Petrolina volta a utilizar pulverização contra a dengue em pontos estratégicos

(Foto: Ascom/PMP)

Para facilitar e tornar mais efetivo o combate às arboviroses em Petrolina, a prefeitura retomou sua rotina de trabalhos utilizando bombas costais, que auxiliam no combate ao mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. Essa ação estava suspensa por conta da falta do inseticida, que é liberado pelo governo do estado.

De acordo com a Secretaria de Saúde, esse trabalho de pulverização tem por objetivo eliminar o mosquito adulto. Entre outras estratégias no combate ao Aedes aegypti, os agentes de endemias estão reforçando essas ações de bloqueio – que consistem na aplicação do inseticida nas localidades onde foram notificados casos suspeitos.

Além disso, nessas ações, as famílias são convocadas a participarem da eliminação de recipientes propícios à proliferação do mosquito. A prefeitura reforça que, mesmo em situação de pandemia, as atividades de rotina dos agentes de endemias continuam, tais como: visitas casa a casa, eliminação de focos e tratamento, quando necessário.

Colaboração de moradores é fundamental no combate ao mosquito da dengue em Petrolina, alerta prefeitura

(Foto: Ascom/PMP)

Na tentativa de combater a ação do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, a Prefeitura de Petrolina tem reforçando as ações em toda a cidade. Durante as visitas, os agentes de endemias orientam os moradores a seguirem os cuidados necessários: nunca deixar qualquer recipiente propenso a acumular água, manter a limpeza de terrenos e quintais em dia, colocar areia até a borda dos vasos de planta, manter garrafas de vidro e latinhas de boca para baixo, acondicionar pneus em locais cobertos, limpar e trocar a água de bebedouros de animais, proteger ralos pouco usados com tela ou jogar água sanitária.

Simples ações que fazem toda a diferença podem evitar o contágio dessas doenças, já que o ciclo de reprodução do mosquito Aedes aegypti, do ovo à forma adulta, pode levar de 5 a 10 dias, portanto, atitudes diárias podem evitar surto das doenças na cidade. “Um balde esquecido no quintal ou um pratinho de planta na varanda do apartamento, após uma chuva, podem facilmente se tornar um criadouro do mosquito e afetar toda a vizinhança. É possível eliminar o mosquito por meio de medidas como substituir a água dos pratos dos vasos de planta por areia; deixar a caixa d´água tampada; cobrir os grandes reservatórios de água, como as piscinas, e remover do ambiente todo material que possa acumular água (garrafas pet, latas e pneus)”, orienta a secretária executiva de Vigilância em Saúde, Marlene Leandro.

O último Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) divulgado pela Secretaria de Saúde mostra que o município de Petrolina está em estado de alerta para surto. Ou seja, as pessoas relaxaram nos cuidados necessários e vitais. Este ano em Petrolina já foram notificados 1.126 casos suspeitos de dengue, com 55 confirmações, sem registro de óbito até o momento. As notificações de chikungunya somam 150 casos – com 1 confirmação, enquanto zika tem 169 notificações e 2 confirmações. Também não há registro de mortes por essas doenças.

Vistorias

Vale ressaltar que, além de inspeções em residências, é feita a vistoria a cada 15 dias em pontos estratégicos – áreas consideradas de maior risco de proliferação de mosquito e que exigem um trabalho específico, a exemplo de borracharias, oficinas mecânicas, construções, casas abandonadas e moradias onde foram encontrados focos do mosquito. “Para impedir que o Aedes aegypti se reproduza, bastam cuidados e atitudes simples que fazem toda a diferença, principalmente nesse período de isolamento social”, reforça a secretária executiva.

Com números assustadores, prefeitura de Juazeiro tenta combater mosquito da dengue com carro fumacê

(Foto: Arquivo)

As ações de intensificações vêm sendo realizadas em decorrência do crescente número de casos notificados para dengue de janeiro a maio deste ano. Em apenas cinco meses foram realizadas mais de 700 notificações com a comprovação de 40 casos de dengue em Juazeiro. Neste mesmo período em 2019 o município registrou 73 notificações com apenas um caso confirmado.

