Criminosos invadem Lojas Americanas em Petrolina, rendem funcionários e fogem com mercadoria

Na noite dessa quarta-feira (27), três criminosos armados invadiram a Lojas Americanas, que fica na Avenida Guararapes, próximo à prefeitura municipal. Segundo informações, os indivíduos rederam os funcionários, trancaram eles em uma sala e conseguiram fugir com a mercadoria roubada antes da chegada da polícia. Toda a ação foi gravada pelas câmeras de segurança do local.

De acordo com informações preliminares, os suspeitos fingiram ser clientes e ficaram escondidos esperando a loja fechar para dar início à ação. Em imagens que circulam em grupos de WhatsApp, é possível identificar os assaltantes armados.

A Polícia Militar do 5º BPM e do 2º BIEsp foi acionada. Eles chegaram a interditar momentaneamente a avenida para cercar o local. No entanto, os criminosos conseguiram fugir com aparelhos celulares e outros produtos que seriam vendidos no Black Friday.

Segundo ministro da Educação, livros didáticos não vão falar em golpe militar e ditadura

Segundo o ministro, o ato em 31 de março de 1964 foi “uma decisão soberana da sociedade brasileira” e a ditadura um “regime democrático de força”.

O ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, afirmou que serão feitas mudanças no conteúdo dos livros didáticos do país no que diz respeito ao período do regime militar. Para o ministro, não houve golpe, e o regime militar não foi uma ditadura.

As declarações foram dadas em entrevista ao jornal Valor Econômico. “Haverá mudanças progressivas [no conteúdo dos livros didáticos] na medida em que seja resgatada uma versão da história mais ampla. O papel do MEC é garantir a regular distribuição do livro didático e preparar o livro didático de forma tal que as crianças possam ter a ideia verídica, real, do que foi a sua história”, afirmou Vélez.

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) e um de seus filhos, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL), já tinham manifestado intenção semelhante, propondo uma revisão histórica do período em livros didáticos. “Um povo sem memória é um povo sem cultura, fraco. Se continuarmos no nosso marasmo os livros escolares seguirão botando assassinos como heróis e militares como facínoras”, escreveu Eduardo em rede social, em janeiro.

Provas do concurso para soldado da PM acontecem neste domingo

As provas para o cargo de praça da Polícia Militar de Pernambuco (PMPE), no posto inicial de soldado, acontecem neste domingo (26). São 81.396 concorrentes para 500 vagas de ampla concorrência e 368 candidatos para 25 vagas destinadas a deficientes.

Os portões de acesso aos prédios, onde serão aplicadas as provas, serão abertos às 7h e fechados às 8h. O exame será iniciado às 8h15, terminando às 12h15.

O Exame de Habilidades e Conhecimentos, que será aplicado pela Comissão de Concursos do Instituto de Apoio a Universidade de Pernambuco (Conupe/Iaupe), constará de prova escrita objetiva contendo 60 questões objetivas de múltipla escolha, realizada em turno único com duração de quatro horas e são de caráter eliminatório e classificatório.

O gabarito preliminar das provas será divulgado no site da UPE após a conclusão da aplicação das provas. O resultado final das provas objetivas será divulgado no dia 12 de setembro.

Câmara aprova decreto de intervenção no Rio; senadores votam medida nesta terça

(Foto: Arquivo)

A Câmara dos Deputados aprovou, por 340 votos a 72, o decreto legislativo que autoriza a intervenção federal na área de segurança pública do estado do Rio de Janeiro. Após mais de seis horas de discussões e táticas de obstrução pelos contrários à medida, os deputados acataram o parecer da deputada Laura Carneiro (MDB-RJ) favorável à medida, anunciada pelo presidente Michel Temer na última sexta-feira (16).

Nesta terça-feira (20), o Senado deve realizar, às 18h, uma sessão extraordinária destinada a votar o decreto. Caso o texto que estipula a intervenção seja aprovado pela maioria simples dos senadores presentes, o Congresso Nacional poderá publicar o decreto legislativo referendando a decisão de Temer de intervir no Rio de Janeiro.

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2º Batalhão Especializado de Policiamento será implantado por Paulo Câmara em Petrolina

Ações vêm para reforçar a segurança em Pernambuco. (Foto: Internet)

O Governador de Pernambuco, Paulo câmara, anunciou nesta sexta-feira (17) a criação do 2º Batalhão Integrado Especializado de Policiamento (2º BIEsp) que terá sua sede em Petrolina, Sertão do estado. A medida acontece um dia após a divulgação do aumento no número de Crimes Violentos Letais Intencionais no estado.

