Febraban reage a questionamentos dos EUA e defende Pix como patrimônio da inovação brasileira

Federação dos Bancos afirma que críticas americanas ao Pix são fruto de entendimento incompleto do sistema

A Federação Brasileira de Bancos, a Febraban, saiu em defesa do Pix após o sistema de pagamentos brasileiro ser citado por autoridades dos Estados Unidos em meio às discussões comerciais envolvendo um possível aumento de tarifas contra produtos brasileiros.

Em nota, a entidade afirmou que o Pix é uma infraestrutura pública de pagamento, criada pelo Banco Central, e não um produto comercial. Segundo a Febraban, o sistema é aberto e permite a participação de instituições financeiras nacionais e estrangeiras que atuam no Brasil.

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Instituições financeiras têm até esta terça-feira para transferir R$ 10,5 bilhões esquecidos ao governo

Recursos que não forem resgatados pelos correntistas serão destinados ao Fundo de Garantia de Operações (FGO) para viabilizar o programa Desenrola 2.0.

As instituições financeiras devem concluir, até esta terça-feira (12), a transferência de recursos esquecidos por correntistas para um fundo público gerido pelo Governo Federal. A medida, regulamentada por portaria do Ministério da Fazenda na última semana, visa capitalizar o programa de renegociação de dívidas Desenrola 2.0.

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Copom corta Selic para 14,5% ao ano em meio a incertezas no Oriente Médio

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu a taxa Selic em 0,5 ponto percentual nesta quarta-feira, fixando os juros básicos da economia em 14,5% ao ano. A decisão, tomada por unanimidade, marca o segundo corte consecutivo da taxa e confirma as expectativas que já haviam sido sinalizadas pelo mercado financeiro.

O movimento ocorre após um ciclo de aperto monetário iniciado em junho de 2025, período em que a Selic permaneceu em 15% ao ano, atingindo seu maior patamar em quase duas décadas.

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BC proíbe apostas sobre política, esportes e reality shows no Brasil

O Banco Central do Brasil anunciou uma nova regra que proíbe apostas envolvendo política, esportes, reality shows e outros temas no país. A medida foi estabelecida por meio de resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) e passa a valer a partir do dia 4 de maio.

A norma impede que plataformas internacionais como Kalshi e Polymarket operem no Brasil com esse tipo de aposta. Esses sites funcionam com contratos baseados em eventos futuros, onde os usuários apostam se algo vai ou não acontecer.

Diferente das bets tradicionais, esse modelo é mais parecido com o mercado financeiro. O valor dos contratos varia conforme a probabilidade do evento, como eleições, jogos ou até resultados de reality shows.

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EUA sinalizam ao Banco Central ofensiva financeira contra PCC e CV

O governo dos Estados Unidos enviou um comunicado estratégico ao presidente do Banco Central do Brasil, Gabriel Galípolo, detalhando a ofensiva que pretende lançar contra as facções Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV).

Em reunião técnica, autoridades de Washington sinalizaram que o Departamento de Estado caminha para classificar ambos os grupos como Organizações Terroristas Estrangeiras (FTOs). A medida ocorre a despeito da resistência diplomática da administração Lula, que prefere tratar o tema sob a ótica da segurança pública tradicional.

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Copom mantém Taxa Selic em 15% ao ano

Edifício-Sede do Banco Central em Brasília

Apesar do recuo da inflação e do dólar, o Banco Central (BC) não mexeu nos juros. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a Taxa Selic, juros básicos da economia, em 15% ao ano. A decisão era esperada pelo mercado financeiro.

Essa é a quinta reunião seguida em que o Copom mantém os juros básicos. A taxa está no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano.

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Copom mantém taxa Selic em 15% ao ano, como esperado pelo mercado financeiro

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu nesta quarta-feira, 10, manter a taxa básica de juros, a Selic, em 15% ao ano, conforme previam 35 das 36 casas do mercado financeiro consultadas pelo Projeções Broadcast.

O resultado também veio em linha com a mediana do relatório Focus para a Selic no fim de 2025, que permaneceu em 15% nas últimas 24 semanas.

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Editorial – A nova alta da Selic e o peso sobre os brasileiros

Mais uma vez, o Banco Central decidiu aumentar os juros no Brasil. A taxa Selic, que serve como referência para todas as demais taxas de crédito no país, subiu de 14,25% para 14,75% ao ano, atingindo o maior patamar desde julho de 2006, ainda no primeiro governo do presidente Lula. A decisão unânime do Comitê de Política Monetária (Copom) joga mais luz sobre uma realidade dura e recorrente: o custo de vida para os brasileiros continua a subir, enquanto o acesso ao crédito e ao consumo se estreita.

