Alvo de operação da Polícia Civil, ex-prefeito de Sertânia foi preso em Alagoas

Guga Lins foi preso em Maceió, durante operação da Polícia Civil de Pernambuco

Conforme o Blog mostrou mais cedo, a Polícia Civil de Pernambuco deflagrou nessa quinta-feira (3) a Operação RES PUBLICAE em Afogados da Ingazeira. Entre os seis presos está o ex-prefeito de Sertânia, Gustavo Maciel Lins, mais conhecido como Guga Lins.

LEIA TAMBÉM:

Polícia Civil deflagra operação para combater grupo de extermínio em Salgueiro

Segundo o delegado responsável pela operação, Ubiratan Rocha Fernandes, Guga foi preso com apoio da Polícia Civil de Alagoas. “A Polícia Civil foca no desvio de dinheiro público que as gestões municipais estão causando ao erário. O foco foi a gestão anterior na cidade de Sertânia onde o ex-prefeito Gustavo Maciel foi preso em Alagoas”, explicou.

LEIA MAIS

Investigado por lavagem de dinheiro, prefeito de Camaragibe é preso

Além de Meira, mais quatro pessoas foram presas (Foto: Reprodução/WhatsApp)

A Polícia Civil prendeu na manhã dessa quinta-feira (20) o prefeito da cidade de Camaragibe, no Grande Recife. Demóstenes Meira ficou conhecido nacionalmente por pedir a presença de cargos comissionados em um show de sua noiva.

A prisão de Meira se deu na Operação Harpalo II. As investigações tiveram início em 2018 e miram práticas de organização criminosa, fraude em licitação, corrupção e lavagem de dinheiro. Meira está afastado das funções relativas do seu cargo.

Além do prefeito, outros quatro mandados de prisão preventiva foram cumpridos: Severino Ramos da Silva, empresário; Luciana Maria da Silva, esposa de Severino; Carlos Augusto, empresário e Joelma Soares, esposa de Carlos. Quarenta policias civis participam da operação.

Operação Roupa Suja: Polícia Civil de Irecê prende homem acusado de lavagem de dinheiro

Carros do suspeito apreendidos durante a Operação Roupa Suja. (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

No início da manhã desta quarta-feira (12), por volta das 6h, a Polícia Civil de Irecê (BA) iniciou a Operação Roupa Suja, que após trabalho de investigação e levantamento de informações realizados pelas Delegacias Territorial de Irecê e a Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes, foi expedido um mandado de busca e apreensão para a residência de Uoston Muniz de Oliveira, de 25 anos, mais conhecido como “Uoston do bingo”.

Na última sexta-feira (7), a Polícia Militar realizou uma operação que culminou no fechamento do bingo pertencente a Uoston, sendo o local suspeito de venda de drogas e ocorrência de homicídio. As investigações da Polícia Civil apontam um crescimento elevado do rendimento financeiro do acusado, que em menos de um ano conseguiu elevar seu patrimônio em mais de R$ 2 milhões. Além do bingo, o acusado é proprietário de um clube, avaliado em mais de R$500.000,00, e de uma casa avaliada em torno de R$350.000,00.

LEIA MAIS

Lula e filho são indiciados por lavagem de dinheiro e tráfico de influência

Presidente está preso desde abril do ano passado.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu filho, Luís Cláudio, foram indiciados pela Polícia Federal (PF) por supostos crimes de lavagem de dinheiro e tráfico de influência. De acordo com a PF, uma empresa de Luís Cláudio teria recebido R$ 10 milhões em alguns anos “apesar de seu capital social de R$ 1 mil”.

A juíza da 4ª Vara Criminal de São Paulo, Bárbara de Lima Issepi, remeteu o caso para uma das varas especializadas em lavagem de dinheiro. A investigação tem origem na delação de executivos ligados à Odebrecht.

Eles afirmam que Lula teria mantido contato com a empreiteira para beneficiá-la no governo Dilma Rousseff, e, “como contrapartida, a empresa caria responsável por financiar projetos pessoais de seu filho, Luís Cláudio”.

LEIA MAIS

Tribunal de Justiça rejeita denúncia contra Haddad

(Foto: Internet)

Por dois votos a um, desembargadores da 12ª Câmara do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo trancaram nesta quarta-feira (27) uma ação penal contra o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) por corrupção e lavagem de dinheiro.

Em denúncia, o Ministério Público de São Paulo apontou que o empreiteiro Ricardo Pessoa, delator da Operação Lava Jato, pagou com valores de caixa 2, dívidas de campanha do ex-prefeito com gráficas em troca de futuros benefícios para sua empresa, a UTC Engenharia.

