Caso Henry Borel: Dr. Jairinho é preso preventivamente no RJ

Dr. Jairinho teria feito sessão de tortura (Foto: Reprodução/TV Globo)

Um mês após a morte do menino Henry Borel, a Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu, nesta quinta-feira (8), o vereador Dr. Jairinho (Solidariedade) e a mãe do garoto, Monique Medeiros. Eles estão presos preventivamente por 30 dias.

O casal foi detido no início da manhã. Eles estava na casa do pai do político, o ex-deputado estadual Coronel Jairo. No último dia 8 de março eles relataram que Henry, de apenas quatro anos, sofreu um acidente doméstico, que teria resultado na sua morte.

Acidente doméstico não foi causa da morte, segundo perícia

Porém, após perícias e a reconstituição do fato – sem a presença do casal, que se recusou a comparecer – a Polícia Civil fortaleceu a hipótese de que Jairinho agrediu Henry no condomínio de luxo onde vivia, na Barra da Tijuca. Os laudos da perícia também indiciaram que os ferimentos apresentados no corpo da vítima eram resultado de violência física.

Comportamento da mãe chamou atenção

A mãe de Henry foi detida, pois segundo a polícia, ela sabia das agressões e nada fez. O comportamento dela também chamou atenção durante a investigação. Um dia após o enterro do filho, ela foi ao salão de beleza e gastou R$ 240,00.

Agressões rotineiras

Ainda segundo a polícia, um mês antes da morte de Henry, Jairinho teria se trancado no quarto com o garoto e fez uma sessão de “tortura”, agredindo a criança. O vereador foi automaticamente afastado da Câmara do Rio de Janeiro.  O Conselho de Ética analisará o caso ainda hoje.

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