Irã emite mandado de prisão contra Donald Trump

A Justiça do Irã emitiu mandados de prisão contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e mais 30 pessoas de sua administração pelo bombardeio que matou o general Qassem Soleimani, em janeiro deste ano. O governo persa pediu ajuda à Interpol na captura do presidente e dos demais cidadãos americanos.

Ali Alqasimehr, promotor de Teerã, armou que Trump e mais outros 30, os quais o Irã acredita estarem envolvidos no atentado de 3 de janeiro que matou o general em Bagdá, são acusados de “assassinato e terrorismo”, segundo a agência de noticias estatal iraniana IRNA.

Segundo a emissora Al Jazeera, o promotor iraniano enviou à Interpol uma “notificação vermelha”, de nível mais alto para a instituição, exigindo a busca e apreensão dos indivíduos nomeados. A agência ainda não se pronunciou sobre o pedido de prisão.

Em reposta ao ataque contra Soleimani, o Irã bombardeou bases americanas no Iraque, criando uma enorme tensão diplomática. Durante o lançamento dos mísseis, o país persa derrubou por engano um avião da Ukraine International Airlines com 176 pessoas a bordo. Todas morreram.

A morte do militar mais poderoso do Irã e possível sucessor de Hassan Rohani como presidente também provocou revolta entre os iranianos e uma série de protestos contra os Estados Unidos. As manifestações abrandaram depois da confirmação de que um míssil iraniano havia derrubado o avião da companhia aérea ucraniana

Segundo OMS, disseminação assintomática do coronavírus é ‘muito rara’

(Foto: Danny Lawson/AFP)

A chefe da unidade de doenças emergentes da Organização Mundial da Saúde (OMS), Maria Van Kerkhove, afirmou, nessa segunda-feira (08), que pacientes assintomáticos do novo coronavírus não estão impulsionando a disseminação da covid-19.

“A partir dos dados que temos, ainda parece ser raro que uma pessoa assintomática realmente transmita adiante para um indivíduo secundário”, disse Van Kerkhove em entrevista na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), quando ainda afirmou que esse tipo de transmissão “é muito raro.”

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Modelo usado pela Casa Branca eleva para 125 mil projeção de mortes por Covid-19 no Brasil até agosto

Um dos principais modelos utilizados pela Casa Branca para monitorar números sobre o coronavírus atualizou com piora o cenário no Brasil e agora projeta mais de 125 mil mortes no país até agosto.

No meio de maio, quando o IHME, instituto de métrica da Universidade de Washington, divulgou pela primeira vez dados sobre o Brasil, a previsão era de que 88.305 pessoas morressem por Covid-19 até 4 de agosto no país.

Nesta segunda-feira (25), porém, após o crescimento vertiginoso de casos e mortes em território brasileiro nas últimas semanas, e o país ter passado a ser o epicentro da pandemia, de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), o instituto americano também atualizou os números para pior.

O modelo usa uma janela de intervalo ampla, que no caso brasileiro variava de 30.302 a 193.786. Agora, esse intervalo está entre 68.311 e 221.078 mortes até 4 de agosto, indicando que a curva continua subindo até lá.

As projeções mostram que o pico de mortes diárias no Brasil deve acontecer em 13 de julho, com 1.526 óbitos em 24 horas. Antes, o pico era em 1 de julho, com 1.024 mortes em apenas um dia. A partir de agosto, então, a curva de mortes diárias começa a descer, mas ainda na faixa de quase 1,4 mil a cada 24 horas naquele mês.

Com mais de 370 mil casos confirmados, o Brasil escalou para o segundo lugar em diagnósticos no mundo, atrás somente dos EUA, que tem mais de 1,6 milhão.

São mais de 23 mil mortes hoje no território brasileiro. Caso as projeções do IHME se confirmem, o Brasil terá taxa de mortalidade de 63,85 mortes por 100 mil habitantes, atrás apenas de países da Europa que já foram o epicentro da pandemia, como Itália e Espanha.

O cenário é pior que o dos EUA, onde são projetadas 43,71 mortes por 100 mil habitantes. O instituto fez levantamentos em estados brasileiros como Rio, Bahia, Amazonas, Pernambuco, e também registrou pioras em grande parte das regiões desde o meio do mês. Em São Paulo, por sua vez, as projeções melhoraram e foram de 36 mil para 32 mil mortes esperadas até agosto.

