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Depois de 8 anos de espera, agentes de saúde e de endemias de Petrolina recebem novo fardamento 

(Foto: Jonas Santos)

Quase uma década usando a mesma roupa. Esse foi o tempo de espera dos agentes comunitários de saúde e de combate a endemias de Petrolina por novos fardamentos. Nesta quinta-feira (27) o prefeito Miguel Coelho entregou os primeiros de 576  kits destinados aos profissionais que visitam as casas dos petrolinenses levando serviços de prevenção e orientação na saúde básica.

A solenidade ocorreu na sede da associação dos agentes, no bairro Antônio Cassimiro, e teve a presença de toda a categoria. Os profissionais receberam duas camisas de manga curta, duas camisas de manga longa, um boné, uma bolsa e um colete. No caso dos agentes de combate a endemias, os kits ainda disponibilizam calças e botas. Para a compra desse material, a Prefeitura de Petrolina investiu R$ 250 mil, beneficiando 464 agentes comunitários e 112 de endemias.

Durante o ato de entrega, o prefeito destacou a prioridade que tem sido garantida à saúde municipal e adiantou que promoverá outras ações para valorizar os trabalhadores do setor. “O maior legado que podemos deixar é humanizar o atendimento na saúde, principalmente, nas periferias. Por isso, estamos investindo pesado, abrindo novos postos, realizando mutirões de cirurgias entre tantas medidas. Virá mais por aí, e quero adiantar que vamos publicar uma lei para garantir gratificações aos agentes por resultados, mostrando nosso compromisso em valorizar quem trabalha por Petrolina”, assegurou Miguel.

Para a presidente da Associação dos Agentes de Saúde, Elizete Souza, o novo material traz mais segurança aos profissionais e moradores que recebem as visitas, além de proporcionar elevação da autoestima. “A última vez que recebemos fardamento foi em 2010. A gente já vinha sendo chamado de molambentos por causa do material tão velho. Mas agora estamos mais tranquilos, pois vai ser importante para nosso trabalho, afinal, as pessoas nos recebem em suas casas e isso facilita a identificação”, relatou a agente de saúde.

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