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Petrolina avança no comércio internacional e conquista mercado em mais dois países

(Foto: Ascom)

A Prefeitura de Petrolina (PE), através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo, se reuniu com os gestores da Valexport para discutir o crescimento da cadeia de produção  de frutas e exportações do Vale do São Francisco. Entre as novidades, foram abordados os avanços em mercados que ainda não tinham atuação, como na Coréia do Sul e África do Sul.

De acordo com o secretário executivo de Desenvolvimento Econômico, Thiago Brito, no encontro também foi tratado sobre a expansão do Selo de Origem de Procedência, que já está sendo aplicado em alguns produtores da região. “O selo é extremamente importante que valoriza nossos produtos, pois irá garantir que as frutas sejam registradas, identificadas e rastreadas nos mercados comerciais, evitando fraude e pirataria, visto que alguns mercados utilizam da falsa informação para garantir melhores preços e entregando produtos de baixa qualidade”, afirma.

Atualmente a região do Vale do São Francisco tem como produto principal uva e manga, e exporta  para cerca de 20 países, tendo como principais mercados a Holanda, Estados Unidos e Reino Unido.

Agropecuária lidera aumento de 16,6% das exportações do Brasil em outubro

As exportações agropecuárias cresceram 35,8% no período, com aumento de 17,2% nas vendas da soja e de 15,1% das carnes. (Foto: Internet)

As exportações brasileiras tiveram um crescimento de 16,6% em outubro, na comparação com o mesmo período do ano passado. De acordo com dados da Fundação Getulio Vargas (FGV), divulgados hoje (26) no Rio de Janeiro, o principal responsável pela expansão foi o setor agropecuário.

As exportações agropecuárias cresceram 35,8% no período, com aumento de 17,2% nas vendas da soja e de 15,1% das carnes. Outro segmento que teve desempenho positivo foi a indústria extrativa, que cresceu 32,9% em outubro.

Segundo a FGV, fatores como a guerra comercial entre Estados Unidos e China e o aumento no preço de algumas commodities (mercadorias que funcionam como matéria-prima, produzidos em escala e que podem ser estocados sem perda de qualidade), como o petróleo, foram responsáveis pelo crescimento.

Commodities

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Exportação de animais vivos para abate pode ser proibida

(Foto: Internet)

Um projeto para proibir a exportação de animais vivos destinados ao abate foi apresentado pelo senador Rudson Leite (PV-RR) no início deste mês e tramita na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA), onde aguarda recebimento de emendas.

A proposta (PLS 357/2018) destaca o crescimento dessa atividade nos últimos anos no Brasil, trazendo à discussão as condições de maus-tratos a que são submetidos os animais transportados e a poluição decorrente do lançamento dos dejetos animais in naturano meio ambiente.

No texto, o senador aponta recente episódio em que a 25ª Vara Cível Federal de São Paulo acatou pedido da Organização Não Governamental Fórum Nacional de Proteção Animal e suspendeu os embarques de animais vivos em todo o território nacional, até que o país de destino se comprometa, mediante acordo entre as partes, a adotar práticas de abate compatíveis com a legislação brasileira.

Maus-tratos

Os maus-tratos no transporte de animais vivos foram atestados na inspeção realizada por técnicos da prefeitura de Santos (SP). O laudo evidencia que os animais são enclausurados em espaços reduzidos para serem transportados em longas viagens marítimas, nas quais enfrentam tempestades e calor intenso.

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Cooperativas fortalecem produção na agricultura do Vale, afirma presidente da COANA

(Foto: Reprodução/Internet)

Petrolina é um polo de fruticultura irrigada, exportando uva e manga para todo mundo. Entretanto, esse sucesso não seria possível se não fosse pela dedicação dos produtores e para fazer valer seu trabalho muitos se unem em cooperativas.

É o caso da Cooperativa Agrícola Nova Aliança (COANA), fundada em 2005 e mesmo com pouco tempo de história é referência na região por sua exportação. Apesar dos resultados positivos, o presidente da COANA, Edis Ken Matsumoto avalia ser necessário potencializar as cooperativas locais.

“A região ainda tem poucas cooperativas e a gente sabe que a cooperativa é uma forma de agregar vários produtos com um objetivo comum: potencializar o trabalho de cada um, é fazer junto”, comenta o presidente dno programa Super Manhã com Waldiney Passos.