Denúncia não é clara

No entanto, os desembargadores entenderam que a denúncia aberta em 19 de novembro passado não esclarece qual a vantagem pretendida pelo empreiteiro, uma vez que os interesses da UTC foram contrariados pela gestão municipal.

LEIA MAIS

Pernambuco: Operação da Polícia Civil prende 27 pessoas em Recife e Caruaru

(Foto: Polícia Civil/Divulgação)

Lavagem de dinheiro, homicídio, tráfico de drogas e associação ao tráfico. Esses foram alguns dos crimes investigados pela Polícia Civil de Pernambuco entre novembro de 2017 e essa quarta-feira (23), quando 27 mandados de prisão e 26 de busca e apreensão foram cumpridos na capital Recife, em Caruaru e em Alagoas.

Segundo a polícia, a organização criminosa que era alvo da ação levantou R$ 4 milhões entre o período da investigação apenas com o tráfico. “A quadrilha se capitalizou comprando imóveis e o líder morava em Caruaru, mas não praticava os crimes no município. O gerenciamento era feito por dois irmãos que moravam em Rio Largo, em Alagoas. Ambos entraram no negócio de concessionários de transporte público para lavar dinheiro”, disse o chefe da Polícia Civil, Joselito Kehrle. Um ônibus dos irmãos foi apreendido em Rio Largo.

Foram localizadas três metralhadoras, além de dez pistolas e revólveres e cem quilos de droga – entre maconha, cocaína, pasta base e maconha. Participaram da ação 270 policiais, entre delegados, agentes e escrivães. Ainda segundo o delegado, a quadrilha tem envolvimento com 27 homicídios.

Com informações do Diário de Pernambuco

Candidato à vice-presidência pelo PT, Haddad é denunciado por corrupção, quadrilha e lavagem de dinheiro

Haddad deve ter nome apresentado para substituir candidatura de Lula.

O candidato a vice-presidente pelo Partido dos Trabalhadores, Fernando Haddad, foi acusado, nessa segunda-feira (03), pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) de ter cometido os crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, por ter recebido a quantia de R$ 2,6 milhões da UTC Engenharia de forma irregular.

As denúncias, apresentadas pelo promotor Marcelo Batlouni Mendroni, têm como base a delação do presidente da empresa de engenharia, Ricardo Ribeiro Pessoa.

De acordo com a acusação, em 2013, entre os meses de abril e maio, Ricardo recebeu um pedido do tesoureiro nacional do PT, que à época era João Vaccari Neto, de R$ 3 milhões, que serviria como pagamento de uma dívida de campanha de Haddad.

Segundo a denúncia, houve o pagamento direto no valor de R$ 2,6 milhões ao PT e de forma indireta em favor de Haddad, quando era prefeito de São Paulo. O pagamento teria sido feito em parcelas.

Defesa

A assessoria de Haddad afirmou ao Uol, por meio de nota, que a denúncia não tem provas e que se surpreende com as ações propostas pelo Ministério Público a partir de “narrativas do empresário Ricardo Pessoa, da UTC”. Em nota, ainda, a equipe do petista informou que na condição de prefeito, Haddad contrariou interesses da empreiteira UTC na cidade.

Eleições 2018: Receita Federal vai fiscalizar dinheiro vivo de candidatos

(Foto: Ilustração)

Os candidatos que participarão das eleições de outubro serão fiscalizados pela Receita Federal e Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Juntamente com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os órgãos vão apurar a origem do dinheiro vivo declarado nas campanhas.

A medida visa identificar se houve caixa 2 durante a campanha do candidato. A ação é preventiva e busca coibir a declaração falsa de informações à Justiça Eleitoral e crimes como lavagem de dinheiro.

Este ano a eleição será financiada apenas pelos fundos Eleitoral, onde estão investidos R$ 1,7 bilhão dividido entre os partidos. Esses também poderão fazer doações aos candidatos.

Segundo a Receita, o trabalho de repasse das informações será em tempo ao TSE, à medida que os candidatos forem apresentando os dados.

Stop Car: Polícia Civil avalia como positiva operação que desarticulou quadrilha em Petrolina

(Foto: Divulgação/Polícia Civil)

A Polícia Civil de Petrolina desarticulou uma quadrilha especializada em roubos de cargas, tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, na quarta-feira (23). Sob o comando dos delegados Daniel Moreira e Magno Neves, a Operação Stop Car terminou com seis prisões, a recuperação de carga roubada e apreensão de drogas.