O 2º BIESP contará com Subunidades de Choque, Rádio Patrulha, Moto Patrulhamento e Trânsito, que irão desmobilizar quadrilhas de assaltos a carro-forte e a instituições bancárias, reforçar a fiscalização do trânsito nas rodovias estaduais e proporcionar uma maior segurança aos cidadãos do Sertão de Pernambuco.

Além disso serão criados o 26º Batalhão da Polícia Militar (26º BPM) e a 11ª Companhia Independente da Polícia Militar (11ªCIPM), que devem atender, respectivamente, o Litoral Norte e o Agreste do estado.

Com atuação na Microrregião de Garanhuns e na Mesorregião do Agreste Pernambucano, a 11ª CIPM reforçará o policiamento nos municípios de Lajedo –onde será instalado-, Jupi, Jucati, Panelas, Jurema, Calçados, Ibirajuba e Canhotinho.

O 26º BPM, com sede em Itapissuma, atuará na prevenção e no combate ao crime do Litoral Norte, atendendo também os municípios de Igarassu, Itamaracá e Araçoaiaba. A nova unidade, por meio do patrulhamento rural, alcançará, ainda, as comunidades mais isoladas da região, reduzindo Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) e Crimes Violentos contra o Patrimônio (CVP) na área.

Cármen Lúcia descarta popularidade da intervenção militar entre brasileiros

(Foto: Arquivo)

A presidente do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia, rechaçou a ideia de que o fantasma da intervenção militar esteja à espreita diante de um Judiciário incapaz de lidar com a corrupção da classe política. A ministra foi questionada neste sábado (7), no Festival Piauí GloboNews de Jornalismo, sobre a fala de Antonio Hamilton Mourão.

Em setembro, o general da ativa no Exército apontou a tomada do poder como saída possível para a avalanche de denúncias que soterra Brasília, isso se o Judiciário “não solucionar o problema político”. Em palestra promovida pela maçonaria em Brasília, Mourão disse que a causa não era só dele: tinha simpatia de “companheiros do Alto Comando do Exército”.

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Comandante do Exército descarta punir general que sugeriu intervenção

(Foto: Internet)

O comandante do Exército brasileiro, Eduardo Villas Bôas, afirmou que o general Antonio Hamilton Mourão não receberá punição por ter sugerido uma intervenção das Forças Armadas no país.

Em sua primeira manifestação sobre o tema, o comandante disse ao apresentador Pedro Bial que já conversou com Mourão “para colocar as coisas no lugar, mas punição, não”. A entrevista foi exibida na noite desta terça-feira (19) pela TV Globo.

Em meio a questões envolvendo a crise política, ele ainda declarou que a possibilidade de intervenções militares “ocorre permanentemente” e disse que “as Forças Armadas têm mandato para fazer [uma intervenção militar] na iminência de um caos”.

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Senadores repudiam afirmação de general do Exército sobre intervenção militar

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) afirmou que esse tipo de declaração se equipara a um crime de responsabilidade

Senadores repudiaram em Plenário, nesta segunda-feira (18), a declaração do general do Exército Antônio Hamilton Martins Mourão sobre a possibilidade de intervenção militar no país, se os casos de corrupção não forem resolvidos pelo Judiciário. Para o senador José Medeiros (Pode-MT), o Brasil vive uma crise, mas não é hora de se pensar em ruptura. O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) afirmou que esse tipo de declaração se equipara a um crime de responsabilidade. Já o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) considerou o caso como uma “quebra de hierarquia” e afirmou que já solicitou a convocação do ministro da Defesa, Raul Jungmann, para prestar esclarecimentos na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional.

Diretor do Colégio Militar de Petrolina fala sobre caso do professor acusado de assédio a alunas da instituição

Tenente coronel Marcílio Amorim, diretor do colégio da Policia Militar de Petrolina

O  tenente coronel Marcílio Amorim, diretor do colégio da Policia Militar de Petrolina, detalhou nesta quarta-feira (21), em entrevista ao radialista Marco Aurélio, da Rádio Jornal Petrolina, programa Revista da Tarde, o caso de assédio de um professor contra duas alunas da instituição.

De acordo com o diretor, após tomar conhecimento do fato através de algumas coordenadoras do colégio, informando que uma aluna havia procurado diversos coordenadores e relatado um fato envolvendo um professor, convocou a família e ouviu a aluna na presença dos pais. Disse que o assunto vinha sendo tratado em sigilo para preservar a imagem da aluna “essa conduta tem que ser feita em qualquer caso dessa natureza”.

Em seguida, encaminhou o expediente a Vara da Infância da Juventude e ao comando do colégio em Recife, ao qual é subordinado hierarquicamente, para que fosse aberto o procedimento administrativo contra o professor. “Até mesmo por que não se pode ouvir uma parte da história sem ouvir a outra”, afirmou.