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Produtores rurais de Petrolina acumularam prejuízo de R$ 570 milhões durante greve dos caminhoneiros

A greve dos caminhoneiros contou com apoio de boa parte da população brasileira que inclusive foi às ruas fortalecer o movimento em Petrolina e Juazeiro. Entretanto, assim como a paralisação de 10 dias interrompeu o abastecimento dos postos de combustível e supermercados, a produção de frutas no Vale do São Francisco também foi afetada.

Segundo o presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Petrolina (SPR), Jailson Lira, foi contabilizado até a quarta-feira (30) R$ 570 milhões de prejuízo. Isso porque a produção não conseguiu ser escoada pelas rodovias federais.

“São números grandiosos porque as greves se estendem principalmente no Sertão de Pernambuco e na Bahia, os produtores estão preocupados com a situação. O volume de exportação nesse período é bem menor do que ao longo do ano, mas o mercado interno é tão importante quanto o mercado de exportação”, disse ao programa Super Manhã, da Rádio Jornal Petrolina.

Com as frutas armazenadas por longos períodos, muitos produtores devem contabilizar mais perdas, isso porque a presença da mosca da fruta é outro ponto que gera preocupação.

Produtores de frutas do Vale do São Francisco estimam R$ 570 milhões em prejuízos com a paralisação dos caminhoneiros

Os produtores assinaram um documento, onde reconhecem a legitimidade do movimento dos caminhoneiros. (Foto: ASCOM)

Maior exportador de frutas do país, o Vale do São Francisco já contabiliza um prejuízo de R$ 570 milhões ao final do oitavo dia de paralisação dos caminhoneiros. A conta foi apresentada na tarde desta segunda-feira (28), pelo presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Petrolina (SPR), Jailson Lira.

Segundo o representante do mais importante segmento da economia regional, a paralisação vem atingindo fortemente o setor, que deixou de comercializar nesta semana para os mercados interno e externo 40 mil toneladas de uvas e 60 mil toneladas de mangas, além de mais 200 mil toneladas de outras frutas, a exemplo de acerola, banana, coco e mamão.

“Com todo esse tempo de paralisação, nossas câmaras frias já estão com a ocupação esgotada, não oferecendo mais espaço para o armazenamento das frutas colhidas recentemente. O resultado são pomares e mais pomares com frutas apodrecendo no campo”, lamentou.

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Vale do São Francisco vai exportar manga para a África do Sul

O Vale do São Francisco, que movimentou no ano passado US$ 213 milhões com a exportação de 150 mil toneladas de manga para países como a Holanda, Estados Unidos e Espanha, vai ampliar esses números muito em breve com a conquista do mercado da África do Sul.

Desde a última segunda-feira (12), os inspetores federais do Ministério da Agricultura da África do Sul, Nkeetula Abram e Godfrey Markhu Bele, conheceram de perto os pomares e os packing house de seis fazendas produtoras de manga, entre Pernambuco e Bahia.

Eles vieram avaliar o sistema de produção e cuidados fitossanitários para estabelecer a importação da fruta até o final desse ano. A visita dos sul-africanos a região encerrou-se nesta sexta-feira (16) e eles ficaram satisfeitos com o que viram aqui.

De acordo com Nkeetula Abram, a avaliação foi positiva principalmente pela limpeza das áreas de produção e monitoramento das moscas-das-frutas através das armadilhas utilizadas em larga escala.

“Ficamos muito impressionados também com a preocupação constante da qualidade final e embalagem dos frutos nos packing house, onde o tratamento hidrotérmico garante o controle de algumas doenças pós-colheita causadas por fungos”, pontuou.

Para a auditora fiscal do Departamento de Sanidade Vegetal (DSV) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Débora Cruz, a missão conclui com êxito um trabalho diplomático que começou há dois anos e que vai permitir pela primeira vez a compra do fruto brasileiro.

“Pela reação dos inspetores durante essa semana podemos entender que o nosso sistema fitossanitário superou as expectativas. O profissionalismo e a organização dos produtores da região também serão determinantes para o início dos entendimentos comerciais”.

Segundo o diretor de Marketing da Valexport – Associação dos Produtores e Exportadores de Hortigranjeiros e Derivados do Vale do São Francisco, Caio Coelho, a fruticultura irrigada regional já está se preparando para atender a contento a nova demanda.

