UPAE Petrolina chama atenção da sociedade para os cuidados com a hanseníase neste mês de janeiro

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Janeiro é o mês dedicado aos trabalhos de prevenção e ao tratamento precoce da hanseníase pela pela Sociedade Brasileira de Dermatologia. Este ano com o tema: “A hanseníase é uma doença negligenciada, a nossa saúde não”, a campanha pretende alertar para os cuidados que se deve ter sobre uma doença, ainda negligenciada, estigmatizada e cercada de preconceitos.

O Brasil é o segundo no mundo em número de pessoas com a doença, perdendo apenas para a Índia. Cerca de 30 mil casos são detectados todos os anos aqui no país. Por isso é importante o descobrimento da hanseníase logo no início para facilitar o tratamento que é totalmente financiado pelo SUS.

Os portadores da doença eram, até a década de 70, excluídos do convívio social e condenados ao confinamento em colônias. Mas hoje essa visão mudou e tão logo ele seja iniciado o tratamento, a doença deixa de ser transmissível. O tratamento pode ser buscado em postos de saúde ou com uma equipe de saúde da família.

Filha de paciente relata falta de medicamento para hanseníase; Secretaria esclarece situação

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Segundo uma leitora do Blog, está faltando medicamento para o tratamento da hanseníase em Petrolina. Ela é filha de um paciente, cujo acompanhamento é feito na Unidade Básica de Saúde (UBS), do bairro Areia Branca. “Meu pai tem hanseníase, o ciclo sempre está sendo interrompido por falta de medicamento e está piorando o caso dele. Os medicamentos não vende e automaticamente não se pode comprar“, explica a paciente.

Em nota, a Secretaria de Saúde esclareceu a situação. Os medicamentos da hanseníase não fazem parte da Atenção Básica, portanto não são comprados pela gestão municipal e sim pelo Governo Federal. A falta do remédio é ocasionado por culpa do laboratório na Índia.

“Esses remédios são distribuídos de graça pelo Ministério da Saúde aos estados que, por sua vez, repassam aos municípios. A Secretaria Municipal de Saúde deixou de receber, desde o mês de abril, o medicamento PQT MB A, que é produzido por um laboratório na Índia. Além do medicamento PQT MB A, também está em falta a Clofazimina 50 mg, que é distribuída pelo mesmo laboratório”, explica a Prefeitura.

Ainda segundo a nota, os demais medicamentos “para a hanseníase, no tratamento de crianças ou a forma paucibacilar (estágio inicial da doença) estão sendo fornecidos normalmente. O município já solicitou previsão do estado de Pernambuco para o recebimento regular o PQT MB A, mas ainda não obtivemos resposta de um prazo”.

Programação do Janeiro Roxo em Petrolina inclui visita a população prisional e capacitação dos profissionais

Janeiro Roxo alerta sobre diagnóstico e tratamento da doença (Foto: Ilustração)

A cor do janeiro é a roxa, para levantar a bandeira sobre a importância de se discutir a hanseníase. Em Petrolina, a secretaria de Saúde está com uma programação especial. Hoje (10) equipes do Serviço de Infectologia de Petrolina (Seinpe) visitaram a Penitenciária Dr. Edvaldo Gomes.

Na segunda-feira (13) será realizada uma atividade educativa e distribuição de panfletos informativos no Centro de Testagem e Aconselhamento CTA/SAE, localizado na Rua Joaquim Nabuco, S/N, ao lado da Secretaria de Saúde, no centro da cidade.

No dia 17, as equipes visitarão a Cadeia Feminina. Os profissionais da saúde também serão atendidos no Janeiro Roxo, com capacitações e atualizações sobre o diagnóstico da doença. Em 27 de janeiro, o Dia Mundial da Luta Contra a Hanseníase haverá uma panfletagem na Cohab Massangano.

“É uma doença que tem cura, por isso o diagnóstico precoce é fundamental. Lembrando que o contágio da doença acontece com contato íntimo e prolongado“, ressalta a secretária executiva de Vigilância em Saúde, Marlene Leandro.

1º Mutirão de Detecção da Hanseníase será realizado em Petrolina no próximo sábado

O Colegiado de Medicina da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), com o apoio do Hospital Universitário, realizará no próximo sábado (11), o 1º Mutirão de Detecção da Hanseníase. O evento será sediado na Policlínica da Univasf.

