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Com presença de membros do MBL, juazeirenses realizam ato pró-Bolsonaro

Se do lado petrolinense a tarde foi marcada por um ato democrático em apoio à candidatura de Fernando Haddad (PT) para presidente da República, em Juazeiro (BA) os eleitores se reuniram em prol do nome de Jair Bolsonaro (PSL), deputado federal que lidera as intenções de voto no segundo turno das eleições 2018.

A concentração da “Jornada Patriótica” estava marcada para o Vaporzinho, na Orla de Juazeiro, mas precisou ser modificada e os apoiadores de Bolsonaro se encontraram próximo ao Parque Lagoa de Calu, na BR-235. O Blog Waldiney Passos acompanhou a concentração, mas não conseguiu conversar com a organização.

Saída do grupo em carreata (Foto: Reprodução/Internet)

Enquanto os simpatizantes de Bolsonaro chegavam ao ponto de saída, frases contra o comunismo, o PT e a corrupção eram entoadas nos alto-falantes em músicas e nos comentários dos integrantes do movimento.

Por volta de 17h20 a carreta teve início, contando com a presença dos integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL), Kim Kataguiri, Fernando Holliday e Arthur Melo do Val.

“Nós estamos firmes e fortes, não vão conseguir puxar o nosso tapete” afirmou um dos simpatizantes de Bolsonaro durante a concentração. Não foi informado o percurso da manifestação, porém segundo informações das redes sociais, era esperada a vinda da carreata para Petrolina.

Movimentos sociais organizam ato em Juazeiro e Petrolina a favor da democracia

Eleitores do Vale do São Francisco se reuniram na tarde desse sábado em Juazeiro e Petrolina em apoio à candidatura de Fernando Haddad (PT) para presidente da República. Por volta de 14h30 a praça Maria Auxiliadora , no lado pernambucano começou a receber os integrantes do “Semiárido pela Democracia”.

O evento foi organizado pela Articulação do Semiárido (ASA) em parceria com movimentos sociais estudantis, sem terra, de agricultores e trabalhadores. Numericamente representado por mulheres, na concentração eram ditas frases como “Ele Não” e “Nenhum Direito a Menos”.

Coordenador geral da Articulação Semiárido Brasileiro (ASA), Alexandre Pires conversou com o Blog Waldiney Passos durante a concentração e comentou sobre o objetivo do ato. “Esse ato é resultado de uma articulação da ASA com a Via Campesina que é uma articulação de movimentos sociais, a CONTAG e a Frente Brasil Popular que reúne alguns movimentos e partidos de esquerda. Como resultado dessa articulação [viemos] às ruas do semiárido, a gente não aceita ter na presidência do Brasil que faça alusão à violência. Nós queremos um presidente que esteja alinhado com aquilo que são demandas da população”, disse Alexandre.

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Datafolha: 48% do eleitorado de Bolsonaro tem certeza no voto, Haddad apenas 33%

O Datafolha divulgou o resultado de uma pesquisa na qual perguntou aos eleitores em quem eles votariam no segundo turno das eleições 2018. E os apoiadores de Jair Bolsonaro (PSL) são os mais decididos no voto. O levantamento foi realizado nos dias 17 e 18 de outubro e publicado ontem (19).

O instituto perguntou: “E entre esses candidatos a presidente, gostaria que você me dissesse se votaria com certeza, talvez votasse ou não votaria de jeito nenhum em”. 48% responderam que votariam com certeza em Bolsonaro, 10% talvez não e apenas 1% não souberam responder.

Para Haddad a resposta foi:  33% votaria com certeza, 12% talvez votasse e 54% não votaria de maneira alguma no candidato petita. 56% dos eleitores masculinos têm certeza do volto no deputado federal e 34% rejeitam o nome de Bolsonaro.

Entre as mulheres, Haddad tem 36% dos votos e Bolsonaro chega a 41%. O deputado federal fica em desvantagem no Nordeste, onde apenas 31% votariam nele, enquanto Haddad tem 49%.

Final de semana será marcado por atos de apoiadores de Bolsonaro e Haddad

Manifestações públicas marcam o final de semana que antecede o segundo turno das eleições. Apoiadores de Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL) estão organizando atos em favor dos seus candidatos em todo o país. No Vale do São Francisco, o ato em favor da democracia acontece na tarde de hoje (20).