“Produzimos anualmente 700 mil toneladas de manga numa área de 30 mil hectares, a maioria com as variedades Tommy Atkins, Palmer, Kent e Keitt. Vamos começar bem com o mercado sul-africano, principalmente pela logística que será viabilizada por via marítima, a um custo bem mais econômico”, destacou Caio Coelho.

África do Sul

Principal parceiro econômico do Brasil no continente, o país sul-africano tem uma balança comercial que é mais positiva para as exportações brasileiras.  Em 2016, quando foi lançada a última série estatística pelo Itamaraty, o país tinha exportado US$ 1,4 bilhão para a África do Sul. Ou seja, um superávit de US$ 668, ante os US$ 336 milhões comercializados por seu parceiro. Naquele ano, 38.814 brasileiros viajaram para a nação africana, o que aumentou em 32,3% o número desses visitantes, em relação a 2015.

Os produtos brasileiros mais importados pela África do Sul são manufaturados, liderados pelos automóveis e máquinas mecânicas, além dos produtos básicos e semimanufaturados, como o zinco, açúcar, cereais e carnes, responsáveis por 33% do saldo comercial.

Miguel discute parcerias e exportação de frutas com cônsul da China

Li Feiyue, cônsul da China e o prefeito Miguel Coelho. (Foto: ASCOM)

O prefeito Miguel Coelho recebeu, na tarde desta segunda-feira (05), a cônsul da China, Li Feiyue. Durante a conversa ocorrida no gabinete da Prefeitura, a autoridade chinesa falou sobre futuras parcerias comerciais com a cidade sertaneja, com prioridade para a fruticultura.

A cônsul chinesa desembarcou em Petrolina no domingo (04). No primeiro dia no município, Li Feiyue almoçou no Bododromo e conheceu pontos turísticos da cidade. Já nesta segunda, ela visitou fazendas e empresas locais ligadas à fruticultura.

Segundo Miguel Coelho, a prefeitura pretende buscar um intercâmbio cultural e econômico com a República da China para prospectar novos negócios com a segunda maior potência mundial.

“Foi a primeira visita da cônsul em nossa cidade. Ela conheceu nossos atrativos turísticos e a força de nossa economia. Hoje, a China tem aumentado a importação de frutas e como somos um grande produtor internacional, a ideia é colocar Petrolina nessa rota comercial. Além disso, queremos fazer parcerias para intercâmbio cultural entre o povo chinês e nossos sertanejos”, detalhou o prefeito.

Pernambuco exporta 43,3 mil toneladas de uvas; destaque para Petrolina e Lagoa Grande

(Foto: Ilustração)

Fruta de grande destaque no Vale do São Francisco, a uva gerou um montante de US$ 93,6 milhões no ano passado a partir de uma exportação de 43.370 toneladas. Dentro desses números, estão as novas variedades de uva que foram desenvolvidas na região.

Após alguns tipos da fruta perder resistência diante de pragas e da chuva, os produtores investiram em variedades que pudessem se adaptar ao mercado e movimentar a economia.

Com as novas produções, foram retomadas duas safras de uva na região do São Francisco, de acordo com o gerente executivo do Sindicato dos Produtores Rurais de Petrolina (SPR), Flávio Diniz.

“Há 15 e 20 anos atrás se plantavam uvas sem caroço, mas ao longo dos anos elas foram perdendo a resistência e ficando vulneráveis, com rachaduras. Então foi preciso desenvolver novas variedades, mais resistentes e com formatos exóticos”, explicou Diniz, acrescentando que são 11 novos tipos que estão sendo utilizados em escalas comerciais, entre eles uvas brancas e negras.

A safra com maior concentração de volume está entre os meses de setembro e novembro, período forte para comercialização no mercado interno. No ano passado, os três meses renderam 36,4 mil toneladas, gerando um montante de US$ 77,3 milhões. A outra safra, de menor volume de exportação acontece entre o final de abril e a primeira quinzena de junho.

Juntamente com a uva, a manga também é destaque de produção no Vale do São Francisco. As duas frutas movimentaram, no ano passado, cerca de US$ 300 milhões em exportações.

Apenas a manga no Vale do São Francisco exportou 150.519 toneladas, gerando um montante de US$ 169,1 milhões. A produção total da fruta na região no ano passado foi de 401.104 toneladas.