A ação em alusão à campanha “Janeiro Roxo”, tem o objetivo de alertar a população sobre a gravidade da doença e a necessidade do diagnóstico e tratamento precoces, além de contribuir para a redução do preconceito.

O número de casos da doença detectados no Brasil é alto. De acordo com o Ministério da Saúde, em média são 30 mil por ano. “Cerca de 90% dos diagnósticos da doença, nas Américas, são encontrados no Brasil. E o Nordeste tem seis vezes mais casos do que o tolerável”, ressalta a dermatologista e hansenologista, Tânia Moreno.

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UPAE e HDM reforçam importância da prevenção à hanseníase

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De acordo com informações divulgadas recentemente pela Secretaria de Saúde de Pernambuco, o estado é o 8º com mais notificações de novos casos de hanseníase, quando se leva em conta a população geral. Na faixa etária de até 15 anos, Pernambuco fica em 3º lugar nacional.

O mesmo boletim também aponta que houve uma queda de cerca de 10% no aparecimento de novos casos entre 2017 e 2018, além de uma redução de 30% com relação ao público infanto-juvenil. Mas, esses números ainda estão longe do ideal, principalmente entre crianças e adolescentes.

A hanseníase é uma doença traiçoeira, que chega sem alardear e se instala no corpo com lentidão, podendo deixar sequelas emocionais, além de físicas. Por isso, as pessoas devem procurar o serviço de saúde ao primeiro sinal de aparecimento de manchas, de qualquer cor, em qualquer parte do corpo, principalmente se a área apresentar diminuição de sensibilidade ao calor e ao toque.

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“Janeiro Roxo”: campanha de combate à hanseníase é reforçada no primeiro mês do ano

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Durante o mês de janeiro, também chamado de “Janeiro Roxo” , a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), junto com o Departamento de Hanseníanse e a Sociedade Brasileira de Hansenologia (SBH), promovem campanhas e ações educativas para a população, reforçando o compromisso em controlar a doença, oferecendo diagnóstico e tratamento corretos.

As campanhas têm o objetivo de chamar a atenção da sociedade e das autoridades de saúde sobre a importância da prevenção à hanseníase e do tratamento adequado, além de difundir informações e desfazer preconceitos que tanto prejudicam o diagnóstico precoce da doença. Após perceber os sintomas, é importante que se busque o tratamento adequado, oferecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Sobre a hanseníase

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Município de Juazeiro realizará campanha preventiva de hanseníase e verminose

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A Secretaria de Saúde em parceria com a Secretaria de Educação e Juventude de Juazeiro inicia no próximo dia 23, nas escolas municipais, a Campanha Nacional de Hanseníase e Verminoses. A campanha terá uma abordagem integrada com o objetivo de reduzir a carga parasitária de geo-helmintos e identificar casos suspeitos de hanseníase.

Para detectar os casos de hanseníase será utilizado um formulário denominado “ficha de autoimagem”, que os estudantes levarão para casa e devolverão à escola com as anotações necessárias. “A colaboração dos pais será fundamental nesta ação. As fichas precisam ser corretamente preenchidas para que as lesões suspeitas sejam encaminhadas às unidades de saúde e tratadas se necessário”, pontuou a superintendente de Vigilância em Saúde, Tatiane Malta.

Dentro da campanha, os alunos receberão medicação recomendada pela Organização Mundial de Saúde para o combate à verminose como medida preventiva para a redução de carga parasitária e suas complicações.

“É preciso falar mais sobre a hanseníase”, garante dermatologista da UPAE/IMIP de Petrolina

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O mês de janeiro também é conhecido em todo o Brasil pela campanha do “Janeiro Roxo”, que faz um alerta sobre a hanseníase – doença que afeta nervos e pele. De acordo com informações do Ministério da Saúde, o Brasil é o segundo país com mais casos da doença, atrás apenas da Índia, devido à sua maior população.

Por ano, são registrados perto de 30 mil casos nos vários estados brasileiros. E, apesar desse número estar decaindo, a falta de tratamento dos casos existentes aumentou o número de pessoas com incapacidade física.

“Isso devido à pouca familiaridade dos profissionais de saúde com a doença e às falhas da vigilância epidemiológica no Brasil”, acredita a sanitarista, hanseniologista e dermatologista da UPAE/IMIP de Petrolina, Tânia Moreno. “Por isso, nós devemos aumentar o debate sobre a hanseníase e levar mais informação à população sobre a doença, que ainda é cercada de preconceitos, mas tem tratamento e mais de 90% de chance de cura”, afirma.