A concentração será em Petrolina, a partir das 14h30 e em seguida os manifestantes seguirão para Juazeiro, onde acontecerá o grande ato. Ainda hoje, apoiadores de Bolsonaro irem às ruas. A partir das 16h o público chegará ao Parque Lagoa de Calu e seguirão pelas ruas das cidades.

Nas duas manifestações são esperadas a participação de políticos conhecidos a nível nacional: a candidata a vice na chapa de Haddad, Manuela D’Ávila (PC do B) que já esteve na cidade e em Juazeiro, membros do Movimento Brasil Livre (MBL), como o deputado federal Kim Kataguiri.

TSE abre investigação sobre disparos de mensagens pelo WhatsApp

(Foto: Pixabay/Fonte padrão)

O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Jorge Mussi abriu na noite de sexta-feira (19) uma ação para investigar o esquema de disparos de notícias falsas no WhatsApp que favorecem o candidato à presidência da República Jair Bolsonaro (PSL).

Mussi acatou o pedido feito pela campanha de Fernando Haddad (PT), adversário de Bolsonaro no segundo turno das eleições. No entanto, o ministro não aceitou a solicitação dos petistas para quebrar o sigilo bancário, telefônico e realizar prisões dos envolvidos.

A suposta divulgação de matérias falsas contra Haddad foi revelada pelo jornal Folha de São Paulo nessa quinta-feira (18), onde a investigação aponta a participação de empresas bancadas por empresários ligados a Bolsonaro para a divulgação dos boatos. Em sua decisão Mussi concedeu prazo para que a campanha de Bolsonaro possa apresentar defesa prévia.

Empresas bancam disparos de mensagens contra PT e a favor de Bolsonaro

(Foto: Pixabay/Fonte padrão)

Uma reportagem do jornal Folha de São Paulo publicada na manhã dessa quinta-feira (18) afirma que empresas estão financiando a propagação de mensagens contra o Partido dos Trabalhadores (PT) e a favor de Jair Bolsonaro (PSL) no WhatsApp.

Os contratos, segundo a Folha chegam a R$ 12 milhões e uma das principais compradoras dos disparos é a Havan, cujo dono é apoiador de Bolsonaro. A prática é considerara ilegal, pois se trata de doação de campanha por empresas, vedado pela legislação eleitoral.

Ainda segundo o jornal, a medida pode ser considerada como verba não declarada, configurando outro crime. Dono da Havan, Luciano Hang afirmou à Folha não saber “o que é isso” e que “não temos essa necessidade”.

A ação

Segundo a Folha, o disparo em massa contratado pelas empresas é feito usando o banco de dados de usuários do próprio candidato ou bases vendidas por agências digitais (algo considerado crime). Entre as agências prestando esse tipo de serviços estão a Quickmobile, a Yacows, Croc Services e SMS Market.

Os preços variam de R$ 0,08 a R$ 0,12 por disparo de mensagem para a base própria do candidato e de R$ 0,30 a R$ 0,40 quando a base é fornecida pela agência.

“Nós estamos com uma mão na faixa”, afirma Bolsonaro

Líder na intenção de votos e com uma ampla vantagem em relação a Fernando Haddad (PT), Jair Bolsonaro (PSL) está confiante de que será eleito presidente da República. Em visita à Polícia Federal no Rio de Janeiro, o deputado federal afirmou que “está com uma mão na faixa”.

“Nós estamos com uma mão na faixa, é verdade. Pode até não chegar lá, mas estamos com uma mão na faixa. [Haddad] não vai tirar 18 milhões de votos de agora até daqui a dois domingos. Não vai tirar isso”, afirmou o candidato à Presidência da República.

Bolsonaro disse ainda que, mesmo sendo liberado pelos médicos para participar de debates, pode ser que não compareça por “estratégia”. Ele também rebateu as críticas por estar “fazendo papel de vítima” sobre sua saúde.

“Eu levei uma facada, não foi… Não era rinite, igual o Haddad teve e ficou sete dias sem ir (à prefeitura) de São Paulo. Perdi dois litros de sangue, cortou o intestino grosso, fezes se espalharam por todo meu organismo. Fui submetido a uma segunda cirurgia no dia 12, que começou às 9h da noite e terminou às 5h da manhã. Não foi uma brincadeira. Eu perdi 15 quilos, foi um atentado”, destacou.