Produtores comemoram o número de exportações de uva de Petrolina

(Foto: Arquivo)

O número de exportações de uva de Petrolina, deve fechar o ano com um balanço comercial positivo. Segundo o Sindicato dos Produtores Rurais do município (SPR) o crescimento foi de 47,9% na exportação.Os produtores já comemoram o movimento de U$ 42,5 milhões comercializados até o momento

Os dados apresentados pelo boletim de novembro do SPR indicam que Petrolina enviou para o mercado externo até agora 20,2 milhões de kg de uva, isso representa 71,35% das exportações nacionais da fruta.

Principais países concorrentes do Brasil, o Chile, Índia, África do Sul e o Peru também têm se destacado no cenário de exportações mundial. O boletim do SPR destaca ainda que 96,4% da uva chilena exportada em 2016 para a Europa foi enviada entre março e maio. Estes números chamaram a atenção dos produtores brasileiros e particularmente os petrolinenses, que investiram em intercâmbios, mais qualidade e diplomacia.

As estatísticas do SPR mostram também os quatros principais importadores da fruta petrolinense em 2016: a Holanda com 10.470.126 kg importados; Reino Unido com 6.385.991 kg; Alemanha com 836.367 kg; e a Argentina, que consumiu 674.179 kg da uva de mesa. O Boletim do sindicato, ainda destaca o número de empregos da cultura da uva em Petrolina, na ordem de 11.783, além dos dados de produção e postos de trabalho gerados pelo cultivo e comercialização da manga no Vale do São Francisco.

Exportação de uva em Petrolina cresce cerca de 50% e produtores comemoram

Petrolina representa cerca de 72% da exportação de uva no país. (Fogo: ASCOM)

Petrolina é a maior produtora e exportadora de uva de mesa do país e as exportações da fruta devem fechar o ano com um balanço comercial positivo. Os produtores já comemoram o movimento de U$ 42,5 milhões comercializados. Até momento, Petrolina enviou para o mercado externo 20,2 milhões de quilos de uva, o que representa 71,35% das exportações nacionais da fruta.

No total, um aumento de 47,9% da exportação da uva petrolinense entre os meses de janeiro e outubro de 2017, quando comparado ao mesmo período do ano anterior, segundo dados apresentados pelo boletim de novembro do Sindicato dos Produtores Rurais (SPR).

Para o presidente do sindicato, Jailson Lira, o saldo azul se deve à qualidade da uva de mesa produzida na cidade e aos investimentos em tecnologia feitos pelos produtores. “Isso tem ajudado a ampliar nossos horizontes no cenário internacional”, disse.

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Ministro da Agricultura vai a Washington tentar retomar exportação de carne

O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, irá se reunir com autoridades do governo dos Estados Unidos para debater o reinício da exportação de carne. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi viaja hoje (16) para os Estados Unidos. Ele tem um almoço de trabalho agendado para segunda-feira (17) com o secretário de Agricultura do governo norte-americano, Sonny Perdue, em Washington, quando será discutida a retomada de exportações de carne para os Estados Unidos.

O ministro viaja acompanhado do secretário de Relações Internacionais do Agronegócio, Odilson Silva. A agenda da comitiva inclui, ainda na segunda-feira pela manhã, reunião com o embaixador do Brasil em Washington, Sérgio Amaral, e o adido agrícola do Brasil nos Estados Unidos, Luiz Claudio de Caruso e Santana.

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Itep é referência na análise de frutas para exportação

Na contramão da crise, a exportação de frutas continua alavancando a economia brasileira. Só em 2016, o setor movimentou mais de 700 mil dólares segundo dados da Associa­ção Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (Abra­frutas). A qualificação das frutas em atendimento às exigências da União Europeia está entre os principais pontos que contribuíram para o crescimento e consolidação do segmento. O Instituto de Tecnologia de Pernambuco (Itep) é referência na realização de análises para atestar e elevar a qualidade das frutas made in Brasil, atendendo todo o país, com destaque para os produtores do Vale do São Francisco, que hoje já é responsável por 99% de toda exportação nacional de uva e 85% de todas as mangas exportadas pelo Brasil, de acordo com informações da Associação de Produtores e Exportadores de Hortigranjeiros e Derivados do Vale do São Fran­cisco (Valexport).

