Univasf promove Noite Internacional Francesa nesta quinta

Conhecer as culturas de outros países é um desejo de grande parte das pessoas. Para aquelas que têm interesse em descobrir mais sobre a França, uma oportunidade especial será a Noite Internacional Francesa, evento promovido pela Assessoria de Relações Internacionais (ARI) da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), por meio do Núcleo de Línguas (NucLi) e do Clube de Cultura Internacional da Univasf. O evento é gratuito e acontecerá nesta quinta-feira (13), às 19h, no Auditório da Biblioteca do Campus Sede, em Petrolina (PE). Toda a comunidade está convidada.

A programação conta com a exibição do filme “Que mal eu fiz a Deus?”, comédia dirigida por Philippe de Chauveron em 2014 e que narra a história de uma família católica francesa, cujas quatro filhas casam com homens de etnias e religiões diferentes das paternas. Através da apresentação do filme, que será feita com áudio original e legenda em português, a professora do NucLi Angéline Bourgoin, representante da Embaixada Francesa no Brasil, irá discutir sobre o multiculturalismo em seu país de origem, especialmente em um contexto mundial de grande fluxo de imigrações e de aumento no número de refugiados.

A Noite Internacional é uma iniciativa do Clube de Cultura Internacional da Univasf, projeto vinculado à Pró-Reitoria de Extensão (Proex), e promovida em parceria com a Diretoria de Arte, Cultura e Ações Comunitárias (DACC). A primeira edição foi realizada em 19 de junho, sobre a cultura da Itália, e teve a participação do professor da Università degli Studi di Padova, Nicola Adrian. Na ocasião, houve a exibição do filme “A Vida é Bela” (1998), de Roberto Benigni, além de uma apresentação musical feita por Adrian e os estudantes do curso de Italiano, ministrado por ele no primeiro semestre desse ano para discentes da Univasf e da Universidade do Estado da Bahia (Uneb).

De acordo com o coordenador do Clube de Cultura Internacional da Univasf, Guilherme Medeiros, a intenção do projeto é que o evento tenha periodicidade mensal. Além disso, como é uma iniciativa nova, a organização espera ampliar a participação das comunidades acadêmica e externa na Noite Internacional. “Nós queremos deixar o público mais consciente dessa ação”, afirma.

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