Oops! It appears that you have disabled your Javascript. In order for you to see this page as it is meant to appear, we ask that you please re-enable your Javascript!

Presidente Jair Bolsonaro cumpre agenda hoje no município de Sobradinho

Presidente da República, Jair Bolsonaro

De acordo com a agenda oficial da presidência da república, o avião com a comitiva do presidente Jair Bolsonaro deixará a Base Aérea de Brasília por volta das 8h00 da manhã. A aeronave deve aterrissar em Petrolina por volta das 9h30, de onde seguirá para a cidade de Sobradinho/BA.

A chegada à terra da barragem está prevista para as 10h10, 11h00 o presidente participa da cerimônia de inauguração da Usina Fotovoltaica Flutuante. O retorno à Brasília está previsto para as 12h20.

Usina Fotovoltaica Flutuante, da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf).

A Usina Solar Fotovoltaica Flutuante vai transformar a luz solar em energia elétrica. A planta piloto de painéis solares foi instalada pela Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) no reservatório da Usina Hidrelétrica de Sobradinho, na Bahia. Esse sistema de geração concentrada de energia fotovoltaica em usinas utilizando a área de reservatórios é pioneiro no Brasil. Até então, ele só havia sido instalado no solo. Segundo a Chesf, o objetivo é avaliar a viabilidade técnica, econômica e ambiental do projeto para que ele possa participar de leilões de venda de energia e ser reproduzido em outros reservatórios ou até mesmo em rios.

Bolsonaro cumpre agenda na Bahia nesta terça-feira

(Foto: Internet)

Dias após sua fala sobre governadores nordestinos repercutir na imprensa nacional, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) cumprirá agenda na Bahia nesta terça-feira (23) para inaugurar o Aeroporto Glauber Rocha, em Vitória da Conquista.

Ontem (21) durante entrevista Bolsonaro afirmou não ter problemas em ir à região. “A Bahia é Brasil. Sem problemas. Sou amigo do Nordeste, poxa. Se eu tenho um problema no Sul, não se fala na Região Sul, Centro-Oeste e Norte. Por que essa história? Vocês mesmos da mídia querem separar o Nordeste do Brasil. O Nordeste é Brasil, é minha terra e eu ando em qualquer lugar do território brasileiro”, disse.

Na última sexta-feira (19) o presidente fez um comentário que foi criticado por alguns nordestinos e parte da mídia. O grupo de governadores do bloco emitiu uma carta cobrando esclarecimentos de Bolsonaro.

Sobre o compromisso de amanhã, o Palácio do Planalto não informou o horário do evento e qual será a agenda do presidente. Sabe-se apenas que o ministro de Infraestrutura, Tarcísio de Freitas estará na Bahia juntamente com o Bolsonaro.

Após fala de Bolsonaro, governadores do Nordeste pedem esclarecimentos ao presidente

Fala de Bolsonaro foi criticada pelos governadores do Bloco

A expressão utilizada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL) ao falar do Nordeste repercutiu na mídia nacional e gerou críticas dos governadores do bloco. Ontem (19) em uma reunião com a imprensa, Bolsonaro chamou a região de “Paraíba”, termo é considerado pejorativo.

Bolsonaro soltou a expressão ao conversar com Onyx Lorenzoni, ministro da Casa Civil e foi gravado pela TV Brasil. “Dos governadores de ‘paraíba’, o pior é o do Maranhão. Não tem quer ter nada pra esse cara”, afirmou o presidente da República.

Ainda na noite da última sexta-feira, os governadores emitiram uma nota conjunta na qual se mostram indignados com Bolsonaro e cobram um esclarecimento. O Palácio do Planalto até o momento não se manifestou. Confira a seguir a íntegra da carta.

LEIA MAIS

Justiça de Minas arquiva processo contra Adélio Bispo, agressor de Bolsonaro

(Foto: TV Globo/Reprodução)

A 3ª Vara Federal em Juiz de Fora (MG) informou que não cabem mais recursos na decisão que inocentou Adélio Bispo do ataque que cometeu contra o presidente Jair Bolsonaro (PSL) na campanha eleitoral, em setembro de 2018. Como a defesa de Bolsonaro não apresentou recurso, caso foi encerrado.

