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Campanha de Haddad gastou 15 vezes mais que a de Bolsonaro

Derrotado na eleição presidencial, Fernando Haddad (PT) gastou 15 vezes mais que o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). A informação foi repassada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no sábado (17), último dia para os candidatos participantes do segundo turno prestarem contas ao órgão.

Pelas informações prestadas, Haddad arrecadou aproximados R$ 35,4 milhões (sendo R$ 33,7 em recursos financeiros) e gastou R$ 37,5 milhões, restando uma dívida de campanha de cerca de R$ 3,8 milhões. Enquanto isso Bolsonaro (PSL) arrecadou R$ 4,4 milhões e gastou R$ 2,5 milhões.

O presidente eleito já havia declarado suas informações ao TSE que apontou 17 indícios de irregularidade na documentação entregue. A defesa do pesselista já esclareceu os fatos e agora cabe ao Tribunal julgar as informações.

Com informações da Folha de Pernambuco

Após derrota, Haddad promete se reconectar às bases e aos pobres

Relembrando um trecho do hino nacional, petista disse que ‘um professor não foge à luta’

Pouco menos de duas horas após Jair Bolsonaro (PSL) ter se tornado presidente do Brasil, o segundo colocado na eleição,Fernando Haddad (PT), fez um discurso no qual disse que ele não desistirá de defender seus ideais, lutará para manter as instituições e se reconectará com as bases e os pobres do país. A fala de Haddad, de voltar a se encontrar com a população, veio após o rapper Mano Brown ter criticado as falhas na comunicação com o “povão” .

Antes mesmo de começar sua fala, o público fez um minuto de silêncio em memória àqueles que morreram durante a campanha eleitoral, como o mestre de capoeira baiano, conhecido como Moa do Katende e morto com 12 facadas após discussão política , e o cearense Charlione Lessa Albuquerque, assassinado enquanto acompanhava uma carreata de apoiadores de Haddad . A vereadora Marielle Franco também foi lembrada na homenagem.

Haddad iniciou seu pronunciamento agradecendo a família, os apoiadores e todos os 45 milhões de eleitores. O petista reforçou o valor da coragem, que aprendeu com seus antepassados e que o motiva a seguir na luta política.

— Em primeiro lugar, gostaria de agradecer meus antepassados. Aprendi com eles o valor da coragem para defender a justiça a qualquer preço. Meus pais a memória dos meus avós me ensinaram que a coragem é fundamental — relembrou Haddad.

O segundo colocado nas eleições presidenciais de 2018 pontuou que nos últimos dias viu a festa da democracia tomar as ruas. Ele contou que viu muitos apoiadores à sua candidatura, muitos nem sendo ligados a partido político ou algum tipo de associação. Haddad pontuou, entretanto, que o período pede conscientização porque, em sua avaliação, “tem muita coisa em jogo”.

Ibope: Bolsonaro tem 54% e Haddad 46%

A pesquisa do Ibope divulgada na noite desse sábado (27) coloca Jair Bolsonaro (PSL) com 54% dos votos válidos, enquanto Fernando Haddad (PT) tem 46%. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Nos votos válidos não são levados em conta os brancos e nulos. Nos votos totais, Bolsonaro chega a 47% e Haddad vai a 41%. Brancos e nulos chegam a 10%, não sabe ou não opinou, 2%.

No levantamento anterior do Ibope, divulgado na terça-feira, Bolsonaro tinha 57% dos votos válidos, contra 43% de Haddad.

CNT/MDA: Bolsonaro tem 56,8%, Haddad tem 43,2%

A pesquisa encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) divulgada nesse sábado (27) aponta que Jair Bolsonaro (PSL) tem 56,8% das intenções de votos válidos contra 43,2% de Fernando Haddad (PT). A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

O instituto MDA ouviu 2.002 eleitores entre dos dias 26 e 27 de outubro em 137 municípios de 25 estados. O índice de confiança é de 95%. Em comparação ao último levantamento encomendado pela CNT, Bolsonaro tinha 57% e Haddad 43%.

