Vítima do atentado em Orlando conversou com a mãe pouco antes de morrer

Foto: Reprodução/Internet

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Na madrugada do domingo (12), a primeira mensagem recebida por Mina Justice dizia: “Mãe, eu te amo”. O autor da mensagem era o seu filho, Eddie Justice, que acabou sendo uma das vítimas fatais do ataque ocorrido na boate Pulse, em Orlando. Com 30 anos, Eddie entrou em contato com a mãe durante o ataque, disse que estava trancado no banheiro e pediu que ela chamasse a polícia. Alguns minutos depois, enviou uma nova mensagem que dizia: “Estão atirando. Ele está vindo. Eu vou morrer”.

A boate Pulse é uma das casa noturnas mais famosas da comunidade LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais) nos Estados Unidos. A casa busca “despertar as consciências” sobre a homossexualidade nos Estados Unidos e no Mundo.

O atirador, identificado como Omar Mateen, que trabalhava como segurança, foi morto logo após o ataque e era de origem afegã. Ainda não se sabe a motivação para que ele cometesse o atentado, que já é considerado o maior massacre com armas de fogo da história dos Estados Unidos. O Estado Islâmico reivindicou a autoria do ataque.

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