LEIA TAMBÉM:

Relatório da PF conclui que Adelio Bispo agiu sozinho

Polícia Federal prende homem acusado de esfaquear Bolsonaro (PSL)

No dia 14 de junho o juiz Bruno Savino decidiu que Adélio é inimputável, em razão de problemas mentais. Também em junho o Ministério Público foi notificado da decisão, mas não quis apresentar recurso. A defesa do presidente, também não recorreu quando pôde.

LEIA MAIS

Datafolha: propostas de Bolsonaro para o trânsito são rejeitadas por eleitores

Eleitores não concordam com mudanças

O Datafolha fez uma pesquisa para saber o que os eleitores brasileiros acham das mudanças propostas pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) para o trânsito. O levantamento aponta que a não obrigatoriedade do uso de cadeirinhas em veículos é o ponto mais impopular.

68% dos entrevistados rejeitam a mudança. Hoje, crianças de até sete anos devem ser transportadas sentadas em cadeirinhas.  O projeto de flexibilização das leis de trânsito prevê ainda a imposição de advertência por escrito para o transporte sem cadeirinha.

LEIA TAMBÉM:

Governo Federal apresenta proposta de mudança no Código de Trânsito Brasileiro

A oposição ao fim da multa para esta infração chega a 70% no estrato dos entrevistados habilitados a dirigir. Outros 67% refutam a ideia de retirar os radares em rodovias federais. Ainda segundo o Datafolha, 41% dos entrevistados disse acreditar que o projeto do governo vai tornar o trânsito mais violento.

LEIA MAIS

Em alta, Rodrigo Maia descarta disputar eleições para presidente em 2022

(Foto: Arquivo)

Cada vez mais fortalecido após articular a aprovação da reforma da Previdência na Câmara dos Deputados, o presidente Rodrigo Maia (DEM) descartou concorrer ao posto de presidente da República em 2022. Ele rejeitou qualquer hipótese a vaga do posto mais alto no Executivo.

“Não quero ser administrador de crise. Enquanto não organizar o Estado brasileiro, para que eu vou ser prefeito, governador ou presidente?”, afirmou, em entrevista ao Estado de São Paulo. Para ele, o atual presidente Jair Bolsonaro (PSL) e o apresentador Luciano Huck são os nomes mais bem colocados na disputa.

Maia também citou os governadores de São Paulo, João Doria (PSDB), e do Rio, Wilson Witzel (PSC). “Quem vai disputar eleição com Bolsonaro é quem conseguir caminhar da direita para o centro, ou a centro-esquerda. O Doria prefere ocupar o espaço do Bolsonaro. Tem que tomar cuidado para não tentar disputar o núcleo duro do presidente. Ele não vai crescer para o eleitor mais radicalizado antipetista. O Huck está tentando construir esse espaço, um pouquinho mais à centro-esquerda em alguns temas E o governador do Rio é sempre forte”, destacou.

Durante a entrevista o presidente da Câmara também avisou que vai priorizar reformas e projetos de Estado e não, necessariamente, a pauta do governo no segundo semestre, como temas de costumes e autonomia do Banco Central. Se concretizada, a intenção de Maia pode atrasar a venda de estatais, programa estratégico do ministro da Economia, Paulo Guedes. (Com informações do JC Online).

Datafolha: 47% são favoráveis à reforma da Previdência

Uma pesquisa do Datafolha, publicada nessa terça-feira (9) aponta que 44% dos brasileiros são contrários à reforma da Previdência, enquanto 47% são a favor da principal proposta do governo de Jair Bolsonaro (PSL) no seu início de mandato.

O levantamento foi realizado a pedido do jornal Folha de São Paulo, entre os dias 4 e 5 de julho. Dos 2.086 entrevistados, 6% não souberam opinar e 3% ficaram indiferentes à reforma. A pequisa foi feita em 130 cidades do país.

A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou menos. O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro. Um dado importante é que, na pesquisa anterior do instituto em abril, 51% eram a favor, 41% contra. (Com informações do G1).

Fernando Bezerra garante votação da Previdência até 17 de julho

(Foto: Ascom)

Líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (PSB) afirmou que a reforma da Previdência será votada nos dois turnos do Plenário da Câmara até 17 desse mês. Ou seja, a matéria deve ser discutida antes do recesso parlamentar.