Véspera do segundo turno será marcada por atos pró-Bolsonaro e Haddad

(Foto: Ilustração)

O sábado (27) será dedicado à manifestações a favor dos dois candidatos à Presidência da República. Em Petrolina, a partir das 9h eleitores e simpatizantes de Fernando Haddad (PT) se reúnem na Praça do Bambuzinho em defesa da democracia e contra o fascismo, de acordo com os organizadores do evento.

Em Juazeiro (BA) eleitores de Jair Bolsonaro (PSL) fazem o último ato no Vale do São Francisco em apoio ao nome do deputado federal do Rio de Janeiro. A concentração está marcada para 15h no Vaporzinho, na Orla Nova. A coordenação do ato pede aos participantes que vistam suas camisas amarelas e com o rosto de Bolsonaro, além de levar bandeiras do Brasil.

O segundo turno acontece neste domingo (28). Tanto na Bahia quanto em Pernambuco os eleitores elegeram seus governadores em primeiro turno, restando apenas a escolha para presidente da República.

Ibope: WhatsApp teve pouco impacto no primeiro turno das eleições

(Foto: Pixabay/Fonte padrão)

Uma pesquisa realizada pelo Ibope a pedido dos jornais O Estado de São Paulo e TV Globo apontou que o WhatsApp teve pouca influência no primeiro turno da eleição. Para os eleitores, o aplicativo de mensagens teve impacto limitado e pode ter afetado Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL) de forma igual.

A pesquisa identificou que três em cada quatro eleitores ouvidos não receberam mensagens desfavoráveis a nenhum presidenciável na semana anterior ao primeiro turno. As respostas referentes a exposição a propaganda negativa no segundo turno não indicaram que um candidato tenha sido mais afetado que o outro.

Decisão do voto

Dos eleitores ouvidos pelo estudo, 73% afirmam não ter recebido conteúdo negativo sobre nenhum dos candidatos no WhatsApp. 18% receberam críticas ou ataques contra Bolsonaro, enquanto 14% contra Haddad. Mesmo entre os 25% de eleitores que afirmaram ter recebido críticas ou ataques, o impacto das mensagens parece ter sido limitado.

Pesquisa é inconclusiva

O Ibope também questionou  aos entrevistados se para eles, o conteúdo replicado nas mensagens interferiu na decisão do voto. 75% disseram não e 24% sim. Apesar dos resultados, o instituo concluiu ser difícil tirar definições conclusivas sobre a forma como o aplicativo é utilizado. Foram ouvidas 3.010 pessoas, entre 21 a 23 de outubro.

Com informações do JC Online

Datafolha: 48% do eleitorado de Bolsonaro tem certeza no voto, Haddad apenas 33%

O Datafolha divulgou o resultado de uma pesquisa na qual perguntou aos eleitores em quem eles votariam no segundo turno das eleições 2018. E os apoiadores de Jair Bolsonaro (PSL) são os mais decididos no voto. O levantamento foi realizado nos dias 17 e 18 de outubro e publicado ontem (19).

O instituto perguntou: “E entre esses candidatos a presidente, gostaria que você me dissesse se votaria com certeza, talvez votasse ou não votaria de jeito nenhum em”. 48% responderam que votariam com certeza em Bolsonaro, 10% talvez não e apenas 1% não souberam responder.

Para Haddad a resposta foi:  33% votaria com certeza, 12% talvez votasse e 54% não votaria de maneira alguma no candidato petita. 56% dos eleitores masculinos têm certeza do volto no deputado federal e 34% rejeitam o nome de Bolsonaro.

Entre as mulheres, Haddad tem 36% dos votos e Bolsonaro chega a 41%. O deputado federal fica em desvantagem no Nordeste, onde apenas 31% votariam nele, enquanto Haddad tem 49%.

Final de semana será marcado por atos de apoiadores de Bolsonaro e Haddad

Manifestações públicas marcam o final de semana que antecede o segundo turno das eleições. Apoiadores de Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL) estão organizando atos em favor dos seus candidatos em todo o país. No Vale do São Francisco, o ato em favor da democracia acontece na tarde de hoje (20).