Em entrevista na tarde dessa quinta-feira (24) na sede da 26º DESEC, o delegado Magno Neves apresentou um balanço da operação. As investigações foram iniciadas em julho de 2017. “A investigação envolveu 17 alvos, 9 foram presos e os outros encontram-se respondendo em liberdade. A operação visava desarticular uma organização criminosa envolvida em tráfico de entorpecentes, roubo e interceptação de carga roubada e lavagem de dinheiro“, explicou.

LEIA TAMBÉM:

Polícia civil de Petrolina desarticula quadrilha de roubo de cargas e tráfico de drogas na manhã desta quarta-feira (23)

Articulação

De acordo com as investigações, o grupo utilizava uma empresa de fachada para comercializar drogas, lavar dinheiro e planejar roubo de cargas, tendo atuado na subtração de cargas em Juazeiro. O estabelecimento era gerido por Alysson Michel Sales Vieira e Euclides Ferreira Lima Neto, responsáveis por comprar as drogas e repassar a traficantes menores. A dupla ainda teria pago Kallyff Gil Passos de Brito para esconder uma carga roubada, avaliada em R$ 39 mil, em sua residência.

LEIA MAIS

Deputado Paulo Maluf é condenado por lavagem de dinheiro

(Foto: Internet)

Em decisão divulgada nesta terça-feira (23) a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou, por 4 votos a 1, o deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) pelo crime de lavagem de dinheiro. Os ministros decidiram fixar a pena em 7 anos, 9 meses e 10 dias de prisão em regime fechado.

Durante o julgamento, os ministros decidiram que o regime fechado é incompatível com o exercício do mandato de deputado federal e, com isso, a Mesa da Câmara será notificada para que declare a perda da função.

A Câmara só será notificada da decisão após publicação no “Diário de Justiça Eletrônico”. O prazo para publicação é de 60 dias. Depois de publicada a decisão, a defesa ainda poderá entrar com recursos no Supremo para questionar determinados pontos da decisão. A Primeira Turma também declarou a perda dos bens objeto de lavagem de dinheiro.

Com informações do G1

Facape realiza palestra sobre lavagem de dinheiro nesta sexta-feira

(Foto: Internet)

O evento será aberto às 14h, no auditório central da Facape. (Foto: Internet)

Na próxima sexta-feira (7), a Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Facape) e o Conselho Regional de Contabilidade de Pernambuco (CRC-PE) realizam uma palestra sobre a prevenção à lavagem de dinheiro. O evento, que faz parte do projeto ‘Rota Contábil’, do CRC-PE, será gratuito e aberto ao público

A iniciativa tem como proposta estreitar os laços com as delegacias regionais e contabilistas do interior do Estado, além de proporcionar novas oportunidades de conhecimento a profissionais, estudantes e professores de Ciências Contábeis.

O evento será aberto às 14h, no auditório central da Facape, pelo presidente do CRC-PE, José Gonçalves Campos Filho. Às 15h será a vez da palestra ‘Compliance e prevenção à lavagem de dinheiro de acordo com a resolução CFC 1445/2013’, com o contador Arnaldo Duarte.

As inscrições podem ser feitas no site do conselho. O investimento é um pacote de fralda geriátrica. Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected]

Segundo a Polícia Federal, a campanha de Eduardo Campos, em 2010, pode ter sido financiada por grupo criminoso

policia federal pf

A operação teve início com investigações sobre a compra do avião, logo após o acidente que matou Campos (Foto: Arquivo)

A Operação Turbulência, da Polícia Federal, tem investigado um grupo criminoso que pode ter sido o responsável por financiar a campanha de reeleição do então governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), em 2010. O avião em que Campos estava quando faleceu pode ter envolvimento com todo o esquema. “O esquema foi utilizado para pagar propina na campanha do governador”, afirmou a delegada federal Andrea Pinho, durante entrevista coletiva no Recife.

A operação teve início com investigações sobre a compra do avião, logo após o acidente que matou Campos e outras seis pessoas, mas chegou a um esquema apontado pela PF como responsável pela movimentação de até R$ 600 milhões. Esse montante seria alimentado por recursos de propinas e usado por firmas de fachada e sócios “laranjas” para fazer a lavagem de dinheiro.

A Polícia Federal investiga, agora, a relação entre essas empresas citadas na Turbulência e grupos já envolvidos na Lava Jato e em investigações que estão no Supremo Tribunal Federal (STF).

Nesta terça-feira (21) foram presos quatro empresários suspeitos de integrar e se beneficiar com a organização criminosa – João Carlos Lyra Pessoa de Mello Filho, Eduardo Freire Bezerra Leite, Arthur Roberto Lapa Rosal e Apolo Santana Vieira. Todos foram levados para a sede da PF, no Recife.

LEIA MAIS