A doença

De forma simples, pode-se definir a hanseníase como uma doença infecciosa causada por uma bactéria que lesiona os nervos periféricos e diminui a sensibilidade da pele. É a doença mais antiga da humanidade e que ainda ameaça, principalmente a população mais pobre, que não tem acesso aos serviços adequados de saúde e educação, por exemplo. Traiçoeira, ela chega sem alardear e instala-se no corpo com lentidão, podendo deixar fortes sequelas físicas e emocionais. O perigo tem nome bíblico: lepra. Ou Mal de Hansen ou hanseníase, como é definida no país desde 1976.

Preconceito

“O preconceito vem desde a antiguidade quando era considerada uma praga. Os doentes eram isolados, as roupas queimadas e eles rotulados de ‘imundos’. Por isso, acreditamos que ainda hoje algumas pessoas tenham medo do diagnóstico e retardem o tratamento. Para se ter uma ideia, o Brasil é um dos poucos países no mundo a chamar a doença pelo nome de hanseníase e não lepra”, esclarece a especialista.  

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Secretaria de Saúde de Juazeiro prepara mobilização para o Dia da Mancha

Na próxima quarta-feira (24), haverá uma grande mobilização em todos os postos de saúde do município de Juazeiro (BA).

A Secretaria de Saúde (Sesau), através da Superintendência de Vigilância em Saúde, vai desenvolver uma força tarefa, para a realização do Dia da Mancha e a busca ativa de casos de hanseníase em todas as comunidades do município.

A iniciativa integra a programação alusiva a Campanha Janeiro Roxo, planejada pela Sesau para intensificar ações voltadas para a identificação precoce de casos suspeitos da doença e desenvolver atividades de educação em saúde e orientações sobre os sinais e sintomas da Hanseníase.

O objetivo é alertar a população sobre a existência da hanseníase e sobre a importância do seu diagnóstico precoce, além de informar sobre a disponibilidade do tratamento ofertado pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

“O último domingo de janeiro é o dia de luta contra a hanseníase que seria o dia 28 de janeiro, então aqui em Juazeiro, a Sesau definiu o dia 24 para uma ação maior onde estaremos com as 63 Equipes de Saúde da Família, nas 56 Unidades, todas imbuídas nesse propósito” afirmou coordenadora da Vigilância em Saúde de Juazeiro, Paula Telles.

Considerada a doença mais antiga da humanidade, a hanseníase é causada pelo bacilo de Hansen, que atinge principalmente pele, olhos e nervos periféricos.

O contágio ocorre através da eliminação de gotículas da fala, espirro e tosse, no convívio com a pessoa doente por um período prolongado e sem tratamento. É importante saber que a Hanseníase não é hereditária e que a maioria das pessoas tem resistência natural contra essa doença.

Sintomas

A doença apresenta os seguintes sintomas: manchas ou placas avermelhadas e dormentes; podem surgir também apenas áreas adormecidas (com diminuição ou nenhuma sensibilidade) ao calor, frio e dor; engrossamento, dor ou formigamento em certos nervos dos braços, pescoço, pernas e pés; aparecimento de caroços e inchaços, principalmente no rosto e nas orelhas; perda de sobrancelha, sensação de areia nos olhos, entupimento e corrimento nasal.

Janeiro Roxo

Toda a programação desenvolvida é alusiva ao ‘Janeiro Roxo’ que visa conscientizar a população sobre a hanseníase. O ‘Janeiro Roxo, é considerado o mês internacional de luta contra a doença e tem como objetivo promover diagnóstico e tratamento corretos, além de difundir informações e desfazer preconceitos.

Feira de saúde ajuda Prefeitura a investigar casos suspeitos de hanseníase na zona rural de Petrolina

(Foto: ASCOM)

Em Izacolândia, Zona Rural de Petrolina, o domingo (07) foi marcado por uma Feira de Saúde em busca de casos suspeitos para agravos como hanseníase. O evento, promovido pela Secretaria de Saúde de Petrolina, movimentou quase 30 profissionais no local.