Uma ação diária na cidade é a passagem  do carro fumacê na zona urbana e também rural. Para um melhor aproveitamento do fumacê, que tem em sua composição um inseticida diluído que mata o mosquito Aedes adulto. A Secretaria de Saúde recomenda que os moradores deixem as portas e janelas abertas durante a passagem dos agentes com o produto.

LEIA MAIS

Petrolina: moradores relatam crescimento nos casos de dengue na Cohab VI

As atenções das autoridades estão voltadas ao coronavírus, mas leitores do Blog têm chamado a atenção para os casos de dengue em Petrolina. Moradores do bairro Cohab VI têm percebido um crescimento nos registros da doença e chamam atenção da Prefeitura.

A situação mais delicada seria na Rua 47, onde segundo um leitor, há diversos moradores com diagnóstico da arbovirose. Entretanto, a Prefeitura afirma que os índices do bairro estão abaixo das principais comunidades onde há contaminação da dengue.

Cohab VI não está entre os dados com maior índice

O Levantamento de Índice do Aedes aegypti (LIRAa) foi divulgado nessa semana e apontou índice de 1,6% em todo município. Mandacaru, Vila Eulália, Santa Luzia e Park Mandacaru são as regiões com maior registro no LIRAA, com 4,1%.

Ações no bairro

A Cohab VI registrou índice de 1,2%, valor inferior as citadas anteriormente. Ainda segundo a Secretaria de Saúde, na semana passada os agentes de combate a endemias estiveram na comunidade promovendo ações de conscientização.

Cuidados

Mesmo com as visitas dos agentes, a população deve fazer sua parte no combate ao mosquito que também transmite a Zika e chikungunya. “Em menos de 15 minutos é possível fazer uma varredura em casa e acabar com os recipientes com água parada, ambiente propício para procriação do Aedes aegypti”, destaca a Secretaria de Saúde.

Prefeitura de Bodocó intensifica ações no combate à dengue e outras doenças

(Foto: Ascom/PMB)

A ação lembra a higienização por causa do novo coronavírus, mas não é. A Prefeitura de Bodocó, através da Secretaria de Saúde, está intensificando ações de combate ao Aedes Aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya e febre amarela.

Sob a supervisão da Coordenação de Vigilância Ambiental, mais de 40 ruas e avenidas da cidade já receberam o bloqueio contra o mosquito, que é realizado através da borrifação.

Nessa terça-feira (28) o bloqueio foi realizado na Avenida Manoel Pereira Horas e nas Ruas Vicente Bezerra Horas e Josefa Rita de Jesus, localizadas na Várzea do Meio.

“Mesmo com a nossa atenção voltada ao enfrentamento da Covid-19, não podemos esquecer dos cuidados necessários para evitarmos os casos de doenças transmitidas pelo mosquito, por isso a borrifação é uma importante ferramenta de estratégia neste combate”, destaca o prefeito Túlio Alves.

Associação relata crescimento dos casos de dengue no Caminho do Sol

Moradores cobram mais ações no bairro Caminho do Sol

O coronavírus tem sido a principal preocupação do brasileiro quando o assunto é saúde, mas os moradores do bairro Caminho do Sol, em Petrolina, têm outra dor de cabeça: o mosquito Aedes aegypti. A Associação de Moradores entrou em contato com o Blog para denunciar o crescimento de casos de dengue na comunidade.

“Dezenas de moradores estão apresentando vários sintomas tais como dor e moleza no corpo, febre, manchas na pele. Estamos pedindo apoio aos órgão de saúde, para evitar problemas maiores“, clamou a Associação em uma nota encaminhada à nossa Produção.