Durante a sexta-feira (5) o senador participou de um evento junto com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e elogiou o trabalho do colega parlamentar dizendo que ele tem liderado a agenda de reformas na economia.

Publicamente a relação do Governo Federal com o Senado e a Câmara tem sido marcada por atritos, em especial com Maia que já criticou a articulação de Jair Bolsnaro (PSL). No entanto, Fernando Bezerra fez questão de elogiar o trabalho de Paulo Guedes, ministro da Economia e de Rogério Marinho, titular do Trabalho. “Essas duas figuras levaram a cabo conversas e diálogos com os parlamentares na Câmara”, disse.

Bolsonaro reconhece falha na articulação política no primeiro semestre do seu mandato

Lorenzoni é homem de confiança de Bolsonaro, mas ficou sobrecarregado com demandas (Foto: Reprodução/Youtube)

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) reconheceu que a articulação política do governo não funcionou no primeiro semestre do seu governo. A afirmação foi reforçada com a mudança na Subchefia de Assuntos Parlamentares (Supar) da Casa Civil, comandada pelo ministro Onyx Lorenzoni.

A partir de julho a negociação cairá nas mãos do general Luiz Eduardo Ramos. Na gestão do então presidente Michel Temer (MDB) cabia a Secretaria de Governo comandar a articulação e a Casa Civil cuidava da coordenação de Estado.

Bolsonaro, contudo, tentou mudar as regras do jogo, o que não deu certo. Até a edição da Medida Provisória (MP) nº 886, que transferiu a Supar para a Secretaria de Governo, Lorenzoni conduzia a coordenação política com deputados e senadores e também a coordenação de Estado, a chefia sobre os demais ministérios.

A Segov detinha a interlocução com governadores e prefeitos e o Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), responsável por conduzir a conclusão de obras. Nos bastidores, a sobrecarga de funções de Lorenzoni resultou no insucesso da articulação política.

Na visão do professor de ciência política da Universidade Estadual de Goiás (UEG), Felippo Madeira, “o presidente deu sinais claros do prestígio do ministro, mas acabou justamente sendo esse o problema: com muito poder, Onyx ficou inacessível para o Congresso”, disse ao Correio Braziliense.

Bolsonaro apresenta novos integrantes do Governo

Bolsonaro anunciou novos membros do governo nessa manhã (Foto: Agência Brasil)

O presidente Jair Bolsonaro anunciou nessa sexta-feira (21) o advogado e major da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), Jorge Antonio de Oliveira Francisco como titular da Secretaria-Geral da Presidência da República. Na solenidade também foi apresentado o novo presidente dos Correios.

Oliveira Francisco ocupava a Subchefia de Assuntos Jurídicos da Casa Civil. Já Floriano Peixoto Vieira Neto deixa a Secretaria-Geral para assumir a presidência dos Correios, substituindo Juarez Cunha que anunciou sua demissão nessa semana.

“É uma pessoa que me acompanha há dez anos. É uma pessoa afeita à burocracia. Desejo boa sorte e temos plena confiança no trabalho dele”, afirmou Bolsonaro ao comentar a escolha de Oliveira Francisco. (Com informações da Agência Brasil).

Após fala de Bolsonaro, presidente do BNDES deixa cargo

Nomeação de ex-funcionário na Era PT desagradou Bolsonaro (Foto: Ed Alves)

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy, pediu demissão do cargo na manhã de hoje (16), um dia após o presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmar que a cabeça do economista estava “a prêmio”.

Nos bastidores especula-se que o motivo da bronca de Bolsonaro seria a nomeação do executivo Marcos Barbosa Pinto, que já trabalhou em gestões petistas e desagradou o Palácio do Planalto. “Solicitei ao ministro da Economia, Paulo Guedes, meu desligamento do BNDES. Minha expectativa é que ele aceda. Agradeço ao ministro o convite para servir ao País e desejo sucesso nas reformas”, informa nota divulgada pela assessoria do BNDES.

Levy agradeceu pela oportunidade de trabalhar no BNDES e a sua equipe. “Agradeço também, por oportuno, a lealdade, dedicação e determinação da minha diretoria. E, especialmente, agradeço aos inúmeros funcionários do BNDES, que têm colaborado com energia e seriedade para transformar o banco, possibilitando que ele responda plenamente aos novos desafios do financiamento do desenvolvimento, atendendo às muitas necessidades da nossa população e confirmando sua vocação e longa tradição de excelência e responsabilidade”, finalizou.