A gerente do Núcleo Alimento Seguro e Sustentável do Itep, Adélia Araújo, ressalta que o trabalho desenvolvido pelo instituto segue os critérios de qualidade e de rastreabilidade exigidos pelo mercado, em especial o importador. Cada fruta passa por uma avaliação minuciosa para verificar a existência de resíduos de agrotóxicos, englobando mais de 500 compostos. As análises realizadas pelo Itep são acreditadas (ISO/IEC 17025), credenciadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Anvisa e Inmetro. O resultado é um serviço confiável e com nível de excelência abalizado pela União Europeia.

O reconhecimento das soluções e serviços oferecidos tem relação com o investimento em pesquisa e capital humano. “Nossos profissionais são comprometidos em estudar soluções. A nossa equipe tem mestres, doutores e técnicos especializados que participam de treinamentos, feiras, palestras e eventos científicos no Brasil e no exterior”, destaca a gerente.

QUALIFRUIT.COM – Para incentivar a exportação de frutas do Vale de São Francisco para a Europa, o Itep desenvolveu, em parceria com o Governo de Pernambuco, um programa de acompanhamento à inspeção das frutas realizada no Porto de Roterdã, na Holanda, porta de entrada de todo o material produzido no Sertão pernambucano. Iniciado em 2010 e mantido até 2015, o programa pioneiro no país foi decisivo para a consolidação das frutas do Vale do São Francisco no mercado europeu. “O Qualifruit funcionava como o olho do produtor no exterior. Através das informações das condições e da qualidade das frutas, os produtores ganham poder na negociação de preço de venda e definição de mercado, além da possibilidade de identificar melhorias de produção, embalagem e transporte”, explica Adélia Araújo.

Terminal de carga de Petrolina registra recorde e registra aumento de 215% na exportação

(Foto: Infraero)

O Terminal de Logística de Carga (Teca) do Aeroporto de Petrolina/Senador Nilo Coelho (PE) registrou, no primeiro trimestre de 2017, 555,4 toneladas de mercadorias exportadas, o que representa um crescimento de 215% em relação ao mesmo período de 2016, quando foram contabilizadas 176,2 toneladas.

Atualmente, o aeroporto pernambucano conta com uma frequência semanal da empresa Cargolux, que opera com um Boeing 747-400 e, diferentemente de anos anteriores, não teve interrupção do cargueiro, que normalmente ocorre no início do ano. Em 2016, para se ter uma ideia, a temporada da empresa foi iniciada em 2 de março.

Para Moyses Barbosa, superintendente do Aeroporto de Petrolina, o expressivo crescimento na movimentação de cargas se deve não somente à regularidade do cargueiro desde o início do ano, mas também ao esforço de fidelização de clientes estratégicos para o setor de carga aérea.

O Teca petrolinense tem 3 mil m² de área e conta com seis câmaras de armazenamento, três antecâmaras de resfriamento e dois túneis de resfriamento – toda uma infraestrutura para atender os clientes do setor de Exportação do Vale do Rio São Francisco. Os principais itens exportados a partir do Teca são frutas, como manga, mamão, uva e limão, sendo as duas últimas com menor representatividade.

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Apesar de operação da PF, faturamento de exportações de carne bovina sobe 22%

(Foto: Internet)

Apesar da Operação Carne Fraca, deflagrada pela Polícia Federal em março, o faturamento das exportações de carne bovina no mês aumentou 22% e o volume vendido, 20%, na comparação com fevereiro. Os dados foram divulgados hoje (11) pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec). Na comparação com março do passado, no entanto, houve queda de 3% no faturamento.

“Os resultados positivos registrados em março demonstram a força da indústria brasileira de carne bovina e seu potencial como exportadora. Os dados confirmam que a operação policial, desencadeada em 17 de março, não foi capaz de afetar substancialmente a média das exportações, até porque muitos mercados que interromperam as negociações após as notícias veiculadas, reabriram rapidamente, demonstrando confiança na carne bovina brasileira”, disse o presidente da Abiec, Antônio Jorge Camardelli.

O faturamento das exportações do setor no mês de março somou US$ 501 milhões, com o embarque de mais de 125 mil toneladas. Os maiores compradores de carne bovina brasileira no período foram Hong Kong, China e Rússia. A categoria mais exportada em março foi a de carne in natura, seguida pela de carne industrializada e miúdos.

Fonte Agência Brasil

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