Ações de combate seguem diariamente

A Prefeitura de Petrolina informou em nota que os trabalhos de combate ao mosquito seguem normalmente, mesmo durante o pandemia. “A Secretaria de Saúde reforça que as pessoas precisam ficar atentas e realizar a limpeza dos seus quintais, não deixando água parada, seja em um reservatório descoberto ou uma tampinha de refrigerante com água de chuva. O trabalho do agente é de orientação, visto que 90% dos criadouros do Aedes encontram-se no ambiente domiciliar, sendo de responsabilidade do morador fazer a eliminação dos mesmos”, destaca a Secretaria de Saúde.

Cidadão tem que ser vigilante

Durante a pandemia, a ação dos agentes sofreu alteração, o que reforça a necessidade de o morador ser seu próprio fiscal. “Se a moradia não tem corredor que dê acesso ao quintal, o agente não poderá adentrar à residência. Esse cuidado objetiva evitar contato direto e próximo com os moradores”, informa a Prefeitura.

Caso a população saiba de algum foco de mosquito da dengue, deve acionar a Secretaria de Saúde pelo número 156, da Ouvidoria.

Em uma semana, Pernambuco registra aumento de 130% no número de casos de dengue

(Foto: AFP Photo)

As notificações confirmadas de dengue em Pernambuco passaram de 53 para 122 em uma semana, o equivalente a um aumento de 130,2%. Os dados são do boletim de arboviroses da Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) e consideram os períodos de 29 de dezembro de 2019 a 25 de janeiro de 2020 e 29 de dezembro de 2019 a 1º de fevereiro de 2020, respectivamente.

Ao todo, até o primeiro dia de fevereiro já são 900 casos notificados em Pernambuco (+47,3% em comparação à semana anterior) e 139 descartados. Seis mortes por arboviroses são investigadas. Apesar da escalada em sete dias, os números mostram redução em comparação ao período equivalente de 2019, quando foram registradas 1.795 suspeitas, uma queda de 49,9%. 92 municípios acionaram a secretaria para notificar casos da doença.

O Índice de Infestação Predial do 1º ciclo do Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa), recorte que considera amostragens larvárias bimestrais do mosquito em uma cidade, aponta para 44 cidades pernambucanas em situação de risco de surto de dengue, 83 em situação de alerta e 53 em situação satisfatório. Quatro cidades não enviaram dados.

LEIA MAIS

Casos notificados de dengue crescem 642,3% na Bahia

Já foram confirmadas 81 mortes (Foto: Salmo Duarte/Agencia RBS)

O novo balanço da Secretaria Estadual de Saúde da Bahia (Sesab) indica que houve uma alta de 642,3% nos casos notificados de dengue, entre 30 de dezembro de 2018 e 21 de novembro de 2019. Isso representa 66.289 casos prováveis, em 386 municípios.

Até o mês passado a Sesab confirmou 81 mortes por dengue em municípios como Paulo Afonso (2 casos), em Feira de Santana, Salvador, Candeias, Rafael Jambeiro, Coração de Maria, Jacobina, Paripiranga, Presidente Dutra, Santo Antônio de Jesus, Simões Filho, Candiba, Camaçari, Mulungu do Morro e Euclides da Cunha.

Outros 32 óbitos foram descartados e 18 permanecem em investigação. No primeiro semestre o Governo da Bahia tinha adotado medidas para combater o mosquito Aedes aegypti, capacitando os servidores municipais e fornecendo equipamentos, mas a luta está longe de acabar.

Casos de morte por dengue aumentam 5 vezes em relação ao ano passado

(Foto: AFP Photo)

Até 12 de outubro deste ano, foram registradas 689 mortes em decorrência da dengue em todo o país, de acordo com o mais recente boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, número quase 5,4 vezes maior que as 128 mortes registradas no mesmo período de 2018.