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Aos 86 anos, princesa da Espanha morre por coronavírus

Aos 86 anos, a princesa Maria Teresa de Bourbon, da família real espanhola, foi mais uma vítima fatal, entre as dezenas de milhares de óbitos causados pelo novo coronavírus no mundo. Ela era prima do atual rei da Espanha, Felipe VI, e não teve chances de chegar ao trono por não pertencer à linhagem principal de sucessão à Coroa.
Maria Teresa nasceu e morreu em Paris, onde se formou com doutorado em Estudos Hispânicos pela tradicional Universidade de Sorbonne. A princesa também fez outro doutorado, na Espanha, pela Universidade Complutense de Madri. Ela lecionou em ambas as universidades e, ainda, na vida acadêmica, chegou a estudar o Islã.
A carreira de Maria Teresa lhe rendeu, ainda, o apelido de “princesa vermelha”, por defender os direitos das mulheres e o socialismo no ambiente universitário.

OMS recua e diz que governos devem pensar em quem precisa garantir o pão de cada dia

Em entrevista coletiva da Organização Mundial de Saúde (OMS), o diretor-geral, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que os lockdowns (ou quarentenas) podem comprar tempo, mas devem levar em conta que cada país é diferente.

A fala de Ghebreyesus é encarada como um “recuo” da OMS em relação ao isolamento de pessoas saudáveis durante a pandemia do vírus chinês, que impacta diretamente na economia e no sustento de famílias.

“Se estamos fechando ou limitando o movimento, precisamos pensar nelas [as pessoas]. O impacto na economia tem a ver com vários fatores, mas precisamos saber o que isso significa para o indivíduo que precisa sair para sobreviver. Venho de uma família pobre e sei o que significa se preocupar com o que comer amanhã”.

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Morre ex-presidente do Real Madrid por conta do novo coronavírus

Lorenzo Sanz Mancebo foi mandatário do clube entre 1995 e 2000. Sua carreira em escritórios de advocacia foi obscurecida por processos judiciais

O ex-presidente do Real Madrid, Lorenzo Sanz, morreu hoje aos 76 anos, por conta do coronavírus, em um hospital de Madri. O empresário foi internado na UTI da Fundación Jiménez Díaz na quarta-feira com um prognóstico severo após vários dias com sintomas do COVID-19.

“Meu pai acabou de falecer. Ele não merecia um final assim. Uma das pessoas mais gentis, corajosas e trabalhadoras que já vi está saindo. Sua família e o Real Madrid eram sua paixão. Minha mãe e meus irmãos aproveitaram todos os momentos com orgulho”, escreveu seu filho mais velho, Lorenzo, ex-jogador de basquete dos merengues.

Na quinta-feira, ele havia dito que as notícias do pai não eram boas. ” Além da insuficiência respiratória, a insuficiência renal está associada a uma infecção grave. Você tem que esperar 24 horas, mas devido à sua idade, é muito complicado. O pior é não poder estar com ele”, escreveu em sua conta no Twitter.

Itália bate novamente recorde de mortos por coronavírus: 800 em 24h

A Itália registrou, neste sábado, um novo recorde de mortes em 24 horas, com 793 falecimentos, elevando o número de mortos a 4.825 pela pandemia de coronavírus na península em um mês, segundo dados da Proteção Civil.

As autoridades italianas anunciaram 6.557 novos casos positivos, outro recorde preocupante.

A região de Milão, Lombardia (norte), onde os serviços de saúde estão sobrecarregados, registrou a grande maioria das mortes (546) e metade dos novos casos.

As autoridades lombardas pediram ao chefe de governo Giuseppe Conte que tome “medidas mais coercitivas” e imponha “novas restrições”, mais severas que a proibição de reuniões e as restrições aos movimentos em vigor desde 10 de março.

“Chegou a hora de parar, mas realmente”, escrevem o prefeito de Bergamo, Giorgio Gori, e o presidente da província, Gianfranco Gafforelli, em uma carta ao primeiro-ministro.

“A situação em toda a região da Lombardia está assumindo o ar de tragédia e isso é ainda mais evidente, infelizmente, em nossa província de Bergamo, onde vemos muitos homens e mulheres morrendo todos os dias (…) sem podermos nem mesmo dizer um adeus”, escreveram as autoridades.

