Teori e Eduardo sabotados?

Em meio à bombástica repercussão da revelação de Rodrigo Janot, de que mataria Gilmar Mendes e depois cometeria suicídio, Francisco Zavascki, filho do ex-ministro Teori Zavascki, postou nas redes sociais: “E ainda querem me convencer que o avião caiu por acidente”.

Logo foi entendido que o seu pai, morto na queda que o levava a Parati, em janeiro de 2017, pode ser sido vítima de sabotagem armada por alguém inserido neste lamaçal que contamina a Corte de Justiça Suprema do País.

À propósito, em outras circunstâncias e universos diferentes, é possível levantar suspeitas também sobre a trágica morte do ex-governador Eduardo Campos (PSB), um dia após a célebre frase “Não vamos desistir do Brasil”, em entrevista ao vivo no JN?

O advogado Antônio Campos, irmão de Eduardo, acha que sim e vai procurar o Procurador-Geral da República, Augusto Aras, para pedir a reabertura das investigações em cima do inquérito, segundo ele, eivado de falhas.

Com informações do Blog do Magno Martins.

Inquérito sobre acidente de Eduardo Campos é arquivado sem conclusão

Quatro hipóteses foram investigadas no acidente.

O Ministério Público Federal (MPF) arquivou o inquérito que apurava as causas do acidente aéreo que matou o ex-governador de Pernambuco e então candidato à Presidência Eduardo Campos.

O jatinho que levava Eduardo caiu em agosto de 2014 em uma área residencial de Santos (SP). Outras seis pessoas morreram na tragédia: o piloto, o copiloto e quatro integrantes da equipe de campanha.

De acordo com o MPF, devido falta ou ao não funcionamento de alguns equipamentos na cabine de comando do avião, não foi possível chegar a alguma conclusão sobre as razões do acidente.

A falta de conclusões do inquérito afasta a possibilidade de qualquer responsabilização criminal. Os afetados podem, no entanto, usar os elementos do inquérito em pedidos de indenização na esfera cível.

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MPF arquiva inquérito sobre acidente que matou Eduardo Campos

O Ministério Público Federal (MPF) arquivou o inquérito que apurava as causas do acidente aéreo que matou o ex-governador de Pernambuco e candidato à Presidência, Eduardo Campos (PSB). O jatinho caiu numa área residencial de Santos (SP), em agosto de 2014.

No entendimento do MPF não foi possível definir as razões do acidente devido à falta ou ao não funcionamento de alguns equipamentos na cabine de comando do avião. O gravador de vozes, que poderia ter registrado os diálogos do piloto e copiloto, não estava funcionando.

De acordo com os procuradores, o equipamento é obrigatório para aeronaves do tipo, mas o dispositivo tinha feito o último registro em janeiro de 2013, mais de um ano antes da queda. A falta de conclusões do inquérito afasta ainda a possibilidade de qualquer responsabilização criminal. Além de Campos, mais seis pessoas morreram na tragédia: o piloto, o copiloto e quatro integrantes da equipe de campanha.

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MPF e Petrobras movem ação contra políticos de Pernambuco

Eduardo Campos e Fernando Bezerra são alguns dos citados

O Ministério Público Federal no Paraná e a Petrobras moveram na terça-feira (18) uma ação civil pública um pedido de responsabilização por atos de improbidade contra lideranças políticas de Pernambuco, partidos e construtoras. Entre os partidos citados na ação estão PP, MDB e PSB e o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB), o deputado federal Eduardo da Fonte (PP) e os já falecidos Eduardo Campos (PSB) e Sérgio Guerra (PSDB).

De acordo com o Diário de Pernambuco somente em relação aos nomes do PSB o valor de reembolso exigido aos cofres públicos é cerca de R$ 1,3 bilhão. A ação identificou dois esquemas de desvios de verbas da Petrobras, o primeiro diz respeito a contratos firmados por uma das diretorias da estatal com a Construtora Queiroz Galvão, individualmente ou por meio de consórcios e o outro se refere ao pagamento irregular de recursos no âmbito da CPI da Petrobras em 2009. Cabe recurso das defesas.

Os citados

Campos e FBC teriam favorecido empresas do cartel em contratos referentes à Refinaria Abreu e Lima. Já o PSB é mencionado porque o avião utilizado pelo ex-governador na campanha presidencial de 2014 teria sido “comprado com dinheiro do suborno”.