Ao todo, foram registrados 1.489.457 milhões casos notificados de dengue em 2019, até o 12 outubro, número cerca de 690% maior do que os 215.585 casos de 2018. A dengue atinge até o momento 708,8 em cada 100 mil habitantes. A região com a maior taxa de incidência é a Centro-Oeste, com 1.235,8 para cada grupo de 100 mil habitantes, apesar de ter um número menor de casos.

Os estados de Minas Gerais (482.739), onde houve 154 mortes confirmadas, e São Paulo (442.014), com 247 mortes confirmadas, concentram 62% dos casos prováveis. No Sudeste, a taxa de incidência é 1.151,8 para cada grupo de 100 mil habitantes.

No período, o ano de 2019 é o terceiro com a maior notificação de casos de dengue no Brasil desde o início da série histórica, em 1998, ficando atrás somente de 2015 (1,68 milhão) e 2016 (1,5 milhão).

Entre as possíveis causas para o avanço da dengue está a volta de um sorotipo da doença que há anos não circulava no Brasil, conforme destacou ontem (1) o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

“Tivemos a reentrada do sorotipo 2, há dois anos, e no ano passado isso fez um estrago muito grande no estado de São Paulo, na região de Bauru. Depois a dengue reentrou por Goiás, Tocantins – foi um número muito grande de casos, porque o sorotipo 2 havia muitos anos não circulava no Brasil, então agora ele volta com força total”, disse o ministro.

Outros fatores que contribuem para o retorno da doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypt concentram-se no aumento das chuvas em algumas regiões e também uma menor prevenção.

Com informações da Agência Brasil

Em um ano, incidência da dengue aumenta 600% no Brasil

(Foto: AFP Photo)

O Ministério da Saúde informou hoje (11) que, de 30 de dezembro a 24 de agosto, foram registrados 1.439.471 casos de dengue em todo o país. A média é 6.074 casos por dia e representa um aumento de 599,5%, na comparação com 2018. No ano passado, o período somou 205.791 notificações.

Minas Gerais é, até o momento, o estado com o maior número de ocorrências, com um total de 471.165. Um ano antes, os municípios mineiros registravam 23.290 casos.

São Paulo (437.047) aparece em segundo lugar, sendo, ainda, a unidade federativa em que a incidência da doença mais cresceu (3.712%), no intervalo de análise. Em 2018, foram reportados 11.465 casos.

LEIA MAIS

Dom Avelar e Terras do Sul entre bairros com maior infestação de Aedes Aegypti; Petrolina continua em alerta

No primeiro semestre deste ano, a secretaria notificou 1.416 casos de dengue. Destes, 62 foram confirmados.

A Prefeitura de Petrolina divulgou, nessa terça-feira (16), o resultado do Levantamento Rápido de Índice de Infestação para o Aedes aegypti (LIRAa). A pesquisa foi realizada na primeira semana deste mês de julho pelos Agentes de Combate às Endemias que fizeram vistorias nos estabelecimentos residenciais e comerciais em diversos bairros da cidade.

De acordo com os dados, o município continua em sinal de alerta: o índice geral permanece em 2,1%. Com esse resultado, Petrolina se mantém em situação de médio risco de infestação para os agravos causados pelo Aedes aegypti. Os bairros mais preocupantes são os que apresentam índice de infestação de 5,7% como o Dom Avelar; São Jorge; São Joaquim e Terras do Sul. Em segundo lugar, com 3,7%, estão São Gonçalo; Jardim Petrópolis; Cohab VI e Vila Chocolate.

De acordo Marlene Leandro, secretária executiva de Vigilância em Saúde, a falta de atenção da população com recipientes que acumulam água, dentro das próprias casas, contribui para que o município permaneça em sinal de alerta. “Quando os agentes fazem as visitas para o levantamento de infestação, percebem que o grande problema são os focos nas casas das pessoas. É importante que a população colabore, faça uma vistoria sempre que possível na sua residência”, explica.