O argumento técnico do Copom é que a inflação segue pressionada por fatores externos, como a instabilidade econômica dos Estados Unidos e os desdobramentos da guerra comercial, além de um cenário fiscal interno ainda desajustado. Tudo isso é verdade. Mas a decisão, embora justificada do ponto de vista técnico, tem implicações diretas e profundas na vida real de quem trabalha, empreende e tenta manter as contas em dia.

Quando a taxa Selic sobe, o crédito encarece imediatamente. Juros de cartão de crédito, cheque especial, empréstimos pessoais e financiamentos de empresas ficam ainda mais altos. Isso freia o consumo, trava investimentos e afeta duramente o pequeno empreendedor, que depende de capital de giro para manter seu negócio funcionando. Para quem sonha com a casa própria ou precisa renegociar dívidas, o cenário é ainda mais desanimador.

Além disso, essa política de juros altos como forma de combater a inflação é, em muitos aspectos, uma solução preguiçosa, que penaliza a base da pirâmide social. Pouco se discute o impacto real das despesas públicas mal administradas, da corrupção que drena bilhões da educação, saúde e infraestrutura, ou da necessidade urgente de reformas estruturantes que tragam previsibilidade e eficiência à economia brasileira.

Enquanto isso, milhões de brasileiros seguem lutando para pagar contas básicas, comprar comida e garantir dignidade com salários que não acompanham a inflação real dos supermercados. A elevação da Selic, se por um lado ajuda a conter o avanço dos preços, por outro representa um freio no crescimento e no bem-estar da população mais pobre.

É preciso coragem política e visão de longo prazo para sair desse ciclo. O Brasil não pode continuar prisioneiro da lógica dos juros altos como única resposta à inflação. É hora de buscar soluções integradas, que envolvam responsabilidade fiscal, investimento em produtividade, fortalecimento da indústria nacional e educação financeira para a população.

Enquanto isso não acontece, quem paga a conta — como sempre — é o povo.

Waldiney Passos

Copom eleva taxa de juros para 14,75% ao ano, maior patamar em quase 20 anos

Comitê de Política Monetária do Banco Central aumentou a taxa Selic em 0,5 ponto percentual. É a maior taxa desde julho de 2006, quando os juros estavam 15,25% ao ano.

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu nesta quarta-feira (7) subir a taxa básica de juros de 14,25% para 14,75% ao ano — um aumento de 0,5 ponto percentual.

Com o novo aumento, a taxa Selic atingiu o maior patamar desde julho de 2006, ainda no primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Naquele momento, os juros estavam em 15,25% ao ano.

A decisão de aumentar a Selic nesta quarta foi unânime. Ou seja, todos os diretores, inclusive o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, votaram a favor de subir a taxa até 14,75%.

O Copom justificou que a incerteza na economia dos Estados Unidos, principalmente por causa da guerra comercial iniciada pelo presidente Donald Trump, é um dos principais fatores que pressionam a inflação no Brasil e levam à alta dos juros. Outro fator é a política fiscal no Brasil, ainda com despesas elevadas.

“O ambiente externo mostra-se adverso e particularmente incerto em função da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, principalmente acerca de sua política comercial e de seus efeitos. A política comercial alimenta incertezas sobre a economia global, notadamente acerca da m​agnitude da desaceleração econômica e sobre o efeito heterogêneo no cenário inflacionário entre os países, com repercussões relevantes sobre a condução da política monetária”, escreveu o Copom.

O comitê também deu sinais sobre a próxima reunião e disse que a análise sobre o cenário da inflação ainda vai precisar de “cautela”.

“Para a próxima reunião, o cenário de elevada incerteza, aliado ao estágio avançado do ciclo de ajuste e seus impactos acumulados ainda por serem observados, demanda cautela adicional na atuação da política monetária e flexibilidade para incorporar os dados que impactem a dinâmica de inflação.”

Banco Central divulga novidades no Pix. Confira quais

Medida permitirá que o pagador parcele um pagamento via Pix, outra novidade anunciada pelo Banco Central foi o Pix em Garantia

O Banco Central (BC) divulgou, nesta quinta-feira (3/4), mais detalhes sobre as novas funcionalidades do Pix, sistema de pagamentos contínuo e em tempo real, em vigor desde 2020.