Em pesquisa da BTG, Bolsonaro aparece com 59% das intenções de voto

Haddad e Bolsonaro vão ao segundo turno das eleições. (Foto: Reprodução)

O Instituto FSB Pesquisa/BTG aponta que Jair Bolsonaro (PSL) tem 59% das intenções de voto no segundo turno das eleições. Ele aumentou sua vantagem para 18 pontos, em relação a Fernando Haddad (PT), que tem 41%.

Levando-se em consideração apenas votos válidos, Bolsonaro soma 51% e Haddad 35%. Brancos e nulos chegam a 4%, os que não votam em nenhum dos dois, 6% e 10% não sabem em quem votar.

A pesquisa apontou ainda que 94% dos eleitores de Bolsonaro têm certeza do voto e não o trocarão até o dia da eleição. 89% de quem vota em Haddad também não deve escolher outra opção.

Quando questionada a rejeição, 53% falaram que não votariam no petista, enquanto 38% não votariam em Bolsonaro.

Eleições: 20% dos candidatos ao Senado tiveram menos de 1% dos votos

(Foto: Ilustração)

Uma semana após o primeiro turno das eleições o Senado Federal já sabe quem assumirá uma cadeira em cada estado, mas enquanto alguns celebraram as vitórias, no lado oposto o desempenho dos que ficaram de fora chama atenção.

A Agência Brasil fez um levantamento e concluiu que 20% dos candidatos teve apenas 1% dos votos, o que representa um baixo desempenho no pleito. A mesma onda de rejeição pôde ser vista na Câmara dos Deputados, onde 2.998 (34,9%) pleiteantes somara 0,1% dos votos ou menos.

São Paulo teve 1.010 concorrentes abaixo de 0,1%. Em seguida, aparecem Rio de Janeiro (542), Minas Gerais (436), Bahia (228) e Pernambuco (159).

Eleições: 1º turno gastou R$ 2,8 bilhões, 73% da verba é pública

Encerrado o primeiro turno das eleições de outubro, o balanço do financiamento de campanha aponta que foram gastos R$ 2,82 bilhões em receita, sendo que R$ 2,06 bilhões são oriundos dos cofres públicos. Esse valor representa 73% do que foi gasto pelos candidatos, segundo levantamento do jornal Folha de São Paulo.

O dinheiro privado, originado de doações ou recursos dos próprios políticos totaliza R$ 764 milhões. Na atual disputa, o financiamento das campanhas vem de três fontes: 1) R$ 2,7 bilhões dos cofres públicos, de fundo eleitoral e fundo partidário, divididos entre os candidatos a critério de cada legenda; 2) doações de pessoas físicas, que somaram até o momento R$ 407 milhões; e 3) dinheiro dos próprios políticos, que desembolsaram até agora R$ 357 milhões.

O levantamento foi feito com base nos dados atualizados pelo TSE até a última quinta-feira (11). De acordo com a Folha, Os dois candidatos a presidente que estão no segundo turno receberam até agora R$ 51,4 milhões: Jair Bolsonaro (PSL), R$ 1,9 milhão, e Fernando Haddad, R$ 49,5 milhões (incluindo o que recebeu a campanha de Lula
quando ele ainda estava na disputa eleitoral).

Univasf se posiciona contra discurso de ódio e afirma que situação tem “consequências gravíssimas para toda a sociedade”

(Foto: internet)

O reitor da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), Julianelli Tolentino emitiu uma nota com o posicionamento da instituição em relação aos casos de violência gerados pelo discurso de ódio durante as eleições de outubro.

Na nota, a Univasf condena o discurso de ódio e os atos de violência, afirmando que eles “não representam a identidade do povo brasileiro”, ao citar a morte de Moa do Katendê e uma agressão sofrida na Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Citando a laicidade e a democracia, a nota ratifica que a educação é imprescindível para a formação de todos. Confira a seguir a íntegra da nota:

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Candidatos que disputam o segundo turno só poderão ser presos em flagrante

(Foto: Ilustração)

Conforme prevê a Lei n° 4.737/1965 do Código Eleitoral, os candidatos que disputam o segundo turno das eleições somente poderão ser presos em flagrante. A medida começou a valer no sábado (13), com base na regra que restringe a prisão dos pleiteantes nos 15 dias antecedentes às eleições.