Ministro da Educação visitará Petrolina na próxima semana

Na próxima segunda-feira (17) o ministro da Educação, Abraham Weintraub desembarcará em Petrolina. Ele lançará um convênio para a construção de uma escola municipal. A informação foi confirmada pelo vereador Gaturiano Cigano (PRP) e confirmada pelo prefeito Miguel Coelho.

“Bote aí na agenda, dia 17, o ministro da Educação vai estar aqui em Petrolina para que a gente possa assinar o convênio para construir uma escola de 12 salas, no bairro Quati, para toda a criançada“, contou Miguel nas redes sociais.

Essa será a terceira visita de um ministro de Jair Bolsonaro (PSL) a cidade. Antes o ministro de Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto e da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, além do próprio Bolsonaro.

Após contribuir com agendas do Governo no Senado, Fernando Bezerra é cotado para substituir Lorenzoni

(Foto: Blog Waldiney Passos)

Líder do Governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB) pode substituir Onyx Lorenzoni na Casa Civil. Foi o que afirmou o jornalista Magno Martins em sua coluna nessa quarta-feira (5). De acordo com a publicação, o senador petrolinense passou a ser visto como “sucessor” de Onyx após contribuir para as vitórias do Governo no Senado.

Tido como articulado e com bom trânsito em todos os partidos no Congresso, Fernando Bezerra seria “o nome talhado para oxigenar a relação do Governo com a Câmara e o Senado”, segundo o colunista. O senador já foi ministro da Integração Nacional e líder do governo Michel Temer também no Senado.

De acordo com a matéria, Bezerra Coelho ganhou a confiança de Jair Bolsonaro (PSL) após conseguir fazer com que o Senado votasse o texto da Medida Provisória da reforma administrativa, aprovada na Câmara. E nessa semana, contribuiu para a votação da MP do pente fino no INSS.

Pesquisa do Ibope afirma que 73% dos brasileiros são contrários a flexibilização do porte de arma

Decreto de Bolsonaro será analisado nessa semana no Senado (Foto: Blog Waldiney Passos)

O Ibope divulgou uma pesquisa nessa segunda-feira (3) afirmando que 73% dos entrevistados são contrários à flexibilização do porte de arma para cidadãos comuns. O levantamento foi realizado entre 16 e 19 de março, em 143 municípios e foram ouvidas 2.002 pessoas.

26% dos entrevistados são favoráveis e 1% não soube opinar ou não respondeu, segundo o Ibope. O apoio maior segue entre os homens, 34%. Entre as mulheres, cai para 18%. De acordo com a região do País, a aprovação se destaca no Norte/Centro-Oeste: 34%.

Os números vão caindo, respectivamente, nas regiões Sul: 29%, Nordeste: 27% e Sudeste, agora na última posição, com 22%. A pesquisa também questionou a respeito da posse de armas: 61% dos entrevistados são contrários; 37% são favoráveis e 2% não souberam opinar ou não responderam.

O instituto ouviu 2.002 pessoas em 143 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou menos. (Com informações do Diário de Pernambuco).

CCJ do Senado discutirá decreto do porte de arma nessa semana

(Foto: Ilustração)

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado deve discutir na próxima quarta-feira (5), o relatório do senador Marcos do Val (Cidadania-ES) sobre os projetos de decreto legislativo (PDLs) que pretendem derrubar as novas regras sobre armas de fogo, editadas pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL).

O documento lido na CCJ na semana passada pelo relator defendeu que as seis propostas as quais argumentam ilegalidade e inconstitucionalidade de iniciativa do Executivo sejam rejeitadas. Segundo ele, a definição objetiva dos critérios para a aquisição e posse de arma de fogo e a especificação dos indivíduos de efetiva necessidade para o porte “concretizam uma política de segurança pública definida pelo Poder Executivo federal, que buscou atender de modo eficaz as necessidades urgentes da sociedade, dentro das balizas previstas em lei”.

Sobre o porte de armas, Marcos do Val afirma que embora o Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826, de 2003) proíba o porte como regra, a norma permite para integrantes das Forças Armadas, agentes que atuam em órgãos de segurança pública, além de integrantes de determinadas carreiras e para atiradores desportivos.

LEIA MAIS
123