sem estereótipos

De acordo com o cineasta Wllyssys Wolfgang, a obra foi produzida em 2017, na pior seca dos últimos 173 anos. “Mesmo assim, não trazemos vitimismo ou miséria. Ao contrário, temos um material repleto de sorrisos, superação, perspicácia e muito muito trabalho, de um povo cuja natureza é heroica. Por isso “Natureza Forte”, e por isso que é inspirador!”, afirma.

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Pesquisador afirma que Seca no Semiárido Nordestino chegará ao fim em 2018

(Foto: Internet)

A informação é do pesquisador em Climatologia da cidade de Santa Cruz (PB), Ricardo César Alves de Andrade, que concedeu entrevista a uma rádio e um site do estado da Paraíba.

Segundo o climatologista, depois de uma longa e dramática sequência de anos com chuvas escassas e irregulares, finalmente vai chover o suficiente para acabar com a escassez de água assola o semiárido do Nordeste há seis anos.

A expectativa é que as chuvas cheguem fortes e abrangentes em todo o Nordeste já no próximo mês de janeiro em decorrência da atuação de sistemas meteorológicos de grande escala, como o Vortece Ciclone e a Zona de Convergência Intertropical.

Todavia, será no outono, especialmente ao longo dos meses de março e abril, que as chuvas deverão se intensificar sobre o Nordeste brasileiro, tornando-se mais frequentes e prolongadas.

O retorno das chuvas em volume e intensidade suficientes para encerrar a mais prolongada seca de que se tem notícia no semiárido brasileiro será possível devido a uma grande mudança na circulação dos ventos sobre a região intertropical do planeta.

Nesse novo padrão atmosférico, estabelecido ao longo dos últimos meses, observa-se, por exemplo, o predomínio da circulação anticiclonal (altas pressões) sobre o Pacífico Tropical Sul adjacente à América do Sul.

A tendência é que a partir de janeiro, o núcleo dessa circulação avance sobre a porção oeste do continente sul-americano, transfigurando-se em Alta da Bolívia e permitindo, assim, a atuação bem configurada do Vortece Ciclone sobre o Nordeste Brasileiro.

Semiárido brasileiro cresce e chega a 73 novos municípios

(Foto: Ilustração)

A região, conhecida pelo clima quente, ganhou mais 73 municípios na quinta-feira (23) e agora compreende 1.262 cidades. O número foi redefinido na XXII Reunião do Conselho Deliberativo (Condel) da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), que definiu a programação orçamentária do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE). Serão R$ 23,8 bilhões em 2018, com a possibilidade inédita de apoio ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

“Como a seca já perdura por seis anos, os números mudaram e nós chegamos ao recorde de 1.262 municípios no Semiárido”, explicou o presidente da Sudene, Marcelo Neves. Ele lembrou que, depois de analisar o risco de seca, o índice de aridez e a quantidade de chuvas, o Condel já havia incluído 54 municípios na região na sua última reunião, em julho. Com isso, só neste ano, 154 cidades entraram no Semiárido. Só um, porém, está em Pernambuco: Pombos.

Apesar de revelar más condições hídricas, a condição de Semiárido dá vantagens financeiras às prefeituras. Elas têm, por exemplo, direito a mais recursos e juros menores dos fundos constitucionais de financiamento. Em 2018, por exemplo, esse conjunto de cidades vai ficar com mais de 50% dos R$ 23,8 bilhões que foram destinados ao FNE.

Com informações da FolhaPE

Sistema “Olho N’água” monitora reservatórios do Semiárido

(Foto: Divulgação)

O Instituto Nacional do Semiárido (Insa/MCTIC), em parceria com a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) por meio do Laboratório Analyctis do Departamento de Sistemas e Computação (DSC) lançou o sistema Olho N’água, versão interativa de monitoramento dos reservatórios do Semiárido Brasileiro.

A proposta é compartilhar com a sociedade informações atualizadas da disponibilidade de água dos reservatórios que abastecem cerca de 24 milhões de habitantes da região. O Olho N’água integra o Sistema de Gestão da Informação e do Conhecimento do Semiárido Brasileiro (Sigsab), que reúne e disponibiliza informações econômicas, sociais, ambientais e da infraestrutura do Semiárido.

Segundo o diretor do Insa, Salomão Medeiros, a plataforma aproxima o cidadão de sua realidade por meio de informações. “A gente fica mais empoderado quando sabe de fato a situação e o histórico do reservatório que abastece a cidade onde mora, porque consegue pensar suas condições hídricas, se elas se repetem e para onde estamos indo, a partir de dados, não apenas com histórias que nos contam”, diz.

O sistema de monitoramento trabalha com o recorte de 452 reservatórios distribuídos em nove estados: Alagoas, Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.

Com informações do JC

Senado: FBC alerta para risco de colapso hídrico no semiárido nordestino

Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) realiza reunião deliberativa com 36 itens. Na pauta, o PLS 547/2011, que estimula a inovação no Brasil, e o PLS 696/2015, que obriga a aplicação de recursos em pesquisa e desenvolvimento pela indústria do petróleo em fontes alternativas. (E/D): senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE); senador Pedro Chaves (PSC-MS). Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

o Programa de Revitalização do Rio São Francisco – batizado de “Novo Chico” – prevê medidas que serão executadas ao longo de dez anos/ Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

Preocupado com as consequências de mais um ano de forte seca no Nordeste, Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) chamou a atenção dos senadores que integram a Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT) para um novo risco de colapso hídrico no semiárido. Nesta terça-feira (13), durante reunião deliberativa da CCT do Senado, Fernando Bezerra alertou sobre a redução das vazões de importantes reservatórios da região – como Sobradinho e Santa Maria, que abastecem o São Francisco – e avaliou que a conclusão das obras de transposição do rio e as ações previstas no programa do governo federal de revitalização do “Velho Chico” poderão minimizar os efeitos das históricas estiagens no semiárido nordestino.

“Este ano, os reservatórios do Nordeste encontram-se com os níveis mais baixos da história”, observou o socialista. “O risco de colapso hídrico, em diferentes cidades, já é fato concreto, como é o caso de Fortaleza, capital do Ceará”, pontuou Bezerra Coelho, que destacou a possibilidade de crise hídrica também nos perímetros de agricultura irrigada, a exemplo do que foi enfrentado no ano passado. “Devemos ficar alertas para esta situação iminente e grave”, afirmou. “A agricultura do seminário nordestino vem sofrendo por quatro anos consecutivos de estiagem, com frustrações na produção agrícola – notadamente, na agricultura de subsistência, como a de feijão e milho –, de leite e de ovinos e caprinos, que são atividades muito importantes para a sustentação das famílias que vivem naquela região”, completou o senador.

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Palestra discute as potencialidades da planta moringa oleífera para o semiárido

cartaz moringa

O campus Petrolina Zona Rural do IF Sertão-PE realiza, nesta quarta-feira (08), a palestra “Moringa Oleífera”, que trará para o debate as potencialidades da cultura para o semiárido. O evento contará com a presença do professor doutor da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), campus Patos, Jacob Silva Souto, autor de diversas publicações e dois livros sobre o assunto.

A moringa é uma planta oleaginosa, com diversas propriedades, como capacidade de absorção de óleos e graxas, ação antimicrobiana e bactericida, dentre outras. Estuda-se ainda sua viabilidade de ser utilizada como forrageira em regiões de semiárido, como o Vale do São Francisco.

A palestra acontecerá às 9h, no auditório do campus Petrolina Zona Rural.

Com informações da Assessoria

 

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