“Dados os numeros que todos conhecem, não é concebível que ainda hoje apostem no bom senso dos cidadãos chamados a respeitar as regras sujeitas às mais diversas interpretações”, estimaram.

“Os movimentos no território ainda são muito numerosos e muitos constituem um vetor para esse vírus”, acrescentaram.

Paolo Grimoldi, deputado da Lombardia (Liga, extrema direita), também pediu que “o governo intervenha imediatamente (…) para paralisar tudo na Lombardia”.

Quinta-feira, o vice-presidente da Cruz Vermelha chinesa, Sun Shuopeng, vindo para ajudar os italianos com sua experiência, julgou que as medidas tomadas na Itália “não são suficientemente restritivas”.

“Precisamos interromper toda a atividade econômica. Todo mundo precisa ficar em casa”, disse ele.

“A situação é grave. Nos próximos dias, será dramático”, escreveu a Giuseppe Conte a ordem dos médicos do Piemonte, região de Turim, onde o número de mortos chega a 238 mortos.

Agence France-Presse

Trump anuncia que tratamento para malária poderá ser usado para coronavírus

Presidente dos EUA diz que medicamento pode ser disponibilizado imediatamente

 

O presidente americano Donald Trump afirmou nesta quinta-feira que seu país aprovou o uso de cloroquina, um medicamento usado no tratamento da malária, para tratar o novo coronavírus, embora as autoridades da saúde tenham sugerido que essa opção poderia levar bastante tempo.

“Poderemos disponibilizar esse medicamento quase imediatamente”, disse Trump a repórteres. “Ele já passou pelo processo de aprovação, foi aprovado. Reduziram muito o tempo, em muitos meses. Poderemos disponibilizar esse medicamento mediante receita médica”.

O tratamento foi aprovado pela Food and Drug Administration (FDA), órgão que supervisiona a comercialização de medicamentos nos Estados Unidos, disse o presidente.

A FDA, no entanto, limitou-se a apontar que a cloroquina já foi efetivamente aprovada para o tratamento da malária e artrite.

“O presidente nos pediu que examinássemos de perto esse medicamento. Queremos fazer isso implementando um ensaio clínico pragmático e extenso para obter informações e responder a todas as perguntas que estão sendo feitas”, disse o diretor da FDA, Stephen Hahn.

Ele observou ainda que, embora a FDA esteja disposta a “remover todos os obstáculos” para acelerar as inovações, também tem a “responsabilidade” de “garantir que os produtos sejam seguros e eficazes”.

Trump e Bolsonaro terão jantar reservado nos Estados Unidos neste sábado

(Foto: Alan Santos/PR)

O encontro entre os presidentes Jair Bolsonaro e Donald Trump, em Palm Beach, na Flórida, extremo sudeste dos Estados Unidos, será um jantar reservado na noite deste sábado (7). O brasileiro será acompanhado por um grupo restrito de quatro pessoas, no resort Mar-a-Lago, de propriedade de Trump.

 Ao chegar no Palácio do Alvorada, no final da tarde desta sexta-feira (6), Bolsonaro comentou sobre a expectativa para o novo encontro. “Eu vejo que, depois de longos anos, décadas, de os governos brasileiros terem uma certa desconfiança do governo americano, essa desconfiança acabou, e queremos nos unir, nos aproximar cada vez mais. E devemos nos juntar com todos os países, mas em especial com os países melhores do que nós”, afirmou. Este será o quarto encontro entre Bolsonaro e Trump desde que o presidente brasileiro assumiu o mandato, no ano passado.

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Conselho Executivo do Comitê Olímpico Internacional afirma que manterá datas dos Jogos de Tóquio

(© Reuters/Athit Perawongmetha/Direitos Reservados)

O Conselho Executivo do Comitê Olímpico Internacional (COI) divulgou nesta terça (3) uma nota na qual expressa todo o seu “compromisso com o sucesso dos Jogos de Tóquio 2020, que ocorrerão de 24 de julho a 9 de agosto de 2020”.

Este posicionamento acontece após a ministra do Japão para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, Seiko Hashimoto, afirmar que o COI tem o direito de cancelar o evento esportivo somente se ele não ocorrer dentro do ano de 2020, o que permitiria, inclusive, que a cidade japonesa recebesse o evento em alguma data mais próxima do final do ano atual.