As novidades foram adiantadas pelo presidente BC, Gabriel Galípolo, durante evento em comemoração aos 60 anos do Banco Central, que contou com a participação de ex-presidentes, integrantes da diretoria, autoridades, servidores e convidados.

Confira as novidades no Pix

Pix Parcelado

De acordo com o BC, essa nova funcionalidade do Pix deverá estar disponível a partir de setembro. Por meio do Pix Parcelado, será possível que o usuário pagador parcele uma transação via Pix, enquanto o recebedor terá acesso a todo o valor instantaneamente.

Em nota, a autoridade monetária explicou que a funcionalidade “tem potencial para estimular o uso do Pix no varejo para a compra de bens e serviços de valor mais elevado, ao favorecer quem não tem acesso a esse tipo de operação”.

O Pix Parcelado poderá ser usado para qualquer tipo de transação Pix, inclusive para transferências.

Pix em Garantia

O Pix em Garantia permitirá que o dinheiro a receber seja usado para garantir operações de crédito. Segundo o BC, o objetivo é baratear o crédito ofertado para as empresas, principalmente para aquelas cujo uso do Pix é mais relevante.

A nova funcionalidade é destinada para estabelecimentos comerciais e empresas. Essa modalidade ainda está em desenvolvimento e o BC espera que o Pix em Garantia esteja disponível apenas em 2026, “por ser uma infraestrutura mais complexa”.

Vale destacar que não haverá mudanças na forma como as pessoas físicas utilizam o Pix.

Autoatendimento do MED

O Banco Central também pretende criar um canal para rastrear recursos desviados indevidamente. O Mecanismo Especial de Devolução (MED) será aplicável apenas em caso de fraudes, golpes e crimes.

Essa funcionalidade promete que o usuário poderá contestar transações Pix de forma simples e intuitiva por meio do aplicativo dos bancos, de forma 100% digital, sem a necessidade de interação com o atendimento da instituição financeira.

O MED pode ser usado para desacordos comerciais, casos envolvendo terceiros de boa-fé e envio de Pix para a pessoa errada por erro do próprio usuário pagador (como erro de digitação de uma chave).

Com essa funcionalidade, o usuário é capaz de consultar o status e o andamento dos pedidos de devolução efetuados.

“A medida foi feita para acelerar o processo de solicitação de devolução, aumentando a chance de os recursos transferidos por fraude serem bloqueados na conta do fraudador e devolvidos para a vítima”, destacou o BC.

Comprovantes

Desde terça-feira (1º/4), o comprovante de agendamento de um Pix deve conter o termo “Agendamento Pix” e um ícone do tipo calendar clock. Os comprovantes de pagamentos concluídos terão o ícone do tipo check. Essa é uma obrigação para todos os bancos.

“Essa possibilidade foi implementada para combater o golpe do falso comprovante e facilitar para o recebedor a identificação de que uma transação foi, de fato, concluída”, afirmou o banco.

Copom engata mais uma alta dos juros e eleva Selic para 14,25% ao ano

O Copom decidiu, nesta quarta (19/3), aumentar em 1 ponto percentual a taxa Selic, que ficará vigente pelos próximos 45 dias

O Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu, nesta quarta-feira (19/3), aumentar a taxa básica de juros do país (Selic) de 13,25% ao ano para 14,25% ao ano. Este é o maior valor da taxa em quase 10 anos.

A votação foi unânime, tendo votado pela elevação todos os nove membros do comitê: Gabriel Muricca Galípolo (presidente), Ailton de Aquino Santos, Diogo Abry Guillen, Gilneu Francisco Astolfi Vivan, Izabela Moreira Correa, Nilton José Schneider David, Paulo Picchetti, Renato Dias de Brito Gomes e Rodrigo Alves Teixeira.

Com a decisão, a Selic volta ao patamar de julho de 2015, época da crise no governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). A nova taxa de juros, de 14,25% ao ano, ficará vigente pelos próximos 45 dias.
A elevação de 1 ponto percentual está dentro do valor contratado pela própria autoridade monetária na última reunião do comitê, realizada em janeiro. Além disso, é a quinta subida consecutiva da Selic (setembro, novembro, dezembro, janeiro e fevereiro).
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BC deve subir taxa de juros ao maior nível em quase 20 anos

Comitê de Política Monetária do Bc sinalizou que deve elevar Selic de 13,25% para 14,25% ao ano nesta quarta-feira. Se confirmada, será a maior taxa desde agosto de 2006

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) se reúne nesta quarta-feira (18) e deve elevar a taxa básica de juroms da economia de 13,25% para 14,25% ao ano.

