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Crianças devem tomar segunda dose de vacina contra catapora em Petrolina

A iniciativa das mudanças do calendário vacinal é do Ministério da Saúde. (Foto: ASCOM)

O calendário nacional de imunização passou por mudanças em 2018, com isso, pais e responsáveis devem prestar atenção às novidades para não deixarem de vacinar as crianças. Agora a vacina contra varicela, popularmente conhecida por catapora, conta com uma segunda dose.  A aplicação deve ser feita em crianças de quatro até seis anos de idade (6 anos, 11 meses e 29 dias). A primeira dose é ofertada aos 15 meses com a vacina tetra viral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela).

Além da segunda dose da vacina contra varicela, há outra mudança no calendário vacinal:  a ampliação da faixa etária para vacina meningocócica C, que previne contra a forma  grave da meningite.  Antes era ofertada a partir dos 12 anos, agora é ofertada para adolescentes de 11 a 14 anos (14 anos, 11 meses e 29 dias).

Para o grupo prioritário da vacina meningocócica C, deve ser administrado um reforço ou dose única, conforme situação vacinal encontrada. A vacina continua sendo aplicada, em duas doses, em crianças com três e cinco meses, além de um reforço aos 12 meses.

De acordo com a coordenadora do Programa Municipal de Imunização de Petrolina, Alexsandra Santos, o município dispõe das duas vacinas em quantidade suficiente para atender a esse aumento de demanda. “Os pais ou responsáveis de crianças e adolescentes dentro das faixas etárias citadas devem se encaminhar a qualquer Unidade de Saúde que terão acesso às vacinas aqui em Petrolina”, explicou.

Alexsandra destaca ainda a importância de levar o cartão de vacinação e guardá-lo sempre com cuidado. “Reforçamos que a carteira de vacinação deve ser guardada como se fosse um documento, pois somente ela prova quais vacinas a pessoa já tomou e quais ainda faltam tomar. Quando há a perda do cartão, é necessário refazer toda a vacinação, o que ocasiona um grande transtorno, sobretudo com crianças”, salienta.

A iniciativa das mudanças do calendário vacinal é do Ministério da Saúde, e visa corrigir possíveis falhas vacinais, além de reforçar a imunização das crianças que voltaram à escola, evitando surtos nestes ambientes.

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