A concentração será em Petrolina, a partir das 14h30 e em seguida os manifestantes seguirão para Juazeiro, onde acontecerá o grande ato. Ainda hoje, apoiadores de Bolsonaro irem às ruas. A partir das 16h o público chegará ao Parque Lagoa de Calu e seguirão pelas ruas das cidades.

Nas duas manifestações são esperadas a participação de políticos conhecidos a nível nacional: a candidata a vice na chapa de Haddad, Manuela D’Ávila (PC do B) que já esteve na cidade e em Juazeiro, membros do Movimento Brasil Livre (MBL), como o deputado federal Kim Kataguiri.

TSE abre investigação sobre disparos de mensagens pelo WhatsApp

(Foto: Pixabay/Fonte padrão)

O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Jorge Mussi abriu na noite de sexta-feira (19) uma ação para investigar o esquema de disparos de notícias falsas no WhatsApp que favorecem o candidato à presidência da República Jair Bolsonaro (PSL).

Mussi acatou o pedido feito pela campanha de Fernando Haddad (PT), adversário de Bolsonaro no segundo turno das eleições. No entanto, o ministro não aceitou a solicitação dos petistas para quebrar o sigilo bancário, telefônico e realizar prisões dos envolvidos.

A suposta divulgação de matérias falsas contra Haddad foi revelada pelo jornal Folha de São Paulo nessa quinta-feira (18), onde a investigação aponta a participação de empresas bancadas por empresários ligados a Bolsonaro para a divulgação dos boatos. Em sua decisão Mussi concedeu prazo para que a campanha de Bolsonaro possa apresentar defesa prévia.

Em pesquisa da BTG, Bolsonaro aparece com 59% das intenções de voto

Haddad e Bolsonaro vão ao segundo turno das eleições. (Foto: Reprodução)

O Instituto FSB Pesquisa/BTG aponta que Jair Bolsonaro (PSL) tem 59% das intenções de voto no segundo turno das eleições. Ele aumentou sua vantagem para 18 pontos, em relação a Fernando Haddad (PT), que tem 41%.

Levando-se em consideração apenas votos válidos, Bolsonaro soma 51% e Haddad 35%. Brancos e nulos chegam a 4%, os que não votam em nenhum dos dois, 6% e 10% não sabem em quem votar.

A pesquisa apontou ainda que 94% dos eleitores de Bolsonaro têm certeza do voto e não o trocarão até o dia da eleição. 89% de quem vota em Haddad também não deve escolher outra opção.

Quando questionada a rejeição, 53% falaram que não votariam no petista, enquanto 38% não votariam em Bolsonaro.

Integrantes do PSDB enviam carta de “apoio e apreço” a Fernando Haddad

Haddad quer conversar com FHC e fechar acordo, apesar de tucanos ficarem neutros (Foto: Reprodução)

Mesmo com o PSDB se mantendo neutro no segundo turno das eleições 2018, membros do partido enviaram uma carta de “apoio e apreço” a Fernando Haddad, candidato do PT contra Jair Bolsonaro (PSL). O gesto dos tucanos aconteceu durante um almoço na quarta-feira (10), em São Paulo.

Haddad disse que não está autorizado a divulgar o nome de quem o apoiou, mas afirmou ter interesse em conversar com o ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso (FHC). “[Estamos] conversando com todas as forças que queiram conter a barbárie, essa escalada [de violência] no país. Vamos prosseguir no sentido de estabelecer protocolos de civilidade em proveito do futuro do Brasil”, disse o ex-ministro da Educação.

Hoje o petista cumpre agenda política em Brasília, onde se encontrará com representantes da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e o presidente nacional do PSB, João Carlos Siqueira. Na pesquisa do Datafolha divulgada ontem, Haddad está 16 pontos atrás de Bolsonaro e corre em busca de apoio para reverter a desvantagem.

Nordeste é a única região na qual Haddad vence Bolsonaro

(Foto: Internet)

A pesquisa do Datafolha divulgada na quarta-feira (10) revelou que, apesar de estar em segundo lugar nas intenções de voto para a Presidência da República, Fernando Haddad (PT) lidera no Nordeste. Ele tem 52% dos votos totais, contra 32% de Jair Bolsonaro (PSL).