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Cartão de crédito passa a usar cotação do dólar do dia da compra

(Foto: Marcos Santos/USP)

Quem usa o cartão de crédito no exterior vai poder calcular com mais precisão o custo das compras internacionais. Entra em vigor hoje (1º) determinação do Banco Central (Circular nº 3918) que obriga as operadoras de cartão a usar a cotação do dólar do dia da compra – e não mais a do dia de vencimento da fatura – para conversão do valor em real.

A mudança pretende dar mais previsibilidade aos consumidores que usam o cartão no exterior ou que fazem compras em sites estrangeiros.

Antes dessa mudança, a cotação da moeda americana usada era aquela do dia do fechamento da fatura. Quando anunciou a mudança na regra, em novembro de 2018, o Banco Central (BC) argumentou que o cliente ficava vulnerável às variações do dólar no mercado financeiro desde a data em que o gasto foi feito até o momento do pagamento da fatura mensal do cartão de crédito.

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Dólar opera em alta e e pela 1ª vez ultrapassa R$ 4,50

(Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

O dólar opera em alta nesta quinta-feira (27), atingindo pela primeira vez a cotação de R$ 4,50 e subindo pela sétima sessão consecutiva, em meio aos persistentes temores sobre a expansão do coronavírus e impactos na economia global.

Às 16h08, a moeda dos EUA era negociada a R$ 4,4744, com alta de 0,79%. Na máxima, até o momento, chegou a R$ 4,5016. Já o dólar turismo era negociado ao redor de R$ 4,70, sem considerar a cobrança de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

Investidores estão receosos com os potenciais danos da disseminação do novo coronavírus pelo mundo e os potenciais impactos da doença sobre a economia global. Isso derruba os investimentos de risco e favorece aplicações consideradas mais seguras, como o dólar e o ouro.

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Mortes por coronavírus na China passam de 2.660

(Foto: Internet)

Autoridades de saúde da China informaram que outras 71 pessoas morreram na segunda-feira em decorrência de infecção causada pelo coronavírus, elevando o número total de mortes na China continental para 2.663.

Ainda segundo as autoridades, 508 novos casos foram reportados, elevando o número total de pessoas infectadas para 77.658.

O número de novas infecções fora da província de Hubei, onde o surto teve início, foi de apenas nove casos. Nenhuma nova infecção foi confirmada em 23 das 31 províncias, cidades e outras unidades administrativas em toda a China.

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Papa pede que famílias recolham celulares e conversem nas refeições

(Foto: Ilustração)

As famílias devem retomar a comunicação dentro do lar, recolhendo o celular durante as refeições, disse hoje (29), no Vaticano, o Papa Francisco. Ele fez o pedido durante a última oração do Angelus de 2019.

O pontífice convocou os fiéis a melhorar a comunicação dentro de casa. Ele sugeriu que a família moderna siga o exemplo dos personagens bíblicos Jesus, Maria e José, que se ajudavam mutuamente.

“Você, em tua família, sabe se comunicar, ou é como aqueles jovens na mesa, cada um com o telefone celular, [que] estão [trocando mensagens] em chats? Naquela mesa parece um silêncio, como se estivessem na missa, mas não se comunicam. Devemos retomar a comunicação em família: os pais, os pais com os filhos, com os avós, mas comunicar-se, com os irmãos, entre eles. Essa é uma tarefa a ser feita hoje, precisamente no dia da Sagrada Família”, conclamou.

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Juazeiro é homenageada nos painéis da Times Square em Nova York

Nome de Juazeiro estampado na Time Square.

O nome de Juazeiro esteve estampado, durante a última semana, em uma das principais avenidas do mundo, a Time Square, em Nova York, EUA. A empresa Stone, fintech de serviços financeiros, homenageou a cidade em um dos famosos painéis eletrônicos do local, ressaltando que o empreendedorismo brasileiro está em todos os lugares.

“Queremos que o mundo saiba que o Brasil vai muito além das grandes capitais. Essa é uma homenagem da Stone à Juazeiro e aos donos de negócios que ajudam a desenvolver a região”, disse Alessandra Giner, diretora de Marketing da Stone.

Segundo a empresa, o objetivo da ação foi reforçar a proximidade com os empreendedores que movem a economia no Brasil, seja no interior ou nos grandes centros urbanos. A ação também serve como um incentivo para que novaiorquinos e turistas visitem o Brasil.

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