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Irmão de Eduardo Campos vai pedir a Moro investigação de acidente

Antônio Campos ao lado do irmão Eduardo Campos

O irmão do ex-governador Eduardo Campos (PSB), o advogado Antônio Campos, armou nesta quinta-feira (8) que vai tentar uma audiência com o futuro ministro da Justiça Sérgio Moro e com a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, sobre a investigação do acidente aéreo que matou o socialista e mais seis pessoas. O advogado defende a reabertura do inquérito. O delegado federal Rubens Maleiner, responsável pelo caso, descartou qualquer possibilidade de sabotagem.

A apuração foi concluída em agosto deste ano, quatro anos após o acidente, em Santos (SP). “Ouvimos todos que cuidaram da aeronave nos dias precedentes ao voo, além de termos feito investigações no Aeroporto Santos Dumont e com relação às oficinas de manutenção que lidaram com a aeronave. Todo entendimento que tivemos da mecânica do voo é absolutamente incompatível com qualquer possibilidade de sabotagem imaginada”, disse o delegado.

O inquérito produzido pela Polícia Federal acabou limitado a apresentar quatro hipóteses possíveis para a ocorrência acidente. A primeira delas é a de colisão com pássaros, uma vez que foi relatado por uma testemunha a presença de muitos urubus nas proximidades no momento do acidente. Também foram mencionadas como hipóteses a possibilidade de disparo de compensador de profundador; e a de pane com travamento de profundador em posições extremas. Esses equipamentos são peças localizadas nas asas ou na traseira, responsáveis por estabilizar e dar a direção à aeronave.

A quarta hipótese apresentada é a de os pilotos terem passado por alguma desorientação espacial. Esta última hipótese foi a apontada em 2016 pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), da Força Aérea.

“Verica-se que o inquérito que apurou a causa do acidente aéreo que vitimou Eduardo Campos, embora descarte falha humana, é inconclusivo, pelo que está requerendo ao Ministério Público Federal e a Justiça de Santos, que não arquive o inquérito, devolvendo a Polícia Federal para novas diligências, aprofundando-as para se chegar a uma causa, ou a mais provável”, defende Antônio Campos.

O irmão de Eduardo Campos ainda afirma: “é de se registrar que o inquérito desmonta a tese do Cenipa de falha humana e não podemos descartar a possibilidade de um acidente aéreo programado para acontecer, até porque o inquérito da Polícia Federal não é conclusivo e uma das hipóteses é de falha mecânica, que pode ser programada para ocorrer, o que caracterizaria sabotagem e homicídio”

Missa em homenagem a Eduardo Campos é celebrada no Recife

Missa em homenagem a Eduardo Campos foi celebrada no Recife. (Foto: Ed Machado/Folha de Pernambuco)

Na noite dessa segunda-feira (13), uma missa em homenagem ao ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos foi celebrada na Igreja Matriz de Casa Forte, na Zona Norte do Recife.

O ex-governador morreu há quatro anos em um acidente aéreo em Santos, em São Paulo, em plena campanha presidencial, que também vitimou seus assessores.

Na celebração, estiveram presentes os familiares do ex-governador; o prefeito do Recife, Geraldo Julio; e secretários estaduais e municipais, entre eles Fred Amâncio, Pedro Eurico, Sileno Guedes e Antônio Figueira.

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Irmão de Eduardo Campos afirma que queda de avião foi “sabotagem”

Antônio Campos, irmão do ex-governador, disse nessa segunda-feira (6) que a queda do avião que matou o candidato à Presidência da República em 2014 foi sabotagem.

“Como advogado parecerista e expert em acidentes aéreos venho acompanhando o caso a quatro anos. Tenho uma forte convicção de que o acidente de Eduardo foi previamente provocado. Houve sabotagem no avião”, disse.

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PF afirma que desorientação espacial do piloto provocou queda de avião com Eduardo Campos

Segundo Antônio, já foi impetrada pela família uma ação para que novas provas sejam produzidas. “Eu, minha mãe Ana Arraes e outros familiares das vítimas entramos, perante a 4ª Vara Federal de Santos, uma ação de produção de provas que está em curso, interrompendo, inclusive, prescrição quanto a possíveis ações e na qual haverá a participação de peritos”, afirmou.

Mais cedo, a Polícia Federal (PF) apresentou um relatório apontando a provável causa do acidente. PF e Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) divergem sobre o que teria provocado a queda no dia 13 de agosto de 2014, na cidade de Santos.