Além de Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL), que disputam a eleição para presidente da República no dia 28 de outubro, outros 28 candidatos a governador em 13 estados também estão protegidos com a lei.

O segundo turno terá duração de 20 dias corridos, as propagandas políticas foram liberadas na tarde da segunda-feira (8), um dia após o primeiro turno. A propaganda obrigatória no rádio e televisão teve início na sexta-feira (12) e segue até a sexta-feira 26, dois dias antes da eleição.

“Hoje morre isso no Carnaval e não se fala nada” afirma Bolsonaro sobre mortes durante a Ditadura Militar

(Fernando Frazão/Agência Brasil)

Candidato à presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL) comparou as mortes durante a Ditadura Militar com as ocorridas durante os festejos do carnaval. A declaração do político que é líder na intenção de votos veio durante uma entrevista à rádio CBN.

“Desapareceram 400. Morreram pessoas em que circunstâncias? Hoje morre isso no Carnaval e não se fala nada”, comentou o deputado federal. Ele voltou a defender o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, acusado de vários assassinatos durante o regime.

“[Ele] não teve nenhuma condenação transitada e julgada. Você não pode acusá-lo disso. Agora, o outro lado que cometeu barbaridades vocês nunca condenam“, afirmou Bolsonaro.

Bolsonaro aparece 16 pontos percentuais a frente de Fernando Haddad (PT) na disputa do segundo turno. Nessa sexta-feira (12) começa a propaganda eleitoral gratuita no rádio e TV, que terminará dois dias antes do pleito do dia 28 de outubro.

Aliada de Marília Arraes, Cristina Costa reafirma postura vigilante quanto ao trabalho da colega de partido

Vereadora avalia campanha e ratifica compromisso de Marília Arraes com Sertão (Foto: Blog Waldiney Passos)

Uma das principais apoiadoras de Marília Arraes (PT), a vereadora Cristina Costa (PT) afirmou que agora com a colega de partido eleita deputada federal, é a hora de trazê-la para perto do sertanejo e cobrar ações para a região. Na eleição de outubro Costa apoiou dois nomes vitoriosos e fez uma avaliação dessas alianças.

“Fiz dobradinha com dois candidatos a deputado federal, minha principal foi a vereadora Marília Arraes e também o presidente da CUT licenciado, Carlos Veras. Nossa meta para Marília era cinco mil votos e para Carlos Veras era de mil. Me sinto fortalecida, Marília teve mais de quatro mil votos e Carlos Veras, mais de 800“, analisou a vereadora.

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Na visão da edil ela sai do pleito fortalecida, mesmo que não tenha conseguido uma vaga na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), já que também contribuiu para a reeleição de um antigo aliado: Humberto Costa (PT).

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Integrantes do PSDB enviam carta de “apoio e apreço” a Fernando Haddad

Haddad quer conversar com FHC e fechar acordo, apesar de tucanos ficarem neutros (Foto: Reprodução)

Mesmo com o PSDB se mantendo neutro no segundo turno das eleições 2018, membros do partido enviaram uma carta de “apoio e apreço” a Fernando Haddad, candidato do PT contra Jair Bolsonaro (PSL). O gesto dos tucanos aconteceu durante um almoço na quarta-feira (10), em São Paulo.

Haddad disse que não está autorizado a divulgar o nome de quem o apoiou, mas afirmou ter interesse em conversar com o ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso (FHC). “[Estamos] conversando com todas as forças que queiram conter a barbárie, essa escalada [de violência] no país. Vamos prosseguir no sentido de estabelecer protocolos de civilidade em proveito do futuro do Brasil”, disse o ex-ministro da Educação.

Hoje o petista cumpre agenda política em Brasília, onde se encontrará com representantes da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e o presidente nacional do PSB, João Carlos Siqueira. Na pesquisa do Datafolha divulgada ontem, Haddad está 16 pontos atrás de Bolsonaro e corre em busca de apoio para reverter a desvantagem.

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