LEIA MAIS

Moradora do São Gonçalo relata aparição de “barbeiro” e cobra providências

A doença de Chagas é causada pelo protozoário Tripanossoma cruzi, cujo vetor é o triatomíneo, popularmente conhecido como barbeiro (Foto: Internet)

Após os moradores da Cohab Massangano se manifestarem sobre a aparição constante de “barbeiros” em suas residências, uma moradora, que é bióloga, do São Gonçalo relatou que o besouro também tem aparecido em seu bairro, mais especificamente em sua casa, que fica na rua 16.

LEIA TAMBÉM

Petrolina: aparição constante de ‘barbeiros’ preocupa moradores da Cohab Massangano

Segundo a denúncia feita ao nosso blog, os agentes de saúde já foram informados sobre a situação, mas até o momento nenhuma providência foi tomada. Além disso, focos de dengue foram identificados pela moradora e por agentes que visitaram o local em outra oportunidade.

O “barbeiro” é um dos principais transmissores da doença de Chagas, que é transmitida por um parasita que pode ser encontrado nas fezes de alguns insetos.

Com mais de 600 casos de dengue notificados apenas na capital, Pernambuco liga alerta após morte de jovem

(Foto: AFP Photo)

A morte de uma adolescente de 12 anos em Recife deixou Pernambuco em alerta. Isso porque, de dezembro do ano passado até o dia 15 de junho deste ano foram notificados 2.029 casos de arboviroses apenas na capital. Desse número, foram confirmados 622 casos de dengue, 42 de chicungunha e quatro de zika.

Houve um aumento de 14,2% com relação ao mesmo período do ano passado. Para piorar, o mosquito da dengue também está se reproduzindo em água suja. É comum ter a ideia de que o mosquito se reproduz apenas em água limpa.

Contudo uma matéria da TV Jornal traz um alerta sobre o transmissor da dengue, Zika vírus e Chigungunha também está se proliferando na água suja. “Ele também é capaz de se reproduzir até em águas poluídas, como em um esgoto a céu aberto”. 

Prefeitura intensifica combate à dengue em Petrolina com mutirões

A próxima comunidade que receberá o mutirão da Secretaria de Saúde é a comunidade do Perímetro Irrigado Senador Nilo Coelho, N-1.

Com o objetivo de evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti, responsável pela transmissão da dengue, chikungunya e zika, a Prefeitura de Petrolina, tem intensificado o trabalho em diversas áreas do município.

A população atendida pelos mutirões promovidos pela prefeitura tem recebido orientações educativas. Além disso, os agentes estão realizando a eliminação de possíveis criadouros, bem como tratamento focal nos criadouros de larvas encontrados, e, nas áreas com casos suspeitos notificados realizando o bloqueio transmissão.

De acordo com a secretária executiva de Vigilância em Saúde, Marlene Leandro, a força-tarefa seguirá, principalmente, durante os finais de semana na zona rural.  “As localidades foram selecionadas considerando os critérios epidemiológicos (Índice de infestação predial e casos suspeitos notificados). Com isso, faremos um trabalho mais focado e detalhado”, destaca.

Ação de combate ao Aedes aegypti chega ao N- 6 em Petrolina

(Foto: Arquivo/SESAU)

Dando continuidade às ações de combate ao Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika, a Prefeitura de Petrolina (PE) estará neste sábado e domingo (16), realizando uma ação no Perímetro Irrigado Nilo Coelho (N-6).

Cerca de 20 agentes de combate às endemias estarão dando orientações educativas à população, além de fazer tratamento focal nos criadouros de larvas encontrados, e, bem como o bloqueio de transmissão por meio da borrifação nas áreas com registro de casos suspeitos notificados.

A escolha das localidades onde estão sendo intensificados os trabalhos foi feita através do índice de infestação predial, baseado no último levantamento realizado e nas notificações de casos suspeitos. A força-tarefa já passou por Rajada, Projeto Maria Tereza (Km-25), e N-4. Após o N-6, ainda serão contemplados o N-5 e os Assentamentos Água Viva 1 e 2.

LEIA MAIS
123