Essa é a expectativa da maior parte dos economistas do mercado financeiro, com base em indicação do próprio Banco Central — feita no começo deste ano.

Com isso, a taxa Selic deve atingir o maior patamar desde agosto de 2006, ainda no primeiro governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ou seja, em quase 20 anos. Naquele momento, os juros estavam em 14,75% ao ano.

Se confirmado, esse será o quinto aumento seguido na taxa básica, que, em termos reais, já é a maior do mundo.

A nova alta dos juros ocorrerá em um cenário de economia aquecida, o que tem pressionado a inflação. Para conter as pressões, o BC busca desacelerar a atividade.

Essa também será a segunda reunião do Copom chefiada pelo novo presidente da instituição, Gabriel Galípolo, indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele assumiu em janeiro deste ano.

  • Também será o segundo encontro no qual os diretores indicados pelo presidente Lula são maioria no colegiado, ou seja, eles serão responsáveis diretamente pela decisão tomada.
  • Com a autonomia operacional do BC aprovada pelo Congresso Nacional, e válida desde 2021, os diretores da instituição passaram a ter mandato fixo.
  • Até o fim do ano passado, tanto o presidente da instituição, Roberto Campos Neto, como a maioria da diretoria eram indicados do ex-presidente Jair Bolsonaro.

BC lança Pix por aproximação em todo o país nesta 6ª. Confira

O Banco Central (BC) disponibilizará a função por aproximação para os pagamentos feitos via Pix a partir desta sexta-feira (28/2)

A partir desta sexta-feira (28/2), o Banco Central (BC) libera a função de pagamento do Pix por aproximação em todo o Brasil. Nessa modalidade, o usuário é capaz de fazer transações sem acessar o aplicativo da instituição financeira.

O Pix é o sistema de pagamentos contínuo e em tempo real do BC, com vigência desde novembro de 2020.

Antes do lançamento oficial, a modalidade do Pix por aproximação estava disponível desde 4 de novembro do ano passado, mas para clientes de alguns bancos que aderiram à fase de testes.

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Sem Campos Neto, Copom mantém ritmo de alta dos juros e eleva Selic para 13,25% ao ano

Edifício-Sede do Banco Central em Brasília

Em primeira reunião sob a gestão do novo presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu, por unanimidade, nesta quarta-feira (29/1), elevar a taxa básica de juros do país (Selic) de 12,25% ao ano para 13,25% ao ano — um aumento de 1 ponto percentual.

O acréscimo está dentro do valor contratado pela própria autoridade monetária na última reunião do comitê, realizada em dezembro. Este é o quarto aumento consecutivo dos juros no país (setembro, novembro, dezembro e janeiro).

Com a decisão, a Selic volta ao mesmo patamar de agosto de 2023, quando o presidente Lula apontava o ex-presidente do BC, Campos Neto, indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, como o culpado pela manutenção da Taxa Selic alta.
Votaram por essa decisão os nove membros do comitê: Gabriel Galípolo (presidente), Ailton de Aquino Santos, Diogo Guillen, Gilneu Francisco Astolfi Vivan, Izabela Correa, Nilton José Schneider David, Paulo Picchetti, Renato Dias de Brito Gomes e Rodrigo Alves Teixeira.

Após ação do BC, dólar recua e encerra último pregão do ano a R$ 6,18

O dólar comercial fechou o último pregão do ano, nesta segunda-feira (30), cotado a R$ 6,1797, após nova ação do Banco Central (BC) para conter a subida da moeda americana. Nesta terça-feira (31), véspera de Ano-Novo, não haverá operações no mercado financeiro.

No início do pregão, o dólar comercial abriu em alta e chegou a bater R$ 6,24 no início da tarde. O BC realizou leilão à vista de US$ 1,815 bilhão, com lote mínimo de US$ 1 milhão por proposta, o que resultou em queda de 0,22% da cotação no fim do dia. Foi a 14ª atuação da autoridade monetária em dezembro para segurar a subida do dólar.

Com a cotação desta segunda-feira, o dólar acumula uma valorização de 27,36% frente ao real ao longo de 2024. Foi a maior oscilação em um ano desde 2020, quando avançou 29,3%. A desvalorização da moeda brasileira neste ano superou a do peso argentino.

Diário e Pernambuco

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