Após avaliações dermato-neurológicas, que consistem em uma das formas de identificar casos suspeitos de hanseníase, foram detectadas seis ocorrências e um diagnóstico confirmado. Essas pessoas serão encaminhadas às Unidades de Atenção Básica e ao Serviço de Infectologia de Petrolina para que possam iniciar o tratamento, que é gratuito.

“No trabalho da Vigilância procuramos seguir os protocolos para a identificação de novos casos, sobretudo onde já temos um histórico de ocorrências. Importante ressaltar que a hanseníase tem cura, e que muitas vezes as pessoas não procuram atendimento por conta do preconceito”, explica a secretária executiva de Vigilância em Saúde, Marlene Leandro.

Além da busca ativa para o agravo, a Feira de Saúde contou com atendimento médico, testes rápidos de HIV e Sífilis, vacinação de BCG e ainda vacinação antirrábica canina e felina.

Hanseníase

A hanseníase, antigamente conhecida como lepra, é uma doença infecciosa causada por uma bactéria chamada Mycobacterium leprae ou bacilo de Hansen.

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Em Petrolina, profissionais da atenção básica são treinados para fortalecer controle da hanseníase

O diagnóstico é feito pelo médico e envolve a avaliação clínica dermatoneurológica do paciente. (Foto: Internet)

Profissionais da Atenção Básica de Petrolina encerram, nesta quinta-feira (23), uma capacitação sobre Hanseníase, com o objetivo de atualizações sobre o agravo e a importância do diagnóstico precoce. Iniciado na última segunda-feira (20), a oficina é promovida pela Secretaria Executiva de Vigilância em Saúde, vinculada à Secretaria de Saúde.

A hanseníase, popularmente conhecida por lepra, é alvo de bastante preconceito, porém, tem cura. É função da equipe de Atenção Básica diagnosticar o agravo e encaminhar o paciente para o tratamento, que é feito gratuitamente pelo SUS.

O diagnóstico é feito pelo médico e envolve a avaliação clínica dermatoneurológica do paciente, por meio de testes de sensibilidade, palpação de nervos e avaliação da força motora. Se necessário, é realizado um exame chamado baciloscopia.

De acordo com a secretaria executiva de Vigilância em Saúde, Marlene Leandro, a ação é voltada para que qualquer profissional da atenção básica esteja apto a detectar a doença. “A Secretaria de Saúde tem investido em momentos como estes, de educação continuada, pois acredita que por meio da capacitação profissional, é possível ofertar um serviço de saúde com qualidade para as pessoas”, destaca.

Hanseníase

A hanseníase é uma doença infecciosa, causada por uma bactéria chamada Mycobacterium leprae ou bacilo de Hansen. A transmissão do M. leprae se dá por meio de convivência muito próxima e prolongada com o doente da forma transmissora, chamada multibacilar, que não se encontra em tratamento, por contato com gotículas de saliva ou secreções do nariz.

Tocar a pele do paciente não transmite a hanseníase. Ela afeta principalmente a pele, os olhos, o nariz e os nervos periféricos. Os sintomas incluem manchas claras ou vermelhas na pele com diminuição da sensibilidade, dormência e fraqueza nas mãos e nos pés. A doença pode ser curada entre  6 e 12 meses de terapia com vários medicamentos. O tratamento precoce evita deficiência.

Secretaria de Saúde registra avanço no número de casos de Hanseníase em Petrolina

No período de janeiro a agosto de 2016 foram registrados 191 novos casos da doença. (Foto: ASCOM)

Com o tema ‘Você conhece a sua pele?’, a Secretaria de Saúde de Petrolina realizou neste mês de setembro a campanha de prevenção e combate a Hanseníase. Durante o período da campanha, aconteceram diversas atividades de busca ativa de casos suspeitos.

No total, foram avaliadas 246 pessoas com 15 confirmações e 93 pacientes encaminhados para o programa PEP-hans (Profilaxia Pós Exposição), um projeto iniciado em 2016, com apoio do Ministério da Saúde (MS), que realiza a prevenção para as pessoas que tiveram contato com a doença.

A secretária executiva de vigilância em saúde, Marlene Leandro, ressaltou que apesar do encerramento da campanha, o trabalho de busca ativa continuará no município.

“O trabalho de busca ativa vem sendo realizado desde o começo do ano em feiras de saúde, presídios, escolas e nas Unidades Básicas de Saúde, porém, o mês de setembro foi escolhido para intensificar e conscientizar a população, entretanto, vamos continuar com trabalho, visto que a situação da hanseníase em Petrolina é muito preocupante”, explicou a secretária. 