O melhor desempenho de Bolsonaro é no Sul com 60% contra 26% do ex-ministro da educação. O sudeste elegeria o candidato do PSL com 55% a 32% dos votos totais. A pesquisa ouviu 3.235 eleitores em 227 municípios do país.

Segundo o Datafolha, Bolsonaro lidera com vantagem de 16% percentuais, somando 58% contra 42% de Haddad. A votação do segundo turno acontece no dia 28 de outubro, enquanto isso os políticos buscam alianças políticas.

De volta à Câmara, Cristina Costa espera uma “guerra da paz” entre apoiadores de Bolsonaro e Haddad

Edil visitou Blog e disse esperar debate propositivo com opositores (Foto: Blog Waldiney Passos)

Licenciada para disputar as eleições de outubro, a vereadora Cristina Costa (PT) deve fazer seu retorno à Casa Plínio Amorim nesta quinta-feira (11) em meio ao segundo turno para presidente. Entrevistada pelo Blog nessa semana, a edil foi questionada sobre o que esperar dos colegas durante essa “guerra” entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) e prezou pelo respeito mútuo.

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“Eu espero que a gente possa, nesse clima de guerra, fazer uma guerra da paz. Que a gente possa debater as propostas, vamos respeitar quem apoia Bolsonaro, o processo democrático é isso. Eu encontrei muita gente que votava em mim, mas não votava no presidente Haddad, encontrei muita gente que votava em Bolsonaro, mas não votava nos candidatos apoiado por Jair Bolsonaro”, disse a vereadora.

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Novo e PP decidem não declarar apoio no segundo turno das eleições

Partidos ficarão isentos sobre apoio a Haddad e Bolsonaro (Foto: Reprodução)

Diferentemente do PSOL que na segunda-feira (8) oficializou apoio a Fernando Haddad (PT) no segundo turno das eleições, o Novo e o Partido Progressista declararam hoje (9) posição neutra no pleito do dia 28. Os anúncios vieram através de nota oficial enviada à imprensa.

Segundo o Novo, cujo candidato à Presidência no primeiro turno foi João Amoêdo, demonstrou postura contrária ao PT. “O Novo não apoiará nenhum candidato à Presidência, mas somos absolutamente contrários ao PT, que tem ideias práticas opostas às nossas”, disse a nota.

Já o PP deixa na mão do eleitor a decisão final de quem terá o voto: Haddad ou Jair Bolsonaro (PSL). “O eleitor quer tomar sua decisão sem que qualquer outro aspecto, que não os candidatos, sejam levados em consideração como critério de escolha”, afirmou a Executiva Nacional.

Terceiro colocado na votação de domingo (7), Ciro Gomes (PDT) já havia sinalizado apoio a Haddad e nessa semana uma reunião deve fechar a aliança. A Rede Sustentabilidade, de Marina Silva, PSDB (Geraldo Alckmin) e MDB (Henrique Meireles) ainda não oficializaram seus posicionamentos.

Haddad recua sobre nova Constituição e promete reformas através de emendas

O candidato à Presidência Fernando Haddad (PT) deu uma série de entrevistas para os principais canais de televisão um dia depois da eleição que garantiu sua ida ao segundo turno. No Jornal Nacional, da Globo, o candidato recuou sobre uma nova Constituição, que foi defendida em seu plano de
governo.

“Nós revisamos nosso posicionamento, faremos as reformas devidas por emendas constitucionais”, disse o presidenciável no início de sua resposta sobre uma nova Constituição. Depois, Haddad defendeu as reformas tributária e bancária e repetiu que elas serão feitas após apresentação e votação no Congresso. Haddad prometeu também revogar o teto de gastos, medida feita no governo de Michel Temer (MDB)

Perguntado sobre uma frase de José Dirceu que falava em “tomar o poder”, o petista mostrou incômodo com a afirmação do aliado e reafirmou que o ex-ministro de Lula não participará de seu governo, caso seja eleito. “O ex-ministro não participa da minha campanha e não participará do meu governo. Eu discordo da formulação dessa frase”, disse.

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