PF afirma falha mecânica provocou queda de avião ocupado por Eduardo Campos

(Foto: Internet)

A Polícia Federal (PF) apresentou nessa segunda-feira (6) o relatório apontando as prováveis causas da queda do avião que matou o ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos e mais seis pessoas. O fato completará quatro anos nesse mês.

De acordo com a PF, a causa mais provável para o acidente foi uma falha mecânica, divergindo do motivo apontado pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), em janeiro. O Cenipa creditou a uma falha humana o acidente.

No entanto, a PF analisou 10 prováveis causas e uma falha mecânica do profundor do compensador (objeto localizado na cauda da aeronave) foi a mais forte, entre as analisadas. O documento foi apresentado aos familiares do ex-governador, de forma privada.

O acidente

Eduardo Campos estava em campanha para a Presidência da República quando morreu em agosto de 2014, aos 49 anos. Ele estava em uma aeronave que seguia do Rio de Janeiro até o Guarujá, litoral paulista. O avião particular caiu na cidade de Santos, na manhã do dia 13 de agosto.

Além do ex-governador estavam no avião os assessores Pedro Valadares e Carlos Percol, o fotógrafo Alexandre Severo, o cinegrafista Marcelo Lira e mais dois pilotos.

Marina Silva e PSB são absolvidos pela Justiça do Trabalho por acidente que matou Eduardo Campos

(Foto: Thiago Bernardes / Estadão Conteúdo)

O Partido Socialista Brasileiro (PSB) e a pré-candidata à Presidência da República, Marina Silva (Rede) foram absolvidos pela Justiça do Trabalho de pagar indenização à família do copiloto do avião que caiu com Eduardo Campos em 2014.

A sentença da 49ª Vara do Trabalho de São Paulo foi publicada em abril e confirmada em julgamento dos embargos de declaração, em junho. A ação trabalhista foi ajuizada pela viúva e os dois filhos do copiloto, que pediam o reconhecimento de vínculo empregatício entre o partido e o copiloto.

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Justiça manda PSB indenizar moradora no acidente que causou a morte de Eduardo Campos

A 8ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) condenou o PSB e mais dois empresários a pagarem, solidariamente, indenização a uma moradora de um apartamento atingido pela aeronave em que estava o ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos.

O acidente aconteceu em 2014, quando Campos fazia sua campanha à Presidência da República. Além do ex-governador, mais seis pessoas estavam na aeronave. O TJ fixou a indenização em R$ 10 mil a títulos de danos morais, já que destroços do avião foram parar na garagem da idosa.

Na decisão, o desembargador Pedro de Alcântara da Silva Leme Filho afirmou que os empresários e o partido político tinham a posse e a exploração direta e indireta da aeronave, razão pela qual devem responder pelos danos a terceiros.

Segundo PGR, Eduardo Campos ‘só não foi denunciado porque faleceu’

(Foto: Internet)

Em memorial apresentado ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin, a Proguradora-Geral da República (PGR), Raquel Dodge, afirmou que “o então governador Eduardo Campos tinha atribuição para tratar de todas as questões de infraestrutura e de incentivos fiscais relacionadas à Rnest (Refinaria Abreu e Lima). Ele só não foi denunciado porque faleceu, extinguindo-se sua punibilidade”.

Os empresários Aldo Guedes, ex-presidente da Companhia Pernambucana de Gás (Copergás), e João Carlos Lyra Pessoa de Mello Filho, comprador do avião usado por Eduardo Campos na campanha presidencial de 2014 tambpem estão sendo investigados.

O antecessor de Dodge, Rodrigo Janot, apresentou a denúncia em outubro de 2016. As investigações foram iniciadas após as delações premiadas do doleiro Alberto Youssef e do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa.

Irmão de Eduardo Campos acredita que avião foi sabotado

O avião que levava o ex-governador de Pernambuco caiu em agosto de 2014 em Santos (SP)

O irmão de Eduardo Campos, ex-governador de Pernambuco, advogado Antônio Campos, solicitou à Polícia Federal (PF) nessa segunda=feira (02) uma investigação sobre uma possível sabotagem no avião onde viajavam Campos e mais seis pessoas. O avião caiu em Santos, em agosto de 2014.