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Secretaria de Saúde de Petrolina lança campanha de combate a Hanseníase

Em 2015 foram diagnosticados na cidade 364 casos de hanseníase. (Foto: ASCOM)

Com o objetivo de intensificar a busca ativa de casos suspeitos de hanseníase, combater e prevenir a doença, que tem situação hiperendêmica em Petrolina, com números acima da média, a Secretaria de Saúde lançou nesta segunda-feira (11) uma campanha com o tema ‘Hanseníase tem cura’. O evento contou com a participação de profissionais de saúde, estudantes e sociedade civil.

Durante o encontro, além de uma apresentação cultural com o cantor Targino Gondim, a representante da entidade sem fins lucrativos Morhan Pernambuco, Pollyane Medeiros, ministrou uma palestra e tirou dúvidas sobre a hanseníase. O Morhan foi criado em 1981 e tem suas atividades voltadas para a eliminação da hanseníase, através de atividades de conscientização e foco na construção de políticas públicas para a população.

Em 2015 foram diagnosticados na cidade 364 casos de hanseníase. Em 2016, foram 249. No período de janeiro a agosto de 2016 foram registrados 191 novos casos da doença. No mesmo período deste ano o número é de 161 casos de hanseníase.

“Essa é uma realidade que precisamos mudar em Petrolina, nesse mês de setembro vamos intensificar as ações que já vem sendo realizadas desde o começo do ano em feiras de saúde, presídios, escolas e nas Unidades Básicas de Saúde”, explicou a secretária executiva de vigilância em saúde, Marlene Leandro.

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Ações de combate à hanseníase serão realizadas em Petrolina

‘Hanseníase tem cura!’ Esse é o tema que a Secretaria de Saúde de Petrolina irá trabalhar neste mês de setembro com a campanha de prevenção e combate à doença. Durante este período, a busca ativa de casos suspeitos será intensificada, além de palestras e feiras de saúde. A abertura da campanha acontecerá na próxima segunda-feira (11), às 16h, na Universidade Estadual de Pernambuco (UPE).

O evento contará com a participação do representante da entidade sem fins lucrativos Morhan, que desde 1981 tem suas atividades voltadas para a eliminação da hanseníase, através de atividades de conscientização e foco na construção de políticas públicas para a população, além de uma apresentação cultural com o cantor Targino Gondim.

A secretária executiva de vigilância em saúde, Marlene Leandro, ressalta que essa é uma campanha muito importante para Petrolina. “O trabalho de busca ativa vem sendo realizado desde o começo do ano em feiras de saúde, presídios, escolas e nas Unidades Básicas de Saúde, porém, o mês de setembro foi escolhido para intensificar a conscientizar a população, levando informação sobre a doença”, explicou a secretária.

Hanseníase em Petrolina

A situação da hanseníase no município é classificada como hiperendêmica, ou seja, os números registrados na região estão acima da média. Em 2015 foram diagnosticados na cidade 364 casos de hanseníase. Em 2016, foram 249.  No período de janeiro a agosto de 2016 foram registrados 191 casos da doença. No mesmo período deste ano o número é de 116 casos de hanseníase.

Hanseníase é tema de curso para profissionais da Secretaria de Saúde de Petrolina

(Foto: ASCOM)

Acontece durante toda esta semana, em Petrolina (PE), uma capacitação para os profissionais da saúde do município vinculados à Atenção Básica e ao Serviço Especializado de Infectologia (SEINPE), para a identificação da hanseníase. O evento é uma parceria entre a Secretaria Estadual de Saúde (SES), a Sociedade Brasileira de Dermatologia Regional Pernambuco (SBD-PE) e a Secretaria Municipal de Saúde.

Cerca de 120 profissionais participam das palestras, incluindo médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, biomédicos e técnicos em epidemiologia. O curso está sendo ministrado pelo presidente da Sociedade Brasileira de Hansenologia, Marco Andrey.

Estão sendo abordados uma série de temas, como a epidemiologia da hanseníase no Brasil, a avaliação clínica da doença, detecção e tratamento. Além das palestras, estão acontecendo também aulas práticas na AME do servidor, onde os profissionais estão realizando atendimentos de 60 pacientes, alguns já com diagnóstico da doença, outros referenciados de UBS para definição de diagnóstico.

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