Ainda segundo o diretor, o professor era um profissional com destaque no colégio, já tendo sido homenageado, portanto o fato foi surpresa para todos

Ele relatou também, outro episódio na última seta-feira (16), envolvendo o mesmo professor, nas instalações do Colégio em sala de aula na presença dos adolescentes (alunos).

“Uma das alunas foi assediada, eu interpreto um assédio moral, mas um assédio moral contundente, e essa aluna ficou indignada, insatisfeita e comentou com outros alunos, que estava com vontade de reclamar com a coordenação da escola, quando a primeira aluna ouviu essa aluna se queixar disse que ele fez isso com ela também, aí foi quando a aluna resolveu ir na coordenação juntamente com mais três alunos, e em razão do fato anterior, que foi até mais grave do que aconteceu em sala de aula, não restou outra opção a não ser adotar diligências e eu tive que ir a procura do professor e eu mesmo fiz a condução dele para a delegacia de polícia”, afirmou.

O diretor afirmou entretanto não ter sido fácil conduzir o professor à delegacia. “Confesso a você Marco Aurélio, que eu fiz isso muito constrangido porque a gente não se sente a vontade, então um profissional no seu ambiente de trabalho, se você tem que agir, como agir, mas na qualidade de Comandante de Policial eu não poderia fazer diferente, porque já estava havendo um clamor com as coordenadoras e os país dos alunos no colégio.

Ao chegar na delegacia o professor acusado foi ouvido pelo delegado Dr. Otávio, que instaurou imediatamente inquérito por portaria, onde às partes foram ouvidas e será encaminhado para a delegacia competente para prosseguir com o inquérito.

O professor foi afastado de suas atividades até que a apuração dos fatos seja concluída.

Polícias Federal e Militar realizam operação sigilosa em Petrolina

Imagem ilustrativa

Informações oficiosas nos repassadas hoje dão conta da realização, nesta manhã, de uma operação conjunta das polícias federal e militar em Petrolina, que deve culminar com a prisão de traficantes que estariam atuando aqui na região. Diversos mandatos de prisão estariam sendo cumpridos pelos policias em toda a cidade.

No entanto, em contato com alguns policiais nada foi confirmado, porém informaram que qualquer novidade neste sentido seria repassada até o final do dia.

Unificação das polícias civil e militar é tema de debate nesta terça-feira na Câmara

(Foto: JC Imagem)

A Constituição determina que a Civil atue na repressão e na investigação de crimes. Já a Militar, na prevenção da criminalidade. (Foto: JC Imagem)

A comissão especial que discute a unificação das polícias civis e militares ouve nesta terça-feira (23) o vice-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Luiz Claudio Chaves, e o coordenador do Centro de Estudos e Pesquisas em Segurança Pública (Cepesp) da PUC de Minas Gerais, Luis Flávio Sapori.

A comissão também tem realizado seminários nos estados para debater o assunto com a população. Tanto a Polícia Civil quanto a Polícia Militar são ligadas aos governos estaduais, mas com missões diferentes. A Constituição determina que a Civil atue na repressão e na investigação de crimes. Já a Militar, na prevenção da criminalidade e na preservação da ordem pública. A unificação enfrenta resistência das duas carreiras.

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Representantes de policiais civis são contra unificação da carreira com a da polícia militar

Fraga

Fraga: Você cria a polícia estadual, com dois departamentos, um ostensivo e um investigativo

Representantes de policiais civis estiveram nesta terça-feira (5), na Câmara dos Deputados, para se posicionar contra a unificação da carreira com a da Polícia Militar. A proposta está sendo avaliada por uma comissão especial.

Tanto a Polícia Civil quanto a Polícia Militar são ligadas aos governos estaduais, mas com missões diferentes. A Constituição determina que a Civil deve atuar na repressão e na investigação de crimes. Já a Militar, na prevenção da criminalidade e na preservação da ordem pública.

“Se duas instituições, com vocação constitucional distante, a partir de um determinado momento começarem a disputar o mesmo espaço, onde não estão dando conta de fazer tudo o que lhe é devido, uma vez por falha de uma, outra vez por falha de outra, isso não vai funcionar na prática. Nós deveríamos estar trabalhando ombro a ombro, cada um no seu quadrado”, destacou o secretário geral da Federação Interestadual dos Policiais Civis, Luciano de Morais.

Apesar de os policiais civis serem contra a unificação das polícias, o deputado Alberto Fraga (DEM-DF) defende que isso é possível, desde que haja uma regra de transição e uma única forma de ingresso. “Você cria a polícia estadual, com dois departamentos, um ostensivo e um investigativo”, defendeu.

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