O advogado menciona “estudos e pareceres relevantes dos peritos particulares que acompanham o caso” para afirmar que o sensor de velocidade (Speed Sensor) do avião pode ter sido desligado intencionalmente, “o que caracteriza sabotagem e homicídio culposo (não intencional) ou doloso (de propósito)”. “Sem o Speed Sensor (…), a ‘armadilha’ pegou de surpresa os pilotos (…).

Trata-se de um documento com nove páginas, assinado por ele e pelo advogado Robson dos Santos Amador, endereçado ao delegado Rubens José Maleiner, da PF em Santos.

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PSB lança candidatura de João Campos e busca reeleição de Paulo Câmara

(Foto: Reprodução/João Campos)

Durante Congresso Estadual do PSB que ocorreu nesse domingo (27) o filho do ex-governador Eduardo Campos, João Campos, foi lançado como candidato a deputado federal em 2018. Ainda durante o evento, o governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), reafirmou a sua candidatura à reeleição em 2018.

“Também cumprimento a jovem liderança que aqui falou e entusiasmou os presentes, o deputado João Campos. Eu já chamo de deputado porque haverá de dar sequência a essa linhagem que tem compromisso com o Estado”, afirmou o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira.

Após três anos a morte de Eduardo Campos, a família do ex-governador está rachada politicamente. Hoje, ela se divide em três correntes políticas: uma do irmão, Antônio Campos; outra do filho e da esposa, João e Renata Campos; e uma terceira via, com a prima Marília Arraes. Três seguimentos completamente diferentes.

Com informações do Blog do Jamildo

Três anos: missa em homenagem a Eduardo Campos é realizada em Casa Forte

Familiares e políticos prestigiaram a missa em homenagem ao ex-governador Eduardo Campos neste domingo. (Foto: Andréa Rêgo Barros/Divulgação)

A missa deste domingo (13) na igreja Matriz de Casa Forte teve muitas homenagens. O ex-governador Eduardo Campos e o avô dele Miguel Arraes foram lembrados pelo aniversário da morte. Eduardo Campos morreu no dia 13 de agosto de 2014, no litoral de Santos, aos 49 anos, vítima de uma queda de avião. Ele viajava quando fazia campanha para o pleito de presidente da República pelo PSB.

A igreja estava lotada e, assim como Campos, as demais vítimas do acidente foram homenageadas, entre elas o assessor de comunicação Carlos Percol, o fotógrafo Alexandre Severo, que receberam um abraço fraterno do padre Rinaldo, que realizou a cerimônia.

O núcleo político deixado por Campos esteve presente. Participaram o governador Paulo Câmara (acompanhado da primeira dama do estado, Ana Luiza Câmara), o vice-governador de Pernambuco e secretário de desenvolvimento, Raul Henry (com a esposa Luiza Nogueira) e o prefeito do Recife Geraldo Julio (acompanhado da esposa Cristina Melo). Também compareceram o secretário de Educação do Recife, Alexandre Rebêlo; o presidente da Assembleia Legislativa, Guilherme Uchôa; o deputado estadual, Aluisio Lessa.

Da família, compareceram a viúva Renata Campos com os filhos Miguel, José e João Campos e a mãe do ex-governador, a ministra Ana Arraes. O irmão e candidato derrotado na eleição para a prefeitura de Olinda, Antônio Campos, também esteve presente.

Antes celebrada pelo padre Edwaldo Gomes, que faleceu há um mês, a cerimônia de hoje foi realizada pelo padre Rinaldo, da Igreja Madre de Deus, com ajuda do diácono Aerton, da matriz de Casa Forte. Aos fiéis frequentadores do templo, foi divulgado que quem assumirá a paróquia será o Padre Davyson Soareas, encaminhado pelo Arcebispo de Recife e Olinda, Dom Fernando Saburido.

Família Campos participa de missa no aniversário de morte de Eduardo Campos

Eduardo Campos morreu em agosto de 2014, vítima de um acidente aéreo. (Foto: Internet)

Neste domingo (13) dia em que é celebrado o dia dos país, a família campos participa de uma missa em intenção a Eduardo Campos e a Miguel Arraes, na Igreja Matriz de Casa Forte, no Recife.

A viúva Renata Campos e os cinco filhos depois de participar da missa, todos seguem para almoço, em família, na casa de Renata, que passa o segundo domingo de agosto com seu pai, o médico Cyro de Andrade Lima.

Eduardo Campos morreu em agosto de 2014, vítima de um acidente aéreo durante campanha à presidência da República, em Santos (SP).

Com informações do FolhaPE

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